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Gostosa Chantagem

junho 4, 2005

laspalmas@hotmail.com

Antes de me casar com a Carlinha, minha atual mulher que participa de todas as minhas experiências, morei algum tempo com a Marcia, uma morena linda, mas muito ciumenta e careta. Eu sempre via, no elevador do prédio em que morávamos, um moreno forte, com cara de mau e jeito de safado e que, de alguma forma, sabia que eu ja tinha tido meus dias de viadinho. Um dia eu estava segurando a porta do elevador enquanto minha mulher fechava a porta do carro e o tal moreno estava no elevador esperando. Ele apenas falou baixinho: “Moro no 711. Te espero lá em meia-hora. Se você não aparecer a sua mulherzinha vai saber de algumas coisas sobre voce” Eu gelei. Enquanto o elevador subia eu percebia o olhar do cara (cujo nome era Bernardo). Ele me olhava desafiadoramente. Quando saimos do elevador, dei uma olhada para trás. O cara sorria e segurava o pau por cima da calça jeans. Pude perceber que o pau estava duro.

Chegando no apartamento, eu fiquei em agonia. Deveria me sujeitar a ameaça do cara ou bancar o durão? Quando olhava para a Marcia, eu nem conseguia imaginar o que seria se ela descobrisse que eu eu ja havia chupado alguns paus pela vida e que ja tinha dado a bunda algumas vezes. A meia-hora que o Bernardo tinha me dado já tinha passado. Foi então que o telefone tocou. Era ele. “Eu vou te dar mais dois minutos” – ele disse. Fiquei apavorado. Inventei uma desculpa esfarrapada e subi as escadas correndo. Apertei a campainha do 711 e, quando a porta abriu, Bernardo sorriu e me mostrou o pau durissimo e enorme que já estava para fora da calça. Uma estranha sensação se apossou de mim. Eu me senti humilhado, desrespeitado e sob o controle daquele cara, mas, por algum motivo, eu fiquei excitado com a situação. Ainda com a porta aberta, ele me mandou ajoelhar. Olhei para trás, para o corredor vazio e hesitei. Ele colocou uma mão sobre o meu ombro e me fez ajoelhar ainda na porta, sem ter mesmo entrado no apartamento. Ele agarrou minha cabeça e foi enfiando o pau na minha boca. O Bernardo comecou a foder a minha boca e a dar pequenos tapinhas na minha cara. “Chupa viado!” – ele dizia. Eu estava horrorizado com a possibilidade de alguém aparecer no corredor. O Bernardo ameacou: “Se não chupar com vontade vai continuar do lado de fora até eu gozar na sua cara.” Fiz o que ele mandou. Agarrava aquele pau imenso com as duas mãos e chupava, lambia, engolia, esfregava na minha cara. O Bernardo foi recuando devagar e me fazendo segui-lo de joelhos com o pau na boca. Quando entrei no apartamento, ele me fez levantar. Então eu vi que tinha mais um cara sentado no sofá, também de roupa mas com o pau de fora, se masturbando. Eu não conhecia aquele cara e até hoje não sei o seu nome, mas era parecido com o Bernardo e mais forte, com um pau igualmente grande.

Bernardo foi até o quarto e o cara continuou apenas se masturbando, olhando para mim. Quando o Bernardo voltou, ele tinha uma calcinha nas mãos e me mandou tirar a roupa e vestir aquela calcinha. Eu disse que não faria aquilo, que eu não era efeminado e que apenas gostava de ter eventuais relações com homens. Ele se aproximou do telefone e perguntou se a minha esposa sabia o que eu e estava fazendo la. Obedeci. Tirei minha roupa e coloquei a calcinha branca que ficou enfiada no meu rabo. Os dois homens riram, mas percebi que ficaram mais excitados. Afinal sempre tive um corpo bonito e minha bunda e redondinha e empinada. Bernardo mandou que eu me abaixasse para chupar o amigo dele no sofá. Obedeci e comecei a chupar o segundo pau do dia. Naquela posição a minha bunda ficava para cima e o Bernardo ficou atrás de mim, mexendo na minha calcinha e fazendo com que eu rebolasse.

Eu rebolei meio sem jeito. “Rebola direito – ele ordenou – rebola do jeito que um viado deve rebolar”. Ele afastou a minha calcinha para o lado e comecou a lamber o meu cu. Só parava para me dar ordens. Agora ele queria que eu gemesse e choramingasse. Comecei a gemer baixinho, ainda sem jeito. Foi então que eu senti o pau do Bernardo encostando no meu cu. “Agora voce vai gemer e rebolar com vontade” – ele disse. Ele comecou a forçar o pau durissimo na entrada do meu rabo. Em poucos segundos ele enfiou a cabeça e eu dei um grito machucando o pau do cara no sofá, que me deu um tapa. Eu olhei para o cara, indignado. Sem me dar tempo para dizer nada, Bernardo enfiou o pau inteiro no meu cu. Nunca tinha me acontecido isso, mas no exato momento que eu senti aquela rola entrar toda no meu rabo eu gozei loucamente.

O cara no sofá me deu outro tapa e eu comecei a chupar com vontade e a rebolar no pau do Bernardo. Eu já gemia, choramingava, pedia mais, pedia que me fudessem, que me batessem, que eu era um viadinho que precisava de muita rola, que eu era uma bichinha louca e que precisava de uma lição mesmo. O Bernardo batia na minha bunda, enfiava o pau no meu rabo com força, me arregaçando todo. Entao ele gozou no meu cu, me enchendo de porra, me humilhando, me xingando e me deixando ali, de bunda para o ar. O amigo dele levantou do sofá e me mandou ficar de quatro. Sem me dar um descanso, ele aproximou o pau do meu cu cheio de porra e enfiou de uma só vez. Minhas pernas estavam bambas e meu cu ardendo. O cara me fudia sem se importar com o que eu sentia, enfiando tudo, enterrando aquela rola dura até o fundo. Quando ele estava quase gozando, ele mandou eu me deitar no sofá. Então ele veio e gozou na minha cara. Nessa hora o Bernardo já estava pronto para outra. Ele me arrastou para o quarto e praticamente me jogou na cama. E foi lá que os dois me comeram duas vezes mais cada um. Enfiavam no meu cu, me mandavam chupar, me batiam de leve. Em todo esse tempo eu nunca tirei a calcinha. Eu me senti como uma escravinha, uma mulherzinha submissa e gozei inúmeras vezes. Quado eu cheguei em casa e beijei minha mulher, meu cu ainda ardia e eu sentia gosto de porra na boca. A partir daquele dia, embora eu continuasse com a Marcia que nunca soube de nada, eu seria a putinha do Bernardo.