O bombeiro

Há algum tempo atrás eu trabalhava num lugar onde precisávamos usar muito o telefone. Nesta empresa, eu tinha uma amiga chamada Leda que nas horas de folga, adorava ligar para centrais de teleamizade. Por ser uma amiga de longa data ela sabia das minhas preferências sexuais. Através dos telefonemas que ela fazia, Leda conhecia vários rapazes. Chegava a ficar com um ou outro cara, mas nunca conseguiu engatar um namoro sério… Até que um dia ela conheceu o Vladimir. O cara era bombeiro e trabalhava numa divisão que ficava a poucos quarteirões de onde trabalhávamos.Pela primeira vez, um relacionamento dela vingava e começaram a namorar.Depois de alguns dias que começaram a namorar, ele foi buscá-la na empresa. Quando o vi pela primeira vez, fiquei assustado. O cara era muito gostoso. Bronzeado, cabelos pretos encaracolados, olhos pretos, mais de 1,80m, e muito forte.Na hora minha consciência até pesou um pouco por desejar o namorado da minha amiga. Mas como ele era heterossexual, achei que olhar não arrancava pedaço. Depois daquela vez, eles se encontravam todos os dias na saída.Mas teve uma vez que a Leda estava de folga, mas o Vladimir apareceu.Assim que o vi, comentei:- Ih, cara. Acho que você perdeu a viagem. Hoje é folga da Leda. Ela não comentou com você?- Eu sei que é folga dela. É que eu dei uma passada aqui por que ela me pediu.- Ah tá… Beleza… É algo que eu posso ajudar? Falei, numa boa.Vladimir riu. Mas eu não tinha entendido bem o porquê…- Eu vim te buscar. Eu e a Leda marcamos uma baladinha, e ela achou que ia ser legal você ir com a gente. Ou você tem algum compromisso ?- Não, não tenho. – Então vamos dar umas voltas…Entrei no carro dele. Eu estava meio sem graça de ter que ficar segurando vela. Mas conhecendo a Leda, já imaginei que encontraria algo muito interessante naquele passeio…Após rodarmos muito, percebi que o carro estava deixando a cidade… estávamos indo em direção ao litoral.Estranhando o fato, perguntei, rindo:- A Leda desceu a serra?- Nós não vamos para a praia. Ele respondeu, sério.- Então vamos para onde?- Pro mato.Ele falou sem sequer piscar. Sem esboçar nem um sorriso.Comecei a ficar preocupado. Não tinha me dado conta até então que estava do lado de um cara que era praticamente desconhecido para mim.- Pô cara, você está me assustando…- Se preocupa não… Não vou te roubar, nem te machucar, só não posso falar o que é que é…Não conseguia me tranqüilizar muito. Ele podia estar mentindo sobre aquela história de não me machucar…No meio do caminho ele fez uma curva, e entrou numa estrada mais deserta ainda. E quando o céu já estava escurecido, ele saiu daquela estrada, e parou o carro embaixo de uma árvore.Eu estava petrificado de medo quando Vladimir acendeu a luz interna do carro.- Bem, acho que você já sabe que a gente não vai encontrar Leda nenhuma… Ele falou.- Pô cara, eu não estou gostando nada desta história, é meio perigoso ficar dando bobeira no meio de uma estrada deserta…Ele apagou a luz do carro e disse:- Relaxa, cara. Ninguém vai ver a gente aqui, eu conheço este lugar…- E aí, o que é que está pegando? Perguntei, ainda apavorado.- Eu tinha perguntado pra Leda, já faz algum tempo, se você gostaria de sair com a gente… Falei pra ela que você podia levar sua namorada, e a gente faria um encontro a quatro…- Certo… Tentei acelerar o papo.- Ela me disse que você não era chegado em mulher.Achei que o Vladimir era um louco, e que queria acabar comigo porque sou gay. Mesmo em desvantagem devido ao tamanho dele, resolvi encarar a briga. Seria uma luta um contra um. – Não curto mesmo. E aí, qual o problema?- Isto não é problema, cara. É a solução. Vladimir falou. – Eu nunca tinha parado pra pensar. Mas desde a hora em que ela falou isto, eu fiquei curioso, fiquei doido pra saber como é ter uma boca com esse cavanhaque que nem a seu, chupando meu pau.- Meu, você tá zoando comigo… Falei.- È sério, cara. Ele falou. – Eu via você ali, todo com jeitinho de macho, e fiquei imaginando que seria a coisa mais louca e diferente que eu já fiz… Comer outro cara.Só consegui escutar o barulho da fivela do cinto se mexendo e o zíper da calça sendo aberto. – Vem. Chupa, cara…Fiquei meio alucinado. O Vladimir era muito gostoso para que eu ficasse marcando bobeira.Procurei o pau dele com minha mão, e tomei mais um susto. Era imenso, e já estava com a cabeça molhada.Eu mal conseguia fechar a mão em torno do pau dele. Quando comecei a chupar, mal entrava aquela cabeça enorme na minha boca.Ele pôs a mão na minha nuca e apertava contra seu pau:- Engole essa pica, vai. Chupa ela toda.Eu tentava colocar aquela tora dentro da minha boca, mas mesmo com ele forçando para dentro, eu não conseguia. Era muito grande, me sufocava.O Vladimir começou a percorrer as minhas costas com suas mãos até chegar a minha bunda.- Porra. Que bunda durinha. E ficou apertando minha bunda com força com uma mão, enquanto forçava minha cabeça para engolir seu pau, com a outra mão.Em seguida, puxou minha cabeça pelos cabelos e me colocou sentado no banco do passageiro.- Abaixa o banco. – Falou ele procurando a alavanca… Logo em seguida, começou a descer o banco. Sem falar nada, segurava meu corpo contra o banco. E quando o banco da frente encostou-se ao de trás, virou-me de bruços, e desceu minhas calças.Abriu bem as minhas pernas e começou a passar os dedos pelo meu buraquinho… E enfiou um logo depois.- Apertadinho, hein? Esquenta não, eu vou arrombar este teu anel de um jeito que você vai pensar duas vezes antes de dar pra outro cara… Sem conseguir vê-lo, senti como se estivesse prestes a receber uma injeção, tamanho o medo da dor que poderia sentir…Foi quando senti uma coisa grande e pulsante se ajeitando em volta do meu cuzinho…Vladimir começou a forçar, mas mesmo sem ser virgem, era muito difícil acomodar todo aquele bicho dentro de mim…Quando sua pica começou a entrar, senti como se estivesse abrindo no meio, e pedi para ele ir com calma…Ele só falou:- Quietinho… Relaxa que tá gostoso…Cada centímetro daquele monstro parecia que ia me matar…E cada vez que eu tentava sair debaixo dele, ele repetia:- Relaxa que tá gostoso, caralho.Quando entrou a cabeça, eu me senti dilacerado, e tirei-o de dentro de mim bruscamente.Gemi, quase chorando. A dor era muito intensa.O Vladimir era um cara muito gostoso. Ele era tudo o que eu sempre quis experimentar, mas eu nunca imaginei que existiam pintos gigantes iguais aqueles.Mesmo com muito medo, eu não queira desistir… Nem o Vladimir…Sem falar nada, ele abriu bem as minhas pernas, e começou a se posicionar de novo para o abate.Mais uma vez, começou a roçar sua pica em volta do meu rabo. E disse:- Vê se relaxa agora, ô viadinho… Por que hoje eu gozo dentro de você nem que depois você nem ande direito…Nem bem terminou de falar, senti aquela tora me arregaçando mais uma vez…Quando eu comecei a gemer de dor, ele disse…- Grita, viado! Grita que passa a dor.Eu gemia alto. E quanto mais alto eu gemia, mais rápido ele bombava!Até que estava todinho dentro de mim…- Ai que delícia. Se eu soubesse que enrabar um cara era bom assim eu já tinha te arrombado à muito tempo…Eu queria me masturbar. Estava alucinado. Ele segurava as minhas mãos e dizia:- Ta louco, maninho? Você vai sujar meu carro… Ele abriu a porta.Como a luz acendeu, eu conseguia ver aquele corpo maravilhoso todo suado, Vladimir estava sem camisa e com as calças arriadas até os pés… Suas pernas, assim como seus peitos, eram muito fortes e peludos.Ele tirou as pernas para fora do carro, e levantou-se, sem sair de dentro de mim.Apertou meu corpo contra a lateral do carro e continuou metendo, sentindo aquele corpo forte e peludo bem junto à mim, mal toquei no meu pau para me punhetar e gozei numa erupção que parecia que não ia acabar…Vladimir começou a gritar…- Ai, Caralho. Tá apertando demais.Senti meu rabo pulsando junto com o pau dele.Ele tirou de uma vez, mas minha bunda ficou toda melada com a pôrra que ainda saía…- Eu queria gozar na sua cara, seu merda… E riu baixinho.Passou a mão na minha bunda, recolheu um pouco da porra e passou um pouco no meu nariz…- Tó o que você merece, viadinho… Dá próxima vez, vou fazer você beber tudo.A gente saiu dali, e depois ele começou pela primeira vez a conversar comigo como se fôssemos amigos de longa data.Mas não queria falar da Leda. Só queria falar de coisas comuns, de amizade, e de sexo…No outro dia, quanto encontrei a Leda, fiquei com muita vergonha de olhar para ela. Sentia-me culpado.Sem que entrasse no assunto, num determinado momento ela comentou:- Eu terminei com o Vladimir.- Por quê?- Perguntei como se eu fosse o culpado.- Há alguns dias, ele me perguntou se eu estava afim de uma transa a três…Eu, ele, e você!!!- E o que você disse?- Imagine… Eu não sou tão moderna assim. Não ia conseguir transar com você. E antes que ele resolvesse escolher outra pessoa, eu achei melhor ir cada um para um canto… E terminei com ele ontem à tarde.- E ele.- Terminou na boa, e depois foi embora… Nem sei onde se enfiou…Pois é… Eu sei muito bem onde ele se enfiou, e onde ele se enfiou várias vezes depois daquela noite… Às vezes bate uma dorzinha só de lembrar.

Fonte: Ham


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