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À meia luz de um apartamento

março 26, 2005

Meu nome é Graciliano. Tenho 19 anos e moro desde os meus 18 em Porto Alegre, quando mudei-me para começar meu cursinho pré-vestibular e, de certa forma, por em prática os meus mais insanos desejos. Espero que gostem da história. Quem interessar-se em conversar comigo peço que confira meu e-mail bem como MSN logo abaixo do texto. Boa Leitura!Tudo aconteceu num dia comum em Porto Alegre. Eu estava voltando do cursinho pré-vestibular numa tarde de sexta-feira. Deviam ser umas 3:00h da tarde quando no caminho encontro Rodrigo, um carinha que havia conhecido havia pouco no cursinho. Um rapaz muito bonito de também 19 anos. Possuía uma pele morena, olhos muito castanhos, cabelos negros que caíam-lhe pelo rosto e lábios estupendamente rubros e úmidos, tudo isso somados aos seus 1,85m tonavam-no um verdadeiro deus.Viera atrás de mim para convidar-me a ir à sua casa naquela noite para assistir a um filme que havia alugado. Eu, prontamente aceitei.Na hora marcada tocava eu a campainha de seu apartamento. Dividia-o com um amigo apenas mas, que no momento, não encontrava-se. Entra e fica a vontade! Disse-me Rodrigo docilmente ao abrir a porta. Conduzindo-me até seu quarto disse-me: Arranjei um filme muito bom para nós dois!Achei, a princípio, a novidade um tanto quanto estranha, mas depois, relaxei.Passava-se das 10:00h da noite quando realmente começamos a assistir o filme. Quando menos de 30min do filme haviam se passado a luz repentinamente acabou. Corremos para a janela da sala e constatamos que na verdade tratava-se de um black out geral. Não enxergávamos nenhuma alma viva na rua além das luzes dos carros que ainda trafegavam pelas ruas. Que vamos fazer agora? perguntei-lhe de imediato. Nada me ocorre agora… contudo, logo então respondeu-me – Que tal repassarmos as matérias de biologia? Não consegui pegar o conteúdo direito. Correndo, foi até a cozinha de onde trouxe os livros e algumas velas.Detestei a idéia na verdade. Tudo o que eu menos queria era pegar em livros naquele momento mas, concordei para não desanimá-lo. Que parte não entendeste direito? perguntei-lhe sem conseguir disfarçar meu descontentamento diante de tão monótono assunto. Anatomia humana respondeu-me com uma voz muito displicente, beirando o cinismo.Olhei-o e ele sorria para mim com um livro de anatomia aberto em seu colo. De relance observei que as figuras às quais olhava eram a respeito do aparelho reprodutor masculino, vulgo, pau. Pau que eu loucamente imaginava em minha cabeça pervertida, pau que eu adoraria sentir a esfregar-se por mim, o pau de Rodrigo.Ao soltar o livro de seu colo, notei em seu calção o volume pulsante de seu cacete, louco para sair. À meia luz do apartamento vi-o andar em minha direção. Meu coração batia acelerado, jamais algo parecido havia acontecido comigo. Louco de tesão me deixei envolver em seus braços. Deitou-me no chão e senti seu corpo por cima do meu, sua boca a beijar-me o pescoço, seu pau pressionando o meu, o calor que emanava de seu corpo sobre o meu fazia-me enlouquecer.Tirei minha camisa e a sua. Beijei todo o seu peito nu enquanto acariciava seu pau por dentro da calça e, enquanto o fazia, dizia-me coisas obscenas em meu ouvido: Quero sentir teu gosto. Quero sentir teu calor, sentir teu pau bem gostoso dentro mim, quero provar o gosto da tua porra quente na minha boca.Isso me deixava cada vez mais excitado. Tirei sua calça e a minha também. Seu corpo era maravilhoso. Contemplei ao que pareceu-me 30min aquele corpo maravilhoso e sarado, nu à minha frente, seu pau pulsando e subindo cada vez mais para cima, a cabecinha rósea de fora, pedindo para ser chupada o mais gostosamente que minha boca conseguisse chupar. Sem hesitar nem mais um instante, caí de boca naquela pica fenomenal. Chupei-a com gosto enquanto ouvia os gemidos de prazer de Rodrigo e enquanto sentia seu ventre estremecer-se de tesão. Chupava e ao mesmo tempo masturbava-o num ritmo frenético e envolvente. Cara disse-me enquanto o chupava não to agüentando mais! Quero que tu me coma agora! Quero sentir toda a grossura do teu pau no meu cu!Nesse mesmo instante levantei-me beijando-o de baixo para cima. Segurei seu rosto e beijei-o ardentemente. Rodrigo deu as costas para mim e deitou-se de bruços na cama. Observei em estado de êxtase suas curvas perfeitas e extremamente excitantes. Sua bundinha perfeita levemente empinada, esperando para que meu pau a arrombasse e a descobrisse. Subi por cima de Rodrigo e comecei a beijar sua bundinha dura e empinadinha. Lambi todo o seu cuzinho enquanto ouvia seus gemidos de prazer. Segurei meu pau em minha mão e molhei-o todo com meu cuspe, ao mesmo tempo que fazia movimentos de vai-e-vem com a mesma. Direcionei-o para o cu de Rodrigo que era vermelho e úmido tal qual sua bela boca. Fui enfiando devagarinho para poder sentir bem aquele cuzinho molhado e apertado. Tudo isso ouvindo ao mesmo tempo os gemidos de tesão e prazer seus. Me fode Graciliano! Me fode bem gostoso cara! Eu vo gozá de tanto tesão!!!Fodia-o o mais gostosamente que pude. Seu cu era simplesmente maravilhoso. Ao mesmo tempo que Rodrigo dizia-me isso eu já não agüentava mais. Tirei meu pau de seu cuzinho gozei como jamais havia gozado antes em minha vida! Gozei por toda a sua bunda, lambuzei-a toda com minha porra densa e quente, que vinha em jatos muito intensos de puro tesão, sentia o corpo de Rodrigo tremendo de cansaço enquanto o suor de seu corpo fundia-se ao meu. Deitei-me exausto ao seu lado, ofegante, mas muito satisfeito. Virei-me para ele e disse-lhe: Acho bom não ter gozado pois é minha vez de sentir teu pau bem grosso em mim!Afastou seus cabelos úmidos de suor do rosto e sorrindo-me marotamente disse-me: Há muito que espero por isso!Sem demora, senti sua língua macia a acariciar-me o cu enquanto eu simplesmente deixava-me levar por suas carícias. Senti seu pau grosso e duro entrando lentamente dentro de mim. Senti-o por completo dentro de meu cu que pulsava de tesão por ele, ao tempo em que o movimento de vai-e-vem e meus gemidos de prazer o deixavam louco. O som de suas bolas batendo em minha bunda parecia música em meus ouvidos, que adoravam ouvir suas frases provocantes, carregadas de prazer: Hummmm… que cuzinho maravilhoso tu tem Graci!!! Meu pau vai explodir de tesão cara!E no mesmo instante senti todo seu corpo estremecer e junto as estocadas finais de seu pau em meu cu. Senti sua porra a escorrer por toda a minha bunda suada. Cansado e suado, deitou-se ao meu lado e, sorrindo, disse-me: Essa foi a melhor noite da minha vida! Jamais pensei que fosse conseguir transar tão gostoso assim com alguém! O prazer foi meu! disse-lhe Meu não, na verdade, nosso! acrescentei entre sorrisos contrafeitos. Tens razão!!! e rimos gostosamente entre muitos beijos e caricias antes de tomarmos uma ducha.Já passava das 2:00h da manhã quando Rodrigo finalmente deixou-me ir embora mas, isso apenas depois de prometer-lhe que veríamos muito mais filmes juntos e, de fato, estava certo.MSN e e-mail: gracicouto@hotmail.com

O Padrasto – Última Parte

março 26, 2005

Depois que eu já havia me fartado do cuzinho do meu padrasto ele se levantou da cama E foi ao banheiro se lavar, afinal ele estava com o intestino cheio do meu leitim quentinho.Eu havia passado um papel higiênico e no meu, e havia tirado dele um mixto de merda, sangue e porra…Realmente eu havia arrebentado o ânus do meu protetor. Quando ele retornou ao quarto caminhava com um pouco de Dificuldade, más na minha ânsia de moleque estava me sentindo o máximo. Antes que ele conseguisse chegar até a cama, me levantei e fui ao banheiro, tomei uma ducha maravilhosa e voltei pra cama, onde meu querido padrasto me esperava deitado. Ele olhou bem pra min e disse: Você acabou com o cu do papai e será severamente castigado, más não hoje. Pode me aguardar o que é seu está guardado e dormindo de lado dentro da minha cueca.Confesso que senti um pouco de medo, e resolvi que eu evitaria ao Máximo seus carinhos…Na manhã seguinte quando acordei meu querido padrasto já havia saído e estava só eu na casa. Fui até a piscina e tomei um merecido banho de sol. Depois pedi ao caseiro da fazenda que me arrumasse pelo menos uns dez litros de leite, de preferência tirado naquele mesmo dia, quando a encomenda chegou, joguei todo o leite na banheira, pus também algumas pétalas de rosas vermelhas e tomei um delicioso banho, eu nunca havia feito aquilo, más sei lá, deu vontade e eu fiz. Estava me sentindo uma verdadeira cortesã francesa esperando pela chegada de seu homem.Já era mais de dez da noite quando ele chegou cheio de compras, preparou um jantarzinho pra nós dois, me fez muito carinho, me beijou muito e acabamos subindo pro quarto. Se eu soubesse o que ia me acontecer, talvez tivesse tentado escapar. Johnatan o caseiro estava em nosso quarto e me agarrou pelo braço com força, tentei escapar, minha cabeça rodava eu não conseguia entender o que estava acontecendo, fui amarado na cama de bunda pra cima, meu padrasto se aproximou e disse que eu tinha sido um menino muito mal na noite anterior e que minha hora tinha chegado. Foi aí que ele tirou o cinto da cintura e começou a me surrar, eu implorava por piedade e chorava feito uma criança assustada, cheguei até a urinar na cama. Ele parou de bater e veio pra cima de min como uma besta sedenta de sexo. Rasgou minha bermuda e camiseta com uma facilidade assustadora. Tentei descobrir pelo canto dos olhos onde estava o caseiro, más não achei ninguém, presumi que depois de me amarrar tinha ido embora com dó do que ia me acontecer. Senti uma cabeça de pinto enorme, forçando a porta do meu cú, sem creme, carinho nem nada. Devagaarrr… gritei pro meu estuprador, más foi em vão fui rasgado e socado até que senti que a ardência do meu cú estava sendo suavizada com o jato de porra que era lançado pra dentro de min. Acho que desmaiei pois quando recobrei os sentidos alquém arfava feito louco em cima de min, o corpo era diferente, mais firme um pau mujito mais grosso e comprido que o de antes, foi aí que me lembrei do caseiro, o desgraçado estava se servindo do meu rabo, como se eu fosse uma puta. Más tava gostoso, o merda do caseiro sabia galopar uma égua de puro sangue como eu…Empinei mais a bunda pedindo vara e fui atendido. O tarado então me disse ao ouvido que eu era muito mais gostoso do que o meu padrasto. Me senti orgulhoso com o elogio e comecei a mordiscar a vara dele com meu cú guloso, o resultado foi porra, muita porra que chegou até a jorrar do meu cú quando ele saiu de cima de min. Assim que se recobrou da foda Johnatan me libertou e pude ir ao banheiro me recompor. Foi aí que me lembrei do papai, perguntei pro Johnatan e ele me disse que meu padrasto havia recebido uma ligação muito importante depois que eu desmaiei e teve que sair, pediu pra ele me soltar só que ele não resistiu e resolveu tirar uma casquinha do veadinho acorrentado. Seu sorriso era lindamente sacana e não conseguindo me conter, beijei sua boca como louco e fui correspondido. Chupei seu pau e deixei ele gozar na minha cara, dei meu rabo novamente pra ele e fui novamente dominado por aquele homem voraz e selvagem, confesso que vi até estrelas…O pior aconteceu, me apaixonei pelo caseiro e acabamos fugindo juntos. Moramos hoje no interior de São Paulo numa cidade chamada Jales e somos muito felizes, continuo sendo uma égua puro sangue no cio e levo vara no rabo quase todo dia. Gostou do conto? Aproveita e visita meu blog http://dubabado.blogspot.com e entre em contato comigo…Beijos e até a próxima. Fim!

Apostando Alto

março 20, 2005

Orlando é um daqueles caras que só pensa em enfiar seu pau no primeiro buraco que aparecer. Para Orlando se alguém liberar o cuzinho, melhor ainda.Ele está muito se lixando se é mulher, homem, animal ou objeto que libera a rosca… O que ele quer saber é de meter até gozar…Ele é advogado, mas ainda sonha em ser juiz, para ver todo mundo entrando na sua vara.Há alguns dias, Orlando estava puto da vida porque o cara que estava treinando para ser seu estagiário, o Felipe, tinha ido até o Fórum no centro, mas, por causa do trânsito não conseguira voltar a tempo com o processo que Orlando queria trabalhar naquele dia.Já fazia tempo que Orlando tava meio irritado com o Felipe.O rapazinho, que ainda estava cursando a faculdade de direito, era cheio de querer fazer as coisas da maneira mais correta possível, o que de certa forma incomodava um pouco Orlando, que era macaco velho, e aprontava das suas. Macaco velho, mas bonitão e conservado… bem conservado.O atraso de Felipe naquele dia, serviria para Orlando tirar outro atraso, o seu.Já fazia uma semana que por causa daquele processo, Orlando não dava umas voltas pela cidade a procura de um cuzinho disponível.E por causa daquele atraso, Orlando decidiu que o próximo cuzinho ia ser o de Felipe e ponto final.Assim que Felipe entrou, Orlando começou a por em prática seu plano.Disse que estava muito feliz com o desempenho de seu estagiário e que para comemorar iriam degustar uma bebida forte.Felipe se sentiu honrado mas quis recusar o convite, ainda teria aula no fim daquele dia, e não podia faltar, pois era semana de prova.Orlando resolveu atacar de um modo muito comum para quem conhece homens de sua estirpe:- Felipe, é só um gole, cara. Não acredito que você vai amolecer. Pensei que você fosse mais macho, mais durão. Não acredito que com um só gole, a moçoila ia cair bêbada no meio da prova…Felipe é do tipo que cai fácil neste golpe. Questionado sobre sua masculinidade, caiu na tentação de provar o contrário. Mal sabia ele, que era exatamente sua masculinidade que iria para o beleléu junto com aquela bebida…Depois do primeiro gole, veio outro, e depois outro, quanto mais Felipe recusava o próximo gole, mais Orlando mexia com seus brios:-Vai, cara, agora é o último. Já sei que você é macho. Mas se recusar, vou achar que é frouxo.Felipe já estava zureta. Orlando, o tempo todo, apenas fingia que bebia.Todo zonzo, Felipe disse que precisava ir.Orlando fingia que ajudava Felipe a se levantar, mas neste exato momento, tirou a carteira de Felipe e a colocou em seu próprio bolso.Muito bêbado para compreender, Felipe procurou pela carteira para retirar dinheiro para a passagem até a faculdade.-Pô, Orlando… acho que perdi minha carteira.Astuciosamente, Orlando falou:- Hummmm… Acho que você esqueceu sua carteira no Fórum, quando foi mostrar sua identidade. Um escriturário me falou que você tinha esquecido algo lá…- E agora cara, como vou para a faculdade? Será que você me emprestaria esta grana até amanhã ?- Emprestar eu não posso. Posso te dar este dinheiro. Mas só que tem uma condição…- Qual?- Você faz uma aposta comigo, a gente joga uma partida de cartas, quem ganhar leva o dinheiro.- Mas cara, eu não tenho dinheiro para apostar…- No seu caso você vai ter que emprenhar suas roupas.- Tô fora, vou pedir para alguém na rua.- Você que sabe…- Ai, caralho, tá bom, vamos lá…Felipe aceitou porque estava bêbado demais para pensar corretamente, caía como um patinho no jogo de Orlando achando que assim sairia dali mais rápido.Mas mestre em impor seus golpes, quando queria um cuzinho de graça, Orlando ganhava partida atrás de partida, e Felipe cada vez com menos roupa.
Mas chegou num determinado momento que Orlando não se conteve, seu pau estava duro como pedra, desesperado para deflorar um rabo.- Meu, você é mole demais!!!Orlando interrompia a partida, puxando Felipe pela gravata. Deixando-o confuso.- Agora tu só sai daqui se me der este rabo.- O-Orlando, calma aí cara, é só um jogo, ô meu… E sou eu que tá perdendo. – Meu, eu tô falando sério, você já me tirou demais do sério hoje, eu tô a fim de comer um cu e vai o seu, rapazinho…O lance de tirar a roupa de Felipe através de uma aposta era só para que o rapaz não se defendesse tanto, e vestindo só cuecas era mais fácil forçar o sexo.- Meu, eu não curto isto não cara. Deixa eu ir embora… implorava Felipe, em vão. Além do mais, Orlando reparou que desde que começou a tirar a roupa, o pau do Felipe começou a endurecer.Orlando não tirou peça nenhuma de sua roupa, apenas abriu o zíper, desceu a cueca e deixou sua jeba faminta se expor à luz.- Vem, rapazinho, dá uma mamada nele.E puxou Felipe pelos cabelos.Felipe estava bêbado, mas começou a achar que era o único jeito… O cheiro de sexo que exalava do pinto do Orlando era muito vivo… O clima de tesão era tão grande que Felipe ficava cada vez mais excitado.Ele achava gostoso estar sendo obrigado a fazer sexo.Afinal de contas, o que ele poderia perder… além do cabaço?Ele colocou a boca no pinto de Orlando, com vontade de experimentar, chegou até a tirar seu próprio pau pra fora, mas sentiu uma certa aversão, estava excitado, mas não se imaginava chupando um pau…Tirou o pinto da boca e fez cara de nojo.Orlando irritou-se…- Ah, é seu puto? Rejeitando minha rola? Então você vai ver o que é bom… Aliás, vai sentir bem fundo o que é bom…Orlando virou Felipe contra a parede e abriu bem as nádegas dele.Felipe congelou, e disse:- Meu calma aí, não faz isso não…- E desde quando cú de bêbado tem dono, ô moleque?Orlando encheu a rola de cuspe, deu umas cuspidas na mão, e besuntou o rabo de Felipe. Felipe estava com medo, queria fugir, mas estava caindo de moleza, e para ajudar, aquela atitude do Orlando o deixava cada vez mais excitado… Seu pau começou a ficar em riste.Orlando começou a forçar o pau para dentro de Felipe, que tentava evitar a estocada fatal, deixando o cú bem apertado.- Relaxa moleque, se não entrar por bem, vai entrar por mal.Felipe não resistia com as mãos, num determinado momento até empinou as nádegas para facilitar o serviço de Orlando, mas estava com muito medo do que poderia sentir, já que a fama de levar um pau da primeira vez não é das melhores. Ainda mais um pau grosso como o do Orlando.Até que num golpe certeiro, Orlando conseguiu seu alvo, e de uma vez atolou seu membro dentro do pobre Felipe, que por instantes, tornou-se lúcido e acordou da bebedeira, tamanha a dor que sentiu…Orlando, em fúria, estocava seu pinto dentro de Felipe, numa velocidade frenética, desde o momento em que conseguiu penetrá-lo. Orlando queria gozar logo, até porque tinha receio de que Felipe quisesse desistir do coito.Mas, apesar da dor, Felipe sentia que tinha feito um negócio da China ao aceitar aquela aposta, pois sentir aquela Jeba cutucando seu rabo lhe fazia sentir um prazer estranho e diferente.Devido ao pau de Orlando ralar exatamente na próstata de Felipe, fez com que ele gozasse sem sequer tocar no pau, mesmo bêbado.E ao sentir as contrações do rabo de Felipe, que naturalmente já era extremamente apertado, Orlando explodiu de gozo, despejando todo seu leite dentro do estagiário.Orlando tirou o pinto melado de dentro do rapaz, e disse:- Espero que tenha aprendido uma lição, Felipe, e se aprontar de novo comigo, já sabe o que te espera.Felipe não tinha entendido direito o que tinha feito de errado, mas apesar de ter achado tudo muito esquisito, já que ele nunca tinha pensado em ser gay, achou que dar para o patrão era muito gostoso.
Orlando sabia que quem experimentava sua pica não largava mais, nem se preocupou se Felipe tinha ficado traumatizado ou não. Se iria denunciá-lo ou não. O que não falta neste mundo é cu, se não fosse o do Felipe seria o de outra pessoa, homem macho, homem afeminado, mulher, bicho, torta de maçã…Mas em menos de dois dias, Felipe fez questão de errar de novo.

O bombeiro

março 20, 2005

Há algum tempo atrás eu trabalhava num lugar onde precisávamos usar muito o telefone. Nesta empresa, eu tinha uma amiga chamada Leda que nas horas de folga, adorava ligar para centrais de teleamizade. Por ser uma amiga de longa data ela sabia das minhas preferências sexuais. Através dos telefonemas que ela fazia, Leda conhecia vários rapazes. Chegava a ficar com um ou outro cara, mas nunca conseguiu engatar um namoro sério… Até que um dia ela conheceu o Vladimir. O cara era bombeiro e trabalhava numa divisão que ficava a poucos quarteirões de onde trabalhávamos.Pela primeira vez, um relacionamento dela vingava e começaram a namorar.Depois de alguns dias que começaram a namorar, ele foi buscá-la na empresa. Quando o vi pela primeira vez, fiquei assustado. O cara era muito gostoso. Bronzeado, cabelos pretos encaracolados, olhos pretos, mais de 1,80m, e muito forte.Na hora minha consciência até pesou um pouco por desejar o namorado da minha amiga. Mas como ele era heterossexual, achei que olhar não arrancava pedaço. Depois daquela vez, eles se encontravam todos os dias na saída.Mas teve uma vez que a Leda estava de folga, mas o Vladimir apareceu.Assim que o vi, comentei:- Ih, cara. Acho que você perdeu a viagem. Hoje é folga da Leda. Ela não comentou com você?- Eu sei que é folga dela. É que eu dei uma passada aqui por que ela me pediu.- Ah tá… Beleza… É algo que eu posso ajudar? Falei, numa boa.Vladimir riu. Mas eu não tinha entendido bem o porquê…- Eu vim te buscar. Eu e a Leda marcamos uma baladinha, e ela achou que ia ser legal você ir com a gente. Ou você tem algum compromisso ?- Não, não tenho. – Então vamos dar umas voltas…Entrei no carro dele. Eu estava meio sem graça de ter que ficar segurando vela. Mas conhecendo a Leda, já imaginei que encontraria algo muito interessante naquele passeio…Após rodarmos muito, percebi que o carro estava deixando a cidade… estávamos indo em direção ao litoral.Estranhando o fato, perguntei, rindo:- A Leda desceu a serra?- Nós não vamos para a praia. Ele respondeu, sério.- Então vamos para onde?- Pro mato.Ele falou sem sequer piscar. Sem esboçar nem um sorriso.Comecei a ficar preocupado. Não tinha me dado conta até então que estava do lado de um cara que era praticamente desconhecido para mim.- Pô cara, você está me assustando…- Se preocupa não… Não vou te roubar, nem te machucar, só não posso falar o que é que é…Não conseguia me tranqüilizar muito. Ele podia estar mentindo sobre aquela história de não me machucar…No meio do caminho ele fez uma curva, e entrou numa estrada mais deserta ainda. E quando o céu já estava escurecido, ele saiu daquela estrada, e parou o carro embaixo de uma árvore.Eu estava petrificado de medo quando Vladimir acendeu a luz interna do carro.- Bem, acho que você já sabe que a gente não vai encontrar Leda nenhuma… Ele falou.- Pô cara, eu não estou gostando nada desta história, é meio perigoso ficar dando bobeira no meio de uma estrada deserta…Ele apagou a luz do carro e disse:- Relaxa, cara. Ninguém vai ver a gente aqui, eu conheço este lugar…- E aí, o que é que está pegando? Perguntei, ainda apavorado.- Eu tinha perguntado pra Leda, já faz algum tempo, se você gostaria de sair com a gente… Falei pra ela que você podia levar sua namorada, e a gente faria um encontro a quatro…- Certo… Tentei acelerar o papo.- Ela me disse que você não era chegado em mulher.Achei que o Vladimir era um louco, e que queria acabar comigo porque sou gay. Mesmo em desvantagem devido ao tamanho dele, resolvi encarar a briga. Seria uma luta um contra um. – Não curto mesmo. E aí, qual o problema?- Isto não é problema, cara. É a solução. Vladimir falou. – Eu nunca tinha parado pra pensar. Mas desde a hora em que ela falou isto, eu fiquei curioso, fiquei doido pra saber como é ter uma boca com esse cavanhaque que nem a seu, chupando meu pau.- Meu, você tá zoando comigo… Falei.- È sério, cara. Ele falou. – Eu via você ali, todo com jeitinho de macho, e fiquei imaginando que seria a coisa mais louca e diferente que eu já fiz… Comer outro cara.Só consegui escutar o barulho da fivela do cinto se mexendo e o zíper da calça sendo aberto. – Vem. Chupa, cara…Fiquei meio alucinado. O Vladimir era muito gostoso para que eu ficasse marcando bobeira.Procurei o pau dele com minha mão, e tomei mais um susto. Era imenso, e já estava com a cabeça molhada.Eu mal conseguia fechar a mão em torno do pau dele. Quando comecei a chupar, mal entrava aquela cabeça enorme na minha boca.Ele pôs a mão na minha nuca e apertava contra seu pau:- Engole essa pica, vai. Chupa ela toda.Eu tentava colocar aquela tora dentro da minha boca, mas mesmo com ele forçando para dentro, eu não conseguia. Era muito grande, me sufocava.O Vladimir começou a percorrer as minhas costas com suas mãos até chegar a minha bunda.- Porra. Que bunda durinha. E ficou apertando minha bunda com força com uma mão, enquanto forçava minha cabeça para engolir seu pau, com a outra mão.Em seguida, puxou minha cabeça pelos cabelos e me colocou sentado no banco do passageiro.- Abaixa o banco. – Falou ele procurando a alavanca… Logo em seguida, começou a descer o banco. Sem falar nada, segurava meu corpo contra o banco. E quando o banco da frente encostou-se ao de trás, virou-me de bruços, e desceu minhas calças.Abriu bem as minhas pernas e começou a passar os dedos pelo meu buraquinho… E enfiou um logo depois.- Apertadinho, hein? Esquenta não, eu vou arrombar este teu anel de um jeito que você vai pensar duas vezes antes de dar pra outro cara… Sem conseguir vê-lo, senti como se estivesse prestes a receber uma injeção, tamanho o medo da dor que poderia sentir…Foi quando senti uma coisa grande e pulsante se ajeitando em volta do meu cuzinho…Vladimir começou a forçar, mas mesmo sem ser virgem, era muito difícil acomodar todo aquele bicho dentro de mim…Quando sua pica começou a entrar, senti como se estivesse abrindo no meio, e pedi para ele ir com calma…Ele só falou:- Quietinho… Relaxa que tá gostoso…Cada centímetro daquele monstro parecia que ia me matar…E cada vez que eu tentava sair debaixo dele, ele repetia:- Relaxa que tá gostoso, caralho.Quando entrou a cabeça, eu me senti dilacerado, e tirei-o de dentro de mim bruscamente.Gemi, quase chorando. A dor era muito intensa.O Vladimir era um cara muito gostoso. Ele era tudo o que eu sempre quis experimentar, mas eu nunca imaginei que existiam pintos gigantes iguais aqueles.Mesmo com muito medo, eu não queira desistir… Nem o Vladimir…Sem falar nada, ele abriu bem as minhas pernas, e começou a se posicionar de novo para o abate.Mais uma vez, começou a roçar sua pica em volta do meu rabo. E disse:- Vê se relaxa agora, ô viadinho… Por que hoje eu gozo dentro de você nem que depois você nem ande direito…Nem bem terminou de falar, senti aquela tora me arregaçando mais uma vez…Quando eu comecei a gemer de dor, ele disse…- Grita, viado! Grita que passa a dor.Eu gemia alto. E quanto mais alto eu gemia, mais rápido ele bombava!Até que estava todinho dentro de mim…- Ai que delícia. Se eu soubesse que enrabar um cara era bom assim eu já tinha te arrombado à muito tempo…Eu queria me masturbar. Estava alucinado. Ele segurava as minhas mãos e dizia:- Ta louco, maninho? Você vai sujar meu carro… Ele abriu a porta.Como a luz acendeu, eu conseguia ver aquele corpo maravilhoso todo suado, Vladimir estava sem camisa e com as calças arriadas até os pés… Suas pernas, assim como seus peitos, eram muito fortes e peludos.Ele tirou as pernas para fora do carro, e levantou-se, sem sair de dentro de mim.Apertou meu corpo contra a lateral do carro e continuou metendo, sentindo aquele corpo forte e peludo bem junto à mim, mal toquei no meu pau para me punhetar e gozei numa erupção que parecia que não ia acabar…Vladimir começou a gritar…- Ai, Caralho. Tá apertando demais.Senti meu rabo pulsando junto com o pau dele.Ele tirou de uma vez, mas minha bunda ficou toda melada com a pôrra que ainda saía…- Eu queria gozar na sua cara, seu merda… E riu baixinho.Passou a mão na minha bunda, recolheu um pouco da porra e passou um pouco no meu nariz…- Tó o que você merece, viadinho… Dá próxima vez, vou fazer você beber tudo.A gente saiu dali, e depois ele começou pela primeira vez a conversar comigo como se fôssemos amigos de longa data.Mas não queria falar da Leda. Só queria falar de coisas comuns, de amizade, e de sexo…No outro dia, quanto encontrei a Leda, fiquei com muita vergonha de olhar para ela. Sentia-me culpado.Sem que entrasse no assunto, num determinado momento ela comentou:- Eu terminei com o Vladimir.- Por quê?- Perguntei como se eu fosse o culpado.- Há alguns dias, ele me perguntou se eu estava afim de uma transa a três…Eu, ele, e você!!!- E o que você disse?- Imagine… Eu não sou tão moderna assim. Não ia conseguir transar com você. E antes que ele resolvesse escolher outra pessoa, eu achei melhor ir cada um para um canto… E terminei com ele ontem à tarde.- E ele.- Terminou na boa, e depois foi embora… Nem sei onde se enfiou…Pois é… Eu sei muito bem onde ele se enfiou, e onde ele se enfiou várias vezes depois daquela noite… Às vezes bate uma dorzinha só de lembrar.

Fonte: Ham

O Irmão do Meu Melhor Amigo

março 20, 2005

Eu trabalhava num posto de gasolina com um cara chamado João.Com o passar do tempo, eu e João acabamos nos tornando muito amigos, saíamos para beber, catávamos umas minas, fazíamos uma porrada de coisas juntos.Desde o começo, o irmão mais novo do João levava a marmita do cara lá no posto.Eu já estava acostumado a ver o garoto por lá, na época ele tinha uns dezenove anos… Todo dia na hora do almoço lá estava ele. De piercing no queixo, cavanhaque ralo, meio skatista, jeitão de adolescente ainda, mas já tinha um corpo malhado, devia fazer umas academias, ou tomar umas bombas, vai saber… Este irmão do João, o Murilo, sempre me dava umas olhadas com uma cara estranha.Eu achava que ele não ia muito com a minha cara.Até que teve um dia que rolou umas coisas…Eu sempre ia num sebo que ficava perto do posto em que eu trabalhava, que vendia uma porrada de revistas e filmes pornôs.Então saí na hora do almoço, e dei uma passada por lá para comprar umas revistas para bater uma bronha…Depois de ter escolhido as revistas que eu ia levar, fui para o balcão para pagar, e um cara na minha frente, com o capuz da blusa cobrindo a cabeça, atrapalhado com o que carregava, deixa cair uma de suas revistas.Abaixei-me para pega-la e entregar ao seu dono. Era uma revista onde dois caras estavam se agarrando na capa.Como não tenho nada a ver com a vida dos outros, fingi que não era nada demais e estendi ao rapaz.- Aí cara, sua revista.Quando o cara se virou, para minha surpresa, era o Murilo, o irmão do João.Ele ficou pálido, começou a gaguejar e jogou a revista de volta:- Tá me tirando rapaz ? Essa porra não é minha não.Fingi que não era comigo, achei melhor voltar ao trabalho e não me estressar com bicha enrustida… E levei a revista.Trepar com outro cara já era uma coisa natural para mim.Acho que o Murilo que ficou grilado por eu ter levado a revista dele tão naturalmente.Não comentei nada com o João. Afinal de contas, a vida do Murilo não era da minha conta.Continuei vendo o Murilo todos os dias, mas agi como se não tivesse visto nada.Ele evitava me olhar, dava pra ver que ele ficava trêmulo, cada vez que passava por lá.Depois de alguns dias, marquei de sair com o João numa sexta-feira.E fui me encontrar com ele em sua casa.Toquei a campainha. O Murilo veio atender a porta.Pra não criar confusão fui direto:- O João tá aí?- Ele ainda não chegou da faculdade… Entra aí…Já que desta vez ele foi educado, aceitei entrar na boa.Sentei no sofá da sala, e fiquei olhando fixo pra televisão.O Murilo sentou-se num sofá do lado, e ficou me olhando, quase sem piscar.Notei que na casa fazia um silêncio total. Deduzi que estávamos sós.Ficamos mais alguns minutos em completo silêncio, até que ele disse:- Foi mal, aquele dia.- Tá beleza, acontece. falei e virei a cara para a janela.- Por que você levou a revista?- Porque ela podia me ser útil… ri e continuei olhando para a janela, aparentando que aguardava o João ansiosamente.- Você curte? Murilo me perguntou, quase sussurrando, eu olhei para ele, e ele estava pálido, com a boca seca.- O quê? Trepar com outro cara?Ele abaixou a cabeça. E falou quase soluçando:- É.- Por que quer saber? Você ta a fim de dar pra mim? Ele não respondeu com palavras.Apenas jogou os ombros como quem diz talvez…Comecei a mexer no meu pau para ver qual era a reação dele.Ele olhava para os lados, para ver se não escutava nada e olhava para o meu pau.- Aí, moleque. Aproveita enquanto não chega ninguém e vem dar uma mamada…Ele não pensou duas vezes, mal abri meu zíper, Murilo caiu de boca na minha vara, que estava em riste.Segurei firme na cabeça dele e fui socando minha rôla dentro de sua boca, estava muito excitado com a idéia de foder o irmão do meu amigo, tinha algo de proibido nesta trepada.- Quer dar pra mim, viadinho? perguntei pra ele, quase o intimando. Ele com aquele jeito sério, de rapaz macho, nem respondeu.Murilo levantou-se, apagou a luz da sala, voltou para perto de mim e abaixou a calças, sem tirar os olhos da janela, morrendo de medo de alguém chegar. Mas ele estava doido para dar…E quando eu vi aquela bundinha bem firme, forte e redondinha, fiquei louco para meter lá dentro.Encapei meu poste e só fui conduzindo o moleque para cima do meu pau.Seu cuzinho era muito apertado.- É sua primeira vez, Murilo?Ele acenou com a cabeça que sim.- Vamos no banheiro. falei.No banheiro, peguei um creme qualquer, besuntei meu pau e falei:- Agora, moleque, você vai gostar e nunca mais vai deixar de dar este rabo.Segurei suas mãos na pia do banheiro, e fui entrando dentro dele.Murilo gemia, suas coxas grossas com aqueles pelos ralos me deixavam cada vez mais doido, eu queria meter cada vez mais.Ele suava, e gemia, quase chorando. Peguei a toalha e enfiei na boca dele. Mandei ele morder.Não podíamos dar um pio, precisávamos escutar se alguém estava chegando.Eu estava louco de tesão. Aquela tensão, aquele medo do João chegar e me ver dilacerando o rabo do irmãozinho dele, que já era de maior, saradão, mas ainda era o irmão caçula dele.E pelo tipo discretão do Murilo eu era o primeiro a saber que o menino curtia uma pica.E o que me dava mais tesão era imaginar aquele cavanhaque ralinho e aquele piercing encharcados da minha porra.Saí de dentro do rabo dele e falei:- Senta no chão.Bati uma bronha esfregando meu pau na barbichinha dele, e vi ele bater punheta com aquele pintão que ele tinha. Aquele pinto todo e o moleque só sonhava em ser enrabado. Melei sua cara com meu leite, e eu cada vez mais puto de tesão, lambi minha própria pôrra da cara dele.Depois daquele dia, minha amizade e minhas visitas ao João ficaram cada vez mais freqüentes, até o dia em que o Murilo arrumou uma namorada.Como ele começou a ficar meio grilado, com medo de ter certeza do que é que gostava de verdade, não o procurei mais.E com o João nunca rolou nada.Então já era hora de procurar o irmão de outro…

Fonte: Ham

Traçando meu vizinho

março 17, 2005

“Meu nome é ‘André’.
Há alguns anos atrás, transferido por causa do meu serviço, eu tive que morar de aluguel numa casa no interior de São Paulo.
Esta casa tinha um quintal nos fundos que era separada da casa do vizinho por um muro de um pouco mais de um metro de altura.
O calor naquela cidade era muito forte, e de vez em quando, quando eu chegava do serviço, para refrescar, eu ficava na varanda da parte de trás da casa, tomando uma cervejinha gelada, vestido apenas com uma bermuda meio curta, que ajudava a arejar meu corpo e meus pensamentos.

Como o muro era baixo, era inevitável que os vizinhos me vissem por ali de vez em quando.
Com o tempo, eu fui fazendo amizade com os vizinhos da casa ao lado.
Lá morava uma garota muito linda, de aproximadamente uns vinte anos, chamada “Clara”, ela era loirinha, cara de safada. Quando eu estava só de bermuda nas minhas tardes de relaxamento, ela resolvia colocar umas roupas no varal, dar uma lavada no quintal, ou outra atividade qualquer que permitisse que olhasse para mim.
Eu, para provocar mais, deixava minhas pernas meio abertas, numa posição que privilegiava o tamanho da minha mala, só para que ela pudesse ter uma visão geral do meu corpo por completo.
Raramente conversávamos. Quando eu conseguia, eu dava umas entradas, mas eu não conseguia convencê-la a aprofundar um pouco mais nosso papo… Sempre chegava alguém da casa dela e cortava o papo no meio.

O irmão mais novo dela começou a sacar que ela tava facilitando um pouco pra mim, e era o que mais interrompia nossas conversas.
Para tentar furar o bloqueio, tentei me aproximar um pouco mais dele, puxar um pouco mais de papo, quem sabe se ficando amigo do rapaz, eu conseguia passe livre naquela casa…

Aparentemente as coisas estavam dando certo, em pouco tempo, o “Leonardo” já estava se abrindo comigo, contando as coisas sobre a sua vida… Batíamos altos papos…

Ele também era loirinho, como a irmã, e curtia futebol pra caramba.
O azar dele é que ele torcia para um time diferente do meu. Eu sou Corintiano e ele era Palmeirense.

Por causa disto rolava uma par de discussões entre nós. Nada muito sério, só aquela zoeira que sempre rola quando dois homens começam a discutir qual é o melhor time.

Teve um dia porém, que rolou algo meio doido por causa desta história.
Normalmente, aos finais de semana eu costumava voltar para a capital para ver minha família. Mas num determinado sábado, o Leonardo faria 18 anos.
Um dia antes, na sexta-feira, ele me pergunta, meio sem graça, se eu podia dar uma passada na casa dele, que ia rolar um churrasco e tal.
Aceitei na boa, era um passo a mais para conquistar a confiança da família e da Clara.

Durante aquele sábado, comemos e bebemos para caramba. Aliás, mais bebemos que comemos. Bebemos muito mesmo.
Na tarde deste dia, por coincidência, teria um jogo na televisão justamente entre Corinthians e Palmeiras.
Na hora do jogo, cansado do churrasco e de tentar – em vão – puxar papo com a Clara, eu arrumei mais umas cervejas e fui curtir o jogo.

Alguém bate na porta dos fundos um pouco antes da hora do jogo.
Era o Leonardo.
– E aí, cara? – falou ele. – Tem jeito de ver o jogo na sua TV?
– Beleza, entra aí, perdedor. Falei. – Quero ver sua cara de derrotado de camarote.

A gente tomou mais umas brejas, e durante o jogo, as brincadeiras foram esquentando…
– Ih, meu… Parece que hoje você vai rodar legal.- Eu falava, já meio grogue das idéias. – Seu timinho tá só na defesa e logo, logo você se fode.
– Cai fora, André. Quer saber, cara, eu sou capaz de dar meu cú se o Palmeiras perder.
– Promessa é dívida, Cara. Você sabe que cú de bêbado não tem dono mesmo.- Falei e caí na gargalhada.

O jogo acabou. E o Palmeiras… Perdeu!!!

Sem parar de rir, eu falava:
– Vixi meu, parece que você vai ter que liberar o cofrinho da poupança para um depósito.
Leonardo abaixa as calças e fica de quatro no chão.
– Vai, meu. Manda ver. – falou numa voz meio irritada por ter perdido.
Eu queria rir. Mas, de repente, ao invés de graça eu achei aquilo um tesão.
Enfiar no rabo de um cara que estava ali, humilhado porque seu time perdeu.
Eu já tinha ficado de pau duro o dia inteiro, imaginado o que poderia rolar com a Clara… Bem que eu podia dar uma aliviada no fiofó do irmão dela.
Não fiquei pensando muito no que devia ou não fazer, se era viadagem ou não… Me abaixei e comecei a lamber aquele buraquinho rosado do Leonardo, que era rodeado por uns pelinhos bem douradinhos. Olhando aquele cuzinho, eu podia imaginar como seria a bocetinha da irmã dele.
– Aí cara, não brinca não, que eu te como mesmo… – Falei, como se desse uma última chance para que ele mantivesse sua dignidade – pois dar o rabo para um cara porque perdeu o jogo, era besteira…
– Me fode, André. Vai, cara, eu já tava querendo mesmo… – falou baixinho, com medo de que eu ficasse bravo.
Aquele sinal verde não veio em melhor hora.
Dei uns cuspes no meu pau, e comecei a forçar ele para dentro do Leonardo.
O Leonardo gemia baixinho, quase chorando. Ele era muito fortinho, bem machinho. Eu nunca imaginei que ele pudesse gostar de levar rôla.
Mas sempre foi importante para mim alguém gostar de levar a minha pica. Se alguma pessoa que eu considerasse bonita estivesse a fim de dar um trato na minha vara eu não negava fogo.
E com o Leonardo não seria diferente.
Meu pinto entrava devagar dentro dele, o cara era muito apertado…
– Relaxa carinha, senão vai acabar doendo. – Eu dizia para ele.
Ainda entrava meio devagar, mas depois que passou a cabeça do meu pau, eu enfiei sem dó, queria logo sentir aquele rabo quente e apertado em volta do meu caralho.
Leonardo deu grito. Fiquei um pouco preocupado, porque seus parentes poderiam escutar-nos.
Enfiei a mão na boca dele e falei:
– Fica quieto, moleque.Você quer que alguém descubra que você é um viadinho?
Ele balançou a cabeça, dizendo que não.
– Tá gostando de ser enrabado, meu amiguinho? – Perguntei.
Ele acenava que sim a com a cabeça.
Como era bom meter dentro de uma cara. Era a primeira vez que eu fazia isto. Naquele momento era a coisa mais safada que eu podia fazer na vida. Enrabar o irmão da mulher que eu não conseguia comer. Aquilo me dava um tesão louco, e eu socava meu pau cada vez mais forte dentro daquele rapaz.
Estava começando a ficar cada vez mais excitado, quando resolvi dar o tiro de misericórdia no derrotado, dar-lhe o máximo da humilhação.
Tirei o pau do rabo dele, dei uma limpada, e falei:
– Agora, seu viadinho, já que você gosta de tomar no cú, vai ter que tomar também da minha porra, vai ter que engolir tudo. Tá me escutando?
Ele balançava a cabeça, concordando. Parecia meio assustado.
Eu sempre fui muito forte. O que devia deixá-lo meio intimidado. Embora extremamente excitado, o Leonardo tinha um certo medo de apanhar de verdade.
Claro que eu não ia bater nele. A menos que ele me pedisse.
Mas bancar o malvado me deixava cada vez mais excitado.

Mal coloquei minha pica naquela boca rosada, foi só o Leonardo começar a mexer com a língua, que eu explodi dentro dele.
Meu pinto latejava demais, cuspia tanta porra, que o Leonardo não conseguia engolir tudo. Eu recolhia com a mão e falava:
– Pode engolir esta também, se deixar cair, apanha…
Em seguida, eu o ajudei a gozar, lambendo a orelha e o pescoço dele.

Depois daquele dia, eu ainda comi ele várias vezes, antes de voltar definitivamente para São Paulo. Eu ficava orgulhoso em saber que aquele rapazinho loiro que fazia todas as meninas da rua suspirarem por ele, andava por aí, carregando minha pôrra dentro dele.”

Fonte: Ham