O Padrasto 2ª Parte

As duas semanas sequintes foram de muito tesão e paixão, meu padrasto fazia sexo comigo como se fosse um puro sangue, um verdadeiro reprodutor, e cheguei até a pedir pra ele ir mais de vagar, visto que meu cu já estava todo regaçado e em brasa com tanta rola que recebi. Muitas vezes eu o mamava sem dar-lhe chances de querer me penetrar, no final de uma sessão de chupadas eu expliguei que já não agüentava mais tomar no cu, ele ria e me dizia que a culpa era minha por ser tão gostoso, e que eu havia acendido o fogo e agora tinha que apagar direitinho, más já que a menininha dele não tava dando conta do recado, ele ia manerar comigo…Estavamos á caminho do aeroporto para buscar minha mãe, a verdadeira dona daquele macho, confesso que estava meio triste, más meu macho me garantiu que ia montar uma fazenda só para que nós pudéssemos trepar a vontade e sem correr riscos, tratei logo de me alegrar. Uma semana depois estava a caminho de nosso mais novo ninho de amor. Tudo para min era novidade, eu não sabia onde ficava e nem como era o local, estava num misto de curioso e fogoso. Meu susto foi grande, pois assim que chegamos na porteira havia uma placa enorme onde estava escrito: Fazenda Príncipe Mário o local era maravilhoso com jardins lindos e bem cuidados, um pomar cheio de frutas de minha preferência, meu padrasto havia pensado em tudo. Ele observava meu olhar entusiasmado, e chegava até a dar boas gargalhas de min, que feito uma cortesã deslumbrada dava pulos dentro do carro de felicidade. A casa principal era linda, de dois andares e toda rodeada de plantas, com uma área na parte de cima, com uma rede e algumas cadeiras tipo esprequiçadeiras. O quarto era todo amplo, com uma cama imensa, o teto do mesmo era todo espelhado…Sem perda de tempo fui até o microsystem que tinha ali dentro, escolhi um cd, mandei que ele sentasse na cama e comecei a dançar bem devagar e de forma sensual, sempre olhando para aqueles olhos verdes, que me comiam a cada movimento, comecei a tirar a roupa sempre dançando. Primeiro a camisa, depois sapatos, meias calça e finalmente a cueca, meu pau era lenha pura de tão duro, fui me aproximando do meu padrasto e comecei a esfregar meu pau na cara dele, más sempre tirando quando ele tentava me chupar, me abaixei e beijei sua boca puxando-lhe o cabelo, ele parecia um polvo de tanto que me bolinava, então eu o empurrei para que caísse deitado na cama, e trepei em cima dele e comecei a tirar-lhe a roupa, tudo sem pressa e com uma voracidade que muitas vezes eu via medo no brilho dos seus olhos, aquilo me acendia mais ainda. Mais uma vez beijei sua boca, fui para o pescoço, cheguei aos seus seios, seu murmúrio era quase um lamento de morte eminente do que propriamente de prazer. Cheguei ao seu pau que latejava eu o chupei com vontade segurando suas bolas na minha mão e muitas vezes apertando sem dó, mesmo com seu grito de dor, levantei sua pernas e me agasalhei no meio delas procurando com a língua seu ânus, ele então emplorou pra que eu não fizesse aquilo, más eu o ignorei e continuei, seu cu mordiscava minha língua e o som dos seus gemidos parecia as ondas do mar indo de encontro as rochas. Mandei que ele se virasse pra min, ele então obedeceu sem dar um pio, abri suas nádegas e enfiei novamente a língua fazendo com que o mesmo ficasse bem molhadinho, com uma das mão comecei a me punhetar espalhando bem a babinha que saia por toda extensão da cabeça do meu pau, pedi que ele arrebitasse bem a bunda, no que fui obedecido, aos poucos comecei a introduzir meu pau naquela grutinha, meu padrasto mordia o travesseiro feito louco chorando feito criança mimada, más em nenhum momento ele pediu pra que eu parasse, se bem não ia adiantar mesmo…Quando meu pau já estava completamente encapado pelo seu cú comecei a bombar forte e firme, como se toda minha vida dependesse daquilo. Foram quase dez minutos de vai e vem, de socadas, senti que ia gozar me deitei sobre seu corpo e comecei a morder sua orelha amedida que acelerava o galope, o gozo feio junto com um grito que foi acompanhando pelo grito dele, cheguei até a pensar que havia matado meu querido padrasto, más sua respiração era forte e alta. Desgraçado!! Gritou ele. Você regaçou o cu do papai e ainda me fez gozar junto com você. Nossa muleke que pau gostoso é esse? Apaixonei de novo…Vamos descançar um pouco que eu quero me vingar de você fazendo você gozar muito pelo cú assim como eu gozei…Hum! Tá curioso pra saber como foi que eu fui castigado pelo meu padrasto né? Te garanto que ele sabe punir um menino levado como eu. Aproveita e passa no meu blog pra gente se conhecer, quero ser o seu menino ou o seu papai. Logo estarei de volta pra contar o restante tchau!!(continua).


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