O filho gostoso e dominador dos meus ex-patrões

outubro 7, 2010

O que irei contar aconteceu faz alguns meses. É grande o conto, espero que leiam inteiro. Sou de São Paulo. 28 anos, alto, magro, corpo legal, bonito, branco e totalmente discreto. Trabalhei já em diversas aéreas, mas me dei bem com vendas. Alguns anos atrás, quanto eu tinha 23 anos, trabalhava numa loja de carros e me dei muito bem com os clientes e os donos, um casal super simpático. Esse casal tinha dois filhos: Caio com 20 anos e Carlos 18 anos. Eram dois filhinhos de papai, mal acostumados, não muito educados com os pais e esses passavam sempre a mão na cabeça. Nunca tive muita amizade com eles, apenas algumas conversas, quando iam para a loja e ficavam lá de bobeira enquanto eu trabalhava. Passaram-se alguns meses, pedi demissão, consegui um emprego melhor, era uma ótima oportunidade. Fiz muita falta, principalmente para meus chefes. Passaram-se 05 anos e nunca mais vi novamente o Caio e o Carlos. Passava às vezes na loja, conversava com meus antigos patrões, mas não os via os filhos.

Sempre curti homens, adoro ser submisso, mas apenas com machos, não sou afeminado. Nada contra, mas comigo não rola tesão. Precisa ser com macho que curte dominar. Um dia, passando pelo antigo trabalho, estava o filho mais velho, Caio. Quando eu o vi, disfarcei na hora, mas minha nossa, aquele moleque mimado, continua mimado, mas, estava lindo, lindo demais. Muito gostoso. Ele estava com 25 anos, sou um pouco mais alto que ele, sua pele era bronzeada, corpo bem malhado, não tanquinho, mas bem malhado, liso no peito, pernas grossas e peludas, cabelo liso curto e seus olhos são bem pequenos, completamente macho, fazendo a linha “tô na minha”. Conversa o essencial e pronto.

Fui à loucura quando vi o Caio. Fiquei babando na hora, mas me controlei. Ele nem percebeu e depois que sai da loja, fiquei batendo altas punhetas pensando no Caio me dominando. Jamais falaria nada. O cara não era de amizade. Fiquei apenas na punheta com ele. Sempre dava uma desculpa para ir a loja e um dia, no meu trabalho atual, apareceu à oportunidade de realizar um negócio com meus antigos patrões. Coloquei-me como o voluntário de oferecer a proposta, como já tinha amizade com donos, convenci fácil meu chefe e lá fui. Chegando lá, os donos estavam passando a loja para os dois filhos. O mais novo não estava e a funcionária disse que o Caio estava no andar de cima. Por ser de casa, fui subindo e abrindo a porta do quarto. Caio estava transando com a namorada. Por sinal, uma mulher muito bonita. Eles ficaram tão sem graça, eu também, porque peguei o Caio colocando roupa de maneira acelerada e completamente sem jeito. Vi-o de sunga e pude ver a marca da sua rola na cueca. Não era muito grande ou grossa, mas isso não é importante para quem sabe fazer. Mas nossa, pela marca da cueca, devia ser um pau delicioso. Eu também fiquei sem graça, mas de tesão e comecei a pedir desculpas, o Caio também. Falei que ia esperá-lo na sala de estar, porque tinha uma proposta para fazer. Ele muito sem graça concordou e pediu uns 20 minutos.

Sentei na sala e não conseguia esquecer aquela imagem maravilhosa. Meu pau tava muito duro e não ia conseguir me concentrar para apresentar a proposta para o Caio. Decidi me aliviar lá mesmo. Entrei no banheiro masculino, fechei a porta de um dos vasos, abaixei as calças e a cueca, comecei a tocar uma punheta e para melhorar, enfiei o dedo na boca, coloquei saliva e meti dentro do meu cúzinho que é muito apertado. Comecei a penetrar meu dedo e batendo punheta ao mesmo tempo.

O Caio saiu antes de 20 minutos e perguntou para a funcionária onde eu estava. Ela disse que eu havia entrado no banheiro. Ele logo foi atrás, não quis esperar, queria conversar sobre o acontecido. Caio entrou e quando ia dizer meu nome, ouviu meus gemidos. Muito sacana, andou bem devagar até o vaso ao lado e subiu em cima da privada para ver o que eu fazia do outro lado. Eu estava com tanta tesão que nem percebi que ele me assistia por cima. Ele me pegou com o dedo no cúzinho, batendo punheta, falando o nome dele e assistiu até eu gozar.

Ele muito esperto não disse nada. Se falasse, corria o risco de eu ir embora. Ele esperou eu me limpar, me vestir e voltei para a sala de espera. O Caio não sabia muito bem como me tratar, mas quando vi que depois de uns 10 minutos, ele saiu do banheiro, fiquei gelado na hora. Ele veio conversar comigo, me chamou para a sala, conversou sobre o ocorrido com a moça e eu não sabia o que falar, acompanhava a conversa e falava poucas coisas. Rapidamente, muito sem graça, mudei o assunto e fui para a proposta. Ele a escutou com muita atenção, mas percebi que Caio não tirava os olhos da minha bunda e às vezes ele cutucava no pau, como se quisesse me provocar. Ele estava de chinelo e um bermuda bem folgado.

Terminei de fazer a apresentação da proposta, o Caio fala: – Eu vi o que você estava fazendo no banheiro? Tocando uma punhetinha pensando em mim, não era? Na hora não falei nada. E o Caio continuou: – Eu sei que era pra mim porque você gemeu meu nome com o dedo no seu rabo. Não ia negar. Era verdade. Ele viu. Apenas fiquei olhando pra ele e o Caio continuou falando: – Quem diria que você é um puta de um viadinho hein? Aposto que tu é bem safada na cama. E começou a dar risada, tirou maior sarro da minha cara. Aquilo começou a me irritar e falei meio que enérgico. – E daí? O que você vai fazer a respeito? Nossa, ele ficou puto de raiva com a minha reação, se levantou, foi em minha direção, me intimidou total, falando bravo pra caramba, me dando vários empurrões com as mãos batendo no meu peito. – Escuta aqui o viadinho, baixa seu tom ai. Quem tu pensa que é? Se ta na minha mão agora. Cala a sua boca. Aquilo me intimidou. Fiquei com medo. O cara é mais forte que eu, mais macho que eu e tava a fim de briga. Mudei o tom de voz e falei: – Caio, por favor, não comenta nada com ninguém. Ninguém sabe disso. Por favor, cara, não conte nada. O Caio sugeriu: – O que você me da em troca? O cara ia começar a fazer chantagem. – O que você quiser, eu faço. Eu disse. Ele avaliou a situação, me olhando cara a cara, examinou meu corpo, minha bunda, meu quadril e disse. – Já sei o que eu quero. Vai lá na minha casa, amanhã a noite, estarei sozinho sem meus pais. Vai lá, sem falta, se você não for, vou contar pra todo mundo. Vai, porque eu tô mandando. Me deu um empurrão para sair da sala e me deu as costas e ainda gritou: – E vai bem limpo hein, de banho tomado e tudo mais.

Na hora, adivinhei o que ele queria. Adorei a idéia. Não ia perder a oportunidade de trepar com aquele gato. Esperei com tanta ansiedade pelo outro dia e sempre soube, pelo pai do Caio que ele era meio autoritário com as namoradas até na cama. Do jeito que eu curtia. No outro dia, acabou o expediente, tomei banho, coloquei uma roupa super limpa, fiquei bem cheiroso, entrei no carro e fui até a casa do Caio. Cheguei lá, a empregada estava indo embora e me esperava chegar. – O Caio ta vindo já. Foi na academia e me avisou que você vinha. Pode entrar e esperar. Eu to indo e ele daqui a pouco, chega.
Passou meia hora, o portão se abre, é o Caio. Eu que já estava numa ansiedade, fiquei mais ainda, comecei a tremer de tanta tesão. Meu pau já estava duro. Nisso, ele entra na sala. Nossa que lindo. De camiseta, shorte, meia grossa e tênis. Completamente suado. Suava tanto, tanto. O cheiro do suor dele tava bem forte, misturado com um perfume que ele usou antes de ir. Ele se aproximou e disse: – Você veio né viadinho. Ta doidinho pra chupa meu pau e me dar seu cú né. Pois hoje você será minha puta e vai fazer tudo o que eu mandar. Eu sou concordava com a cabeça. Ele perguntava e eu concordava: – Quer ser minha puta? Minha escrava? Quer meu pau? Minha porra? Vai ter tudo isso putinha.

Com toda brutalidade me segurou pelos braços e me mandou ir até seu quarto. Chegando lá, trancou a porta. Eu parei em sua frente e fiquei apenas encarando. Não acreditava que aquele cara lindo tava me dando exatamente o que mais curto numa relação com outro macho. Ser escravo e submisso. Ele tava curtindo tudo aquilo. Sempre dava um sorriso safado para mim, curtindo ser o dono ali. Depois me encarar bem, Caio retira a camisa. Seu corpo esta todo suado por ter malhado bastante e bem rude ele diz: – Vem cá agora e lambe todo esse suor. Obedeci. Lambi todo seu peito, sua barriga, seu pescoço e suas axilas. Estava bem suado, um suor delicioso. Meu pau começou a ficar mais duro ainda e ele percebeu e disse: – To vendo que a putinha ta gostando. Gosta de suor de macho né. Eu sabia. Tu vai curtir mais ainda. Lambi o suor do teu macho, vai. Depois que o limpei todo, lambi o suor de suas costas também e da nuca. Caio se senta na cama e grita para que eu retire seu tênis, e sua meia é que chupe todo seu pé, os dois. Nossa, eu tava adorando. Tirei os tênis e as meias com a boca. Seus pés estavam bem suados também, aquele suor de limpeza e bem cheirosos. Lambi tudo. A sola, os dedos, no meio dos dedos, na parte da frente e na parte de traz dos pés. Eu tava adorando e fui nisso tirando minhas roupas. Ele mandava tirar cada peça e eu tirava. Camisa, calça, tênis, meia e cueca. Ele foi tirando o shorte enquanto eu chupava seus pés. Aqueles pés estavam uma delicia, cheirei, chupei e lambi até. Deixei-os bem seco e bem molhado de saliva. Quando olhei pro Caio ele estava de cueca apenas e com o pau bem duro. A cueca estava molhado de suor. Ele me obrigou a lambe o suor que ficava em volta do saco, na virilha e nos pelos, mas não podia tocar no pau dele. Lambi tudo. Tinha um cheiro forte de pau suado, mas estava uma delicia. Acabei ate sem querer lambendo dentro do cú dele. Como ele não se afastou, minha língua aos poucos chegou ao buraco do cú dele e lambi até. Tava com um cheiro de cú bem gostoso. Chupei bem gostoso e ele urrava de tanto prazer e gritava: Isso sua puta, chupa o cú suado do teu macho, isso, chupa gostoso. Chupei um bom tempo. Nisso tirei sua cueca e seu belo pau, pulo pra fora. Tava bem duro. Um pau delicioso, cheio de veia, cabeçudo com cheiro de macho. Ele me agarrou a força, me deitou na cama, deitou por cima de mim e lascou um beijo na boca de língua, socava a língua bem fundo na minha garganta, me deixando sem ar, me obrigando a chupar sua língua dentro da minha boca. Um beijo de língua forte, apertado, demorado. Ele às vezes só parava de me beijar para dar muita cuspida na minha boca e me mandava engolir. Engolia tudo. Tava uma delicia e voltava a me beijar. No meio do beijo, ele me enchia a boca de cuspi e eu bebia tudo.

Depois, ele se levantou, agarrou meus cabelos e enfiou com maior brutalidade seu pau duro na minha boca. Chupa esse caralho sua puta e chupa bem gostoso, se não tu vai ver o que bom. Comecei a chupar bem gostoso, nosso que sabor delicioso. Tava bem suado e com cheiro de macho, chupei muito. Só a cabeça, de pirulito, abocanhava tudo e fazia um vai e vem frenético que o Caio delirava e urrava de tanto prazer. Chupei igual louco. Ele às vezes cuspia em cima do pau e eu tinha que chupa sua rola com cuspi em cima. Que delicia. Uma hora, segurou minha cabeça e penetrava sua rola na minha boca como se fosse uma buceta apertada e me segurou e começou a gozar rios de porra, uma porra grossa, galada e em grande quantidade direto na minha garganta ou deixando sobre minha língua e disse: Bebi minha porra seu veado. Veado gosta de leite de macho, então bebi todo meu leite. Não pensei duas vezes e engoli toda aquela porra. Que delicia de porra, deliciosa, salgadinho. Tava adorando aquela situação toda. Adorando ser a puta submissa dele. Caio se deitou na cama e colocou seu pé na minha boca, para que eu voltasse a chupar, olhava para mim e dava risada. Pediu que eu lambesse suas axilas porque o suor havia voltado, claro que o fiz. Caio se levantou, me pegou pelo braço, me levou pro box do banheiro e me ajoelhou dentro do box berrando: Vamos lá pro box do banheiro seu viado. Você mal sabe o que lhe espera e se reclamar, acabo com você. Ajoelhei e ele ficou na minha frente pegando no pau, esperando por algo. De repente ele gritou: Abra a boca sua puta. Quando abri, ele começou a mijar, mijar dentro da minha boca e disse: Bebi tudo seu viado. Quero ver você bebe meu mijo todo. Veado é pra isso, é pra ser humilhado e não quero vê cai nenhuma gota. Bebi todo meu mijo. Nossa, que delicia. Eu fui à altura. Colocava na boca e quando enchia, engolia aos poucos. Um mijo amarelo, quente e salgado em enorme quantidade. Caio mijo por um bom tempo. No meio da mijada, colocou o pau dentro da minha boca e mijou direto na minha garganta. Ele agarrou minha cabeça e eu posicionei minha cabeça para beber de maneira mais fácil. Ele ria de maneira safada e muito sarcástica. Tava adorando ser o dono ali. Quando terminou, pedir que eu tomasse um banho e voltasse pra cama.

Tomei um banho e voltei. Ele já estava de pau duro novamente e mandou-me ir pra cama. Caio me colocou de frango assado e foi forçando seu pau na entrada do meu cú. Tava doendo muito, sou muito apertado, ai eu pedi uma trégua, para ele passar algum creme. Ele não curtiu muito mais o fez. Pegou camisinha, encapou o pau, passou um creme no pau dele e no meu cú e quando passou já meteu de uma vez só um dedo. Doeu um pouco, ele sentiu que ia me machucar e então começou a nessa hora apenas, ser mais suave. Meteu um, fez massagem, meteu dois, fez mais massagem e meteu o terceiro. Essa massagem do Caio por mais que doía cada vez que aumentava um dedo, depois eu adorava. Tava adorando as dedadas nele no meu cú. Depois do terceiro, eu tava doido para o pau dele. Queria que ele me comesse de todo jeito e disse gritando de prazer com três dedos do Caio no meu cú: Por favor, Caio, come o cú dessa sua puta, quero seu pau, me come meu dono. Comi meu cú como você quiser. Comi o cú da sua puta, da sua cadela. Ele ficou tão nervoso e excitado com isso que disse: Você vai se arrepender de ter dito isso, mas vai gostar. Fiquei com medo dessa frase, mas tava tão excitado pelo Caio, de ter esse macho incrível dominador só pra mim que não liguei e queria muito o cassete do Caio no meu cú. Eu de frango assado, ele mirou e meteu de uma vez só. Vi estrela, dedo é diferente de pau. Gritei de dor e ele nem ligou e disse: Não era o meu pau que você não queria no seu cú sua cadela, agora aguenta. Vou comê-lo como eu quiser. Aguenta puta, só vai ficar livre quando eu estiver satisfeito. Ele começou um vai e vem em velocidade normal e já foi depois me comendo num vai e vem muito frenético. No inicio tava doendo, porque tenho um cú muito apertado, mas depois ficou tão gostoso que comecei a gemer igual a uma cadela pro Caio que vendo isso, começou a me comer mais forte ainda. E me comeu muito, de frango assado, comigo de quatro, em pé encostado na parede, comigo de costa, eu cavalguei no seu pau, de frente pra ela e de costas pra ele também. Eu gemi, pedia mais, gritava de tesão e o Caio transpirava igual louco, me cuspia dentro da boca, eu engolia, conseguia por o pé dentro da minha boca me comendo ao mesmo tempo e me xingava e me humilhava até: Tu gosta de rola mesmo né sua puta, cadela, viado, toma rola seu viado desgraçado, toma rola inferno. E eu falava: Soca meu macho, soca no meu cú, come meu cú, isso, vai. Comi o cú da sua cadela, isso, sua rola é deliciosa. Ele me comeu por um bom tempo e, nossa, caio suava demais, suava muito. Quando foi gozar, retirou o pau do meu cú, deitou na cama e gozou em cima de seu peito. Quando gozou, falou que não era para eu gozar agora, só quando ele quisesse. Assim o fiz. Quando ele gozou em cima do meu peito, ele cuspiu um rio de cuspi na mão e jogou por cima da porra em seu peito. Misturou porra + cuspi + o rio de suor em seu peito e disse: Agora seu viado de merda, tu vai me limpar onde eu vou jogar porra e quero ficar bem limpo hein. Ele misturou porra com cuspi, passou no pé e eu lambi tudo ate tirar toda porra com cuspi. Passou dentro do buraco do cu dele e eu lambi, em cima da cabeça do seu pau e eu lambi, nas suas axilas e eu lambi e o resto que estava no seu peito terminei de bebe tudo e deixei bem limpinho.
Enquanto eu lambia seu peito no fim, me liberou que eu gozasse e em cima do peito dele. Nem demorei muito. Toquei um pouco no meu pau e já gozei fartamente em cima dele. Depois, tomamos banho, colocamos roupa e eu ia embora, quando ele me disse: Tu não vai conta nada pra ninguém se não te estouro viado de merda e a partir de agora vou querer te come sempre, tu vai sempre que eu quiser chupa minha rola, bebe minha porra, meu mijo, meu cuspi e meu suor. Quando eu te ligar, vou querer agora, da um jeito de vim pra cá, porque odeio esperar. Aceitei numa boa, alias, eu adorei a noite e ia adorar os outros dias. Estou adorando ser a puta do Caio, adoro bebe sua porra, seu mijo, seu suor, seu cuspi, dar o cú pra ele e chupa o pé dele, principalmente quando esta com chulé de macho mesmo hehe. Nosso negocio deu certo e sempre que vou à empresa, realizo todos esses fetiches dele sempre. Nossos encontros sempre acontecem e sempre quando ele quer, afinal de contas, ele é meu dono.

Minha primeira vez com um homem

julho 8, 2010

Algumas pessoas descobrem o que são bem cedo, outras mais tarde, algumas não aceitam e outras assumem logo e fazem o que desejam. Foi o que aconteceu comigo. Depois de três anos de namoro com uma gata linda e meiga, bem delicadinha, descobri que ela estava me traindo e tive raiva. Era com um peão de uma empreiteira. Ela e uma amiga iam na república deles e transavam.─ Ela ficava com um de quase 1,80, muito musculoso e com jeito de dominador. Terminamos. Depois de uns dias comecei a imaginar ela com aquele monstro, como estaria agüentando, pois se fosse proporcional ao corpo o homem tinha um pênis exagerado. A cada pensamento me excitava e comecei a me masturbar imaginando minha ex, tão magrinha e miudinha perto dele, sendo dominada e obrigada a fazer coisas que nunca tinha feito. A excitação foi aumentando e percebi que tinha tendências por homens. Contei a uma amiga que tinha se separado e morava sozinha. Ela falou que eu tinha um jeitinho meio delicado, era um pouco afeminado. Tinha um amigo dela loiro, alto, forte e sempre ia na casa dela e um dia eu cheguei lá e os encontrei conversando. Era um sábado à tarde. Ela apresentou e eu disse que já o conhecia de vista. Senti uma coisa meio estranha mas tentei não deixar perceberem. Depois de conversarmos bastante ele foi embora e eu me despedi pouco depois. Combinamos de ir a um barzinho à noite. Foi lá que contei que tinha sentido alguma coisa diferente. Ela falou:
── Eu percebi que você se excitou e ele também.
── E o que ele disse?
── Disse que gostou do seu corpinho e perguntou se você transa com homens. Eu disse que não mas ia te perguntar.
── Não fiz ainda mas tenho vontade e você já sabe. Será que dá certo?
── Ele é cinco anos mais velho que eu, separado também mas eu não faço com ele. Gosta de gays e principalmente virgens. Ele foi o primeiro daquele meu ex colega de trabalho. Se quiser marco um encontro de vocês em minha casa.
── Se for discreto quero sim. Mas tenho medo da dor que todos dizem que sentem.
── Meu amigo disse que ele é muito cuidadoso e experiente, não vai te machucar.
── Na semana seguinte ela ligou dizendo para eu ir.
Cheguei eram seis e meia e ele logo em seguida entrou.
Me chamou no quarto e mostrou uma calcinha de rendas, verde, sobre a cama. Falou para eu usar na hora, pois ele tinha várias manias que o deixavam excitado. Ela era professora e trabalhava das sete às dez. Despediu e disse que ficássemos à vontade. Logo que fechou a porta ele me pediu que trancasse. Sentei ao seu lado e recebi um abraço e senti seu corpo encostando ao meu. Perguntou se eu estava preparado para ter um homem. Respondi que nunca tinha feito mas que desejava muito e me interessei por ele.
── A Marina disse que você é virgem. Nunca deu para ninguém mesmo, nunca fez oral?
── Não, tinha muita vergonha e medo das pessoas saberem.
── Vou te ensinar tudo, direitinho, com carinho e cuidado. Vá no quarto e vista a calcinha para ficar parecendo uma mulherzinha.
Voltei com a calcinha e a camiseta que eu usava. Ele me abraçou e beijou, explorou minha língua todinha, com vontade. Entreguei-me e retribui. Começamos a nos acariciar e aos poucos a vergonha foi passando e um forte desejo aparecendo. Abaixei sua calça e peguei o pênis. Era enorme e grosso e disse que não ia aguentar. Falou num sussrurro nos meu ouvido.
── Vai sim meu amor, não vai ser tudo hoje.Para te tirar a virgindade tem que ser com lubrificante e calma. Você vai gostar.
Comecei a alisar aquele pênis duro, quente e que pulsava na minha mão. Ele se contorcia e suspirava dizendo que estava gostoso. Eu fazia com mais vontade. Começou a passar a mão em minhas coxas finas e na bunda. Estávamos excitadíssimos. Ele mandou eu me virar. Fiquei de quatro no sofá e abri as pernas, tudo sob as instruções dele. Pegou a veselina que estava na mesinha e passou em mim, foi enfiando devagar um dedo no meu ânus dizendo que ia ser difícil. Aquilo foi me dando tesão e pedi que entrasse.
── Vou tentar mas você não agüenta, tem que ser uns três dias para você perder o medo. Se eu penetrar vai doer muito e vai ficar com medo. Mas vamos com calma que eu vou te fazer bem gostoso, para não deixar trauma.
Ele tinha um jeito todo especial de explicar as coisas. Lubrifiocu o pênis e se limpou na calcinha que eu já tinha tirado. Falou baxinho que ia entrar um pouquinho e na hora que doesse ia parar. Começou a penetração e logo que a cabeça enorme entrou doeu. Avisei e ele tirou. Tentou outra vez e a mesma dor. Saiu e disse que sabia daquilo. Todas que ele fez sentiram o mesmo e ele não tinha pressa.
── Limpe meu pinto com a calcinha que gosto disso. Depois chupa até eu mandar parar para não gozar na sua boquinha.
Comecei a chupar aquele pinto que não cabia na minha boca, de tão exagerado. Ele respirava fundo e acariciava meus cabelos. Eu sentia a sensação mais estranha da minha vida e continuava. Ele me afastou carinhosamente e mandou masturbar. Ajoelhado no chão masturbei, às vezes com as duas mãos. Gozou um jato forte, quente e abundante no meu rosto e outra vez passou a calcinha para me limpar e mandou eu fazer o mesmo com ele. “Agora vista para sentir meu esperma na bundinha, é assim que se acostuma com um homem.” Vesti e ele se arrumou para sair, deu-me outro beijo e passou a mão pesada em meu corpo.Minha amiga chegou e eu a esperava na sala. Perguntou como tinha sido e contei que não agüentei. Ela falou que demorava mesmo, ele era um homem mais velho e experiente e não ia me machucar. Mais duas vezes e a penetração foi um pouco maior mas não conseguimos. Na sexta feira ele disse que estava na hora. Depois de muitos abraços, beijos, chupadas e alisadas pegou minha mão e me levou par a cama. Eu nos lubrifiquei bem e ouvi a instrução.
── Vai doer até entrar mas hoje você não vai mais ser virgem. Abra as pernas, relaxe bem e concentre o homem que está te possuindo.
── Sim, vou tentar.
Fiquei de bruços como ele mandou e logo senti seu corpão pesado sobre o meu. Colocou a cabeça e foi entrando devagar. Segurou meu corpinho e começou a estocar. Senti dor mas ele repetiu. A dor mais forte é agora, depois diminui. Entrou mais e aumentou mas estocou assim mesmo e penetrou todinho. Fui à lua de dor e nessa hora senti uma excitação tão grande que gemi e tentei mexer mas ele era muito pesado. Com as estocadas lentas percebi que a dor estava se misturando com um tesão enorme e gemi mais alto pedindo mais. Ele perguntou se tinha parado de doer. Respondi que sim.
── Está gotoso, querida?
── Sim, amora, muito gostoso. Continua assim, me possui gostoso.
Começou a entrar e sair mais firme, gemendo, suspirando, dizendo em sussurros que eu seria dele e de mais ninguém. Doía, dava prazer e um certo alívio, demorei para entender o motivo.
Ele demorou mas gozou muito gostoso me enchendo de esperma.
Escorreu na cama quando nos separamos. Depois de um beijo fomos abraçados para a sala. Ele pegou a calcinha e mandou limpa-lo. Falei que ia pegar uma tolha mas não deixou. “Coma calcinha mesmo”. Depois que fiz falou para vestir para não esquecer do que tinha acontecido. “Agora você não é mais virgem e tem um macho. De agora em diante perto de mim vou te tratar com mulher e você vai fazer tudo como mulher, entendeu? “Sim, amor.
── E também vamos te arrumar um nome de mulher.
── Qual, querido?
── Vai se chamar Sara.
── Agora vou embora e você espera a Marina e conta com foi.
Saiu depois de me beijar e minha amiga chegou. Contei com detalhes e ela se excitava, sorria, respirava fundo.
Aí ela falou: Não se envolva muito porque ele logo cansa e te dispensa, mas enquanto estiverem juntos aproveite bem. Foi o que fiz durante seis meses, até que ele se cansou mesmo e arrumou outra vítima.

Levei paulada na aula de natação

junho 13, 2010

Meu nome é Josias e sou loiro de olhos azuis. Sempre fui muito ativo: gostava de futebol; andar de bicicleta; natação; soltar pipa… Tudo normal para um garoto cheio de adrenalina. Por eu ser muito bonito (era o que diziam) e lisinho, pra exigir respeito dos outros meninos que me chamavam de “boneca”, “garotinha da mamãe”, “bebezinho” e outras coisas mais; tive que dar muita porrada… Não era de levar desaforo pra casa. Mas na realidade, muitas vezes fui confundido com uma menina e isso me deixava muito puto. Aos 18 anos, meus pais resolveram me matricular numa escola de natação por acharem que eu levava jeito, e também pra poder extravasar toda minha energia.

Eu vestido de sunga, era um prato cheio pras meninas que freqüentavam o clube, e costumava ouvir todo tipo de gracinhas: “Oh loirinho lindo. Quer namorar comigo?”; “Mamãe está precisando de um genro, quer se candidatar?”; “lindooooo”; “gostosãooooo”… Passei a adorar ser tão admirado. Mas, tinha outros garotos que faziam sucesso com as meninas; um era o Olavo que tinha 19 anos, moreno claro e um corpo perfeito (musculoso, sem ser exagerado).

Depois das aulas; no vestiário, dos cinco ou seis garotos eu era o único que entrava pra dentro de um reservado pra poder trocar de roupas… No início, tentaram me zoar e nosso treinador tratou logo de botar ordem na casa. Mas, sem entender direito, passei a esperar ansioso o término das aulas só pra ver o Olavo pelado e a primeira coisa; além do seu corpo perfeito, minha vista logo ia em direção de seu pênis que achava ser o mais bonito que já tinha visto…. O tamanho era normal, mas acho que era por ter uma cabeça avermelhada e bem mais larga que o corpo (tipo chapelão) que me causava admiração. Olavo passou a puxar muita conversa comigo e logo nos tornamos amigos.

Várias aulas depois, estávamos sentados descansando depois de termos nadado bastante, quando Olavo questionou o porquê eu tinha vergonha de ficar pelado na frente dos outros. Respondi que era por ter vergonha, mas que gostaria de me comportar como os outros e não conseguia… Olavo me encarou: – Sempre tive vontade de te ver pelado!… Fiquei curioso: – Por quê?… : – Porque te acho muito bonito!… Aquilo mexeu comigo: – Se fosse só você no vestiário, eu até teria coragem de ficar pelado!… Olavo: – Eu moro perto daqui, quer ir lá em casa depois da aula?… Estranhei o convite: – Pra quê Olavo?… : – Meus pais nessa hora estão trabalhando, lá você pode deixar eu te ver pelado!… Se fosse outro garoto, acho que acabaria partindo pra ignorância e até daria umas porradas, mas sendo o Olavo me senti lisonjeado: – Se você prometer não contar pros outros garotos, eu vou!… Saímos e dez minutos depois já estávamos em sua casa. Fomos pro seu quarto e depois de trancar a porta ele me pediu pra tirar minha roupa: – Vou tirar só pra matar a sua curiosidade, tá bom?… Fiquei nú e Olavo olhando pro meu pinto: – Pô cara! Ele é lindão, deixa olhar mais de perto!…

Ele sentou na beirada da cama e mandando chegar perto botou as duas mãos nas minhas coxas: – Você não precisa ter vergonha de ninguém Josias, tudo em você é bonito!… E me fazendo virar de costas pra ele… Eu já estava ficando de pau duro: – Que bela bunda, você dá de dez a zero nessas meninas metidas a gostosa!… Me afastei dele: – Agora que já viu, vou me vestir pra ir embora!… Ele levantou: – Mas antes eu quero que você me dê um abraço pela nossa amizade!… Fiquei ali parado; de pau duro, esperando ele me envolver em seus braços: – Obrigado por ser meu amigo Josias, espero que você goste de mim tanto o quanto eu gosto de você!… Me senti feliz com suas duas mãos alisando minhas costas e resolvi confessar: – Gosto muito de você Olavo! E também sempre gostei de te ver pelado lá no vestiário!… Ele descendo a mão discretamente pra minha bunda: – É mesmo? E o que você mais gosta de ver em mim?… : – De tudo Olavo!… Ele apertando minha bunda: – Eu também gosto de tudo em você, mas essa sua bundinha me deixou apaixonado!… Senti um calafrio: – Ó Olavo, eu nunca tive esse tipo de intimidade com outro garoto heim?… Ele continuando a alisar minha bunda: – Eu também não Josias! Mas com você, sinto esse desejo de tocar o seu corpo!… Estranhamente, senti vontade de ficar ali abraçadinho com ele e ele passando a mão na minha bunda: – Tenho que ir embora Olavo!… Estava me vestindo, quando ele me fez uma proposta: – Meus pais vão viajar neste final de semana, quer vir sábado pra cá?… Fiquei na dúvida: – Você vai querer me ver pelado de novo?… : – Se você deixar, vou!!!… : – E eu vou poder te ver pelado também?… Ele ficou todo alegre: – É claro que vai!… No sábado já na sua casa e em seu quarto; Olavo: – Deixa tirar a sua roupa?… Primeiro tirou minha camisa e depois foi tirando a minha bermuda.

Quando ele tirava minha cueca meu pau já foi levantando e ele com o rosto perto deu um beijinho da cabeça: – Gostou?… Respondi: – Gostei; mas você não vai tirar a sua?… Olavo mais que depressa foi tirando sua roupa e quando vi seu pinto cabeçudo duro tive que me controlar pra não botar a mão. Olavo me abraçou e me passando a mão: – Você gosta da minha mão na sua bunda?… Com o coração acelerado respondi que estava gostando e segurei seu pau. Olavo colocou o dedo sobre meu cú e fez pressão: – Posso enfiar meu dedo?… Apertei seu pinto: – Pode! Mas cuidado pra não me machucar!… Senti a ponta de seu dedo sendo enfiado e apertei meu cú. Senti um prazer tão grande segurando aquele pau duro e o dedo no meu rabo que demorei perceber que Olavo estava aproximando sua boca da minha… Olavo meu deu um beijo rápido na boca: – Vamos deitar na cama?… Ele deitou primeiro e ficando tão perto daquele objeto que sempre admirei, segurei olhando bem de perto aquela chapuleta de ponta vermelha: – Seu pinto é diferente de todos os outros garotos!… : – Se quiser, pode dar uns beijinhos!… Beijei, beijei e instintivamente botei aquela linda ponta dentro da minha boca. Olavo começou a gemer e gostando de sentir o gosto daquela pica fui passando a língua… Ali, comecei a aprender a chupar uma piroca. Chupei, chupei e inexperiente recebi a primeira golfada de porra que me fez engasgar e a engolir.

Assustado com o que tinha acabado de fazer, Olavo também quis experimentar e me chupou e quando gozei, ele fez a mesma coisa; engoliu uma boa quantidade da minha porra. Nos lavamos e voltamos pra cama onde por minha própria vontade fiquei alisando e beijando todo seu corpo musculoso… Olavo me puxou pra beijar minha boca e resolvi corresponder. Olavo já de pau duro novamente: – Deixa comer sua bundinha?… Estava com vontade de dar, mas tinha certo medo e Olavo: – Deixa? Depois eu deixo você comer a minha!… Fiquei de quatro e depois de várias tentativas e de molhar seu pinto várias vezes com saliva Olavo conseguiu enfiar aquela grossa ponta dentro do meu cú… Me arrepiei todo sentindo como era gostoso ter um pau duro sendo enfiado no cú… Olavo deu poucas bombadas e logo já estava enchendo minha bunda de porra. Trocamos de posição e acabei sentindo também prazer em comer e gozar em seu cuzinho. Passei a não mais sentir vergonha de ficar pelado junto com os outros garotos e eu e Olavo passamos sempre a sair da aula e ir pra sua casa dar a bundinha um pro outro.

Um dia, cheguei cedo e estava no vestiário e pronto pra vestir minha sunga quando o treinador (Carlos) estava abrindo a calça pra dar uma urinada… Eu ao seu lado olhei e o vi segurando o que mais parecia uma mangueira de tão grande; mesmo ainda mole. Fiquei parado segurando minha sunga na mão e ele percebendo o que olhava: – Veste logo a sunga, se não vou ficar de pau duro vendo você pelado tão perto de mim!… Vesti rapidamente minha sunga e ele confessou: – Sabe que eu gosto de te ver pelado?… Continuei olhando pro seu pinto que ele balançava após terminar de urinar; sorri e ele virando pro meu lado antes de guardar: – Gostou de ver Josias?… Balancei a cabeça confirmando e como estava chegando outro garoto, ele falou baixinho: – Quer dar um pulinho comigo lá no almoxarifado?… Novamente balancei a cabeça.

Ele virou para o garoto e pediu pra avisar aos outros esperar que ele não ia demorar. Saímos do vestiário e entramos no almoxarifado que ficava do lado da piscina e ele trancou a porta: – Quer ver meu pau de novo Josias?… Sorri e confirmei. Ele tirou aquela jeba pra fora da calça: – Quer segurar?… Segurei aquela pica enorme que logo foi ficando num tamanho e grossura impressionante. Ele foi por trás de mim e desceu minha sunga: – Ah Josias! Você tem a bunda mais linda que já vi!… Preocupado, pois já ouvia vozes dos garotos perto da piscina: – Carlos, já estão todos na piscina!… Ele passando a mão na minha bunda: – Ainda falta uns dez minutos pra começarmos e ninguém nos viu entrando aqui!… Abri um pouco a janela o suficiente pra ver os garotos entrando dentro na piscina e Carlos já encostando aquela piroca na portinha do meu cú: – Abaixa um pouco o corpo e abre as pernas!… Arqueei o corpo e empinei minha bunda sempre olhando pelo vão da janela. Carlos travou um braço em torno da minha cintura e foi forçando sua pica no meu cú… Bastou entrar aquela cabeça muito grossa pra sentir certo desconforto. Agarrei na borda da janela e ele colocando a mão sobre a minha boca foi empurrando aquela trolha pra dentro do meu cú que tive que ficar nas pontas dos pés tendo meus gemidos abafados pela sua enorme mão… Apesar da dor que sentia com toda aquela piroca enfiada no meu cú, comecei a sentir um prazer tão grande que mesmo com sua mão sobre a minha boca: – Como é gostoso Carlos! Mete! Isssoooo! Soca esse pau bem fundo no meu cú!… Carlos deu várias deliciosas socadas antes de gozar no meu cuzinho todo ardido.

Todos dentro da piscina e primeiro saiu Carlos pra depois de alguns minutos eu sair e ir direto pro vestiário limpar aquela porra que escorria do meu rabo sujando a sunga. Na próxima aula; como o combinado, cheguei uma hora antes e fomos novamente pro almoxarifado. Carlos botou aquele imenso pau pra fora e foi a vez dele ficar olhando pelo vão da janela enquanto eu agachado fiquei lambendo e tentando enfiar sua piroca de jumento dentro de minha boca. Depois de uma boa mamada, trocamos de lugar e ele socou gostoso no meu cú. Com muito jeitinho fui fazendo Olavo perceber que o nosso treinador gostava de meninos e não demorou pra Carlos nos convidar pra ir na sua casa num dia em que sua esposa estava viajando. Foi um dia inteiro de muita pica na bunda e na boca que saímos de lá fudidos e muito satisfeitos.

A novidade começa aqui!!

janeiro 22, 2010

Ultimamente a coisa tem mudado …eu q sempre fui um cara bonito e comedor ja tive d varias experiencias na minha vida…ja comi a sogra do meu irmaõ aos 18 anos de idade, ja comi duas mulheres ao mesmo tempo , ja fiz na praia, mata, caichoeira, no mar, no rio , no carro, motel, e em varios lugares q nem me lembro…kkk ate em construçoes ja comi amigos de infancia…nunca comi cachorra, nem vaca , mas por falta d oportunidade porq vontade eu tenho…
Bom tenho um amigo q mora em uma oficina e ele é bi e tem uma pistola enorme e n arruma namorada deve ser por vergonha pois acredito q ele tenha algum complexo pois ele n é guei so n desembola facil c mulheres e qdo eramos crianças por ele ser baixinho nos o comiamos em troca de brinquedos pois ele era mais pobre q o resto da turma e eu dava p ele comandos em ação ( quem é da década de 80 conhece esses brinquedos ) boneco do rambo era mais caro e ele tinha q chupar e engolir e ele fazia isso….e com o passar dos anos ele foi crescendo e eu msmo trocando d namoradas varias vezes , ele sempre ia la em casa e conversa vai e eu o comia..
Deve ter mais ou menos uns 3 meses q n faço nada c ele e fui visita lo na oficina pois ele mora em uma quitinete la. Estavamos bebendo e ele me chamou p tocar uma ponheta ai é assim eu o masturbo e ele em mim isso é normal mas ele sempre acaba me mamano até eu n aguentar e eu o chamo d minha gostosaaa e acabo inundando sua boquinha …ai qdo eu estava me recuperando p meu pau ficar duro novamente comecei a mamar os peitinos dele e o cacete dele q da quase dois do meu pois ele deve ter uns 19 a 21 cm e grosso ele gosou na minha mao e eu levei a minha mao ate ele p ele lamber e ele como sempre fez tudo direitinho…ficamos conversanod e eu deitado ele passou a chupar e cheirar meus bagos com muito gosto e prazer ..vcs tinham q ver a cara d prazer do safado ai ele fez uma coisa q eu nunca havia deixado antes.Começou a lamber o meu cu e eu q estava meio bebado fui deixando pois estava gostoso as alternadas umas vezes no me saco e no meu rabo e ele mordia a minha bunda e lambia meu cu tudo o q eu fazia com ele….ele começou a fazer comigo…en~tao ele num determinado momento comiçou a enfiar a lingua la dentro ….confesso q fiquei mio assim sbem, mas fui relaxando e estava gstoso sentir a lingua daquele cara no meu cu…e meu pau dobrou d tamanho ele começou a me masturbar e foi ficando cada vez mais gostoso a sensação de ter uma lingua atras e ele socando meu cacetee e as vezes lambendo e cheirando meu saco n tem explicaaçõ …bom gozei muinto mas muito porra rala e em grand qtidade por toda sala e rosto e cabelo daquela putinha, foi muito prazeroso e intensso o prazer senti contraçoes , uma loucura mesmo..so quem ja teve o cu chupado e lambido q sabe como é essa descrição, tanto homem co mo mulher ou gls…podem falar o q estou descrevendo…Comi minha putinha d novo assim q me recuperei e demorei a gosar …rasguei ele mais ainda ….e ele so da o cu p mim …pois somos amigos d infancia e p os outros q comiam ele acham q ele parou e q aquelas brincadeiras nossas so rolaram naqula idade…nesse dia qdo cheguei em casa …e minha namoradda estava la …passei o maior sufoco pois meu pau n crescia d jeito nenhum …ela ficou sismaderrima e boladona achando q eu deveria ter saido c alguma mulhr….coisa assimmm …cara , eu estava exausto mesmo e so fiz oral nela ..e tive q falar q estava em casa e resolvi me masturbar pois assisti um filme …e ela falou mas seu pau nem zonzo ficou direito!!? Ai falei q tinha tocado duas e q se ela quisesee eu ate mostraria o filme p ela ai …vcs sabem ela ficou meio assim pois sempre gosamos na faixa d 2 a3 por vez e nesse dia naada .srss rsrsrsss
Mas a novidade começa aqui……………………….passado algumas semana como minha namorada é muito gostosa d nivel superior e religiosa…eu a deixei do jeito q queria no sexo com muita labia e pisicologia ..pois labia modestia parte eu tenho facilidade de ganhar a confiança e induzir as pessoas …." A arte de infuencia" kk pois faço administração e leio muito sobre isso e com muito jeito fui mostrando p ela q o sexo é uma coisa boa e q n é pecado dar o cu e outras coisa mais ..rss rsss devido a criação dela …bom resumindo ela faz tudo q uma putinha experinte faz e com amor e prazer, o q deixa as coisas mais faceis devido a vontade de descobrir coisas novas e diferentes …com isso ja fiz ela andar de carro comigo so de calcinha e uma jaqueta parecida c jaleco pela cidade o q deixou ela muito exitada e molhadinha , logico q em uma cidade maior q a minha ond n conhecemos ninguem….e( isso é outtro conto q ainda vou publicar c detalhes)
Como ela faz quase tudo q eu mando pois primeiro eu falo e deixo aquela ideia madurar na cabeça dela ate eu poder tocar no assunto …e ela ve se ja criou coragem d fazer pois respeito muito ela , qdo dois n quer n briga ok., então fui deixando ela perceber suavemente q eu sentia prazer qdo ela ia me chupando os bagos ate q um dia conforme a minha respiração ela chegou a escorregar a lingua no meu cu e eu adorei…e fiz de bobo e gemia muito ai qdo nos gozamos ela perguntou se eu havia gostado e falei q n sou guei e q aquilo me deu o maior prazer ( mal sabe ela q a putinha do meu amigo anda fazendo isso sempre, so q nunca deixei ele colocar dedo nem nada ,talvez por machismo e preconceito e medo d gostar rsss kkk ) Agora nossas transas estam cada vez mais apimentadas , sei q realizo ela , ela n me ve como viado e ta me penetrou como dedo, e lambe meu cu sempre ,…tem dia q ela fica 30min so la tras e subindo ate minha nuca ..tdo q faço c ela ela faz comigo e a tara dela é me algemar e me lamber todinho e a minha ja falei p ela q e ela me comer com um penis d borracha…pois p ela eu teria coragem de dar o meu cu ..pois ela trata dele muito bem rsrss uma delicia …
Hoje ela resolveu me preseentear !!!!
VAi me vestir de mulher c alguns apetrechos q n sei quais sao…pois ela leu alguma coisa sobre "INVERÇÃO DE PAPÉIS" e eu como adoro o q ela faz comigo vou ter q ser a sua mulherzinha. Tenho medo dela querer q eu passe baton use calcinha e saia pois nem sei o q ela vai me pedir , pois uma vez ela ja me botou calcinha e lambeu meu cu e fudeu com um tubo q contem brilho labiall ate eu gozar …sei q é estranho p um cara comedor como eu q sempre pegou as mulheres mais gostosas do colegio isso mas essa novidade esta me deixando viciado …e minha gata fala q eu sou o macho dela mas q qdo ela esta por cima ela é meu macho e me chama de putinha ao pe do meu ouvido enquanto lambe meu ouvido e esfrega a bucetinha na minha coxa e enfia um dedinho masturbando meu cu….
Bom seja o q for hoje contarei p vcs pois meu unico erro foi ter deixado ela perceber esse meu desejo , e ela abusa muito d mim assim….
Agora tem uma fantasia alias duas q ela n faz d jeito nenhum
É transar com outra mesmo q a outra faça tudo e ela n precise chupa la . E a outra é uma possivel troca de casais ….ela n topa nenhuma d jeito nenhum ..infelizmente ate c uma travesti bm feminina e uma mulher bi bem feminina acho q n tem jeito mesmo pois eu a conheço e ela e muit curiosa mas isso n pois ela alega q ja ta muito bom e ela tem e sente muito prazer c isso q fazemos e n precisamos d masi nada!!!
Feliz natal a todos e qdo puder contarei sobre a noite d hoje .rrsss rsrs sera q o predador esta virando presA ???????
E se alguem tiver uma ideia d como farei p convence la a transar com outra ou c outro casal por favor me deem um toq ok. fuiiiii

Experiência Inesquecível

janeiro 22, 2010

Esse fato ocorreu faz muito tempo, mas ainda me lembro bem.

Eu trabalhava em uma construtora, na área de recursos humanos. Tinha me formado fazia poucos meses. Um amigo era de uma outra área e nossa gerente era uma engenheira que também fiscalizava as obras. Eu a levava sempre, pois ela não gostava de sair com os motoristas. Ela chegava e ia direto falar com o encarregado dos operários. Era muito respeitada mas todos olhavam maliciosos, pois era uma morena bonita e muito gostosa. Trabalhava de calças jenas e camiseta mostrando os mamilos duros, coxas grossas e bunda grande e todos ficavam loucos. Percebi que um nordestino de uns vinte anos, servente, corria para o andar de cima e ficava olhando por onde seria um pequeno vitrô de um banheiro. Enquanto ela falava com o responsável só se via sua cabeça nessa abertura.

Uma tarde, na saída, falei o que sempre vi a. Ela falou muito natural: eles se masturbam quando me vêem chegando mas peões são assim mesmo. Contei ao meu amigo que se interessou e disse que queria ver. Ela era muito amiga nossa e sempre nos finais de tarde a gente tomava um shop antes de ir para a casa, e ela disse que o levaria. Ele era assumido e eu, depois da adolescência não tinha mais feito sexo com homens. Ele a levou na próxima visita e voltou alegre, contando que tinha se “apaixonado” pelo garotão. “Nunca transei com peões mas se ele quiser vou na hora”, falou isso e foi para sua sala. Depois começamos a falar de sexo todas as vezes que saíamos e contei a ele que ainda sentia desejos, apesar de fazer muitos anos. A vontade foi aumentando e um dia ele falou que iria descobrir onde eles moravam para ir procurar o safadinho. A mulher tinha mais intimidade com ele e sabia o que ele pretendia. Disse que tivesse cuidado porque se o caso se espalhasse perderia o emprego. Era assim, mesmo se estivesse fora do trabalho. A vontade dele foi mais forte que a ameaça.

Passou em minha casa em um sábado dizendo que sabia onde era a república deles, tinha visto nos registros. Era um bairro perto da obra, com poucas casas e iluminação precária. Fomos lá e nos receberam muito bem. Moravam em oito mais ou menos da mesma idade e dois tinham mais de trinta. O safado não perdeu tempo e depois de algumas cervejas convidou meu amigo para entrar no quarto. Falou rindo que ia dar o que ele tinha ido procurar. O outro nem se incomodou. Entraram e empurraram a porta que não tinha fechadura. Fiquei com dois na salinha e logo senti uma passada e mão na coxa, eu estava de bermuda e arrepiei, fiquei vermelho, mas era tarde. O outro já chegou pegando minha mão e colocando sobre seu pênis, por cima da roupa. Era enorme e duro. Não resisti e apertei. Aessas alturas minha bermuda já estava para baixo dos joelhos e dedos úmidos de saliva entravam e saiam no meu ânus, me deixando com tesão e medo. Recebi uma ordem cínica para chupar até deixar bem lisinho. Era o da frente, que abaixou as calças e mostrou aquela coisa maravilhosa. Os dois transavam no quarto e podíamos ouvir os gemidos do meu amigo, que se entregava “toda”. Fui perdendo o medo eme ajoelhei para fazer o que o rapaz queria. Lambi e beijei gostoso, depois engoli os testículos, subi chupando e fui até a cabeça. Percebendo que ia gozar tentei afastar mas me segurou e gozou na minha boca. Na hora consegui afastar um pouco mas espirrou esperma em meu rosto e esfregou, espalhando aquilo em mim. O que me acariciava o ânus tirou e me mandou ficar com a bunda empinadinha. Apoiei as mãos na cadeira e abri as pernas. Entrou forte, mas era mais fino e a dor só me deu tesão. Rebolei e gemi. Ele começou a estocar firme, passando as mãos em minha cintura e na barriga, dizendo coisas que me davam tesão e vergonha. O outro que tinha gozado falava: meter nela igual você quer meter na doutora, arromba essa gostosa. Diziam coisas assim e fui sentindo uma sensação gostosa, um calor diferente, e logo um jato de esperma entrando em mim. Saiu e o outro disse que agora era a vez de eu agüentar um pinto de verdade. Era muito grosso e grande, mas eu já estava lisinho e deixei ele fazer o que quisesse. Vi os dois saindo do quarto e chegando perto de mim. Uns dez minutos e o rapaz gozou forte, saiu devagar e esfregou em mim para limpar ou me sacanear. Pensei que já fosse parar, pois não estava acostumado. Meu amigo disse que eu ia experimentar o nordestino, que era uma delícia. Era fino e longo, entrou forte e me abraçou a cintura. Entrou e saiu uns dez minutos. Eu já estava cansado e não tinha conseguido gozar, mas meu amigo me masturbou enquanto eu era penetrado. Todos gozamos muito gostoso.

Na hora de sair, todos lambuzados, apareceu um dos mais velhos sorrindo, cheirando cachaça, e disse que era a vez dele se divertir. Pegou forte meu braço e me colocou de joelhos, veio por trás e entrou com força. Quando disse que doía ele riu cínico, falando que não gostava de mim na firma e ia se vingar. Ele pensava que estava me fazendo mal mas no fundo eu ria, porque estava muito gostoso. Era enorme e ia no fundo mas me dava um tesão incontrolável. Gozei antes dele e sem me tocar. Os outros se divertiam com “minha amiguinha”, como disseram. Nunca tinha dado tanto na minha vida e sai de lá com as pernas moles. O outro já tinha prática mas com peõs foi a primeira vez. O mais velho disse: não vamos deixar ninguém saber senão mandam todos embora, e perder emprego porque comer viado é ruim para mim, que sou casado. Uns dias depois todos os peõs nos olhavam e davam sorrisos cínicos. Espalhou a notícia. Nossa amiga disse que se não acontecesse nada grave ia fazer que não sabia. Mas quis saber os detalhes e se excitou.

Depois disso fizemos com muitos deles, aqueles mais interessantes. Uns meses depois fui para um emprego melhor e não tive mais contato mas foi uma experiência inesquecível.

Estuprado pelos pedreiros

janeiro 22, 2010

São Paulo
SP

Isso realmente aconteceu mês passado. Sou alto, branco, malhado, 1m 80 e 70 kilos, cabelos curtos e pretos e super discreto. Nunca dou bandeira. Prefiro o sigilo e curto caras bem machos, bem rústico mesmo.

Moro em Sampa capital e num sabadao de muito sol, sai para ir ao bar para comprar uma cerveja. Ate a chegada do bar, tinha dois pedreiros trabalhando na reforma de uma casa. Não tive como não olhar. Eram dois pedreiros bem negros, negros mesmo, de calça, sapato com meia, sem camisa e os corpos completamente malhados. Pensei na hora: Caras com os corpos assim, deveriam ta sendo modelos e não pedreiros. Ambos estavam bem suados, trabalhando já um bom tempo e comecei a encarar, não consegui resistir, encarei mesmo. Eram dois negrões gostosos ao extremo, rústico, machos, um tinha o cabelo bem curto e o outro era careca. O que estava do lado de fora, vou chamá-lo de João deu umas três olhadas ate perceber que eu não parava de encarar.

Na hora, ele entrou na casa e começou a falar a meu respeito com o outro pedreiro que estava sentado, vou chamá-lo de Oscar e começaram a rir, como se estivesse zoando. Percebi que não deveria ter encarado. Fiquei muito puto com aquela situação. Fui ao bar, peguei minha ceva, comprei duas e voltei. Fiz o mesmo caminho. Desta vez não iria encarar os pedreiros.

Quando virei a rua, não olhei para a casa, mas vi o Oscar e o João se levantando assim que eu virei a rua e vindo em minha direção. Não corri porque não ia dar essa bandeira para mais uma piadinha, apenas apertei o passo. Mas eles correram um pouco e me cercaram e me perguntaram: – o carinha, pq se ta encarando a gente hein? eh viadinho por acaso? Eu não respondi nada, pq eles não iam deixar. O outro respondeu: – eh sim cara, eh viado sim, fico encarando a gente trampando aqui. Acho q devemos da o q essa putinha ta querendo. Oscar me pegou pelo braço e disse: – Se gritar será pior. Eu não gritei claro, aquela situação de perigo e vendo aqueles dois negrões sarados e machos, suados sem camisa me deu um tesão do caralho. Dai eu respondi o que não deveria ter dito: – Não vou gritar, pq eu to gostando. Nossa, eles começam a rir e me empurrando para dentro da casa em construção disseram: Nossa, a o viadinho quer ser nossa puta mesmo. Vamos faze ele se arrepender de ter dito isso. Aquela frase me assustou. Colocaram-me dentro da casa, tiraram as cervejas da minha mão, abriram ela e cada um começou a tomar pela garrafa a cerveja. A sala não tinha nada, somente um lençol no chão e cheio de bagunça de construção. Comecei a me assustar e na hora disse: – Oh pessoal não to curtindo mto não essa brincadeira. – Cala a boca puta, gritou Oscar e me pegou forte pelos braços e sussurrou: daqui vc sai só depois q a gente mandar.

O João já foi retirando minha blusa, retirando meu tênis a bermuda e a cueca, me deixando de meia apenas. O Oscar na hora disse: abaixa agora puta se nao tu vai leva porrada, desabotoa minha calça e mama meu caralho. Tava com muito medo, mais medo de ser espancado e eles iriam me bater com certeza. O João me empurrou com o pé pra perto do Oscar que numa rasteira, me ajoelhei. Vi do q seriam capaz, desabotoei a calça do Oscar e na cueca vi o tamanho do pau daquele negro. Nossa, era muito grande e muito grosso. Já tava duro, na hora assustei mais ainda. Quando tirei a cueca do Oscar, o pau dele tava suado, com cheiro de suor, um cheiro forte, fedido e muito ruim, todo babado de suor de trabalho. Não tive coragem e me recusei, mas o João me deu um puxão com a cabeça para traz dizendo q seria pior, quase me estrangulando se eu não chupasse o Oscar. Não tive como negar, abri a boca e o Oscar começou a passar a cabeça do pau na minha boca me fazendo chupar somente a cabeça do pau dele babada, depois me atolou o cacete inteiro na boca. Nossa, q cheiro ruim q tava esse pau, mto suado. Mas comecei a chupa aquele caralho preto cheio de veia com muita força e aquilo tudo tava me dando muita tesão. O João empurrava minha cabeça controlando a chupada que eu tava dando do pau do Oscar e João começa a tirar minha boca do pau do Oscar e me manda abrir e começa a me dar cuspida bem grossa dentro da boca e grita: – Engole puta. Bebi cuspi do seu negro. Comecei a engolir meio com nojo e voltava a chupar o Oscar que depois também começa a cuspir dentro da minha boca para que eu beba. Eu tava curtindo aquela putaria toda, adoro fetiche. Os dois estavam suando demais. O João me manda parar de chupar o Oscar e me obriga a lambe suas testas, suas axilas, seu tórax, as barrigas de tanquinho completamente suados. O suor estava ruim, tava com cheiro muito forte, mas lambi todo o suor deles de todos esses lugares e eles se achando os donos da cocada preta.- Limpa a gente sua putinha. Hj vc será nossa escrava. Nos vamos acabar com vc, mas tu vai gostar. Aquilo me deixava com medo e tesão ao mesmo tempo. Depois, eles retiram os sapatos, as calças e as cuecas, ficando de meia, sentando no lençol que estava no chão. Nossa, o chulé deles tava forte demais, tomou conta da sala e o Oscar grita: Vem tirar nossa meia e lambe nossos pés vem cadela. Fui ate eles, eles começaram a esfregar os pés na minha cara, tive ânsia naquela hora, mas retirei com a boca suas meias e comecei a lambe os quatro pés, tava com um chulé brabo e super melado, os pés estavam suados d+. Lambi todos os dedos, no meio dos dedos, as solas, a frente, atráz tudo… Tava adorando aquele chulé horrível. Aqueles pés de machos mesmo. Chupei pedindo bis. Tava adorando aquilo tudo. Deixei bem limpo. Depois o João já socou com tudo o caralho na minha boca e me mandou chupar. Oscar caiu de língua no meu cu, que ate doía de tão forte que a língua dele me abria. O pão do João tava melado tmb. Tava de quatro, chupando o pau do João com o Oscar me rasgando a bundinha com a língua e sem perguntar nada para meu tormento o Oscar já posicionou a cabeça do baita caralho no meu cu e forçou, a cabeça entrou. Engasguei com o pau do João na hora. Que dor desgraçada. Implorei ajuda, não queria mais. João socou seu pé na minha boca para abafar meus gritos e Oscar curtindo aquilo tudo, socou de uma só vez o pau inteiro no meu cu. Perdi as forças e cai. Não sentia mais nada, meio que desmaiei. Eles estavam nem ai, o Oscar começou a bombar com força meu rabo enquanto eu engasgava com o pé do João na minha boca. Cnsegui voltar a sentir prazer e levantei novamente. O Oscar me comeu muito, ate que o João tmb quis. Já tava todo arregaçado e João meteu sem dó seu pau no meu cu e o Oscar me deu o caralho para chupar, tinha sangue no pau dele, meu sangue, mas tive que lambe. Me comeram os dois de quatro, depois com as pernas bambas cavalguei em um enquanto mamava o outro, de frango assado enquanto o outro deitava com o pau na minha cara e fodia minha boca como se fosse meu cu me deixando sem ar as vezes. Eles não estavam nem ai comigo, queria apenas ter prazer e me fazer de puta escrava. Em todas as posições, socavam fundo ate as bolas. Meu cu ficou tão aberto que não duvido que as bolas do saco daqueles negros quase entraram junto com o cacete no meu rabo. Eu para falar a verdade ate curtindo aquilo tudo, mas não iria dar o braço a torcer. Eles transpiravam tanto e toda vez eu tinha que lambe eles para secar o suor, a barriga, o pau, a testa, o saco, os pelos do saco, sempre tinha que limpar. Eles se achando os maiorais me fazendo passar por aquilo tudo. Agora que as coisas pioraram.

O Oscar me deitou de frente, me apertou a boca com força, me deixando com a língua de fora. O João veio sentando em cima da minha cara, abrindo todo seu rabo. Vi vindo em direção da minha língua, aquele cu preto, suado, sujo e não tive como fugir, ele esfregou o buraco do cu dele na minha língua e estavam dando muita risada. O Oscar me soltou e disse: – Chupa bem esse cu putinha, se não vamos caga na sua boca. Na hora comecei a lambe aquele cu e pedi o cu do Oscar, fiquei com muito medo. Ele já virou, abrindo bem o cu e cai de língua, Chupei ate os dois cu por dentro. Um cheiro de bosta tinha. De repente o Oscar grita: segura a cara dele João. Ele aperta minha cara dentro do cu Oscar e Oscar solta um peido tão nojento. Nossa, aquilo me fez ficar muito ruim. E eles so riam. Tinham tomado muita cerveja e o Oscar começa a mijar numa lata e eu comecei a implorar para que não me fizessem beber mijo. O João atola seu pau na minha boca ate na garganta e começa a mija, um mijo amarelo, quente e salgado. Mais mijou tanto mais tanto. – Beba tudo esse mijo sua puta maldita se não vamos te cortar. Depois dessa bebi todo mijo, quando acabou, o João me trouxe a lata cheia de mijo e bebi tudo. Nossa, ate que curti. Mijo quente e salgado é gostoso.

Seguiu mais algumas horas, tive que dar, chupa o pau do Oscar enquanto o João mijava em cima do pau dele, bebi mais cuspi, agora com eles cuspindo em seus próprios corpos e eu tinha que limpar. Fizeram DP em mim, aqueles dois caralho de 22 cm cada um, me rasgaram ate tirar sangue, mas dei como uma boa puta e no final… Nossa… a sobremesa. Eles falaram: Agora é a sobremesa da puta. Tava chupando o pau do Oscar e de repente ele começa a gozar, litros e litros de porra grossa galada direto na minha boca e segura minha cabeça e grita: beba essa porra puta, beba tudo sem medo. Ta muito gostosa e sei que você ta doidinho para bebe leite de seus negões aqui. O outro batendo punheta disse: Não engole puta, espera a minha porra para vc engolir junto. E o Oscar ficou vendo se eu ia engolir. Fiquei de boca aberta para provar pro Oscar que não ia engolir e esperando a porra do João que veio, colocou minha boca em posição de beber e gozou mais e mais litros de porra grossa e galada na minha boca. Esperei ate vim tudo, misturei as duas, Oscar mandou abrir a boca de novo e começam os dois a cuspir, umas cinco vezes cada um, misturei tudo e bebi aos poucos. Nossa que gosto forte de porra, mas bebi tudo.

Depois me mandaram vestir a roupa e ir embora. Fui pra casa com o cu esfolado e mancando ate. Fui estuprado. Mas adorei cada minuto de tudo. Eles disseram: Passa aqui de novo para repetir a dose puta. E eu disse: – Claro que sim. Quero tudo dos meus donos negões. Eles me tiravam sarro e me expulsaram.
Acreditem isso aconteceu em dezembro e ainda esta acontecendo.

Noite

novembro 1, 2009

Noite hálito frio da angustia

Noite carícia plena da solidão

Na cumplicidade do teu toque

Está noite tão profunda

tão duradoura

Meu corpo devora cada minuto do seu sorriso

E sua boca morde meus sentimentos

como se fossem a carne do teu desejo

Noite

Compasso do meu martírio

Noite

A mão do amante que me procura

ainda que eu diga não…

MEU ÚNICO E PRIMEIRO GRANDE AMOR

julho 1, 2009

SE ESTÁ UNICAMENTE INTERESSADO EM SEXO SALTE PARA AS PARTES 5, 7, 9, 10, 12 E 13.
1º PARTE
Naquela altura eu tinha 16 anos. Meu nome é Bruno, era e sou magro, alto (1,82m), moreno do sol e não acho que sou feio. Nessa altura eu estudava numa turma de raparigas. Dos rapazes que havia eram todos mais velhos que eu 1 ano e éramos só 4:
- um era eu;
- outro era um que tinha tomado bomba no ano anterior e por isso já não era da nossa turma (era alto, moreno e lindo que me deixava sempre com tesão quando olhava para o seu corpo no balneário – claro, sem ele perceber! – o corpo dele era lindo e tinha um PAU!!! Talvez 19cm! – todas as garotas se apaixonavam por ele e eu também tive uma paixoneta);
- outro era um loirinho gatão que tinha uma bundinha virgem tão apetitosa (eu desejava tanto lhe tocar, mas nem sequer falava para ele. Apesar de sermos da mesma turma nós não falávamos porque ele só convivia com a namoradinha. Andava sempre agarrado a ela – eu até cheguei a sonhar com um ménage à trois entre nós);
- e o último era o meu grande amigo Alex.
Eu e o Alex éramos bons amigos, por isso eu não conseguia olhar para ele com tesão, mas isso tava para mudar.
2ª PARTE
Quando o loirinho se lesionou ele deixou de fazer física, por isso éramos só eu e o Alex no banheiro da escola. Aí eu reparei que quando eu tirava minhas calças ele olhava para o volume da minha sunga, mas não liguei.
Entretanto, nas aulas em que ele se sentava ao meu lado ele começou pondo sua mão em cima da minha, mas tirava logo para o lado como se tivesse sido sem querer. Nessas alturas eu também lhe dava algum desprezo.
Outra coisa sobre o Alex é que ele é esquizofrénico, mas não é grave. Basta ele tomar uns comprimidos. Ele costumava falar comigo muito próximo da minha cara, mas eu não ligava porque pensava que era da doença. Mas nos últimos tempos ele falava cada vez mais próximo e mais vezes. Nessas alturas eu virava a cara para que ele me falasse ao ouvido e não tão próximo da boca.
Depois de tudo isso, aos poucos eu comecei a gostar também dele. No banheiro, sem ele ver eu também comecei a olhar para seus abdominais e para seus músculos (o tom de pele dele é mais claro que o meu, mas também tem o cabelo escuro – ele também é um bocadinho mais baixo que eu, mas bem mais sarado). Só os outros rapazes da turma é que tomavam banho, por isso eu nunca tinha visto o pau do Alex nem ele tinha visto o meu. Aí aos poucos eu fui começando me apaixonando, mas não era capaz de dar o primeiro passo. Para o testar, uma vez, só com a sunga vestida, eu deixei cair o saco com a minha roupa no chão "sem querer" (é claro que foi propósitado) e olhei para o espelho da sala ao lado. No espelho eu me vi refletido e vi o Alex olhando para minha bunda com a língua de fora.
Uma vez, em Física ele partiu o nariz. Começou deitando muito sangue e enquanto foram chamar uma ambulância ele foi estancar o sangue. Como já tava no fim da aula, eu fui para os balneários desequipar e comecei arrumando suas coisas. Pensava que ele já estava no Hospital, mas ele entrou no balneário, já sem sangue e eu fiquei surpreendido. Eu disse que tava arrumando suas coisas e ele parou me olhando e agradeceu. Foi um momento muito tenso com ele me olhando e eu sem saber o que fazer. Perguntei se ele tava bem e ele disse que sim e começou se desequipando também.
3ª PARTE
Numa festa da turma, quando ele já tava bom, nós combinamos sair todos. Mas uns só podiam ir pá discoteca mais tarde e eu era um deles. Quando lá cheguei fui ter com meus amigos e lá tava o Alex… bêbado. Eu também bebi, mas não fiquei como ele e numa certa altura ele veio ter comigo e disse que precisava de me dizer uma coisa. Fomos ao banheiro. Assim que nós entrámos ele me agarrou pelos braços e me beijou. Meu coração parou. Apenas ele mexia os lábios e com uma vontade… Quando eu senti sua língua tentando entrar na minha boca eu voltei à terra e me larguei dele.
- Foda-se Alex! O que é que foi isso?!
- Eu…
- Cê tá é bêbado! Vá pa casa!
Continuei insistindo que ele tava bêbado e que devia ir pa casa. Aí ele começou chorando e dizendo que gostava de mim. Aí eu disse que não gostava dele e que ele devia ir para casa. Ele enxugou muito depressa as lágrimas e saiu visivelmente chateado comigo. Entretanto, um homem mais velho que eu não conhecia se aproximou de mim, pôs uma mão em cima do ombro e disse:
- É nessas alturas que se descobrem as verdades! Tenho pena de si!
E saiu. Eu me encostei à parede e me arrependi do que tinha feito. Saí e fui procurando Alex mas ele já se tinha ido embora.
4ª PARTE
Quando voltei vendo ele eu disse que precisávamos de ter uma conversa séria. Ele disse que não e eu não insisti. Nas aulas deixámos de falar um com o outro e no banheiro ele já nem me olhava.
Ficámos assim 2 dias e quando voltássemos ao banheiro eu decidi que ia falar com ele porque era um sítio onde só estávamos nós os 2. Eu comecei dizendo que tínhamos de falar sobre o que tinha acontecido na discoteca e aí ele se virou para mim e começou discutindo.
- Eu tou apaixonado por si, porra! Eu não queria, mas tou!
Ele ia continuar a falar, mas eu me agarrei a ele e nos beijámo. Aí já deixei que ele brincasse com sua língua e com seus lábios. Foi um beijo longuíssimo e soboroso, mas mais uma vez eu interrompi tudo. Larguei o Alex e disse que tínhamos que nos equipar para a aula. Quando disse isso ele começou me despindo. Me tirou a t-shirt, começou me beijando o peito e foi descendo.
- Cê é tão lindo! – disse ele.
Aí ele começou me despindo as calças e beijando minha sunga. Agora é que se podia ver um grande volume. Quando ele parou de beijar a minha sunga começou a baixá-la, mas eu parei-o e não deixei. Disse outra vez que tínhamos de ir para a aula. Aí ele me beijou e disse:
- Ok!
Nos vestimos para física e antes de sairmos o Alex apalpou-me tanto a bunda que eu saltei.
Na aula eu não me consegui concentrar. Me apetecia tanto beijar aquela boca… Pedi à professora para ir ao banheiro e ela deixou. Quando lá fui não fui mijar nem cagar. Me sentei na sanita e comecei batendo punheta. Foi a punheta mais rápida da minha vida. O meu pau de 16cm (tem mais grossura que comprimento) largou 5 jactos de porra.
No final da aula, quando voltámos ao banheiro, o Alex me beijou mais uma vez, mas eu não deixei que ele fosse mais longe. Ele compreendeu e disse:
- Logo à tarde quer vir a minha casa?
Como os pais do Alex são divorciados ele mora só com a mãe que trabalha até um pouco antes da hora de jantar, por isso eu já sabia o que iria acontecer e disse:
- Quero!
5ª PARTE
Depois das aulas fomos almoçar juntos (sem afetos) e fomos para casa dele. Assim que lá entrámos ele me beijou com uma vontade… Eu disse:
- Vamos com calma! O que é que cê quer fazer comigo?
- O que cê quiser!
- Beijos e amassos ou… quer transar?
- O que é que cê quer?
Eu já sabia onde é que era o quarto dele, por isso foi andando até lá. Me deitei em cima da cama e vi-o me seguindo e me olhando. Esperei que ele fizesse alguma coisa, mas ele estava apenas me olhando. Aí eu lhe disse:
- Me beija!
Ele sorriu e se deitou em cima de mim me beijando e apalpando. A língua dele voltou a tentar entrar na minha boca e aí eu deixei. Foi tão bom! Nossas línguas brincavam tanto. Nossos beijos eram tão bons. Sua mão percorreu todo meu corpo. No entanto, a boca do Alex começou descendo até meu pescoço. Eu sabia que ele queria transar e então disse:
- Se quer descer então vai ter que descer mais!
Ele me olhou e sorriu. Me beijou novamente e disse "Obrigado!". Me despiu a t-shirt e voltou beijando meu peito. Sua língua parou nos meus mamilos. Dei pequenos gemidos de prazer. Aí ele continuou descendo. Passou pelo meu umbigo e parou na minha calça. Aí eu disse:
- Cê quer transar vestido?
Me levantei e comecei beijando e despindo o Alex. O deitei na cama e também lambi seus mamilos. Ele não gritou tanto como eu por isso eu tive que lhe perguntar:
- Cê já fez isso?
- O quê?
- Cê é virgem?
- Cê sabe bem que sim!
- De mina também?
- Cê sabe que sim! Porquê?
- Por nada!
- Que é que se passa?
- Nada!
Aí ele me agarrou e voltou me beijando. Me chamou de "Tolo!" e rebolou para que ficasse em cima de mim. Aí ele voltou ao caminho do prazer. Minha sunga tava bem molhada e ficou ainda mais quando ele começou beijando. Não demorou muito que ele se levantasse e tirasse meus ténis e minhas meias. Beijou meus pés e voltou para minha sunga. Quando a tirou o meu pau negro e babado saltou. Meu saco caiu livremente. Meio envergonhado disse:
- Desculpa, Alex! Eu sei que é pequeno!
- Não é nada! É lindo!
Aí ele começou alisando minhas bolas e punhetando meu pau. Eu gritei de prazer e gritei ainda mais quando ele começou chupando meu saco. Nunca tinha tido uma sensação tão boa! Eu sabia que não ia aguentar muito sem gozar. Quando a língua dele começou subindo das minhas bolas até à ponta do meu pau e quando ele começou chupando a cabecinha eu gozei como nunca. O Alex não conseguiu engolir toda a porra. Tinha um bocado lhe escorrendo pela cara. Aí eu me levantei, lambi essa porra e nos beijamos outra vez, mas esse beijo foi especial. O que restava da porra passou de boca em boca e eu também provei. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo, mas tava acontecendo de verdade.
Novamente, Alex me deitou na cama e voltou a fazer boquete. Voltou a chupar o meu saco, mas eu não deixei que ele continuasse muito tempo. Eu queria ver seu pau. Da turma era o único que eu não tinha visto e tava com tanta vontade de lhe fazer um boquete… Por isso eu pedi para ele se virar ao contrário e fazermos um 69. Ele se virou e voltou a pôr a boquinha no meu saco. Naquela posição foi difícil para mim de o despir também porque tava gostando das lambidas. Primeiro obriguei a encolher a perna para o descalçar. Depois foi a vez de lhe tirar as calças de ganga. O meu coração batia como nunca. Botão a botão, tirei as calças e vi aquela sunga branquinha quase tão molhada como a minha. Rebolámos outra vez em cima da cama. Agora eu tava em cima dele a gemer pelo boquete e prestes a tirar aquela sunga. Primeiro fiz como o Alex e beijei a sunga. Depois a minha boca passou pelo umbigo e foi baixando. Os meus beijos penetraram pela sunga e de lá saltou o PAU DO ALEX. Devia ter uns 18CM de comprimento e uns 3 de grossura. Era mais clarinho que o meu e tinha aquela cabeça enorme e vermelha babando para mim. Tava duríssimo e apontava para cima. O saco dele era ainda maior que o meu. Apesar de tudo ele tinha menos pêlos que eu. O Alex tava chupando meu saco quando eu comecei lambendo a cabeça do pau dele. Quando pus a cabeça toda na minha boca e comecei chupando ele largou o meu saco e começou gritando de prazer.
De repente ele até me assustou. Saiu de debaixo de mim num ápice e saltou para cima do meu corpo. Me beijou e disse:
- Eu te amo tanto Bruno! Cê nem imagina! Ainda bem que isso nos tá acontecendo!
- Também te amo!
Ele me agarrou com mais força e voltou me beijando. Nessa altura eu percebi a felicidade toda dele. Eu tinha-o feito sofrer dando-lhe tantas vezes para trás. Se calhar ele tinha pensado que eu não tava afim e se martirizava por isso.
- Eu amo-te Alex! Não se esqueça!
- Obrigado!
Mais uma vez nos rebolámos. Meu peito, braços e pernas encaixavam no corpo sarado do Alex. Passado um pouco, ele tava deitado à ponta da cama de pernas abertas e caídas para o chão. Eu me ajoelhei em cima de um tapete e comecei fazendo um boquete. Ele voltou a gemer de prazer. Minha boca babava com aquele pau lá dentro. Aí o Alex agarrou o meu cabelo e perguntou:
- Posso?
Eu já sabia o que é que ele queria. Aí tirei o pau da minha boquinha, comecei a punhetá-lo com a mão, levantei a boca e disse "Sim!" Voltei ao boquete e o Alex começou empurrando minha cabeça mais para baixo. Consegui pôr aquele pau todo dentro da minha boca, mas quase que me ia engasgando. Estivemos algum tempo naquele vai e vem. O boquete me sabia bem, mas o Alex gritava ainda mais. Dizia que me amava e para continuar. Aí ele gozou. Também não avisou como eu. Foi repentino. De repente a minha boca se encheu de porra. Deviam ter sido uns 5 jatos. Também não tinha conseguido pôr tudo dentro da minha boca por isso me atirei para cima da cama e esperei que o Alex me viesse "limpar". Lambeu meu pescoço, passou pelo queixo e foi até à boca. Ao contrário dele, eu não tinha engolido porra nenhuma. Quando ele me beijou e penetrou minha boca com sua língua foi uma sensação… Toda aquela porra a passear de boca em boca… Os nossos lábios… As nossas línguas… Foi magnifico. Foi ótimo. Dividimos a porra pelos dois e engolimos. Soube tão bem estar ali, fazer aquilo com o meu amor.
Mas e agora? Íamos transar? Eu não sabia. Aquilo já tinha sido tão bom! Num dia tinha começado namorando com a melhor pessoa do mundo, tinha sido beijado, apalpado, tinha feito boquete pela primeira vez e tinha recebido um. Eu tinha sido amado. Por mim já chegava, por isso:
- Vamos com calma! O que cê acha?
- Acho bem!
Nos abraçámos, beijamos novamente e nos deitamos na cama durante meia hora olhando um para o outro entre carícias e beijos.
6ª PARTE
Nos dias seguintes tentamos controlar nossa paixão. Nos intervalos das aulas nos escondíamos nos recantos da escola e nos beijávamos. Às vezes quando a vontade era muita o Alex me fazia boquete ou eu fazia a ele. É claro que começámos demorando mais no banheiro. Mas tivemos que nos controlar ainda mais quando o gatão lourinho voltou fazendo aula de física. Com ele no balneário nós nem olhávamos um para o outro. Sem duvida que agora estavamos mais proximos. Chegamos mesmo comentando a bundinha do lourinho da nossa turma um com o outro. Nós dois tinhamos gostos em comum e não tinhamos ciumes porque sabiamos que só nos tinhamos um ao outro.
Um dia num dos intervalos, enquanto o Alex me fazia um boquete gostoso ele me disse:
- Quero ser teu viadinho!
Eu fiquei pasmado. O Alex tinha aquele caralhão e queria ser passivo? Eu não lhe disse nada, mas fiquei pensando no assunto. Percebi que ele queria mesmo transar e devia pensar que eu tinha medo de dar para ele. No dia seguinte falamos.
- Cê quer deixar de ser virgem?
- Sim!
- Comigo!
- Sim!
- Nem que cê tenha de ser meu viadinho? Cê tá assim tão desesperado por perder a virgindade!
- Cê tem que entender, Bruno! Eu tenho 17 anos e ainda sou virgem! É claro que tenho vergonha de responder isso quando me perguntam se ainda sou!
- E cê não se importa de perder a virgindade comigo? Ainda por mais sendo passivo?
- Ninguém vai saber como ou com quem é que foi! Só vão saber que perdi a virgindade! E eu vou ficar muito feliz por ter sido contigo!
- É?
- É!
- Te amo, sabia?
Nos beijamos, claro. Combinamos que ambos iríamos perder a virgindade na próxima tarde livre que seria no dia seguinte.
7ª PARTE
Eu queria que aquela tarde fosse especial. Decidi que não iria desperdiçar aquele pau, por isso iria ser o viadinho do Alex. Agarrei nos produtos cosméticos da minha mãe e depilei os pêlos do meu cu. Assim seria mais fácil ser penetrado. Depois me lavei muito bem e me cobri de perfume. De manhã eu e o Alex não nos beijamos nem fizemos boquete. Apenas agimos como amigos. De tarde já foi diferente.
Fomos almoçar e assim que chegamos a casa do Alex começamos nos beijando. Agarrados um ao outro, entre beijos, fomos caminhando até ao quarto. Lá chegados, o Alex me empurrou para cima da cama. Soube tão bem poder ser possuído por aquele corpo sarado. Sentir sua força. Sentir aqueles bíceps me tocando. Aqueles lábios me beijando. Aquelas mãos me despindo. Sim, assim que fui atirado à cama, Alex começou logo me despindo. Me tirou a t-shirt, os calções e as sapatilhas. Antes que ele me tirasse a sunga eu consegui lhe dizer:
- Alex, eu tive pensando e eu queria dar para você!
- Nã, nã! Nós combinamos que eu seria seu viadinho!
Ele ia me tirar a sunga, mas quando disse isso se aproximou da minha boca, me beijou e:
- E para além do mais, eu quero sentir a sua pica dentro de mim!
Não discuti mais. A ideia de ver meu pau dentro daquele cuzinho virgem me excitou logo. Deixei ele me despir completamente e babar minha pica dentro da sua boca. Primeiro foi só a cabecinha, mas depressa colocou todo o pau dentro. Comecei logo gemendo! Nos últimos dias nossos boquetes tinham melhorado muito. Eram cada vez melhores. Tal como os nossos beijos de porra que se tornaram a nossa "imagem de marca". Agora já tentávamos colocar toda a porra dentro da boca… e conseguíamos.
Mais uma vez tava eu ali nu e o Alex completamente vestido. Pensei que como tinha gostado de ter sido empurrado para a cama e como o Alex queria dar cuzinho para mim, ele talvez gostasse de alguma agressividade. Aí eu me levantei de repente e empurrei o Alex contra a parede. Beijei sua boca com a língua o mais violentamente que consegui. Enquanto nosso beijo rolava eu tirava sua t-shirt que interrompeu aquele momento de prazer durante alguns segundos quando ela passou pela cabeça. Depois, sem olhar, consegui desabotoar e tirar as calças do Alex. Percebi que ele as tinha tirado levantando os pés. Aí decidi ser mais agressivo e agarrei suas pernas encostando-o agressivamente contra a parede. Ele gemeu um "Ah!" de prazer que me agradou. Se agarrou a mim pondo suas mãos atrás do meu pescoço e cruzando suas pernas no meu cu.
Ali estávamos nós. Eu nu, com o pau duríssimo a apontar para cima e tocando a sunguinha do Alex que tava a ser possuído por mim. Nossos beijos continuavam rolando até que meus braços não aguentaram mais com seu peso e pousei cuidadosamente no chão.
Aí, foi a minha vez de empurrar o Alex para cima da cama. Minha pica continuava duríssima e a dele babava dentro da sunga. Tirei sua sunga e vi mais uma vez aquele caralho lindo. Agarrei ele e comecei o boquete. Ele começou logo gemendo e dizendo "Sim!". Minha boca começou ficando dividida entre o pau e o saco do Alex. Quando não consegui esperar mais, agarrei suas pernas levantei. Aquele cuzinho lindo se mostrou para mim como nunca. Aí minha língua foi direitinha para o buraquinho apertado. Ele voltou gemendo, mas como nunca tinha ouvido. Tava mesmo gostando. Minha língua fazia vais e vens que o deixavam maluco. Aos poucos o buraquinho ia-se abrindo. Eu cuspia para lá e aproveitava para enfiar um dedinho que brincava lá dentro. Agora minha língua viajava do cuzinho até à cabeçorra do pau do Alex, passando pelo saco. Ele gritava "Continua!", "Ah!" e "Isso!". Continuei cuspindo para o cuzinho e fui enfiando dois dedos e aí experimentei três. Entraram sem dificuldade. O Alex tava aberto para mim! Tinha chegado a altura de eu o comer.
- Cê tem aí camisinha?
- Esquece a camisinha!
- A sério?
- Eu amo você e cê me ama! Isso basta! Para além disso nós dois somos virgens, né?
Me deitei em cima dele e beijei sua boca em forma de agradecimento. Depois meu pau começou vais e vens antes de penetrar aquele cuzinho. Enquanto nos beijávamos, meu pau ia acima e abaixo passando pela portinha do cuzinho do Alex que se abria quando lá passava.
- Cê vai me tirar o selinho sabia?
- Eu prometo fazer com cuidado!
Quando a cabeça do meu pau ficou presa na portinha decidi forçar a entrada. Foi difícil. Cuspi para a mão e molhei minha pica. Aí Alex se sentou normalmente e me disse:
- Nã, nã! Enquanto tiver do meu lado é assim que molha seu pau!
Voltamos ao boquete. O Alex lubrificou muito bem meu pau e depois voltou à posição de frango assado. Agora já foi mais fácil penetrar. Primeiro entrou a cabeça. Alex gemeu como se se tivesse assustando. Aí ele gritou para mim:
- Vai devagar! Eu sou novo nisso!
- Ok, meu amor!
Me abaixei para nos beijarmos e aí fiz força para enfiar tudo de uma vez. Nossos lábios se separaram quando ele começou gritando. O buraquinho dele era mesmo apertado, mas eu tava gostando. O problema é que o Alex parecia não estar.
- Cê quer que eu tire?
- Não! Eu vou aguentar! Eu aguento! Continua!
Não continuei. Esperei um pouco que seu cuzinho se habituasse… embora não houvesse muito pra se habitual. Depois comecei um vai e vem gostoso… pelo menos para mim. Primeiro foi lentinho, mas aos poucos as estocadas eram cada vez mais rápidas… e fundas. Eu tirava o pau até á cabecinha e voltava penetrando até ao fundo obrigando o Alex a gritar "Ah!" de vez em quando. Eu tava amando. E o Alex?
- Cê tá bem?
- Continua!
Eu continuei o vai e vem. Numa parte tirei o pau todo e voltei a pôr de uma vez. A partir daí vi que o Alex tava gostando.
- Cê gosta?
- Tira!
- Que se passa?
- Tira!
Eu tirei o pau. Fiquei preocupado. Pensei que o Alex tava gostando, mas se calhar… Aí ele se levanta e me atira para a cama.
- Agora cê vai descansar!
Ele se sentou de joelhos com meu corpo entre suas pernas, me beijou e se sentou no meu pau. Agora eu tava amando. Deitado com meu amor fazendo vais e vens por mim. Aquele corpo sarado a saltar no meu pau! Uau! Foi otimo. Ele subia e descia batendo no meu saco e fazendo um "Ploc-ploc!" gostoso.
Eu tava admirado comigo mesmo. Tava aguentando mais tempo que pensava. É claro que esse tempo tava terminando.
- Vou gozar! Sai!
- Não!
Gozei dentro dele. Foi muito bom! Gritei de prazer como nunca! Deviam ter sido uns 6 jatos de porra. O Alex gemeu quando sentiu minha porra dentro dele. Cansado, ele tirou minha pica de dentro dele e me abraçou. Nossos corpos quentes e suados… Me apetecia morder aquele corpo. Mordi seu lábio.
- Obrigado, Bruno!
Nos beijamos novamente e ele me deixou ver seu cuzinho. Queria ver aquela porra saindo. Foi lindo. O buraquinho se abria, largava um pouquinho de liquido e fechava. É claro que eu não deixava aquilo escorrer. Minha língua apanhava todo aquele líquido branco. Alex gemia e gritava. Dizia que me amava, que tinha sido perfeito, que queria mais… tudo.
Depois de ter apanhado toda a porra, me deitei sobre aquele corpo suado e nos beijamos. Aí eu lhe disse:
- Agora quero eu!
- Hã?
- Eu quero ter seu pau dentro de mim! Quero que cê me possua!
- Sério? Pensei que cê tinha medo!
- De você? Nunca!
- Então tá bem! Mas não agora!
- Oh! Porquê?
- Eu te quero fazer uma surpresa! Posso?
- Uma surpresa?
- Uma noite especial! Pode ser?
- Claro!
8ª PARTE
Nos dias seguintes eu andei nervoso. Tinha um segredo que devia ser partilhado com o Alex, mas eu tinha medo. Esse segredo tinha sido escondido por tempo demais. Contar agora ao Alex só o iria enfurecer, mas tinha de lhe contar. Um dia, num dos intervalos, Alex me queria fazer boquete, mas eu estraguei esse momento para falar do assunto.
- Eu preciso de falar consigo!
- Ok!
Ele dizia isso, mas estava desabotoando os botões das minhas calças. Eu agarrei suas mãos e falei sério.
- Eu preciso de falar consigo!
- Eia! Que passou!
- Cê se lembra da Vânia?
- Sim! A mina que cê namorou!
- Eu perdi a virgindade com ela! Não consigo! Com ela! Me desculpa!
Alex não respondeu. Ele olhava para mim estupefato.
- Desculpa!
- Eu pensei…
- Desculpa!
- Foi bom?
- Se foi bom?!
- Sim! Me diga se foi bom!
- Foi, mas consigo foi melhor! Muito melhor! Consigo é mais apertadinho e quentinho e… Eu amo você?
- Mas cê me disse que tinha sido a primeira vez que alguém lhe tinha feito boquete!
- E foi! A Vânia tinha nojo de lá pôr a boquinha!
- Cês usaram camisinha, certo?
- Claro! Consigo foi a primeira vez que eu não usei camisinha! Eu não tenho doença!
Ele ficou novamente calado.
- Cê tá bem?
- Cê me mentiu!
- Não! Eu apenas não contei! Eu sabia que cê ainda era virgem e eu pensei que ia se chatear se soubesse que eu não era!
- Ok! É só isso! Não há mais segredo?
- Não! Pode descansar!
- Ok!
- Ok!
Ele me disse que não se tinha chateado, mas tinha. Eu percebi! Durante duas semanas os boquetes foram reduzindo, escapadelas também e nunca mais ouvi falar da noite surpresa. Até que o dia chegou…
9ª PARTE
Fiquei surpreendido quando Alex me disse que "iríamos a uma discoteca nessa noite". É claro que essa era a desculpa para nossos pais. O que eu não sabia era para onde é que ele me iria levar. Não iria ser para sua casa.
Ele morava perto de um parque de campismo me levou lá. Nunca tinha pensado. Durante a semana nunca havia muitos campistas, e na nossa cidade eram pouca as pessoas que lá iam acampar. Nossa tenda tava no meio de várias árvores, isolada das poucas que havia. A tenda era grande. Tinha cobertores, um candeeiro e comida!
- Como cê conseguiu tudo isso?
- Pedi à minha mãe para acampar!
- Te amo, sabia?
- Já imaginava!
- Me desculpa não te ter contado daquilo!
- Já disse que não faz mal! Vamos ao que interessa?
- Oba!
Alex começou me beijando. Enquanto me despia a t-shirt, eu desabotoava suas calças. Quando eu estava todo nu (mais uma vez primeiro que ele) eu tirei sua camisola e comecei fazendo boquete. Aquele pau era enorme. Ao princípio era difícil pôr tudo dentro da minha boquinha. Começava pela cabeça e ia pondo tudo. Alex pressionava minha cabeça para ir até ao fim e eu gostava de sentir que ele gostava.
Aí ele se deitou de costas e me disse para lhe dar o cu. Fizemos um 69 embora eu não tenha conseguido continuar chupando aquele caralhão. Alex lambia tão bem meu cu que eu delirava.
- Que cuzinho tão bonito!
Eu não conseguia chupar aquele pau de 18 cm e gemer ao mesmo tempo. Eu tava amando. Aquelas mãos abriam meu cu e aquela língua me levava à lua. Meu pau duríssimo se babava e eu também para cima daquele corpo sarado.
Tal como eu, Alex também me dedou. Começou por um, dois, três… O pior é que continuou. Eu disse que não queria fist, mas ele não me ligou. Enfiou cinco dedos. Não os empurrou, era só as pontas, mas eu me sentia todo aberto. Aí ele cuspiu para o buraquinho e disse:
- Agora vou comer você e cê vai perder o cabaço!
- Força!
Me deitei de barriga para baixo, empinei meu cu e deixei que o Alex me possuísse. Devagar enfiou a cabeça daquele caralho. Meu cu tava aberto, mas mesmo assim a dor era muita.
- Tá doendo?
- Sim!
- Cê esperou quando eu lhe disse que me tava doendo?
- Não, mas meu pau é mais pequeno!
- Não é nada! Cê é potente! Cê deixou meu cu ardendo!
Eu ia dizer "Desculpa!", mas ele não me deixou. Num segundo tapou minha boca e enfiou todo o pau. Eu gritei como consegui. Meu cu tava preenchido por aquele pau. Devagar, Alex começou um vai e vem. Me doeu bastante, mas aos poucos fui gostando. Comecei tendo prazer e fui delirando. Quando dei por mim as estocadas já tavam mais rápidas. Alex só deixava a cabeça dentro cu. Depois enfiava tudo de uma vez. Dei por mim gritado:
- Isso! Mais forte! Me come todo! Mais forte!
Eu estava amando! Eu pedia mais força e Alex dava. As estocadas eram rapidíssimas e cada vez mais fortes. Eu sentia suas bolas batendo em mim e fazendo "Ploc!". Aí ele me bateu no rabo. Pensei que não ia gostar mas gostei.
- Mais força!
Ele me bateu outra vez e continuou as estocadas. Aí, ele empurrou minhas costas para o chão fazendo com que meu cu ficasse ainda mais empinado. Aí senti seu pau ir mais fundo. Ia mais forte. Era um vai e vem frenético. Amei!
- Cê vai gozar?
- Porquê?
- Quero outra posição!
Com aqueles braços musculados, Alex agarrou meu peito e viramos. Ele tava deitado de costas no chão e eu de costas para ele. Agora sentia seu peito todo suado. Foi otimo.
- Tá gostando?
- Cê tá caprichando!
Meu cu tava mais que arrombado. Agora o Alex começava a enfiar mais devagar. Era da posição. Não enfiava com tanta força e não tão fundo.
- Não gosto dessa posição!
Alex também não. Me virou de lado, levantou minha perna e continuou me comendo. As estocadas fortes voltaram. Eu gritei e gemi e gritei e gemi. Alex, sempre dando estocadas, lambeu minha perna até ao meu pé. Mantia minha perna levantada e começou chupando o dedos do meu pé. Meu pau tava duríssimo e sem eu tocar comecei gozando. Foi esquisito. Gozar sem tocar no pau. O Alex era mesmo bom!
- Esquece a Vânia! Cê é um Deus!
Alex começou rindo. Baixou minha perna, juntou-a à outra e começou penetrando comigo de pernas fechadas deitado no chão. Via-se que era fácil me penetrar naquela altura. Ele se deitou em cima de mim e começou beijando minhas costas enquanto seu pau continuava o vai e vem. As estocadas começaram sendo cada vez mais rápidas e eu percebi que tava no fim.
- Vou gozar na sua boca!
Ele tirou o caralho do meu buraco e foi para a minha frente. Comecei chupando, mas mais parecia que ele tava fudendo minha boca. As estocadas não eram tão fortes (senão eu vomitaria), mas eram rápidas.
- Não engula! Te quero beijar depois!
Ele queria o grande final! Fiquei contente. E começou a gozar. Foram uns 4 jatos de porra. Consegui pôr tudo dentro da boca.
- Te amo! Te amo! Te amo!
Me beijou. Aquela porra saltou de boca em boca e nosso beijo se prolongou por mais de um minuto. Aí dividimos a porra e engolimos.
- Foi perfeito!
- Ainda bem!
- Cada vez amo mais você! Cê não tinha que preparar tudo isso!
- Claro que tinha! Cê merece!
Passamos o resto da noite comendo bolos, dando beijos, fumando e bebendo. Bebemos muito nessa noite. Inclusive chegamos a despejar cerveja para cima de nossos corpos.
10ª PARTE
Depois fomos dormir. Pelo menos Alex dormiu. Ele tinha bebido mais do que eu, por isso eu ainda me lembro do resto dessa noite. Alex adormeceu abraçado a mim, suas pernas cruzadas com as minhas, seu corpo sarado, suado e pegajoso, envolvendo o meu também suado e pegajoso. Eu não conseguia dormir. Quando olhei o relógio marcava as 5 da manhã. Alex já tinha dormido 3 horas. Eu só 1 e tava excitado. Alex dormia com o pau duro (talvez estivesse sonhando comigo) encostado ao meu cuzinho. Decidi que ele já tinha dormido que chegasse. Me larguei dele e não acordou. Aí comecei um boquete e ele aos poucos foi acordando com um sorriso.
- Quero a 2ª ronda!
- Quer?
- Quero!
Alex fechou os olhos. Tava tão bêbado que não aguentava de olhos abertos, mas tinha o pau super duro. Eu sabia que ele tava acordado porque tinha um grande sorriso e gemia fraquinho. Meu buraco tava aberto, mas mesmo assim o pus em cima da cabeça do Alex. Devagarzinho ele começou lambendo. Enquanto ele fazia isso eu chupava bem aquela pica. Quando achei que tava na altura disse:
- Me vou sentar em cima do seu caralhão!
- Hum-hum.
Ele parecia que estava dormindo, mas mesmo assim, levantei seu pau e me sentei. Ele gemeu "Ah!" e eu percebi que era autorização para continuar. Comecei saltando cima e baixo, cima e baixo. Alex tava gostando, mas parecia ganzado. Aí ele começou mijando dentro de mim. Fiquei super enfurecido. Saí imediatamente daquele pau e bati no Alex. Ele se ria e continuava mijando, agora para cima do seu corpo.
- Cê tá doido! Eu tava ali! Devia ter avisado!
Ele continuava rindo. Eu bati nele outra vez. Aí sua cara mudou. Ficou chateado comigo.
- Eu não sou uma máquina! Eu quero dormir, não quero transar!
- Mas cê tava gostando! Se me tivesse dito que não queria eu parava!
Ele riu.
- Tava brincando mor! Se senta em cima do meu caralho, anda!
Pensei em dormir, mas tava mesmo excitado e queria aproveitar o resto daquela noite. Me sentei novamente naquele pau e voltei saltando. Saltei muito, Alex gritou pela primeira vez:
- Isso viadinho!
E me senti pela primeira vez um brinquedo nas suas mãos. Parei de saltar e me deitei em cima do Alex. Aí ele começou um vai e vem mexendo o cu e eu comecei gritando:
- Mais! Onde tá a delicia de à bocado?
Alex enfurecido começou a aumentar as estocadas. Chegou uma altura em que ele tava fazendo tanta força e eu saltava sem querer naquele pau. Foi nessa altura que levantei meu peito e voltei saltando em cima do meu homem. Ele merecia um descanso de guerreiro. Não demorou muito que ele gozasse, mas não foi por isso que eu deixei de saltar. Saltei enquanto ele gritava "Ah!!" mas só quando gozei é que sai, o que também não foi preciso muito. Nos beijamos, voltei a pôr aquela pica dentro do meu cuzinho dorido e me deitei em cima do Alex onde acabei por adormecer.
11ª PARTE
Passados 2 anos continuamos namorando. Eu tinha 18 anos, tava mais alto, um pouco mais sarado e meu pau tinha crescido 1 cm. Ia agora nos 17cm e também tinha crescido um pouco em grossura. Eu tinha continuado os estudos ao contrário do Alex que tinha começado trabalhando. Também tava mais alto, moreno e sarado, claro. Seu pau também cresceu, mas menos que o meu, talvez meio cm.
Já tínhamos transado em todas as partes da casa do Alex e na minha. Tínhamos passado por fases boas e más, mas continuávamos namorando em segredo. Quando tavamos tristes ou desiludidos fazíamos amor reconfortante. Mas quando desejávamos apenas sexo sabíamos foder com violência. Houve uma vez em que o Alex me prendeu à cama e me fodeu como nunca. Com uma violência e uma força que eu amei.
Nesta altura eu e o Alex alugamos um apartamento e éramos "colegas de quarto" aos olhos dos outros. Viver junto trouxe problemas à nossa relação e o sexo já não nos agradava como antes. Alex começou desabafando comigo sobre coisas que eu nunca tinha pensado. Ele nunca tinha transado com ninguém que não fosse eu. Ele queria experimentar uma coisa diferente.
- Cê quer que eu o deixe transar com alguém?
- Não! Eu quero que cê me deixe transar com alguém e consigo ao mesmo tempo!
- Cê quer transar a 3?
- Sim!
Eu não sabia como é que isso iria ser. Na net eu gostava de ver vídeos de dupla penetração, mas nunca tinha pensado em fazer. De certeza que eu iria ser o passivo e iria levar com dois caralhos no cu. Se o outro tivesse um pau como o do Alex tava tramado. Por outro lado poderia ser engraçado e o Alex queria muito, por isso eu disse:
- Sim!
12ª PARTE
Eu tinha carta de condução e carro. O Alex sabia andar de carro, mas chumbou, por isso eu era seu motorista. Me servi dessa desculpa para me livrar de uma tarefa que ele me ia impingir. Ele queria que eu fosse a um bar gay e falasse com as pessoas para ver se alguém tava afim. Eu tinha vergonha, por isso disse que não. Disse para ele ir que eu esperava no carro. Foi assim que fizemos. Tive cerca de 1h30m à espera, mas no fim vi o Alex entrar no carro e sentar ao meu lado e um homem de cerca de 25 anos sentando nos bancos de trás.
- Vocês são maiores de idade, certo?
- Se quiser eu mostro todos meus documentos!
- Não vai ser preciso! Pode seguir!
Liguei o carro e nos dirigimos ao nosso apartamento. Pelo caminho fui conhecendo o estranho. Se chamava Rodrigo, tinha 24 anos, gostava de sexo e de conhecer pessoas novas:
- Cê já fiz isso antes?
- Transa a 3? Claro!
- Boa!
Queria saber se tinha um pau maior que o meu, mas não tive coragem. Apesar de tudo ele era lindíssimo. Era moreno como eu, tinha uma cara e um sorriso lindos, era mais alto e talvez tão magro como eu. Durante a viagem, mandava uns olhares para ele para o ver e me deu tesão. Ele percebeu isso e acho que gostou. Eu não acreditava que ia transar com ele e com meu amor.
Quando chegamos a casa começamos um bate-papo, mas foi rápido. O Alex me pediu para ir buscar cervejas enquanto eles dois falavam no sofá. Quando eu voltei já estavam os dois se beijando. Senti ciúmes como nunca. Aquele homem, que por acaso até era giro, tava comendo meu namorado. Me apeteceu ir embora. Me apeteceu largar as cervejas. Mas não fiz nada disso. Fiquei ali parado olhando eles. Alex tava de olhos fechados como se tivesse tendo prazer… e tava. Quando os abriu e me viu ali especado, me disse:
- Larga isso! Venha cá!
Larguei as cervejas no chão e me aproximei deles. Eu tava em pé olhando os dois se beijando. Não demorou muito que o Rodrigo largasse o Alex e me puxasse para ele. Me puxou de maneira que eu ficasse de joelhos em cima do sofá e com suas mãos nas minhas costas me apalpando o cu. Seus beijos eram tão bons… Sua língua dentro da minha boca me levou à lua. Quando dei por mim, tinha minhas calças abaixadas. Rodrigo me beijava e apalpava o cu e o Alex chupava meu pau.
- Já chega!
Rodrigo me tirou de cima de si. Agora, no sofá, da esquerda para a direita, estava o Alex, o Rodrigo e eu. Rodrigo se virou para as calças do Alex e abriu. Quando viu seu pau disse:
- Lindo pau que cê tem!
- Obrigado.
Começou chupando aquele pau que era meu. E o Alex gostava. Tinha tantos ciúmes naquele momento. Só queria que aquilo acabasse. Mas depois pensei. "Se eu der prazer ao Rodrigo, o Alex também não vai gostar!" Tirei minhas calças e minhas sapatilhas e abri as calças do Rodrigo. Aquele pau era lindíssimo. Tava duro apontando para cima. Era escuro e a cabeça era roxa e grande. Devia ter uns 19,5cm de comprido e uns 5 de grossura. Comecei fazendo boquete e ele gostou. Começou gemendo "Ah!" enquanto tentava chupar o pau do Alex.
- Chupa isso! Chupa gostoso!
Eu gostei que ele gostasse. Depois disto trocamos. Alex chupava o Rodrigo e o Rodrigo chupava meu pau. Ele chupava bem e babava bem aquele pau que punha todo dentro da boca.
Depois o Alex me disse:
- Venha cá! Me mostra seu buraco!
Fui até ele, mas o Rodrigo não me deixou abandonar o sofá sem um beijo. Quando estava próximo do Alex, abaixei meu peito e ele começou lambendo meu cu. Rodrigo voltou chupando seu pau com gosto.
- Cê tem cá um caralho…
Mas não o chupou por muito tempo. Se levantou, foi para minha frente e me fez pôr aquele pau todo dentro da boca mais uma vez. Nessa altura eu fui oficialmente eleito o passivo. Mas não me importei. Eu tava no paraíso com o Alex lambendo meu buraco e Rodrigo gemendo do prazer que eu lhe dava. Ainda amei mais quando Rodrigo disse para o Alex:
- Seu namoradinho mama gostoso!
- Posso arrombar o buraco dele primeiro?
- Faça favor! O viadinho é seu!
Nessa altura eu tive a sensação de que eles os dois já tinham combinado o que iam fazer e isso não me agradou. Mas não fiz nada porque tava gostando.
- Cê prefere que eu use camisinha?
- Cês dois usam camisinha?
- Não!
- Então ponho eu só! Ok?
- Ok!
Alex começou arrombando meu buraco. Eu tava mais que aberto para ele, mas ainda mais para o Rodrigo. Eu queria sentir aquele caralho grosso dentro de mim. Queria sentir suas estocadas. Mas tinha que esperar.
Eu percebi que o Alex queria mostrar que sabia fazer sexo duro, porque à muito tempo que suas estocadas não eram tão fortes. Eu amei toda aquela força e acho que o Rodrigo gostou de ver. Seu pau fazia vai e vens rápidos e fortes no cu, tal como o do Rodrigo dentro da minha boca. Eu tive que afastar um pouco o pau do Rodrigo para ele perceber que eu tava quase vomitando. Mas nessa altura ele tirou todo o pau dentro da minha boca.
- Agora me deixa ver esse buraco.
Eles trocaram. Alex passou para minha frente e o Rodrigo agarrou meu cu. Primeiro massajou e depois deu uma chapada.
- Cê tem uma bunda linda, Bruno! Tou gostando!
Ele se abaixou e deu uma lambida que eu até me arrepiei. Alex abaixou, me beijou e perguntou baixo:
- Tá gostando?
- Sim!
- Boa! Agora chupa bem meu pau!
Comecei a chupando o caralho do Alex e não demorou muito que sentisse o pau do Rodrigo entrando dentro de mim. Ele tinha posto camisinha, coisa que nunca tinha entrado dentro do meu cu. Era um pau que não tava habituado, mas não foi difícil entrar. Eu gritei ao principio, mas acabei gostando. Suas estocadas foram se tornando mais rápidas. Passado um pouco ele começou tirando todo o pau e pondo tudo de uma vez. Depois me deu prazer como nunca tinha tido. Começou dando estocadas fundas e fortes, muito fortes. Ele tava mostrando ao Alex que também sabia fazer sexo duro e eu tava amando. Passado um pouco não era seu pau que ia dentro e fora. Ele bateu no meu cu mais uma vez e começou me empurrando para a frente e puxando para trás. Ele tava pussuindo meu corpo e eu tava gostando. Eu gritava como nunca e o Alex pensou que eram gritos de dor e não de prazer. Por isso tirou o pau da minha boca, agarrou minha cabeça e me disse:
- Tá doendo? Nós podemos parar!
- Mais!!! Mais!!! Come meu cu!
Rodrigo cumpriu. Começou batendo mais no meu cu e as estocadas tavam mais fortes. Mas ele abrandou passado um pouco.
Virou sua cabeça para o Alex e disse:
- Cê quer fazer sanduíche?
- Sério?
- Sério! Quero sentir a potência do seu caralho dentro do meu cu! Se quiser pode ir buscar uma camisinha às minhas calças!
Nos últimos dias eu e o Alex tínhamos aprendido em conjunto a pôr uma camisinha. Nunca tínhamos posto e agora podia ser preciso. Pelos vistos foi. Quando dei por mim tava ouvindo o Rodrigo gritando "Ah!" Eu virei minha cabeça para trás e vi o Alex enfiando lentamente seu pau dentro do cu do Rodrigo. Quando tava todo, ele começou fazendo vai e vens e nessa altura Rodrigo era o que tava tendo mais prazer naquela sala. Um pau no seu cu e seu pau no meu cu. Seus vais e vens foram mais fortes e mais rápidos e passado um pouco todos gritávamos "Ah!". Os gritos de prazer do Rodrigo se destacavam. Quando o Rodrigo me penetrava fundo, libertava seu cu do pau do Alex e quando libertava meu cu, preenchia o seu com o do Alex. Ainda aguentamos uns 3 minutos nesta posição, mas depois…
Senti que ia gozar. Comecei punhetando meu pau e gozei uns 4 jatos de porra que caíram diretamente no chão.
O Rodrigo tirou o pau do meu cu e eu me sentei no sofá. Enquanto o Alex continuava as estocadas, agora mais fortes, o Rodrigo me perguntou:
- Gostou?
- Amei! Venha cá!
O Rodrigo largou o pau do Alex por mim. Achei isso simpático. Ele se sentou em cima de mim como eu me tinha sentado minutos antes. Começamos nos beijando e eu vi que Alex tava vendo. Estaria com ciúmes? O que eu sei é que ele se sentou ao nosso lado e sua língua se juntou às nossas. Um beijo como nunca tinha feito. Rodrigo se virou para o Alex e disse:
- Cê tem sorte com seu namorado!
- Eu sei!
- Tem um pau lindo e um cu ainda mais delicioso!
Ele me beijou novamente e eu agradeci os elogios. Quando dei por mim ele tinha agarrado em mim e tínhamos trocado. Ele tava sentado no sofá e eu tava em cima dele virado para a sua cara linda. Seu pau tava duríssimo e eu subia e descia meu cu, massajando aquele caralho e convidando a me penetrar outra vez.
Mas ele não me queria penetrar. Disse para continuar e passado um pouco tava gozando no meu cu… mas fora do buraco.
- Fode minha boca!
Foi o que Rodrigo disse ao Alex. Eu continuei a "dança" e ele tava chupando o pau do Alex. Não gostei de ver. Aquele pau era meu e naquele momento tava dentro da boca linda daquele homem lindo. Alex tinha escolhido bem.
Não foi preciso muito para que o Alex gozasse. Rodrigo não engoliu a porra e eu senti que aquilo era um desperdício. Quando demos por nós, eu e o Alex tavamos lambendo a porra no queixo do Rodrigo. Quando tava limpo, ele lambeu seus beiços e me disse:
- Cê deixa fazer dupla penetração?
Eu não sabia o que responder. Olhei para Alex que sorria e acenava levemente. Eu sabia que Rodrigo também queria. Mas quem ia dar cu era eu! Eu é que ia levar toda a dor. Não respondi.
- Pensa um pouco! Eu vou ao banheiro!
Quando Rodrigo foi ao banheiro, Alex agarrou nas cervejas que eu tinha trazido, saiu da sala e foi buscar uma cerveja fresca. Parou bebendo e olhando para mim.
- Cê tá gostando?
- Sim!
- Cê quer continuar?
- Cê viu o tamanho dos vossos paus?
- Ele gosta da sua bunda!
Naquele momento eu soube que o Alex tinha ciúmes. Aquele homem que me olhava de pau mole e molhado tinha ciúmes!! Ele me amava.
- Se cê quiser, pudemos fazer dupla penetração!
- Eu amo você, sabia?
PARTE 13
Rodrigo tinha ficado 5 minutos no banheiro. Talvez me tivesse dando tempo pra pensar. Ou talvez ele tivesse vagueando e procurando o banheiro porque eu me esqueci de lhe dizer onde era. Quando voltou vinha de pau mole… Eu amo ver homens de pau mole. Me dá maior vontade de os mamar. Naquele momento, o pau dele tava uma delicia.
- Cê já decidiu?
- Vamo nessa!
Rodrigo sorriu. Alex sorriu. Eu sorri. Rodrigo se deitou no chão de barriga para cima e disse ao Alex para juntar sua rola com a dele. Ele se ajoelhou perto do Rodrigo e ele agarrou nas duas rolas e começou punhetando.
- Ponha aqui sua boca!
Ele tava falando comigo. Me deitei em cima do Rodrigo com meu cu à frente da sua cara e pus aquelas duas rolas dentro da boca. Pensei que não ia conseguir, mas consegui. Comecei mamando aquelas delicias, enquanto o Rodrigo mamava meu cu. Quando as rolas ficaram maiores e eu já não as conseguia pôr na boca, Rodrigo me mandou virar para ele. Ele me beijou e enfiou seu pau na minha bunda de uma só vez! Isto depois de o Alex lhe ter posto outra camisinha. Eu fui às nuvens! Ele começou um vai e vem maravilhoso enquanto o Alex estava olhando. Mas foi por pouco tempo.
Passado um pouco, Rodrigo parou e disse ao Alex para enfiar também seu pau no meu cu. Eu fiquei com medo.
Alex não tava conseguindo enfiar seu pau. Ele fazia muita força, mas não entrava.
- Não tou conseguindo!
- Oh! Faz força! Cê quer comer seu namoradinho ou não?
Aí, Alex inclinou seu pau contra o do Rodrigo, fez mais força e conseguiu enfiar a cabeça. Eu gritei, gritei!!! Como nunca! Tava me doendo horrores! O Alex ficou com pena minha:
- Se cê quiser eu tiro!
Eu ia fizer para tirar, mas o Rodrigo foi mais rápido:
- Não! Não! Isso já passa! Enfia tudo, vai!
Eu queria que eles parassem. Rodrigo podia querer fazer isso, mas também tava preocupado comigo. Ele agarrou minha cabeça, me beijou e me disse olhando nos olhos:
- Isso já passa, tá bem?
Enquanto gemia, eu abanei a cabeça dizendo que sim. Aí, Rodrigo encostou minha cabeça ao seu peito e começou passando a mão carinhosamente. Alex tinha estado parado esse tempo todo para eu me habituar, mas Rodrigo disse "Enfia!" e ele voltou enfiando seu pau. Eu não aguentava as dores. O pau de Alex ia lentamente, mas mesmo assim eu não me conseguia habituar. Quando Alex enfiou todo o pau tentou fazendo um vai e vem, mas não conseguiu. Ele ia para trás e para a frente, mas o espaço era tão apertado que os paus não se mexiam dentro de mim. Pior, o pau de Rodrigo começava saindo. Eu percebi que o Alex não tava conseguindo e o Rodrigo também.
Quando o seu pau saiu todo, Rodrigo disse:
- Já chega! Cê não consegue foder como deve ser?
- Desculpa!
- Eu te digo! Te vou mostrar como se fode gostoso! Troca comigo!
Rodrigo saiu de debaixo de mim e o Alex tirou seu pau do meu cu. Eu fiquei olhando para eles. Alex se deitou onde antes estava o Rodrigo e o Rodrigo tava esperando que o Alex me penetrasse. Eu fui para cima de Alex e nos beijamos, mas Rodrigo disse:
- Não! Virado para mim!
Nós fizemos o que ele queria. Eu me sentei em cima do pau do Alex virado para o Rodrigo que estava aos nossos pés. Me deitei em cima do Alex e ele começou fazendo um vai e vem mexendo o cuzinho lindo dele. Abri as pernas quando o Rodrigo se aproximou e o Alex parou as estocadas.
O pau do Rodrigo começou forçando a minha entrada e não demorou muito para que a cabeça gigante do seu pau tivesse dentro de mim. Eu voltei a gritar, mas não valeu de muito. Rodrigo continuou enfiando até que já tinha todo o pau dentro de mim. A dor era muita. Eu não sei, mas acho que o Alex e o Rodrigo tavam gemendo de prazer. Aí o Rodrigo começa um vai e vem. Lentamente ele ia para trás e para a frente e eu sentia aqueles paus roçando um no outro dentro de mim. Tivemos assim uns 2 minutos. Passado esse tempo eu me comecei habituando. Rodrigo começou a fazer estocadas maiores e mais fortes. Todos nós gemíamos de prazer. Aquilo era maravilhoso. Alex pedia "Mais!", eu dizia "Que gostoso!" e o Rodrigo gemia e suava. Todos nós tavamos todos suados. Aqueles dois paus faziam fricção e calor dentro de mim e eu amei. Alex começou beijando minhas costas e meu pescoço e o Rodrigo se deitou em cima de mim e começou me dando beijos. Quando sua língua deixou minha boca e abaixou até à boca do Alex, eu levantei a cabeça e vi seu cuzinho lindo dando saltos para cima e para baixo enfiando sua vara dentro de mim. Nunca tinha tido tanto prazer!
- Mais!
- Mais força!
Rodrigo aumentou a força das estocadas e nós amámos. Aí, eu senti o pau do Alex se mexendo. Ele queria fazer vai e vem também, mas era difícil fazer ao mesmo tempo que o pau do Rodrigo, por isso começou a escorregar para a "saída".
- Não faça isso, outra vez!
Rodrigo tirou seu pau, agarrou nas bolas do Alex e empurrou-as contra o meu cu. Assim o seu pau entrou como estava antes. Depois, Rodrigo pôs uma mão no meu ombro, pôs outra segurando sua vara e de uma vez enfiou tudo dentro de mim! Maravilha! Agora já era mais fácil fazer as estocadas, porque meu cu já se tinha habituado e tava muito mais aberto. Rodrigo voltou ao vai e vem gostoso e eu senti que ia gozar. Eu disse isso e o Rodrigo agarrou meu pau e começou a punhetá-lo ao mesmo tempo que ia continuando as estocadas.
Quando eu gozei, Rodrigo espalhou a porra toda pelo meu corpo. A seguir foi a vez do Alex dizer que ia gozar. Ele tirou seu pau, mas Rodrigo continuou o vai e vem. Aí ele se deitou em cima de mim e empinou o cu para o Rodrigo. Enquanto nos beijávamos e nos apalpávamos, Rodrigo trocou meu buraco pelo do Alex e começou dando estocadas até ele gozar (não foi preciso muito). Toda a porra do Alex ficou entre nossos corpos. Com aqueles dois cus à sua disposição, Rodrigo ia alternando entre um e outro até que ele também gozou para cima de mim. No final aqueles dois machos foram ver meu buraco. Segundo o Alex ele tava enorme! Nunca o tinha visto assim! Ele lambeu um pouquinho e depois parámos e começámos um bate-papo.
Rodrigo tava sentado no sofá, Alex tava deitado no chão e eu tava ao seu lado, com a cabeça no seu peito.
- Cês gostaram?
- Eu amei! A sério! Hoje foi maravilhoso! Te doeu muito, Bruno?
- No inicio doeu um pouquinho! Mas depois… Cê é otimo Rodrigo! A sério!
- Brigado! Cês 2 também são uns deuses! São um casal muito lindo!
Passado um pouco dissemos ao Rodrigo para ir tomar uma ducha rápida. Ele disse que ia mas só connosco.
Nosso chuveiro já era apertado para mim e para o Alex. Com nós os 3 lá dentro o espaço livre era ainda menor. Não foi um banho muito longo. Nos beijamos, espalhamos sabonete pelos corpos uns dos outros. Lavamos muito bem nossas rolas e no fim nos secámos.
PARTE 14
Como eu é que tinha carro, combinámos que ia levar o Rodrigo ao seu destino e o Alex ficava em casa.
Como o Rodrigo tinha apanhado transportes para ir para o bar, eu levei diretamente à sua casa. Durante o caminho falamos de tudo o que tínhamos feito. Rodrigo tinha gostado e eu achei isso excelente.
Quando parei à frente do prédio dele:
- Bem, obrigado pela noite e por me ter trazido a casa!
- De nada!
Eu estiquei a mão, mas o Rodrigo ignorou-a. Agarrou minha cabeça e me beijou loucamente. Quando eu achei que bastava tentei afastar a cabeça, mas ele não me deixou. Mas quando finalmente me consegui largar ele perguntou:
- Que foi?
- Eu tenho namorado!
- Isso não me impediu de fazer coisas piores à bocado!
Ele tinha razão. Eu não podia ser tão má onda depois do que tínhamos feito.
- Tá bom!
- Oiça uma coisa! Cê é o homem mais lindo com quem eu transei! Cê tem um corpo moreno lindo, tem uma bunda que é uma delícia e seu pau também não é de se desperdiçar! Eu tou muito grato por ter passado essa noite consigo! Mas é só isso!
- Ok.
Ele me beijou novamente. Esse beijo foi mais prolongado, porque eu tava deixando e gostando. Aquele homem lindo dizia que eu era lindo. Me fazia sentir um príncipe e eu gostava. Há muito tempo que o Alex não me fazia sentir bonito e nossa relação não tava muito bem, por isso eu deixei esse momento continuar.
Quando nossos lábios se separaram, Rodrigo me perguntou se eu queria subir a sua casa.
- Eu tenho namorado!
- Quem disse que eu quero transar com você? Eu só lhe quero oferecer uma cerveja, agradecer pela noite!
Eu não sabia se havia de aceitar, mas aceitei.
Nós subimos até o seu apartamento, bebemos algumas cervejas e falamos um pouco. Quando eu achei que já tava na hora de sair eu disse que me ia embora. Ele se aproximou de mim e me beijou novamente. Eu pensei que seria um beijo de despedida, por isso não o impedi. Mas sua boca começou descendo até o pescoço e ele começou abrindo minhas calças.
- Agora quero dar meu cu pra você!
Era uma proposta tentadora. Ele era um homem lindo que me fazia sentir bem e queria que eu comesse seu cu. Eu queria deixá-lo continuar. Queria sentir sua boca chupando meu pau. Queria saber se seu cu era apertado… não devia ser. Eu queria, mas depois me lembrei do Alex. O meu namorado à 2 anos, o meu amor provavelmente estava na cama me esperando e eu ali, desejando comer o Rodrigo.
- Eu tenho namorado, Rodrigo!
Afastei Rodrigo de mim e abotoei minhas calças. Ele não gostou, mas eu continuei falando:
- Eu amei essa noite, cê é um homem lindo e me fez sentir muito bem por isso eu tou grato! Mas isso que cê quer fazer comigo é trair meu namorado e eu não vou deixar.
Virei as costas e sai pela porta.
Quando cheguei a casa Alex me esperava na cama. Ele não perguntou porque é que eu tinha demorado. Se limitou a me beijar como não me beijava à muito tempo. Nessa noite nos amámos como já não fazíamos à muito tempo. Nessa altura eu senti culpa, mas também me senti bem ao lado do homem que amava.
Durante muito tempo nós vivemos apaixonados como nunca. Nossos problemas tinham desaparecido. Nunca cheguei a contar o que tinha acontecido com o Rodrigo e tentei esquecer.
Ao fim de algum tempo surgiram novos problemas e nos separámos. Foi triste, mas tinha que ser. Para tentar esquecer o Alex fui à casa de Rodrigo. Transamos umas 6 vezes, mas não passou disso. Eu queria esquecer o Alex. O Rodrigo continuou dizendo que eu era lindo e isso me deu confiança. Me relacionei com 2 homens, mas não tanto tempo como com o Alex. Eles eram lindos e gostavam de mim, mas eu nunca cheguei a sentir por eles o que sentia pelo Alex. Com o primeiro vivi 7 meses e com o segundo vivi uns 4 meses.
Mas felizmente, um ano depois de ter acabado com o Alex nos encontramos novamente. Conversamos, rimos, e não passou disso. Começamos marcando encontros e passado 1 mês tavamos morando juntos outra vez. Ele admitiu a todo o mundo que me amava, incluindo ao patrão, e agora vivemos felizes e apaixonados.
Esse ano de separação nos fez bem. Atualmente eu tenho 20 anos e o Alex tem 21. Ele tá mais bonito e me ama mais. Continuamos fazendo sexo duro, sexo muito bom, mas também sabemos nos amar e transar carinhosamente. Às vezes alinhamos numa transa a 3, mas nunca mais vimos o Rodrigo. Também já alinhamos em suruba, mas não há nada como chegar a casa e sentir aqueles braços sarados agarrando meu corpo.
Te amo, Alex!

O Filhote do Papai

maio 1, 2009

paranoia.007@hotmail.com

Puxei a trava do portão e fui entrando pelos fundos da casa do Juninho. Éramos amigos e vizinhos desde os cueiros, e agora enfretávamos juntos o exercício militar obrigatório além de estudarmos no mesmo cursinho. Por vivermos um na casa do outro desde pequeno, pensávamos que era dispensável se anunciar pra entrar,e eu fui entrando, sem rodeios, pela porta da cozinha, mas parecia não haver ninguém na casa.
Continuei entrando, e na sala eu encontro o pai do Juninho pelado transando com uma mulher.
Ela, com a mini-saia levantada em posição de frango assado, não me viu, mas ele sim. Fiquei paralizado não sabia se ia pra frente ou pra traz. O corpo dele de frente pra mim, o peito cabeludo, os braços musculosos, o pulso grosso. Ele me viu sem nenhum espanto.Parecia até que já me esperava. Me olhava e ria da minha perturbação.
Com os olhos me deu sinal pra me esconder atrás da cortina e do sofá. Lugar perfeito para espiar, pensei mais tarde. E foi o que fiz espiei durante meia hora, e ele fazia de tudo pra que ela não me visse ali. Eu a conhecia também, era vizinha nossa, pouco mais velha que eu, dizem que dava pra todo mundo que quezesse, e também não era muito bonita. E ele ia se exibindo sobre a garota. Ás vezes tirava o pau pra fora e o sacolejava,sempre olhando pra mim. Eu ia à loucura. Meu cú piscava e meu pau tava duro como uma pedra. Ele ria e piscava com jeito safado que eu jamais conhecera.
A garota gemia provavelmente de olhos fechados , absorta em seu prazer, quando de-repente ele parou e pediu que ela fosse embora. Foi até a janela fingiu ter visto alguém, pediu que se apresasse, mostrou procupação. Um teatro mal ensaiado mas que funcionou: a moça se recompos apressadamente e saiu pela porta da frente, dizendo alto.
-Obrigado, mas quando a Dona Nina estiver eu volto… Eu já havia entendido que ninguém chegaria, provavelmente todos na casa tinham viajado, como de costume. e de fora ninguém era esperado.
Restamos eu e ele na sala, e ele me pediu que fosse até o portão e o fechasse. Enquanto eu atendia seu pedido a garota olhou pra trás e me viu, na certa pensou que era eu quem tinha chegado naquela hora. Voltei à sala, e ele continuava pelado, o pau meia bronha, sentado no sofá e se rindo muito. Bateu a mão no sofa ao seu lado e disse.
-Senta aqui. Esta não volta nunca mais. Deve ta correndo até agora.
Eu não conseguia tirar os olhos do seu pau. E ele sabia, passava a mão sobre o corpo enquanto ia me perguntando o que tinha achado, se tinha gostado, se já tinha alguma experiência… O pau dele foi se erguendo sob os meus olhos e o puto se exibindo pra mim. Falou pra eu tirar o meu pra fora, que ele queria ver se eu tinha crescido. Tirei. Ele se assustou com o tamanho.
-É menino,você cresceu mesmo! Disse isso e pegou no meu pau. Ele viu que eu gostei, aliás eu estava gostando desde o primeiro momento, e pos minha mão sobre o seu. Ainda continuou com uma conversinha fiada, mas logo percebeu ue não precisava mais e me puxou, arrancou me a roupa e me pôs sentado sobre seu colo. Ele me lambia todo, me chupava, me lambuzava,engolia meu pinto, enfiava o dedo grosso em meu cú e me chamava de filho. Me colocava de quatro e arregassava minha boca enquanto perguntava se era assim que eu fazia nos troca-troca com o juninho. Aceitei o jogo.
-O Juninho gosta de chupar o seu, enquanto você chupa o dele?
-Então chupa o pau do papai,que eu chupo o seu. Enfiei a cara no meio daquele monte de pelos, enquanto ele me engolia sem dó.
-Agora esfrega o cuzinho na cara do papai. E eu obedecia cegamente ao meu general de lingua grossa. Se sai de sua boca foi para ser empalado, com protestos de dor e praser. Foi de uma vez só.
-Isto, menino obediente. Faz do jeito que você faz com o juninho. Passada a dor eu rebolava e me contorcia, abraçado ao seu peito peludo.
Eu pensava na cena:
-Eu no meio da sala do Juninho, sentado no colo do pai dele, com pau dele enfiado no meu cú. Ele morreria se soubesse. E o coroa sabia como fazer!
Ele me erguia com as mãos grossas e me enfiava o pau com gosto. Tirava do meu cu pra por em minha boca, enquanto me arregassava com os dedos.
-Tá gostando filhinho do papai? Mama o pau do papai que o papai chupa seu pirulito. Ele me lambia, me mordia e me arrancava gemidos variados. Por fim ele me colocou sentado em uma banqueta segurou o meu pau e sentou se com tudo sobre ele. Eu me assustei. Ele rebolava, subia e descia sobre mim, e eu não acreditando que meu pau desaparecia no meio bunda cabeluda. Enquanto rebolava com meu pau em seu cú,ele empurrou minha cabeça para que eu mamasse seu pau. Não deu outra, ele gozou farto em minha boca.
Depois me fez gozar sentado em minha cara, esfreganco o cu fudido na minha boca e, puxando minhas pernas para cima enfiou tres dedos no meu burraco. Gozei muito. Eu estava no céu.
-Faz tempo que eu espio você com o juninho. Agora ensina pra ele o que o papai aqui te ensinou. Disse isto e esfregou sua bunda na mnha cara de grata surpresa.

O ativo que virou passivo no meu pau

abril 21, 2009

Mes de julho, mes de férias. Era uma quinta-feira e a programação da noite ficava por conta de um show em praça pública da minha cidade. Lá pelas oito da noite, com a música de um grupo local, eu encontro uma grande amiga minha. Ficamos conversando por conta do bolo que o namorado havia dado nela.

Eu estava solteiro e sem ninguém, por pura opção. Tava cansado de mulher pegando no meu pé, e de caras ciumentos que me cobravam muito a presença. Umas dez da noite, com o show já quase encerrando, desconfiei que alguém me olhava, do meu lado esquerdo, não muito perto de mim. Como essa minha amiga sabe de mim, contei a ela que achava que alguém estava me paquerando. Olhei para o lado e avistei um dos caras mais bonitos com quem já transei na vida. Ela ficou de queixo caido com a beleza do cara. O Diego é branco, malhado de academia, da minha altura (1,70m), cabelos negros, rosto lindo e olhos verdes como petecas. Ele realmente é de tirar o fôlego de qualquer um. Ele me olhava insistente e sorria discretamente. Eu retribuia. Logo depois, o show encerrando, uns amigos do Diego se aproximaram dele.

Ficaram conversando e ele parou de me olhar. O show acabou e eu me despedi da minha amiga. Fui caminhando para o carro devagar, pra ver se conseguia falar com o cara. Ele deu um jeito de se livrar dos amigos e fez sinal para que eu o encontrasse na curva. Peguei o carro e fui andando devagar, enquanto ele caminhava pela calçada. Assim que dobrei, ele veio até a janela do meu carro, nos apresentamos e foi quando eu soube que ele era músico. Convidei-o para sair mas ele tinha que voltar para a companhia dos ditos amigos.

Trocamos então os telefones e marcamos para a noite seguinte. Mal consegui dormir. Lá pelas dez da manhã, eu estava no trabalho quando o celular toca. Não esperava tão cedo, mas era ele. Um frio me subiu pela espinha. Ele me perguntou se o encontro que marcamos para a noite não poderia antecipar, pois ele estava louco pra ficar comigo. Ele tinha um jeito másculo, forte e uma voz grossa como a minha. Marcamos um encontro no shopping às quatro da tarde. Chegado o momento, conversamos lanchando e fomos dar uma volta pela orla do rio que circunda a minha cidade. A noite foi caindo, e o desejo era latente em nossos olhares. Então aconteceu nosso primeiro beijo, dentro do carro.

Como os vidros têm película escura, não houve problema algum. Foi um beijo ardente como dois apaixonados. Nossas línguas se procuravam e nossos lábios se chupavam freneticamente. Nessa hora, ele começou a descer a mão em direção à minha bunda. Segurei a mão dele e olhando em seus olhos perguntei que tipo de relação ele costumava ter na cama. Ele disse que estava louco pra me comer. Dei um sorriso e afastei a sua mão, dizendo que então parássemos por ali, pois eu não gostava de fazer o papel de passivo. Ele meio sem graça, respondeu que realmente seria um problema, pois gostava de comer uma bunda. Propus que a gente ficasse como amigos, já que não iria rolar mesmo. Ele concordou e pediu que eu o deixasse em casa. Atendi seu pedido e lá chegando nos despedimos novamente com outro beijo carinhoso e gostoso.

Meu pau só faltava explodir dentro da calça, mas o que fazer, né? Passados três dias, no sábado à tarde, eis que o Diego novamente me liga. Combinamos pegar um cinema e fomos assistir um filme de aventura. No escuro da sala, ele discretamnte roçava sua perna na minha e pegava de leve na minha mão. Novamente a excitação foi tomando conta de mim. Terminado o filme fomos lanchar na orla. Já era umas nove da noite quando, dentro do carro, os beijos novamente aconteceram. Confesso que ficava agoniado, pois sabia que não iria passar daquilo. Perguntei-lhe se ele nunca havia sido passivo, pois eu tinha muita vontade de comer aquela bundinha linda que ele tem. Ele disse que não. Perguntei: Mas vc nunca sentiu vontade? Ele respondeu: Não vou te mentir, vontade eu já senti, mas foi com um namorado de longo tempo. Não tive coragem. E vc? Eu respondi que nunca havia sentido vontade e pedi para que parássemos com aquilo de ficar se beijando, já que não iria rolar nada entre a gente.

Surpreendi-me quando ele respondeu: Quem sabe se vc tiver um pouco de paciência…Tinha certesa que a essa altura meu pau já babava de tanto tesão. Abracei=lhe carinhosamente e nos beijamos novamente. Agora eu já ousava deslisar minha mão pelas suas costas e tentando fazer um carinho naquela bundinha por dentro da calça. Ele hesitou e pediu-me para parar. Fiquei puto nessa hora e pensei que ele deveria estar brincando com a minha cara, se achando o bonitão e sacaneando direto comigo. Fui meio indelicado e disse que iria deixá-lo em casa. Quando o deixei na porta, pedi a ele que não me ligasse mais, pois achava que ele tava era afim de sacanear comigo.

Ele ficou muito chateado e disse: Realmente vc só tá querendo uma bunda pra comer, não te incomoda que eu não vou mais te ligar. Saiu do carro furioso. Fui pra casa com meus pensamentos e certo de que ele entendeu tudo errado. Não era nada disso. Eu é que pensava que ele queria brincar com a minha cara. Passou-se uma semana e resolvi eu ligar pra ele. Tentei explicar o que eu estava pensando e ele marcou outro encontro pra de noite. Novamente dentro do carro, ele acabou entendendo e foi quando disse: Cara, eu não tô entendendo, mas acho q tô sentindo uma coisa legal por ti. Não tô afim de t sacanear. Eu é q tô com medo. Vi sinceridade eu seus olhos e nos beijamos novamente. Rumamos para o motel, com a concordância que não era certesa que alguma coisa rolaria além dos carinhos.

Tomamos banho de piscina nús e tive naquele momento a certesa da linda bunda, redonda e lisa que ele tinha. Fomos nos deitar e aos beijos eu comecei a alisar suas costa e sua nádegas. Fazia um carinho de leve com a ponta dos dedos em seu cuzinho, e ele gemia baixinho de prazer. Virei-o de costas e disse pra ele não ficar com receio. Comecei a beijar suas costas lentamente, lambendo todo o caminho em direção o cuzinho. Quando alcancei aquele buraquinho, passei a lingua de leve, arrancando dele suspiros de tesão. Toquei embaixo de seu saco e pude percebi que seu pau estava muito duro. Introduzi de leve minha língua em seu buraquinho, fazendo um vai vem muito gostoso. Aos poucos ele foi se soltando, abrindo mais as pernas. Já estava entregue e se esfregava no lençol a cada estocada minha com a língua. Subi sem suas costas e comecei a beijar sua nuca, enauqnro cutucava seu cuzinho com a cabeça do meu pau, lambuzado do líquido de tesão. Tentei forçar um pouco para abrir caminho. Nessa hora ele se fechou, trancando sua bundinha. Beijei muito seu rostyo ne sua nuca, pedindo calma a ele. Ele disse: TÔ com muita vontade de dar pra vc, como nunca senti por ninguém, mas não tenho coragem amor.

Aquelas palavras me deram um calafrio. Pedi a ele que ficasse calmo, tranquilo, pois ele iria gostar e eu ia fazer com muito carinho. Ele procuroiu relaxar, fechou os olhos e disse: faz devagar amorzinho…só vou fazer isso porque tô louco por vc. Palavras mágicas pra um momento de puro tesão. Peguei o gel que já estava de propósito ao meu alcande e lambuzei seu cuzinho máximo que eu pude e toda a extensão do meu pau, que não é muito grande (cerca de 16 cm). Fui beijando e fazebndo carinho, ao mesmo tempo em que fui posicionando a cabeçona vermelha na entrada do seu cuzinho.

Com muito carinho, muitos beijos, fui avançando lentamente aquele buraquinho. Ele tentava reagir, trancando o cuzinho. Novamente as carícias e meti minha mão por baixo dele, tentando fazer um carinho em seu pau, que estava duro como pedra e babava de tesão.Quando ele sentiu o carinho no pau dele, subiu mais a bunda para facilitar minhas carícias, e foi quando fui enfiando toda a minha rola dentro daquele cuzinho muito apertado. Ele travou, mas meu pau finalmente estava todo dentro dele, babando de desejo, prestes já a gozar. Pedi para que ele ficasse calmo, pra acostumar. Ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo muito. Foi quando eu acariciei ainda mais seu pau e ele foi se mexendo lentamente. Logo ele estava acostumado com minha rola toda dentro dele.

Ele suava muito, apesar do forte ar condicionado. Lentamente comecei a bombar no seu cuzinho. Ele já mais relaxado, começou a ficar mais tranquilo, em clara demonstração de prazer e já sem dor. As bombadas foram ficando um pouco mais fortes, porém de modo a não machucá-lo. Nesse momento, ele pediu para ficarmos de ladinho e eu atendi. Fui bombando e ele se masturbando, até que meu peu começou a inchar, sem ser preciso que eu anunciasse meu goso. Ele, percebendo que eu estava quase gozando, empinou ainda mais aquela bunda, dizendo pra eu gozar dentro dele, como ninguém nunca havia feito em sua vida.

Gozei jatos enormes de esperma, enquanto ele se masturbava e gozava como um louco. Agarrado em suas costas e atolado naquele cuzinho, tive um prazer de gozo como poucos já havia tido. Assim que ele gozou, começou a querer tirar meu pau de dentro dele rapidamente. Pedi que ele tivesse calma, pois estava ainda duro. Fui retirando lentamente para deixá-lo livre. Percebi nesse momento que meu esperma tinha um pouco de sangue, bem pouco, no meu pau. Fiquei preocupado e ele assustado,. Correu para o banheiro e foi fazer uma ducha. Ele disse estar ardido.

Tomei meu banho junto com ele perguntei a ele se estava tudo bem. Ele respondeu que sim. Fomos para a cama e começamos a nos beijar novamente, só que desse vez ele já não mais hesitou em ser comido, abrindo-se como uma fêmea. Penetri por duas horas ele de frente, segurando meu gozo e deixando ele se deliciar com a penetração. A partir desse dia, ficamos mais dois meses, ele sempre dando o cuzinho pra mim quase todos os dias. Terminou porque ele era muito cobiçado e isso começou a me incomodar, mas até hoje, quando nos encontramos por aí, percebo o quanto ele gostou de ser uma fêmea nas minhas mãos.


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