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Amizade na Medida Certa

outubro 20, 2010

Bom pessoal, esta é a história da minha primeira vez. Foi bem amador mas até hoje sou fissurado o que aprendi aquele dia: Penetração.

Essa história é real!

Eu era morador de uma pequena cidade no interior da região norte do RS, quase na divisa com SC. Na época, eu com 12 ou 13 anos, vivia a intensidade da “primeira gozada”. Época essa que adolescentes – ou pré-adolescentes como está na moda – descobrem o sexo.

Pois bem, moramos em uma casa em uma vila distante alguns quilômetros da cidade. Telefone era artigo de luxo. Internet? Que é isso? Restava aos meninos jogar futebol, andar de bicicleta, jogar pega-pega, esconde-esconde… Algo que era bastante mais saudável que hoje em dia. Todos meus amigos gozavam de uma aparência saudável. Bronzeados, sem barriga e de certa forma, fortes. Eu me incluo aí. Saúde não faltava. Não necessariamente bonitos, mas de fato, muito robustos. Eu tinha cerca de 1,60m, 50kg, magro, branco bronzeado do verão sem camisa, olhos e cabelo castanho e curto. Bonito!

Volta e meia nossas brincadeiras – ainda inocentes – ocorriam longe dos olhos de nossos pais dada a total falta de banditismo da região. Somente as meninas não participavam dessas incursões que, não raro, acabavam em lavouras de soja/trigo ou numa cachoeira próxima à vila que morávamos. Os motivos eram óbvios: “não é coisa de menina”.

Na idade em que estava, com o furor sexual, punheta começou a ser coisa farta. Só imaginando coisas. Mas tudo isso em casa, ou muito escondido. Sozinho.

Podem imaginar vocês o quanto fiquei surpreso quando, em uma de nossas incursões à cachoeira, um dos guris, coisa de dois anos mais velho, começou bater punheta na frente de todos, rindo copiosamente, sentado em uma das pedras? Não contente, ele chamou um menino, de uns 10 anos, e lançou um “leandrinho, bate aqui pra mim vai!”. O guri não foi, claro. Haviam outros guris mais velhos junto e eu só assisti o que se passava. Outros dois dos mais velhos avançaram por sobre o mais novo onde ele, na ânsia, tentava fugir. Sem sucesso. Tiraram o calção dele dentro d’água deixando-o nu. Os dois mais velhos estavam também de calção e estavam com seus “enormes” paus duros. Acabei descobrindo depois que não eram muito grandes – com a experiência – mas como eram mais velhos que eu, pareciam gigantes.

No fim das contas, tudo não passou de muitos gritos do Leandrinho e risadas de todos os outros, pois o pequeno não cooperou em nada.

Cessaram também as punhetas. No entanto, algo despertou em mim. A safadeza oculta até então. Centenas de punhetas foram batidas lembrando da situação. Mais ainda do guri sentado na pedra, rindo com a mão no pau batendo uma e chamando o outro, daquela forma safada que a gente só sabe fazer quando esta com “tesão mesmo”.

Aquele guri não tinha nada de especial… mas me deixou louco pela força e a certeza com que ele disse as palavras. O “bate aqui pra mim vai!” ficou rodeando minha cabeça.

Tudo foi tomando conta do meu pensamento. Fiquei meio que alucinado. Excitado ao ponto de outros meninos, em minha cabeça, irem tomando o lugar do outro, sentado à pedra na beira da cachoeira…

Eu era bastante amigo do Rogério, que era bem mais velho que eu. Tinha cerca de 17 anos. Ele era o personagem principal nos meus devaneios por ser um “homem e tanto”. Bem bronzeado, tinha braços fortes, costas fortes, barriga tanquinho, mas com a cintura fina e uns pernões! Não bastasse isso, ele era mais alto que eu, tinha um sorrisão em parte destacado pela cabeça pequena e olhos verdes escuros.

Eu não saia mais de perto dele. Ele virou meu “ídolo”! Eu queria imitar tudo o que ele fazia ter aqueles brações e fazer sucesso com as meninas como eu achava que ele fazia. Bem, certo dia, do nada, me dei por conta que tudo aquilo deveria ser por que eu queria transar com ele! E resolvi tentar!

Mas pensava “como vai ser isso?”, “ele vai me rasgar”, “e a dor?”, “e se ele contar pra alguém?”. O interessante é que eu só tinha uma certeza que era a de que se eu “me oferecesse” ele não negaria. Tudo isso me perturbou uma semana até que tudo o que pensava antes foi substituído por um “DANE-SE!”.

O plano era o seguinte:

Ele sempre passava em frente minha casa logo depois de meio dia quando ele acompanhava seu irmão mais novo até a escola. Em seguida retornava. Esperei ele e seu irmão passar, quando ele voltou, fui até o portão. Sabia que ele chegaria conversar, afinal, éramos amigos.

Ele chegou e fui direto ao que tinha planejado para não perder a coragem:

Eu: “Cara, que tu vai fazer hoje à tarde?”;

Ele: “Nada, nada nos planos e tu?”;

Eu: “Bah… precisava duma ajuda sua então… mas é segredo… só tu pode me ajudar…”;

Ele: “Claro manda aí!”;

 

Eu não poderia dizer pra ele sob pena de deixar ele muito surpreso e assusta-lo.

 

Eu: “Não, agora não posso falar nada aqui… depois… daqui meia hora mais ou menos tu vai fazer o que vou te dizer pode ser?”;

Ele: “Missão impossível é? Claro! É comigo!”;

Eu: “Então tu vai passar aqui em frente de casa. Eu vou estar aqui fora. Daí, vamos lá na casa abandonada da Dona Cecília. Tu vai pela rua e eu aqui pelos fundos. Ninguém pode ver a gente junto. Segredo ok? Cuida pra ninguém te ver pulando o portão lá. Tem pouco movimento agora”;

Ele: “Ok, vou lá e faço o que? Bato palmas?”;

Eu: “Vai até os fundos da casa. Eu vou estar lá.”;

 

Esta casa fazia divisa com a minha, nos fundos, e era separada apenas por uma cerca de arame farpado. Fácil de pular. Minha mãe estaria dormindo e meu pai já não estaria mais em casa. Na casa havia uma janela nos fundos, a qual eu havia arrombado. Coisa de criança curiosa. Não havia nada na pequena casa.

Ele topou, saiu… e em coisa de 20 min ele passou em frente minha casa. Gostei de ver que ele estava adiantado… Concluí que ele também estaria curioso, o que era bom, imaginei. Acenei um discreto Ok ele assentiu, e me dirigi ais fundos. Fui correndo. Queria chegar antes. Cheguei. Abri a janela e dirigi-me á parte da casa que teria vista para a rua por algumas frestas. Alguns instantes depois vi a figura atlética dele caminhando e discretamente olhando pra trás e pros lados… Mais discreto ainda foi a corridinha que ele deu, pôs a mão no tijolo do portão e lançou as duas pernas por sobre o portão. Ele estava no perímetro com uma facilidade incrível! Seria ele um bandido? Rsrsrs.

Chegou, foi aos fundos. Eu havia deixado a janela entreaberta. Vi ele acocorado ao lado dela fazendo um “psssiu, pssssiu! Rápido!”. Abri a janela e ele entrou com a mesma desenvoltura com que pulou o portão.

Ele: “Tah e agora?”;

Eu: “Senta aí.”;

 

Sentou.

 

Eu: “Cara, tu sabe alguma coisa da Lu? Com quem ela ta? To apaixonado por ela…”;

Ele: “Mentira né que tu me chamou aqui pra essa conversinha? Por que segredo com isso? Ta quente aqui tira tua camisa e estende ela do avesso aí no chão”;

O porque dele me mandar fazer aquilo não entendi… Mas fiz… Ele também tirou a dele… Olhei pro corpão dele… Ele me alcançou a camisa dele e disse que era pra fazer o mesmo com ela… estender virada do avesso ao lado da minha. Num momento de silêncio, dei-me conta de como era quente mesmo! Ele levantou, passou uma réstea de sol no peito dele e vi como ele estava soando no meio do peito onde tinha alguns pequenos cabelos dourados.

Foi quando ele me estendeu a mão e disse pra mim levantar. O fiz. Aí ele pensou um pouco… passou a mão na testa e no cabelo pra tirar o suor e me disse que estava nervoso.

Eu: “Porque tu ta nervoso Rogério?”;

Ele: “Não sei… tu é meu amigo… não deveria fazer  isso contigo…”;

Aí eu avacalhei com tudo. Entendi inconscientemente que ele estava nervoso, pois, afinal, não poderia comer o cu de seu amigo… Ele deve ter me sacado ou quem sabe já havia passado por isso antes com outros guris. Afinal, porque seu amigo te chama, pedindo segredo, pra ninguém ver, para ir a uma casa abandonada na primeira hora da tarde? Inconscientemente ele sabia que eu queria dar abunda pra ele. E eu soube que ele queria me comer.

Eu: “Cara, é tudo o que eu quero de ti agora. Seguimos sendo amigos. Eu nunca fiz isso e tu tem que ser o primeiro.”;

Ele riu… Olhou pro alto… Arrumou a cueca próxima às bolas por cima do calção preto num indício de que algo se moveu ali dentro… Chacoalhou a cabeça como um “não”.

Em seguida, levou a outra mão para minha cintura e, sem olhar pra minha cara, me aproximou com aqueles braços fortes encostando nossos corpos suados. Depois me pegou mais forte colocando sua cabeça junto à minha como que se ele quisesse ver minha bunda por cima do ombro. A mão saiu do pau e veio junto da minha cintura também. Ele me abraçou tão forte que estalou minhas costas. Senti o pauzão duro dele encostar na minha coxa… Abracei ele também e, com as palmas da mão aberta, esfreguei as costas lisinhas e suadas dele. Naquele momento me apaixonei por homem suado!

Ele me soltou e disse pra deitar de bruços por sobre as camisas no chão! Eu, finalmente, entendi o porquê de tirar as camisas e por no chão do lado avesso pra não sujar muito do lado certo quando a gente transasse ali encima… Óbvio…

Quando deitei ele ficou de joelho entre minhas pernas abertas. Não tiramos os calções. Ele, com ambas as mãos baixou meu calção até liberar caminho, logo em seguida deve ter tirado o pau dele pra fora também pois eu não vi. Tinha em mente que seria dolorido e era melhor não ver.

Tudo isso em silêncio. Ouvi ele cuspindo… Não entendi por que… Logo depois ele afastou minhas nádegas… Bem afastado, ouvi ele cuspir de novo e senti a baba no meu rabo. Me virei possesso de raiva com ele! Afinal havia cuspido em mim!

Ele: “Pssssiu! É só pra entrar mais fácil animal! Deita aí!”

Nessa hora vi o pau preto dele. Reto, grande e bem grosso com um cabeção pontudo. Ele estava todo babado também. Ele fez de novo a cena do cuspe na cabeça do pau pra me mostrar como era. Envergonhado e com um pouco de nojo me deitei novamente. Sem mais tapar os olhos. Agora queria saber de tudo. Ouvia ele batendo um pouco de punheta para lambuzar bastante o “equipamento” que, na minha medida da época era muito gigante. Hoje, calculo que tinha uns 18cm bem grosso. Para uma primeira vez, foi gigante mesmo!

Ele ficou na posição clássica “papai-papai” com as duas mãos próximo à meu ombro. Ele tentava achar meu buraco sem usar a mão tentando mostrar alguma habilidade ou experiência que eu não queria saber com quem ele tinha adquirido. Fato é que o pau dele era bem duro. Sendo assim, ele consegue maior controle com o quadril.

Ele então conseguiu chegar com o cacete bem na pontinha de minha preciosa joia virgem. Eu lancei um “Devagar meu, por favor!” implorando pela piedade dele. Ele me devolveu um bem tenso “não vai doer muito, te acalma”. Eu me preparei para levar uma espadada no coração. Mas estava disposto à isso. A dor era parte do que me fazia sentir todo aquele tesão. Quando ele forçou a entrada eu acho que eu rezava o pai nosso de tão tenso!

Mas, inacreditavelmente, aquela cabeçorra passou facilmente me deixando muito surpreso e soltando um “Ah” de alívio. Ele perguntou se doía, eu, precavido, soltei um “não muito”. Ele balançou o corpo e meu coração balançou junto. Que sensação de orgulho que me deu ao pensar que aquele cabeção todo estava já dentro de mim. Eu ri. Ele também.

No que ele foi pondo para dentro de mim, com muito jeito, eu não sentia dor. Apenas uma forte pressão que claramente não vinha da bunda. Era mais embaixo, quase nas bolas. Eu estava alucinado novamente. Quando enfim o cacetão dele chegou “no talo”, ele me abraçou por trás com força e largou todo o peso dele sobre mim. Relaxando.. Me senti, ali, completamente dominado e indefeso. Mas estava protegido pelo meu lindo e forte – e era mesmo – comedor. Ele me disse quase sem ar de tanto tesão que eu era apertadinho, e que estava quente ali fora mas o meu cu era mais ainda e que ele iria viciar naquilo. Eu estava mole de tesão. Tinha dado o rabo a primeira vez pro cara que era a inspiração das minhas punhetas. Não estava doendo. E ele, abraçadinho em mim, dizendo que ia viciar em mim. Nossa!

Apertadinho daquele jeito, ele deu uma forçada a mais e, aí sim, dei um salto tamanha a dor repentina que senti. Ele me segurou me sujeitando a ficar embaixo dele. Mas eu pedi para tirar que estava doendo. Ele tirou. Me pediu desculpa, dizendo que não faria mais. Eu reclamei um pouco, eu estava todo dolorido, com uma sensação diferente…ele veio pro meu lado com aquele pauzão virado pra mim… me abraçou e disse “que quando a dor passar, vamos de novo” devagarinho.

Eu estava bravo com ele. Tenho pouca paciência. Mas ele era o meu ídolo enfim. Dessa vez faríamos “de quatro” segundo ele. Fiquei como ele mandou. Mais alguns cuspes os quais eu já estava achando excitante, e lá veio ele. Dessa vez ele usou as mãos e apontou o pau pro meu cu, pois era tão duro que só apontava pro céu. Pronto, cabeça pra dentro. Com a mesma dificuldade de antes, demorou um pouco pra enterrar todo aquele naco. Pau no fundo, dessa vez a estratégia dele foi outra. Começou a bombar bem devagar. E eu ali, curtindo um monte. Ele parecia ansioso. Começou a bombar pouco mais forte e me disse que ele iria “acabar” em mim. “Tu deixa?”.

Eu não sabia do que se tratava o termo “acabar” até que ele me disse que era quando “saia o leite”. “Tu fica com meu leite dentro?” perguntou ele. Eu perguntei das consequências e, com uma cabeça que não conhecia DST assim como a minha, disse-me que “podia ficar um pouco molhado só”.

Disse pra ele então que ele podia “acabar” dentro de mim. E ainda fiz uma ressalva: “rápido que preciso voltar pra casa antes da mãe acordar!”. Ele atendeu meu pedido. Começou a bombar rápido e eu comecei a me torcer de dor. Eu comecei a ficar todo ardido. Tentei segurar ele, mas em vão. Ele era muito mais forte e estava ficando possuído de tesão. A dor, apesar de existente, era menor do que eu tinha imaginado. Então resolvi aguentar.

Num momento, ele pegou na minha nuca, colocou o cotovelo no meio das minhas costas forçando pra baixo, com o quadril me empurrou pra frente e me fez deitar na marra. Fiquei de perna bem aberta e flexionada, naquele chão sujo, com um moreno de 1,75m, uns 70kg, forte, suado pingando encima de mim, com meu calção arriado quase rasgando, sendo fodido com força. Não aguentei a pressão toda e lancei um “aiaiai” quase chorando.

Acho que foi o clímax pra ele o meu sussurro de “aiaiai”, pois ele suspirou fundo, deu cinco estocadas mais fortes e barulhentas – que me doeram na alma, lembro até hoje do barulho que fizeram – senti o leite dele coçando dentro de mim. Ele, mais aliviado, soltou de novo o peso dele sobre mim. Estava encharcado, e eu sentia o cheiro forte de macho, porra e sexo que vinha dele. Quando ele se moveu um pouco sobre mim, o calor do corpo dele parecia fogo, me fez gozar forte também mesmo sem tocar no meu pau… Molhei toda minha cuequinha branca e a camisa dele que estava embaixo da gente.

Mais adiante, ele se levantou perguntou se eu estava bem, me ajudou a levantar. Eu fiquei com as pernas meio errante, ele riu de mim. Eu estava fodido…

Mas em seguida ele me ajudou a arrumar a cueca no lugar, pois estava toda torcida em meu corpo assim como o pobre do calção que até frouxou o elástico! Juntou a camisa dele do chão. Ele já tinha visto que estava molhada e, com a parte seca passou no meu rosto, braços e peito. Juntou a minha, sacudiu a poeira, eu pus ela. Aí, era hora de ir embora. Ele observou bem pros lados de fora se não havia ninguém, eu não conseguia falar muita coisa. Estava atordoado. Tudo o que ele mandava eu fazia.

Ele abriu a janela bem devagar, pulou pra fora e me ajudou também. Por fim, me estendeu a mão num cumprimento. Acho que me recuperei naquele momento do atordoamento e selei o cumprimento com um tapa e apertei forte como sempre faço. Disse pra ele que estava ouvindo bola batendo no campo de futebol ali perto e convidei ele pra ir lá. Ele me olhou, riu e disse “Esse é meu amigo! Eu estava preocupado já! contigo! Assim que tem que ser! Gostei de ver! Segredo né!”.

Ele: “Vamos lá bater na bola dos outros por que as minha eu já bati que chega aqui contigo hoje! Eu vou num time e tu no outro ok? Ó, cuidado ao pular a cerca ali, teu calção esta frouxo! Vai lá que eu vou pela rua!”

E assim foi minha primeira vez. Eu era bem burro no assunto!

Eu achei que o Rogério era burro também mas ele não era nada burro não. Me deu as dicas certinho. Só não teve aquele romantismo todo que eu vejo nos demais contos. O meu foi bem amador!

No fim do jogo ele me disse que queria me ver no ouro dia. E nos vemos muitas outras vezes ainda!

Mas eu transei muito com ele daquele jeito. Sem oral e sem beijar na boca. E não sentia falta disso afinal não conhecia o assunto à sério. Fiquei todo ardido daquela primeira vez. Mas depois fui acostumando e acabou.

Paramos de transar quando ele teve de ir embora da vila onde morávamos. Perdi o contato com ele. Deve estar fazendo a felicidade de outros amigos dele por aí! Pena…

 

Valeu pessoal!

Minha primeira vez com um homem

julho 8, 2010

Algumas pessoas descobrem o que são bem cedo, outras mais tarde, algumas não aceitam e outras assumem logo e fazem o que desejam. Foi o que aconteceu comigo. Depois de três anos de namoro com uma gata linda e meiga, bem delicadinha, descobri que ela estava me traindo e tive raiva. Era com um peão de uma empreiteira. Ela e uma amiga iam na república deles e transavam.─ Ela ficava com um de quase 1,80, muito musculoso e com jeito de dominador. Terminamos. Depois de uns dias comecei a imaginar ela com aquele monstro, como estaria agüentando, pois se fosse proporcional ao corpo o homem tinha um pênis exagerado. A cada pensamento me excitava e comecei a me masturbar imaginando minha ex, tão magrinha e miudinha perto dele, sendo dominada e obrigada a fazer coisas que nunca tinha feito. A excitação foi aumentando e percebi que tinha tendências por homens. Contei a uma amiga que tinha se separado e morava sozinha. Ela falou que eu tinha um jeitinho meio delicado, era um pouco afeminado. Tinha um amigo dela loiro, alto, forte e sempre ia na casa dela e um dia eu cheguei lá e os encontrei conversando. Era um sábado à tarde. Ela apresentou e eu disse que já o conhecia de vista. Senti uma coisa meio estranha mas tentei não deixar perceberem. Depois de conversarmos bastante ele foi embora e eu me despedi pouco depois. Combinamos de ir a um barzinho à noite. Foi lá que contei que tinha sentido alguma coisa diferente. Ela falou:
── Eu percebi que você se excitou e ele também.
── E o que ele disse?
── Disse que gostou do seu corpinho e perguntou se você transa com homens. Eu disse que não mas ia te perguntar.
── Não fiz ainda mas tenho vontade e você já sabe. Será que dá certo?
── Ele é cinco anos mais velho que eu, separado também mas eu não faço com ele. Gosta de gays e principalmente virgens. Ele foi o primeiro daquele meu ex colega de trabalho. Se quiser marco um encontro de vocês em minha casa.
── Se for discreto quero sim. Mas tenho medo da dor que todos dizem que sentem.
── Meu amigo disse que ele é muito cuidadoso e experiente, não vai te machucar.
── Na semana seguinte ela ligou dizendo para eu ir.
Cheguei eram seis e meia e ele logo em seguida entrou.
Me chamou no quarto e mostrou uma calcinha de rendas, verde, sobre a cama. Falou para eu usar na hora, pois ele tinha várias manias que o deixavam excitado. Ela era professora e trabalhava das sete às dez. Despediu e disse que ficássemos à vontade. Logo que fechou a porta ele me pediu que trancasse. Sentei ao seu lado e recebi um abraço e senti seu corpo encostando ao meu. Perguntou se eu estava preparado para ter um homem. Respondi que nunca tinha feito mas que desejava muito e me interessei por ele.
── A Marina disse que você é virgem. Nunca deu para ninguém mesmo, nunca fez oral?
── Não, tinha muita vergonha e medo das pessoas saberem.
── Vou te ensinar tudo, direitinho, com carinho e cuidado. Vá no quarto e vista a calcinha para ficar parecendo uma mulherzinha.
Voltei com a calcinha e a camiseta que eu usava. Ele me abraçou e beijou, explorou minha língua todinha, com vontade. Entreguei-me e retribui. Começamos a nos acariciar e aos poucos a vergonha foi passando e um forte desejo aparecendo. Abaixei sua calça e peguei o pênis. Era enorme e grosso e disse que não ia aguentar. Falou num sussrurro nos meu ouvido.
── Vai sim meu amor, não vai ser tudo hoje.Para te tirar a virgindade tem que ser com lubrificante e calma. Você vai gostar.
Comecei a alisar aquele pênis duro, quente e que pulsava na minha mão. Ele se contorcia e suspirava dizendo que estava gostoso. Eu fazia com mais vontade. Começou a passar a mão em minhas coxas finas e na bunda. Estávamos excitadíssimos. Ele mandou eu me virar. Fiquei de quatro no sofá e abri as pernas, tudo sob as instruções dele. Pegou a veselina que estava na mesinha e passou em mim, foi enfiando devagar um dedo no meu ânus dizendo que ia ser difícil. Aquilo foi me dando tesão e pedi que entrasse.
── Vou tentar mas você não agüenta, tem que ser uns três dias para você perder o medo. Se eu penetrar vai doer muito e vai ficar com medo. Mas vamos com calma que eu vou te fazer bem gostoso, para não deixar trauma.
Ele tinha um jeito todo especial de explicar as coisas. Lubrifiocu o pênis e se limpou na calcinha que eu já tinha tirado. Falou baxinho que ia entrar um pouquinho e na hora que doesse ia parar. Começou a penetração e logo que a cabeça enorme entrou doeu. Avisei e ele tirou. Tentou outra vez e a mesma dor. Saiu e disse que sabia daquilo. Todas que ele fez sentiram o mesmo e ele não tinha pressa.
── Limpe meu pinto com a calcinha que gosto disso. Depois chupa até eu mandar parar para não gozar na sua boquinha.
Comecei a chupar aquele pinto que não cabia na minha boca, de tão exagerado. Ele respirava fundo e acariciava meus cabelos. Eu sentia a sensação mais estranha da minha vida e continuava. Ele me afastou carinhosamente e mandou masturbar. Ajoelhado no chão masturbei, às vezes com as duas mãos. Gozou um jato forte, quente e abundante no meu rosto e outra vez passou a calcinha para me limpar e mandou eu fazer o mesmo com ele. “Agora vista para sentir meu esperma na bundinha, é assim que se acostuma com um homem.” Vesti e ele se arrumou para sair, deu-me outro beijo e passou a mão pesada em meu corpo.Minha amiga chegou e eu a esperava na sala. Perguntou como tinha sido e contei que não agüentei. Ela falou que demorava mesmo, ele era um homem mais velho e experiente e não ia me machucar. Mais duas vezes e a penetração foi um pouco maior mas não conseguimos. Na sexta feira ele disse que estava na hora. Depois de muitos abraços, beijos, chupadas e alisadas pegou minha mão e me levou par a cama. Eu nos lubrifiquei bem e ouvi a instrução.
── Vai doer até entrar mas hoje você não vai mais ser virgem. Abra as pernas, relaxe bem e concentre o homem que está te possuindo.
── Sim, vou tentar.
Fiquei de bruços como ele mandou e logo senti seu corpão pesado sobre o meu. Colocou a cabeça e foi entrando devagar. Segurou meu corpinho e começou a estocar. Senti dor mas ele repetiu. A dor mais forte é agora, depois diminui. Entrou mais e aumentou mas estocou assim mesmo e penetrou todinho. Fui à lua de dor e nessa hora senti uma excitação tão grande que gemi e tentei mexer mas ele era muito pesado. Com as estocadas lentas percebi que a dor estava se misturando com um tesão enorme e gemi mais alto pedindo mais. Ele perguntou se tinha parado de doer. Respondi que sim.
── Está gotoso, querida?
── Sim, amora, muito gostoso. Continua assim, me possui gostoso.
Começou a entrar e sair mais firme, gemendo, suspirando, dizendo em sussurros que eu seria dele e de mais ninguém. Doía, dava prazer e um certo alívio, demorei para entender o motivo.
Ele demorou mas gozou muito gostoso me enchendo de esperma.
Escorreu na cama quando nos separamos. Depois de um beijo fomos abraçados para a sala. Ele pegou a calcinha e mandou limpa-lo. Falei que ia pegar uma tolha mas não deixou. “Coma calcinha mesmo”. Depois que fiz falou para vestir para não esquecer do que tinha acontecido. “Agora você não é mais virgem e tem um macho. De agora em diante perto de mim vou te tratar com mulher e você vai fazer tudo como mulher, entendeu? “Sim, amor.
── E também vamos te arrumar um nome de mulher.
── Qual, querido?
── Vai se chamar Sara.
── Agora vou embora e você espera a Marina e conta com foi.
Saiu depois de me beijar e minha amiga chegou. Contei com detalhes e ela se excitava, sorria, respirava fundo.
Aí ela falou: Não se envolva muito porque ele logo cansa e te dispensa, mas enquanto estiverem juntos aproveite bem. Foi o que fiz durante seis meses, até que ele se cansou mesmo e arrumou outra vítima.

O Filhote do Papai

maio 1, 2009

paranoia.007@hotmail.com

Puxei a trava do portão e fui entrando pelos fundos da casa do Juninho. Éramos amigos e vizinhos desde os cueiros, e agora enfretávamos juntos o exercício militar obrigatório além de estudarmos no mesmo cursinho. Por vivermos um na casa do outro desde pequeno, pensávamos que era dispensável se anunciar pra entrar,e eu fui entrando, sem rodeios, pela porta da cozinha, mas parecia não haver ninguém na casa.
Continuei entrando, e na sala eu encontro o pai do Juninho pelado transando com uma mulher.
Ela, com a mini-saia levantada em posição de frango assado, não me viu, mas ele sim. Fiquei paralizado não sabia se ia pra frente ou pra traz. O corpo dele de frente pra mim, o peito cabeludo, os braços musculosos, o pulso grosso. Ele me viu sem nenhum espanto.Parecia até que já me esperava. Me olhava e ria da minha perturbação.
Com os olhos me deu sinal pra me esconder atrás da cortina e do sofá. Lugar perfeito para espiar, pensei mais tarde. E foi o que fiz espiei durante meia hora, e ele fazia de tudo pra que ela não me visse ali. Eu a conhecia também, era vizinha nossa, pouco mais velha que eu, dizem que dava pra todo mundo que quezesse, e também não era muito bonita. E ele ia se exibindo sobre a garota. Ás vezes tirava o pau pra fora e o sacolejava,sempre olhando pra mim. Eu ia à loucura. Meu cú piscava e meu pau tava duro como uma pedra. Ele ria e piscava com jeito safado que eu jamais conhecera.
A garota gemia provavelmente de olhos fechados , absorta em seu prazer, quando de-repente ele parou e pediu que ela fosse embora. Foi até a janela fingiu ter visto alguém, pediu que se apresasse, mostrou procupação. Um teatro mal ensaiado mas que funcionou: a moça se recompos apressadamente e saiu pela porta da frente, dizendo alto.
-Obrigado, mas quando a Dona Nina estiver eu volto… Eu já havia entendido que ninguém chegaria, provavelmente todos na casa tinham viajado, como de costume. e de fora ninguém era esperado.
Restamos eu e ele na sala, e ele me pediu que fosse até o portão e o fechasse. Enquanto eu atendia seu pedido a garota olhou pra trás e me viu, na certa pensou que era eu quem tinha chegado naquela hora. Voltei à sala, e ele continuava pelado, o pau meia bronha, sentado no sofá e se rindo muito. Bateu a mão no sofa ao seu lado e disse.
-Senta aqui. Esta não volta nunca mais. Deve ta correndo até agora.
Eu não conseguia tirar os olhos do seu pau. E ele sabia, passava a mão sobre o corpo enquanto ia me perguntando o que tinha achado, se tinha gostado, se já tinha alguma experiência… O pau dele foi se erguendo sob os meus olhos e o puto se exibindo pra mim. Falou pra eu tirar o meu pra fora, que ele queria ver se eu tinha crescido. Tirei. Ele se assustou com o tamanho.
-É menino,você cresceu mesmo! Disse isso e pegou no meu pau. Ele viu que eu gostei, aliás eu estava gostando desde o primeiro momento, e pos minha mão sobre o seu. Ainda continuou com uma conversinha fiada, mas logo percebeu ue não precisava mais e me puxou, arrancou me a roupa e me pôs sentado sobre seu colo. Ele me lambia todo, me chupava, me lambuzava,engolia meu pinto, enfiava o dedo grosso em meu cú e me chamava de filho. Me colocava de quatro e arregassava minha boca enquanto perguntava se era assim que eu fazia nos troca-troca com o juninho. Aceitei o jogo.
-O Juninho gosta de chupar o seu, enquanto você chupa o dele?
-Então chupa o pau do papai,que eu chupo o seu. Enfiei a cara no meio daquele monte de pelos, enquanto ele me engolia sem dó.
-Agora esfrega o cuzinho na cara do papai. E eu obedecia cegamente ao meu general de lingua grossa. Se sai de sua boca foi para ser empalado, com protestos de dor e praser. Foi de uma vez só.
-Isto, menino obediente. Faz do jeito que você faz com o juninho. Passada a dor eu rebolava e me contorcia, abraçado ao seu peito peludo.
Eu pensava na cena:
-Eu no meio da sala do Juninho, sentado no colo do pai dele, com pau dele enfiado no meu cú. Ele morreria se soubesse. E o coroa sabia como fazer!
Ele me erguia com as mãos grossas e me enfiava o pau com gosto. Tirava do meu cu pra por em minha boca, enquanto me arregassava com os dedos.
-Tá gostando filhinho do papai? Mama o pau do papai que o papai chupa seu pirulito. Ele me lambia, me mordia e me arrancava gemidos variados. Por fim ele me colocou sentado em uma banqueta segurou o meu pau e sentou se com tudo sobre ele. Eu me assustei. Ele rebolava, subia e descia sobre mim, e eu não acreditando que meu pau desaparecia no meio bunda cabeluda. Enquanto rebolava com meu pau em seu cú,ele empurrou minha cabeça para que eu mamasse seu pau. Não deu outra, ele gozou farto em minha boca.
Depois me fez gozar sentado em minha cara, esfreganco o cu fudido na minha boca e, puxando minhas pernas para cima enfiou tres dedos no meu burraco. Gozei muito. Eu estava no céu.
-Faz tempo que eu espio você com o juninho. Agora ensina pra ele o que o papai aqui te ensinou. Disse isto e esfregou sua bunda na mnha cara de grata surpresa.

Quando eu descobri que sou homossexual

março 21, 2009

Tenho 45 anos e sou viado enrustido. Já faz muito tempo que dou o cu por prazer e não costumo falar sobre o porque eu sou viado ou porque eu sou enrustido. Sou assim e pronto.

Gosto de ler histórias e não sei quais são verdadeira e quais não são, mas prefiro as longas e cheias de detalhes escabrosos. Não sei se vou conseguir escrever bem o jeito que eu comecei a dar, mas vou tentar me lembrar de tudo.

Era 1977, quando meus pais foram conhecer a terra de meu pai em Portugal. Eu que sou filho único tive que ficar na casa de minha vó perto de Itu, numa velha fazenda decadente que já não plantava café. Na verdade eu nem percebia que aquela fazenda estava caindo aos pedaços pois quando eu ficava lá podia nadar num riacho, andar a cavalo, tomar caldo de cana que eu mesmo passava na engenhoca. Era tudo de bom.

Na casa da fazenda, viviam apenas a minha vó e o meu tio de 28 anos e acho que toda a renda vinha de um pecúlio que meu vô deixara e de um emprego de professor secundarista do meu tio. Os fundos da casa dava para o rio Tietê, que não parecia tão poluído naquele lugar, como era aqui em São Paulo.

Meu tio era um galalau lindo de 1,80, musculoso e com lindos olhos azuis. Na época eu já era fascinado pela beleza dele, mas ainda não admitia isso nem pra mim mesmo. Eu era um galalauzinho que já tinha 1,80 tambem, mas era magro de dar dó, pesava 72 quilos, mas sei que já tinha uma bunda bonita e meu pau era bem maior que média.

Eu não sabia que era boiola, mas naquele inverno, eu descobri como é gostoso fazer sexo com outro homem.

Acho que não contei que meu tio, era um cara alto que usava um bigode loiro, meio ridículo para os padrões de hoje em dia. Usava sempre camisa social e gravata com calço de tergal e sapatos sociais. Era uma roupa muito conservadora até mesmo em 1977. Acontece que as roupas e o pretenso conservadorismo não conseguiam esconder que meu tio era bastante afeminado. Era um desses caras que até tenta evitar dar bandeira, mas não conseguia.

Eu era adolescente e como não podia deixar de ser, batia punheta todo santo dia. A casa tinha vários banheiros e eu podia usar qualquer um deles pra tocar “uma”, mas em breve eu descobri um lugar que parecia mais gostoso pra me masturbar. Nos fundos da casa, quase chegando no rio, tinha um pequeno pomar de bananeiras. Entre essas bananeiras tinha uma parede na qual havia um velho coxo onde cavalos deviam beber água no passado, mas naqueles dias o curral ficava do outro lado e a velha parede era apenas uma ruína entre as bananeiras.

Havia um pequeno espaço entre as bananeiras onde eu ia bater punheta. Naquele lugar que não podia ser visto por ninguém, não dava pra sentar pois o chão era cheio de terra e folhas de bananeiras velhas. Eu ficava em pé arrepiando o meu pau e pensando nas garotas da minha classe ou na professora ou numa prima gostosa que eu tinha.

Tudo ia muito bem até que um dia eu abri a porta de um banheiro cuja porta tinha sido esquecida aberta e vi meu tio nu. Ele estava se depilando com um aparelho de barba. Seu corpo enorme não tinha nenhum pelo e era a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida. Fiquei paralisado olhando fixamente para as coxas dele e para o seu pau, enorme! Ele me olhou e certamente percebeu a minha cara de bobo, segurou o pau e perguntou se eu tinha gostado. Eu saí, fechei a porta e fui para a sala assistir televisão. Minha avó estava dormindo, como sempre fazia depois do almoço.

Depois de algum tempo, meu tio veio até a sala usando apenas uma camisata regata e um velho calção de futebol (naquele tempo os calções de futebol eram pequenos e apertados e não pareciam estas bermudas que jogadores usam hoje em dia). Eu nunca tinha visto meu tio usar nada que não fosse social, suas coxas depiladas e grossas eram lisas e musculosas (estavam brilhando – acho que ele passava hidratante).

Quando ele chegou na sala, parou um pouco atrás do sofá onde eu estava sentado e ficou assistindo. Depois foi até a televisão, que não tinha controle remoto, para ajustar o volume, ele abaixou-se e ficou com a bunda arrebitada para que eu pudesse olhar. Meu pau ficou duro na mesma hora. Era a primeira vez que eu me sentia atraído conscientemente por outro homem.

Pouco tempo depois eu saí da sala e fui até as bananeiras, escondi-me atrás da minha parede secreta e bati punheta pensando na bunda do meu tio. Lembro-me que eram 3 horas da tarde havia um sol de rachar e eu gozei em menor de um minuto. Depois de gozar, meu pau continuava duro, isso nunca tinha acontecido comigo. Fiquei olhando para baixo, como que esperando meu pau descer, mas que nada, a única coisa que me vinha na cabeça eram as coxas grossas e a bunda gostosa do meu tio. Não teve jeito, bati outra punheta para ele, mas desta vez não consegui tirar o pau dele da mente. Essa bronha demorou um pouco mais e eu ficava tentanto mudar meu pensamento para garotas ou mesmo para a bunda dele, mas não consegui acabei gozando com a imagem mental da rola dele em minha mente.

Voltei para a sala e ele já tinha saído. E eu continuei assistindo televisão, mas não conseguia esquecer meu tio. Naquela mesma tarde ainda voltei algumas vezes para as bananeiras. Na última vez que eu estava lá, peguei uma banana verde, descasquei-a e bati punheta com ela pressionada contra o meu cu, não enfiei, mas fiquei imaginando meu tio encostando aquele caralho enorme no meu rabinho.

No dia seguinte, acordei bem cedo e nós todos tomamos café juntos. Depois do café minha vó foi cuidar dos afazeres domésticos e meu tio me convidou para um passeio a cavalo pelas redondezas. Quando já estávamos do lado de fora, quase no curral, ele me disse que preferia passear a pé e assim fomos, nós dois andando devagar entre os pés de café abandonados da antiga fazenda.

No inicio, nenhum de nós disse nada e ficamos somente andando e olhando para o chão. As vezes eu olhava de soslaio para a bunda dele. Ele estava usando usual camisa social e a calça de tergal apertada. Eu estava com vontade de passar a mão na bunda dele mas não tinha coragem. Depois de algum tempo eu perguntei a ele porque ele se depilava que nem mulher e ele disse que achava pelos muito nojentos e que tinha muita gente que gostava de homens com corpos depilados.

Então foi a vez dele de me perguntar porque eu ia sempre até nas bananeiras. Eu fiquei meio sem jeito ao perceber que ele tinha notado, mas resolvi ir em frente e contar alguma coisa para ver o que acontecia. Disse que ia lá pra bater punheta. E depois de algum papo furado que eu nem me lembro direito como foi, ele acabou me pedindo para mostrar o lugar pra ele.

Demos a volta pela margem do rio, por onde eu sabia que minha vó não ia conseguir ver e chegamos até a velha parede entre as bananeiras. Ele alisou meu cabelo de bricadeira e disse que eu era safadinho. Eu fiquei meio sem jeito e acho que ele também, pois ficamos algum tempo sem dizer nada, olhando para os lados ou para o chão e somente as vezes nós nos olhávamos de relance. Meus olhos percorriam as bananeiras a parede e derrepente eu me dei conta que estava de pau duro, não tinha como esconder. Olhei o pau dele e percebi que ele também estava assim e eu sabia que tinha que tomar uma decisão.

Pensei que se eu fosse macho de verdade, tinha que sair rapidinha dali e nunca mais ficar sozinho com ele, mas não consegui fazer isso. O desejo foi mais forte e eu finalmente convidei ele pra batermos punheta juntos, deixei bem claro que cada um batia pra si mesmo e ele me disse “claro!”.

Abaixei as calças e cueca até os joelhos, normalmente eu só abria a braguilha, mas queria mostrar a minha bunda pra ele. Ele abaixou as calças e cueca até as canelas e ficou de frente pra mim batendo punheta e me olhando nos olhos, eu comecei a fazer a mesma coisa.

Depois de algum tempo ele se virou de costas pra mim e continuou batendo punheta, olhando diretamente para a parede enquanto eu ficava cerca de um metro atrás dele, batendo uma punheta lenta enquanto olhava a bunda dele. Aos poucos ele foi arrebitando a bunda e parou de se masturbar. Colocou as duas mãos na parede e arrebitou descaradamente a bunda, era um convite inequívoco, mas mesmo assim eu não conseguia tomar coragem, lembre-se que eu era totalmente virgem em todos os sentidos.

Depois de alguns segundos com as mãos na parede, ele arrebitou-se ainda mais e abriu as nádegas com as próprias mãos e me pediu para bater punheta encostando a cabeça do pau no cu dele. Não tinha jeito de resistir. Cheguei perto e encostei meu pinto no fiofó dele e comecei a tocar uma gostosa bronha sentindo minha mão fechada dar socos na bunda dele enquanto a cabeça do meu pau ficava encostada no ânus dele.

Não demorou muito e lê perguntou se eu queria comer e eu respondi que sim e fui tentando enfiar o caralho no rabo dele mas não entrava. Ele me pediu calma e disse que estava seco e que seria preciso molhar com guspe. Acabou me explicando que eu teria que lamber o cu dele; Eu fiquei com um pouco de nojo antes de começar, mas logo depois que eu comecei acabei adorando. Lambuzei bem o cu dele com guspe, enfiando a língua de vez em quando como ele ia me explicando, depois eu ele chupou meu pau.

Ao terminar, escorou-se outravez na parede com as duas mãos e as pernas bem abertas. Segurei sua cintura, encostei meu pau naquele cu todo melado de saliva e fiz força. Apesar de eu ter um pau grande (21 cm e grosso), não foi tão difícil de entrar. Fodi com força e gana e ele só suspirava de prazer. Quando eu menos esperava, ouvi-o dar um gemido forte e apertar meu pau com o cu. Ele me disse que já tinha gozado mas que eu poderia terminar.

Continuei como um louco e ele começou a bater punheta enquanto eu enrabava. Depois de algum tempo eu gozei dentro do rabo e ele gemeu ainda mais do que na hora que gozou. Ele mexia aquela bunda maravilhosa, rebolando no meu pau fazendo com que minha porra escorresse do cu e se espalhasse por minhas coxas e nas nádegas dele.

Quando eu achava que já tinha terminado tudo, tirei o pau de dentro e antes que eu puxasse as calças ele se virou e tirou a virgindade dos meus lábios. Foi um adorável beijo de língua que eu nunca mais esqueci. Ele invadia minha boca com sua língua e me enchia de saliva enquanto batia punheta de frente pra mim. Gozou sobre o meu pau que já estava meio mole e depois esfregou a porra dele sobre o meu cacete e as minhas bolas. Por fim me deu uma última chupadinha de leve e vestiu minhas roupas.

Quando já estávamos saindo das bananeiras, dei um espiada para ver se minha vó não estava por perto e puxei-o pela cintura para lhe dar um leve beijo na boca. Ele deu um sorriso lindo com seus olhos azuis.

Depois desse dia eu ainda fiquei mais de 20 dias na casa da minha vó. Eu era um adolecente que tinha acabado de descobrir o doce mais saboroso do planeta. Nos dois dias seguintes, eu o levei para as bananeiras umas cinco vezes por dia. Eu sempre o comia e nos beijávamos alucinadamente. Mas pouco depois ela assumiu o controle e era ele quem devia chamar, pois ele estava preocupado em dar bandeira e ser pego pela vovó. Continuamos trepando com mais moderação, só duas vezes por dia.

Depois de uma semana desse jeito, eu já não estava conseguindo segurar mais a minha vontade de segurar no pau dele. Certa tarde eu pedi pra ele me deixar pegar um pouquinho. Ele deu aquele sorriso que me deixava com as pernas bambas e eu fui logo batendo uma punhetinha pra ele.

Dessa vez, ele virou-se de costas pra mim antes de gozar e eu dei a tradicional lambida e comi o cu dele.

No dia seguinte eu pedi pra ele me deixar bater até ele gozar e assim eu fiz, mas quando a porra saiu, eu não sei o deu em mim. Cai de boca e dei uma lambida na pica dele ainda suja de porra. Ele segurou minha cabeça na rola e começou a comer. Eu estava adorando a sensação de dar prazer a um homem, sobretudo para aquele homem tão lindo.

Naquela tarde, ninguém fodeu ninguém. Nos brincamos apenas de sexo oral. Foi uma coisa muito mais bem dividida e não dá pra dizer quem era o ativo e quem era o passivo. Nós dois bebemos a porra do parceiro e eu deixei ele me encoxar pela primeira vez, mas não deixei enfiar.

Ainda nessa mesma tarde, eu não conseguia parar de pensar na sensação de te-lo por trás de mim, segundo meus quadris e com a cabeça do pau encostada. Eu não via a hora de dar. Ficava lembrando dele com as nádegas abertas pelas mãos, com meu pinto atolado e gemendo de prazer. Eu não agüentava esperar o momento de levar também, de poder sentir aquela sensação maravilhosa de dar o cu.

Quando já tinha chegado o crepúsculo e o horizonte já estava vermelho eu não poderia esperar mais. Parecia que eu iria explodir se tivesse que esperar até o dia seguinte. A única parte do meu corpo que eu conseguia sentir era o cu. Eu precisava sentir a rola dele me penetrando, eu tinha que deixar de ser virgem. Acho que não é preciso dizer que era impossível fazer alguma coisa dentro de casa, pois dentro daquela casa, minha vó era a rainha e meu tio jamais teria coragem de transar nos quartos daquela casa.

Fui até ele e lhe disse que queria dar o cu pra ele. Ele me deu aquele sorriso lindo e disse com aquele jeitinho afeminado e safado que no dia seguinte ele seria o dono do meu rabo. Eu disse que não queria esperar, que eu estava louco de vontade e estava subindo pelas paredes. Insisti tanto que por fim ele aceitou e mandou que eu fosse na frente para não dar bandeira.

Quando eu estava indo em direção ao rio, buscar as bananeiras, vi ele pulando uma janela da cozinha e percebi que ele estava trazendo uma cenoura na mão.

Cheguei primeiro e tirei toda a minha roupa pois eu queria dar pelado. Quando ele chegou já foi me dando uma encoxada com aquela rola enorme. Abraçou-me por traz e ficamos nos beijando algum tempo.

Começou a me falar alguma coisa sobre o meu cuzinho ser virgem e eu o interrompi dizendo que tudo bem. Eu tinha entendido a razão da cenoura. Virei-me de costas para ele e coloquei minhas mãos na parede, do mesmo modo que ele sempre fazia. Então ele me disse que queria ficar me assistindo enterrar a cenoura no cu e fazer masturbação anal.

Não discuti, tomei a cenoura e percebi que estava lubrificada com óleo de cozinha. Virei a bunda pra ele e comecei a enterrar a cenoura, para meu espanto, quase não senti dor. É verdade que enfiei bem devagarinho, mas naquele momento eu tive certeza que seria viado pelo resto da minha vida. Eu não tinha dúvidas de que o prazer no cu me acompanharia por toda e vida. Masturbei-me como alucinado, rebolei brincando com a cenoura na bunda para mostrar para o meu tio que eu também queria ser bicha.

Depois de algum tempo, quando o horizonte já não tinha o sol e estava vermelho como sangue, meu tio segurou meus quadris. Senti primeiro a cabeça da rola encostar e depois a pressão no meu cu que já estava meio larguinho por causa da cenoura. O Pinto entrou devagar, mas com firmeza. A mordida no pescoço foi uma espécie de prêmio para compensar a dor que eu estava sentindo. Não reclamei e nem pedi pra ele tirar fora. Agüentei tudo até sentir as bolas encostadas.

Ele ficou assim parado e chupando meu pescoço. Pedi pra ele me deixar uma marca de chupão e ele deixou e me disse que agora eu já era uma viadinho de verdade e que ele sempre soube, desde que eu era criança, que eu era homossexual. Assenti com a cabeça e comecei lentamente a rebolar no pau dele, ainda doía um pouco. Ele também era delicado e sempre fazia o tira-põe devagar, aquilo foi me deixando cheio de tesão. A dor foi sumindo e eu ia rebolando e mexendo pra frente e pra traz, meu pau ficou duro de novo sem que eu tocasse nele.

Depois de algum tempo meu tio me pegou com força e segurou meus quadris. Seus movimentos tinham uma violência que eu nem imaginava ser possível. Ele dominava meu corpo com se eu fosse uma boneca de pano e metia rápido no meu cú como se estivesse usando um brinquedo para bater punheta. Eu delirava de tesão ao sentir meu homem alucinado de tesão no meu cú. Comecei a sentir alguma coisa estranha, uma sensação diferente e comecei a desconfiar que eu ia gozar. Percebi que isso ia acontecer mesmo e fiz questão de não encostar a mão Ele ficava cada vez mais violento e começou a me chamar de palavrões e dar tapas na minha bunda. Eu achava cada vez mais gostoso, estava adorando ser chamado de bicha louca, vagabunda, mariquinha, frutinha, viadinho, boiola. Nem lembro de quantas maneiras diferentes ele me chamou de viado. Aquilo me fazia sentir que eu tinha me encontrado. Ouvir aqueles nomes feios e gostar era um prova de que aquele era o meu destino. Eu queria encontrar homens que se deliciassem comendo meu cu. Eu realmente gozei sem encostar a mão no pau e quando ele viu que isso acontecceu, segurou-me pela barriga e levantou-me do chão com seu pau ainda dentro de mim. Enquanto minha porra esguichava, meu cu se contraia e tentava expulsar o pau que ali estava mas era impossível pois ele me segurava no ar e todo o meu peso estava sobre a ele. Coloquei meus dois pés na parede e senti o pau dele esguichar dentro de mim.

Depois de bufar e me chamar de mais uma meia dúzia de palavrões deliciosos, ele me colocou de volta no chão e tirou o pau de dentro, virei-me para ele e lhe dei um gigantesco beijo de agradecimento.

Já estava praticamente escuro e eu voltei pra casa e ele saiu para visitar os amigos da cidade, assim minha vó não perceberia que nós estávamos juntos.

Enquanto eu fiquei ali, transamos todos os dias, geralmente era um gostoso troca-troca mas como rola era novidade pra mim, e como era o meu início de vida homossexual, ele me dava um desconto e me comia mais vezes do que o contrário. Até hoje ainda rola alguma coisa entre nós. Faz três meses que nos encontramos e fomos transar em um motel de Sorocaba. Precisamos ter cuidado pois ele vive com um cara muito ciumento, mas que nem sabe da minha existência.

Pois é! É isso mesmo. Eu e meu tio nunca moramos juntos. Já tive muitos relacionamentos deste tipo, até já tentei morar com uma mulher, mas o único homem que está comigo por todos esses anos é meu tio. Talvez seja por isso que o nosso relacionamento já dura tanto, ou seja, namoramos pra caramba mas nunca nos casamos.

Abraço!!

O cara gosta da coisa e muito!

março 8, 2009

Trabalho com o Raul uns dois anos, mas nossa amizade sempre foi super legal e parecemos amigos desde infância, toda sexta-feira temos um time de futebol e batemos aquela pelada sem compromisso só diversão mesmo.

Terminado o jogo fui ao vestiário tomar um banho, pois minha namorada estava me esperando para irmos ao cinema e jantar, tirei minha roupa e fui pra debaixo do chuveiro, sou tarado por sexo e estava muito excitado aquela noite, quando dei por mim estava na maior punheta, sei que sou dotado e fica difícil disfarçar o tamanho, mas estava só eu no vestiário então, foda-se pensei.
Raul entra no vestiário e faz o maior barulho:
_ Caralho meu, tu não e homem, tu e um cavalo, que baita pica!
_ Me deixaeu curtir minha punheta o Raul!
_ Deixo, mas eu nunca vi um pau desse tamanho mano, deve fazer uma sedução heim?
Fiquei puto da vida, o cara cortou meu barato e perdi a ereção.
_ Olha só meu, mesmo mole olha o tamanho dessa porra!
Chateado falei:
_ Raul vai-te fuder meu, me larga se não vou ter que descontar no teu cu!
_ Qual e meu ta me estranhando? Respondeu ele…
_ E me esqueci que pra agüentar minha vara tem que ser macho e não e teu caso! Falei puto da vida.
_ O Marcelo tu sabe que sou macho pra caramba que papo e esse?
_ Cara se tu fosse macho, tu encarava uma pica dessa no rabo e rebolava ainda, mas sei que não e teu caso!
O cara ficou furioso comigo, começou a gritar e me xingar, mas não tirava os olhos da minha pica, comecei a ficar excitado de novo e falei:
_ Vem aqui cara pega aqui na minha pica vem!
_ Corta essa não sou viado meu!
_ Não disse que tu era viado meu, só to afim de uma brincadeira, mas como já te disse não e homem pra encarar isso!
Com raiva nos olhos Raul pulou na minha frente e pegou meu pau com as duas mãos e falou:
_ Viu só macho sim e agora?
_ Me punheta um pouco!
O cara tava furioso, mas não desistia e começou a punhetar e toda hora falando do tamanho do meu que era demais, nunca tinha visto aquilo antes.
_ Chupa essa porra meu! Falei.
_ Isso ta indo longe demais meu! Falou Raul
_ Começou agora vai ate o final! Falei
O cara se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar, totalmente sem experiência e só na cabeça, ai falei:
_ Vai machão chupa essa pica direito meu, parece uma mulherzinha virgem e sem sal!
Palavras mágicas descobri, o cara não podia ouvir duvidas da masculinidade dele que ficava furioso e queria provar o contrario, começou a chupar gostoso e a tentar engolir tudo, mas engasgava, babava, mas estava se entregando aos poucos e tava super excitado, deitamos no chão frio e fizemos um 69 gostoso quando, descobri um cuzinho rosado, sem pelos e piscava, cai de língua, o cara se contorcia todo e dizia:
_ Cara isso e covardia, não faz isso meu!
_ Tu não ta gostando?
_ Ta bom demais, mas estou me sentindo como uma puta pra ti!
_ Deixa eu te guiar, fica frio e relaxa! Metendo mais fundo minha língua no cu do cara!
_ Agora quero-te fuder meu!
_ Ta louco isso não, tu vai me arregaçar todo com essa pica meu!
_ Vou ficar deitado aqui e tu vem sentando na minha rola, tu decide se da pra encarar ou não, só vou te dizer uma coisa a Márcia minha namorada, magrinha, frágil, senta gostoso com tudo na minha pica e rebola como uma puta!
_ Vamos tentar então!
Deitei de costas no chão e o Raul veio sentando no meu pau, fiquei preocupado porque saquei que o carinha era virgem, muita careta e gritos passou a cabeça, ela parou um pouco e me falou:
_ Viu só meu, quem aqui não e macho pra encarar?
Ouvindo aquilo fiquei louco e meti toda minha pica naquele cuzinho apertado e quente, o cara quase desmaiou e gritava pra eu parar, mas eu dizia agüenta meu macho, bombeei tanto naquele cu que o carinha tava mole, relaxado, mas de pauzão duraço, coloquei ele de quatro e mandei só meia vara, quando senti o carinha rebolando e pedindo mais, meti pra valer naquele cu.
_ Ai Marcelo mete no cu do teu macho viu que eu agüento meu, que delicia cara nunca pensei que levar na bunda fosse tão bom, fode meu, soca mesmo!
Coloquei o cara de frango assado e dele vara naquele cu que tava todo arreganhado, não agüentei e gozei litros de porra dentro do Raul e quando vi o cara tava gozando junto comigo.
Tomamos um banho e saímos do vestiário mas, antes de pegarmos nossos carros Raul me falou:
_ Cara não só viado meu mas, me amarrei em ser teu putinho, to todo ardido mas, te espero sexta-feira que vem depois do jogo falou?
_ Já e, falei!
Estamos transando há meses e o cara está cada vez melhor, senta na minha pica como nunca ninguém sentou. Sou realizado com meu macho passivo…
Abraço

PRISIONEIRO SEXUAL -I : ARMADILHA DE AMIGO

março 3, 2009

bissex_bondage@hotmail.com

Num desses sites de relacionamento e amizade encontrei Julio, pessoa madura, culta, com 39 anos que, assim como eu, adorava a prática de Bondage. Era casado, com filhos, bem sucedido mas morava em outra cidade, assim, nossos contatos eram apenas por e-mail, trocando experiências e técnicas de imobilização com cordas, algemas e até mesmo mumificação. Numa tarde de sábado, acessei minha caixa postal para ler os e-mails da semana e encontrei um de Julio dizendo que viria a São Paulo a negócios na semana seguinte, sugerindo que aproveitássemos a situação para nos conhecermos pessoalmente e bebermos algo em algum bar. Na terça feira nos conhecemos pessoalmente e ficamos curtindo um Happy Hour que durou quase três horas de bom bate papo como se fôssemos amigos antigos. Na saída, disse para passar em seu flat na quinta feira no início da tarde, pois teria terminado sua jornada de trabalho em São Paulo e que só voltaria para casa dele no dia seguinte. Como estava muito quente nessa semana de verão, convidou-me para tomarmos um drink no apartamento que estava hospedado e depois iríamos dar um mergulho na piscina do flat. Me programei rapidamente para ficar com a tarde livre na quinta feira. Pontualmente às 13 horas estava parando meu carro no estacionamento de um luxuoso flat próximo a Avenida Paulista indo ao seu apartamento. Julio me recebeu bem a vontade, sem seu terno e gravata que havia conhecido dois dias antes. Estava de bermuda e camiseta regata que salientava um corpo forte e trabalhado. Enquanto preparava uma dose de uísque, disse para ficar a vontade e já ir colocando minha sunga e camiseta em seu quarto. Quando voltei a sala, ele estava sem a bermuda usando uma sunga azul que evidenciava seu sexo que não parecia estar muito relaxado. Após tomarmos umas duas ou três doses cada um, já estávamos desinibidos e conversando sobre mulheres, sexo e bondage, especialmente sobre técnicas específicas que dificultariam a liberdade da pessoa, tornando-a totalmente vulnerável às vontades de seu dominador. Nesse momento, Julio abriu uma pasta executiva cheia de cordas, algemas e outros aparatos utilizados em sessões de bondage. Após pegar uma corda comprida, pediu que colocasse as mãos unidas com meus braços esticados à minha frente apenas para fazer uma demonstração de uma técnica que havia aperfeiçoado. Com a corda comprida dobrada ao meio, começou a atar meus punhos com diversas voltas em torno deles, até com um pouco de folga, e depois passou a dar voltas com a corda no sentido inverso, entre os punhos apertando com nó duplo. A folga já não existia mais e as mãos estavam bem imobilizadas pois, apesar de não machucar, não conseguia dobrar os punhos para tentar afrouxar a amarração. Uma porção da corda de quase dois metros estava pendente em direção ao chão. Novamente ele pegou outro pedaço grande de corda e começou a fazer o mesmo com meus tornozelos, também deixando um segmento de uns 2 metros de corda não utilizados na imobilização de meus tornozelos. Pegou mais dois pedaços de corda e repetiu o procedimento unindo minhas pernas com várias voltas logo abaixo de meus joelhos e outro, logo acima deles, na parte inferior de minhas coxas. Com as pernas bem imobilizadas, estava instável e não me atrevia a fazer movimentos para não perder o equilíbrio. Julio terminou pegando um rolo de silver tape bem grande e passou a aplicar fita adesiva cobrindo as cordas e os nós com umas três ou quatro voltas em cada segmento amarrado. Os punhos perderam totalmente seus movimentos e estavam mais juntos que antes, assim como cada um dos segmentos de corda que imobilizavam minhas pernas. Julio que trabalhava em silêncio disse: “desse jeito, mesmo que consiga promover uma folga nas cordas, os nós estão protegidos com o silver tape, dificultando um espertinho que tente se soltar”. Tentei me libertar e verifiquei que ele estava correto. E continuou: “quer saber porque essas duas partes das mãos e dos pés ficaram sobrando?”. Respondi que sim com a cabeça e ele me dando apoio, deitou-me no sofá de barriga para cima. O prolongamento da corda que atava meus tornozelos foi preso nos pés de um lado do sofá esticando totalmente minhas pernas, restringindo ainda mais meus movimentos. O pedaço de corda excedente que prendiam meus punhos foram presos nos pés opostos do sofá, mantendo meus braços acima de minha cabeça e meu corpo inteiro esticado no sofá, reduzindo até a liberdade de movimentação lateral. Julio disse: “vai..tenta se soltar”. Estava bem difícil me mexer e se fosse tentar um movimento maior sabia que iria me machucar pelos repuxões que a cola da fita adesiva presa aos pelos de meus braços e pernas, o que desanimaria qualquer um. “Agora só falta o acabamento final”, disse Julio enquanto cortou três pedaços grandes de silver tape aplicando-os em minha boca, um sobre o outro. “E para garantir…”, continuou passando umas quatro voltas de fita sobre minha boca e circundando minha cabeça. “E aí? Consegue se soltar?”, me perguntou. Tentei e comprovei que dali não sairia sem me machucar e nem tentaria mais. Balancei a cabeça negativamente pois o único som que emitia eram sussurros abafados: “MMMMFFFHHH!” Julio puxou uma cadeira e sentou-se na frente do sofá ficando apenas me observando sem falar uma palavra. Queria saber no que estaria pensando, mas apenas emitia sons tipo “MMHUMFFFHMM!” Após alguns segundos de silêncio ele finalmente fala algo: “Puta merda! Como foi fácil…e sem resistência nenhuma. Muito fácil mesmo”. E começou a rir com ar de safado. Comecei a ficar preocupado com essa atitude pois não conseguia entender mais nada. Comecei a me contorcer inutilmente e a emitir gemidos tipo desespero: “HHUUMMMMGHHF!” . E Julio continuou falando calmamente: “Esqueceu que já tentou se soltar e não conseguiu? Poupe seus esforços porque vai precisar de muita energia para as próximas horas”, complementou com um sorriso irônico no rosto, o que me deixou em desespero. O que ele estará tramando? – pensei. A situação começava a me amedrontar e continuava me contorcendo e gemendo “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” Julio começou a falar em tom baixo e bem determinado:“Isso! Isso mesmo! Continua a fazer isso! Adoro iniciar um hetero tradicional numa experiência homo. Sabia que ver um homem assim como você, casado, com filhos, nessa situação de impotência e a mercê de minhas vontades e desejos me excita muito? Me enche de tesão!”. Nesse momento ele abre um pouco as pernas passando a mão sobre seu pau que já estava fazendo volume por baixo de sua sunga azul. “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” “GGMMHUMDMFFF”, comecei a entrar em desespero. “Calma!” – disse Julio – “Não precisa se preocupar! Você vai até gostar, tenho certeza disso. Tenho tanta certeza que irá gostar que vai até gozar. E você vai gozar me fazendo gozar. Na pior das hipóteses, sempre terá a desculpa que não queria e que foi forçado a ter esse tipo de experiência não porque queria, mas porque não tinha como impedir” Aí realmente fiquei desesperado. O que ele estava pensando? Bondage é Bondage, mas ele estava misturando as sintonias com práticas homossexuais que não eram a minha praia. “ Quem diria, heim? Eu hoje vou te iniciar em novas experiências de vida. E o pior é que você vai gostar de todas elas, assim como aprendi a gostar disso no passado. Pegar num pau que não é seu, masturbar, chupar e fazer um outro macho gozar em você. Já pensou que um dia você faria um macho gozar? E se você fizer tudo direitinho, também goza, também é masturbado e chupado. Será que já pensou que um dia um macho iria te punhetar e te chupar e te fazer gozar e que você gostaria disso? Pois é, novas experiências….” “GGMMHUMDMFFF”. Estava desesperado, suando e com o coração a mil. Como fui tão ingênuo para cair nesse tipo de armadilha? E agora? O que fazer? Julio se levanta e fica na região do sofá atrás de minha cabeça. Sinto ele pegar minhas mãos amarradas, separar um pouco as palmas e começar a esfregar seu pau nelas. “Ta vendo? Não é tão ruim assim. Essa situação de sentir um pau crescendo em sua mão você já sentiu várias vezes. A única diferença é que esse pau que está sentindo crescer não é o seu….É o meu!” E fiquei sentindo algo crescendo e ficando cada vez mais duro na palma de minha mão. Nesse momento ele coloca seu membro ereto entre minhas mãos e aperta as duas forçando a masturbá-lo. De um lado meus gemidos abafados e do outro, os gemidos de prazer de Julio com essa situação. Após alguns minutos, ele encosta seu membro ereto sob a sunga em meu rosto e começa a esfregá-lo num movimento de vai e vem. Sentindo a pressão de seu membro duro em minha face, com um cheiro de excitação masculina diretamente sob meu nariz comecei a me debater e a gemer com mais intensidade na tentativa de que essa situação terminasse logo. “ Ahá! Não falei que você iria até gostar? Olhe para o volume que está formado em sua própria sunga…esta quase escapando para fora…pelo menos “ele” está gostando e muito”. Nesse momento me dei conta como estava excitado. Membro ereto e pulsando sob minha sunga com uma excitação que tomava conta de todo meu corpo. Julio sussurrou ao meu ouvido: “Daqui a pouco quero experimentar essa sua boquinha. Você deve chupar bem e quero experimentar sua boca. Quero que você experimente e se delicie com meu pau. Se fizer tudo direitinho também te pago um boquete gostoso no final, antes de fazer você gozar, combinado?”. Já estava ficando exausto e minhas idéias estavam confusas: Caramba, como pude me excitar com outro homem, ainda mais sendo o passivo em quase tudo que foi feito? Enquanto pensava nisso, simplesmente disse sim com a cabeça em resposta ao que Julio havia perguntado. Foi um sim sem pensar, o que me deixou mais confuso ainda. Também, o clima de excitação que estava se formando no ambiente deixava qualquer um doido a ponto de responder qualquer coisa sem pensar. Parei um pouco de me contorcer e de gemer na tentativa de me libertar e por desespero. Respirei profundamente e relaxei. Julio continuava esfregando seu membro ereto em meu rosto e suas mãos, como se estivesse deitando sobre meu corpo para fazer um 69, começou a percorrer a face interna de minhas coxas, suas mãos acariciaram meu saco e meu pau, quando sinto ele ser agarrado e masturbado sobre a minha sunga. Comecei a me contorcer lentamente e a emitir gemidos, não mais de protesto, indignação e desespero, mas gemidos característicos de puro prazer. Julio apertou seu quadril sobre meu rosto comprimindo seu membro próximo à minha boca amordaçada. Senti um forte cheiro de sexo que já não sabia dizer se me causava nojo ou tesão. Ele finalmente libertou meu membro da sunga e começou a me masturbar lentamente, afinal não queria que eu gozasse, apenas que sentisse prazer com essa nova experiência. Após alguns minutos, ele disse: “Normalmente não faço isso, mas vou te ensinar a chupar um pau… é apenas uma demonstração do que quero que faça comigo daqui a pouco”. Ele primeiro lambeu meu pau inteiro, fazendo-o sumir lentamente em sua boca. Fazia questão de babar e chupar realizando movimentos de vai e vem com a cabeça, fazendo com que ele entrasse e saísse de sua boca, mas sempre deixando a cabeça dentro dela. Após uns trinta segundos, ele aumentou a velocidade e a intensidade da chupada. Estava ficando doido, querendo até gozar enquanto me contorcia e gemia sem parar de tanto prazer. Tinha que admitir: nunca tinha sido chupado tão gostoso quanto estava naquele momento. Cheguei até mesmo a pensar: “Chupar pau é coisa para homem mesmo”. Nesse momento ele parou e disse: “Agora é a sua vez! Vamos ver se aprendeu direitinho! Vou tirar a fita adesiva e você não vai falar nada só me chupar gostoso. Promete fazer direito?” Balancei a cabeça positivamente. Na verdade estava bem dividido: um lado meu querendo dar um jeito de fugir e acabar com tudo e outro lado, estranhamente estava doido para experimentar a sensação daquele pau entrando e saindo de minha boca. Ele começou a soltar minha mordaça. Apesar dos repuxões do cabelo e dos lábios, senti alívio ao ter a boca livre. Afrouxou também um pouco a corda que estava presa no pé do sofá de modo que pudesse dobrar os cotovelos pelo menos até a altura de meu peito. Julio sentou sobre ele direcionando seu membro rígido e pulsante em direção á minha boca: “Vai, abre a boca e me chupa! Engole ele todinho”. Como minhas mãos alcançavam seu membro, segurei-o com carinho e comecei a lambê-lo e a introduzi-lo em minha boca. No início senti um pouco de ânsia, mas logo me acostumei com aquele volume em minha boca, enquanto massageava-o com minha língua e bochechas, fazendo leves sucções. “Êta! Aprendeu rapidinho, heim? Você é muito bom nisso! Uma delícia!”. Após ter acostumado, a sensação era muito estranha: meu tesão crescia a cada chupada que dava naquele membro e arrancava gemidos de prazer do Julio que já estava doidão me agarrando os cabelos e puxando minha cabeça contra ele de modo que colocasse a maior parte daquele mastro no interior de minha boca. Julio colocou as mãos para trás e começou a me masturbar enquanto eu o chupava e disse que era para me controlar, senão iria recolher todo meu gozo e me obrigar a bebê-lo por inteiro, até a última gota. Após uns segundos, ele estava para explodir e eu curtindo como um bezerro desmamado, já nem sabia se queria ou não sentir o gosto do prazer final de um homem. Cheguei até em pensar que ele ejaculasse tudo em minha boca que beberia todo o leite, mas nos dias atuais não se pode brincar com essas coisas. O próprio Julio percebeu que eu estava querendo, mas apenas disse: “Está muito bom, gostaria muito de encher sua boquinha deliciosa com meu esperma, mas hoje ainda é cedo demais para isso…Quem sabe num futuro você não seja obrigado a experimentar o seu próprio leite antes de beber o dos outros. Para você hoje tenho outros planos!”. Os dois estavam para explodir. Julio deu um pequeno tempo não a ponto de esfriar o clima, mas para voltarmos ao mais próximo do normal possível. Ele voltou a me amordaçar, dessa vez com apenas três pedaços de silver tape sobrepostos em minha boca, dizendo: “Quando um cara goza com a boca amordaçada, é como o estourar de uma champanhe, a boca tampada preserva o gás para a explosão final”. Após ter me soltado, ele amarrou minhas mãos atrás de meu corpo, retirou minha sunga e me deitou de barriga para baixo no chão da sala. Sentou em minhas costas e colocando seu membro em minhas mãos me mandou masturba-lo. Já estava íntimo com aquele mastro e em poucos segundos ele já estava rígido novamente arrancando de Julio gemidos de prazer. Nesse momento ele deitou sobre as minhas costas e sussurrou em meu ouvido: “Agora você vai experimentar a sensação de um pau roliço ficar se esfregando entre suas nádegas. Não se preocupe, ainda não vou te comer. Hoje apenas quero que sinta como é o esfregar de um pau em sua bunda.” Apesar de tudo, estava mais confiante no que meu iniciador estava fazendo e mesmo após ele ter besuntado minhas nádegas com gel lubrificante, não entrei em desespero. Ele passou gel apenas para diminuir o atrito enquanto ficava me encoxando. Após uns cinco minutos de esfrega-esfrega, nós dois estávamos para explodir rodeados pelo clima e pelos gemidos de prazer que ambos emitiam. De repente, ele se levanta rapidamente e me vira de barriga para cima, direciona seu pau para a região de meu abdomen e começa a ejacular. Uma quantidade enorme de esperma é derramado sobre meu peito e barriga. Os primeiros jatos chegaram até meu peito. Ele se levanta e vai se limpar me deixando todo esporrado e amarrado na sala. Menos de um minuto depois ele retorna com uma sacola na mão. Ele me posiciona deitado perpendicularmente e na frente do sofá. Na sua maleta ele pega duas tiras de couro, semelhantes a um cinto ou daquelas algemas de couro com fivela. Fixa a base no meu tornozelo numa cinta colocada na parte superior de minha coxa de modo que mantinha meu joelho dobrado e o calcanhar encostando na coxa. Depois de repetir o mesmo procedimento na outra perna, ele passa umas quatro voltas de corda na dobra do joelho e prende suas pontas no pé dianteiro do sofá, fazendo o mesmo com a outra perna e com o outro pé do sofá de tal forma que meus joelhos estavam imobilizados para fora e para trás e com isso, me obrigava a permanecer com as pernas bem abertas pela inclinação da tensão das cordas presas em cada lado do sofá, expondo não apenas meus genitais, mas a entrada de meu ânus ainda virgem. Julio apenas disse: “Prepare-se, agora é a sua vez! Vou te fazer gozar como nunca! Relaxe e aproveite, aconteça o que acontecer, apenas me obedeça”. Em seguida ele começou a me masturbar e a me chupar alternadamente. Quando meu membro voltou a ficar duro ele passou apenas a me chupar. Uns três minutos depois estava ofegante, emitindo gemidos descontrolados o que fez Julio perguntar: “Quer gozar não, é?”. Respondi sim com a cabeça, praticamente implorando pois não agüentava mais. “Está quase? Falta pouco?” perguntou ele. Eu balancei repetidas vezes que sim. Nesse momento ele veste uma luva cirúrgica, enche o dedo do meio com gel lubrificante e aplica-o na entrada meu ânus. A situação e o gelado me fizeram pular. O desespero voltou com carga total, pois sabia o que poderia ocorrer em poucos segundos. Comecei a me contorcer e a gemer “NNNNNNNNNOOOOMMMMMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM”. Ele apenas disse: “Confia em mim. Vou devagar e você estará iniciado. Saberá a sensação de ter algo invadindo seu orifício. Escolhi o dedo por respeito a você: primeiro é mais fino, segundo você estará sendo excitado e masturbado que confunde as sensações e reduz a dor e por último, se conseguir massagear sua próstata com meu dedo, você gozará como nunca gozou na vida. Apenas relaxe e confie”. Ele colocou mais lubrificante no dedo do meio e na outra mão que espalhou sobre meu pau e iniciou uma lenta masturbação. Seu dedo ficou posicionado na entrada de meu orifício virgem enquanto ele fazia círculos como se estivesse massageando e preparando a entrada iminente. Estava desesperado. Me contorcia, me debatia e gemia, mas sabia que era tudo em vão. Perderia minha virgindade anal em questões de segundo. Conforme ele ia aumentando a velocidade da masturbação, a ponta de seu dedo começou lentamente a entrar e quanto mais entrava, mais rápida era a punheta que me fazia. Balançava a cabeça negativamente NNNNNNNOOOOMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM” “PPPPPUUURRRFFFFFFFAAAAAVCVCOORRRRFFFF”, enquanto me debatia descontroladamente. Numa desses pulos que dei, favoreceu a entrada ainda maior do dedo em meu interior chegando a queimar. Julio apenas disse: “Eu avisei…relaxa que é melhor. Está quase todo dentro, já estou sentido seu anelzinho apertando meu dedo. Você já está iniciado!. Já, já tento massagear sua próstata”. Ele já estava bem rápido com a masturbação e sentia quase que seu dedo médio inteiro invadindo meu interior, quando ele disse ter colocado tudo e que iria massagear. Em seguida, só lembro algumas frações de segundo do próximo minuto e meio. Parece que tive um curto circuito ou uma pane geral de consciência, como se estive entorpecido de prazer num êxtase total. Lembro de algo subindo de dentro para fora de toda a região de meu baixo ventre e de ter ejaculado inúmeras vezes – nem sei quantas foram, mas parecia não parar nunca. A primeira foi a mais intensa e senti coisa que nunca havia sentido, meu esperma respingando em minha garganta. Os segundos seguintes pouco me lembro mas parecia estar anestesiado e fora se mim, completamente exausto. Não lembro de quase nada e nem mesmo quando ele retirou seu dedo de dentro de mim, se doeu ou não. Simplesmente, quando voltei a perceber o que estava ao meu redor, ele já havia retirado o dedo, estava sem a luva, já tinha se limpado, eu estava completamente solto, sem corda nenhuma. Só lembro ele retirando minha mordaça e falando: “Não falei que você iria gostar?” Estava coberto de esperma, dele que já estava ressecando e a minha, esparramada desde o abdomen até o pescoço. Ele me ajudou a levantar e fui tomar um banho. Ao voltar para a sala, já estava tudo arrumado como se nada tivesse acontecido. Um copo de água e outra dose de uísque me aguardavam enquanto ele estava sentado no sofá me olhando. Peguei meu copo, sentei-me ao seu lado e fizemos um brinde. Ele me perguntou: “E aí? Correu tudo como planejamos? Faltou algo?” E eu respondi: “De jeito nenhum. Tudo como combinado. Uma de minhas fantasias acabou de ser realizada. Muito Obrigado! Mas tenho mais algumas….” FIM (Será?….continua)

MEU AMIGO PEDRO

maio 4, 2008

Pedro é um amigo de longa data. Moreno, 36 anos, casado, dois filhos,
jeito de machão, alto, tipo fortão, corpo saradão, coxonas grossas e o
melhor de tudo uma bunda grande, arredondada, carnuda e peluda.
Eu, 38 anos, casado, um filho, bi, 1,83m, 85kg, corpo em forma,
cabelos castanhos já ficando grisalhos, bundona gostosa e peluda,
pintão de 19 cm e grossão.
Conheci Pedro há mais de 10 anos quando ele começou a trabalhar aqui
na mesma empresa que eu. O que me chamou mais a atenção quando nos
conhecemos foi sua voz e seu jeito de macho. Depois, com o passar dos
dias, é que fui notar seu corpão saradão e aquela magnífica bunda.
Para a minha felicidade depois de seis meses passamos a trabalhar
juntos. Com o tempo tornamo-nos grandes amigos. Freqüentamos um a casa
do outro e nossas esposas se tornaram amigas também. A primeira vez em
que vi aquele corpão sem roupas foi durante uma viagem que fizemos, os
dois casais, para praia de Fleixeiras no Ceará. Foram quatro dias de
martírio sempre me controlando pra não ficar de pau duro para que
minha esposa e eles dois não percebessem. Durante esses dias desde a
hora em que ele se levantava o via de sunguinha e aquilo era uma festa
para os olhos. Pelo tamanho de sua bunda a sua sunga ficava extramente
apertada deixando na parte da frente um belíssimo volume grande e
arredondado. Eu queria ver o Pedro pelado nem que fosse alguns
segundos, e fiquei criando situações para que isso acontecesse. Mas,
infelizmente, só consegui vê-lo peladão no último dia. Estava ficando
tarde, voltamos apressados para a casa, que tínhamos alugado, e
queríamos pegar a estrada ainda de dia. Inventei que queria fazer a
barba, pois não queria levantar cedo no dia seguinte, alegando que
estaria cansado da viagem sugeri:
Pedro, enquanto eu faço a barba você toma banho, assim agilizamos,
porque, tenho certeza que as nossas mulheres vão demorar horas nesse
banheiro.
Ele topou e nem desconfiou de nada. Entramos no banheiro. Ele já foi
tirando a sunga e entrando para baixo do chuveiro. Deixou a porta do
box aberta e ficamos conversando. Eu quase tive um enfarto de ver o
belíssimo corpo daquele cara. Ele de costas ensaboava a bunda e eu
olhava aquele rabão, peludo, redondo e firme. Eu engolia em seco, de
tão excitado que fiquei. Depois, ele se virava pra mim e ensaboava
aquele pauzão que mesmo mole já era uma beleza. Erguia o pinto e
lavava cuidadosamente aquele belo saco. Enquanto se enxugava pude
observar que ele tinha as bolas depiladas e os pentelhos acima do
pinto eram extremamente bem aparados. Acho que olhei demais porque ele
acabou perguntando:
O que foi? Você está me olhando de um jeito estranho?
Eu tinha que achar uma desculpa e acabei respondendo:
Estava olhando que você apara seus pentelhos.
Ele riu e disse:
É minha mulher que faz esse serviço. Ela diz que eu fico mais tesudo assim.
Rimos pra valer. Arranquei a roupa e entrei em baixo do chuveiro. Ele
vestiu uma cueca e saiu do banheiro. Aproveitei que fiquei sozinho e
acabei batendo uma punheta deliciosa em homenagem a ele.
A partir desse dia passei a fantasiar como eu poderia ter aquele cara
na minha cama. Mas apesar do tesão ele era meu amigo, e além do mais
eu o achava machão pra caralho e tinha certeza que ele nunca iria
topar uma brincadeira.
Imaginei mil planos para forçar uma situação, mas acabava achando que
não iriam dar certo.
A coisa de seis meses atrás, a mulher dele foi viajar em um fim de
semana, para visitar seus pais que moram no interior e acabou
convidando minha mulher. Iríamos ficar três dias solteiros e queríamos
aproveitar. É claro que ele imaginava um tipo de divertimento e eu um
outro. Combinamos que na Sexta feira logo que elas partissem nós
cairíamos na farra e não deu outra. Passei na casa deles as 22h e
fomos para uma boate no centrão de São Paulo. Ele estava ainda mais
bonito do que já era normalmente e além de tudo usava um perfume, o
que achei estranho pois nunca havia reparado que ele gostasse, que me
deixava inebriado. Ele acabou ficando com uma loirinha e eu com uma
morena. As garotas só nos excitavam, pegavam em nossos paus por cima
das calças e nos beijavam. Na verdade elas queriam que a gente bebesse
muito e viviam pedindo bebidas pra nós e para elas. Logo percebi o
jogo delas e achei isso ótimo, eu poderia até tirar proveito dessa
situação. Pedro queria q ue nós saíssemos com as garotas, mas elas
queriam muita grana para saírem da casa noturna. Acabei dizendo pra
ele que depois encontraríamos duas putinhas e que iria sair mais
barato. Sussurrei no ouvido da garota que estava comigo dizendo:
Pedi pra sua amiga deixar o meu amigo de fogo.
Ela quis saber por que, e acabei dizendo:
É que ele vive dizendo que nunca fica de fogo e eu depois quero tirar
um sarro dele.
Ela topou e não desconfiou de nada, já que eu não dou a menor pinta de
gostar de machos também. Ela acabou falando com a amiga, que sorriu
pra mim e fez um sinal afirmativo com a cabeça. Daí pra frente elas
começaram a pedir bebidas uma atrás da outra. Eu fingia que bebia, mas
Pedro, inocentão, bebia todas. Logo ele já começou a ficar alto. Ele
ria muito e só falava putarias. Tirava as tetas da garota pra fora e
ficava mamando. Queria que ela fizesse um boquete nele, ali mesmo, mas
lógico que ela não topou. Ficamos por lá até as 3 h da manhã e Pedro
estava num fogo só. Ele não queria ir embora de jeito nenhum e tive
muita dificuldade de tirá-lo de dentro da boate. A sorte é que
tínhamos ido com meu carro. Levei-o para minha casa. Ele estava
completamente bêbado e achei melhor que ele tomasse um banho pra ver
se passava e efeito das bebidas. Ajudei-o a tirar as roupas e fui com
ele até o banheiro abrindo o chuveiro e colocando ele embaixo da água
gelada. Pedi que ele ficasse por ali até que melhorasse. Aproveitei
tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Voltei ao banheiro e dei uma
toalha para ele se enxugar. Depois de mais ou menos meia hora ele saiu
do banheiro enrolado na toalha. Veio se sentar na sala e parecia um
pouco melhor. Começamos a conversar e fui levando o assunto para o
sexo. Fiquei falando das garotos da boate. Ele se animou novamente e
começou a me contar o que tinha feito com ela, como se eu não tivesse
visto. Aos poucos com a euforia do que dizia, passou a alisar o pau
por cima da toalha. Percebi que seu pau começou crescer aos poucos.
Deixei ele falando até que percebi que seu pau já tinha montado o
circo embaixo da toalha. É evidente que meu pau também já estava
duraço dentro da cueca, aproveitei o momento e falei:
Nós somos dois bobões mesmo!
Ele quis saber o por quê:
Porquê? Ora, elas fizeram a gente beber todas e gastar a maior grana e
agora estamos os dois aqui de pau duro sem uma buceta pra gente comer.
Ele riu e disse que era verdade, aprovei a chance:
Agora vamos ter que acabar na mão o que começamos na boate pra
conseguirmos dormir tranqüilos.
Ele sem saber entrou no jogo:
Não é tão ruim assim. Afinal, uma punheta de vez em quando até que é
muito legal.
Eu já estava com tudo esquematizado na cabeça. Acabei convidando ele
para assistir um filme de putaria que eu tenho e que acho uma delicia
de ver. Ele topou e como a tv e o vídeo ficam no meu quarto convidei-o
para irmos para lá. Ele topou.
No quarto ele se sentou na beirada da cama enquanto eu colocava a fita
para rodar. Arrumei tudo e me deitei na cama e joguei um travesseiro
pra ele dizendo:
Deita aqui cara! Você vai ficar todo de mau jeito ai!
Ele não topou, acho que ficou sem graça de se deitar ao meu lado. Insisti:
Deixa de ser bobo. Afinal somos dois machos e só vamos assistir um filme.
Meio sem jeito ele veio se deitar ao meu lado, mas ficou bem na ponta
da cama. O filme começou e era uma suruba numa casa com uns 10 caras e
umas 6 mulheres. Escolhi esse filme de propósito, porque tinha cenas
que uns caras chupavam outros. Pedro continuava de pau duraço. O filme
foi esquentando e eu, tentando ser o mais natural possível, comecei a
passar a mão espalmada em cima do pau. Logo ele estava fazendo o
mesmo. Dei um tempo e alegando que a cueca estava apertada acabei
tirando. Ele deu uma olhada, como quem não quer nada no meu pau e
ficou na dele. Passei a brincar com meu pinto. Ele brincava com o
dele, mas não o tirava de baixo da toalha. Chegou na cena dos caras se
chupando. Ri e perguntei a ele:
Você teria coragem de fazer isso que os caras estão fazendo?
Claro que não, eu sou macho cara!
Isso quase cortou o meu barato, mas resolvi apostar. O filme foi
ficando cada vez mais quente, até que percebi que ele abriu as pontas
da toalha e começou a pegar no seu caralhão, e que caralhão. Um cacete
de uns 21cm e grosso pra danar. Fiquei meio assustado, mas resolvi
jogar mais lenha na fogueira:
Porra cara, como tua mulher agüenta essa tua rola?
Ela já está acostumada e adora o meu pau.
A minha mulher adora chupar o me cacete e a sua gosta também?
E como gosta, as vezes ela prefere fazer uma boquete em mim do que dar
sua bucetinha.
Deve ser difícil conseguir engolir tudo isso!
Ela não consegue engolir tudo, mas faz uma coquete nota dez.
Percebi que ele se excitava ainda mais enquanto me contava essas
intimidades com sua esposa, pois passou a tocar uma punheta na maior.
Olhei pra ele e vi que seus mamilos estavam durinhos, sinal que o
tesão dele era enorme. Voltei a jogar:
Sabe cara eu adoro peitos.
Eu também.
Adoro meter a boca numa tetinha.
Eu adoro um mamilo durinho.
Aproveitei, e estiquei o braço e coloquei meus dedos no mamilo dele.
Ele ficou meio assustado, mas não disse nada. Comecei a acariciar seus
peitos e depois passei a dar pequenos apertões em seus mamilos. Ele
fechava os olhos e gemia baixinho. Resolvi que havia chegado a hora
deu agir. Me virei na cama e passei a pegar pra valer em suas
tetinhas, aproveitava e passava a mão naquele peito cabeludo e chegava
até a barriga. Ele com os olhos fechados, gemia e continuava na sua
punheta cadenciada. Fui pro tudo ou nada. Rolei na cama e me encaixei
entre suas pernas, desprendi a toalha e deixei ele completamente
pelado. Ele se assustou e eu achei necessário dizer:
Fica frio e relaxa.
Ele voltou a fechar os olhos e eu segurei naquele mega caralho passei
a língua da base até a cabeça. Ele suspirava de tesão. Fiquei lambendo
aquele caralhão como se fosse um picolé. Pela cara ele estava
adorando. Abri bem a boca e fui engolindo. Consegui chegar até a
metade. Aquela rola enchia toda minha boca e eu sentia o gosto salgado
dela. Logo comecei a sentir também o cheiro de macho que exalava
daquele pinto e do sacão que eu segurava em minha mão. Dobrei as
pernas dele fiz com que elas ficassem mais abertas, me ajeitei melhor
e fiquei com a cara entre as suas pernas. Abocanhei uma bola e ele
voltou na sua lenta punheta. Lambi, chupei e mamei nos seus ovos.
Ajeitei melhor ele, para que ele se deitasse e ergui um pouco suas
pernas. Meti minha língua naquele cuzinho. Ele soltou um gemido
profundo. Ri internamente e pensei: “Adeus machão, agora seu cuzinho é
meu!” Com uma mão voltei a socar punheta pra ele e com a língua em
ponta metia no olho daquele cuzi nho. Ele se abriu todo e se entregou
a mim. Fiquei ali lambendo, chupando e mordendo aquela bundona e
substitui minha lingua por um dedo. Com o excesso de cuspe que eu
havia deixada naquele cuzinho percebi que se forçasse meu dedo
entraria macio naquele cu a dentro. Forcei e meu dedo foi entrando ao
mesmo tempo que ele soltava um gemido forme e interminável. Com muito
cuidado, para que ele não mudasse de idéia, fui metendo o meu dedo
todo, depois comecei a gira-lo dentro do seu rabo. Ele se contorcia na
cama. Forcei o segundo dedo e com muito cuidado fui fazendo ele
entrar. Agora com dois dedos comecei a foder aquele rabão. Enquanto
socava os dedos eu lambia e mordia aquela bela bunda peluda. Tirei os
dedos e forcei um pouco o corpo dele para que ele se virasse na cama.
Como um menino obediente ele se deixou virar. Ajeitei bem o corpo dele
e agora com aquele bundão todo virado pra cima voltei a meter a cara
nele. Eu poderia ficar o resto da noite chupando e brincando com meus
dedos n aquele rabo, mas eu queria sentir meu pau entrando naquele
orifício. Chupei e meti os dedos até deixa-lo no ponto. Pedi um tempo
e fui na sala pegar em minha pasta de trabalho, camisinhas e um
lubrificante que eu sempre trago comigo para usar nessas horas de
necessidade. Vesti uma camisinha no pau, ainda na sala e voltei para o
quarto. Ele continuava com o bundão pra cima. Enfiei um travesseiro
embaixo dele pra que aquela bunda ficasse ainda mais arrebitada.
Peguei o lubrificante e melei meus dedos com ele e enterrei no cu
dele. Fiz massagem dentro dele pra que ficasse no ponto. Espalhei o
lubrificante em meu pau e com muito jeito me encaixei entre as suas
pernas e posicionei meu pau, que latejava de tesão, naquele cuzinho
virgem. Quando ele sentiu meu pau brincando em seu cu ele disse:
Vai com calma, cara que nunca fiz isso.
Que delicia, o meu pau seria o primeiro a entrar naquela toca. Dei uma
pequena forçada e a ponta da cabeça entrou, mas eu punha e tirava. Ele
gemia baixinho, e vi que seu corpo estava todo arrepiado. Fui forçando
e tirando, meu pau entrava e quando ele começava a sentir dor eu
tirava. Acho que fiquei nesse bomba e tira durante uns 10 minutos.
Somente quando senti que seu saco já estava encostado naquela bunda é
que parei. Como fiquei ele começou a reclamar de dor. Pedi que ele
ficasse quietinho que a dor logo passaria. Ele mais uma vez obedeceu.
Fiquei durante muito tempo deitado por cima dele e com o pau atolado
no seu cu. Com muito jeito falei:
Agora vou começar a bombar, fica calmo!
Comecei a meter bem lentamente. O tesão dele era tanto que ele se
contorcia todo na cama. Fui acelerando, até chegar numa velocidade
louca. Ele estava gostando tanto que pedia:
Mete mais e bem fundo, meu macho!
Oh delicia, já que ele estava falando putarias comecei as minhas também:
Empina esse cu, minha putinha! Rebola no meu pau sua biscate!
Ele passou a rebolar meio sem jeito, mas rapidamente aprendeu. Eu
metia gostoso e ele rebolava aquela bundona. Perguntei:
Tá gostando de dar o cu, pra um outro macho?
Estou adorando! Mete gostoso meu macho!
Tirei o pau e virei ele de frente e ergui suas pernas. Enterrei meu
pau sem dó, ele deu um gemido, mas logo voltou a rebolar na minha
vara. Eu comia aquele cuzão e olhava na cara de felicidade dele. O
caralhão dele continuava duraço e cutucava a minha barriga. Era
delicioso meter nele e ver aquela picona balançando de encontro a
barriga dele e depois na minha. Eu enterrava sem dó até o talo. Quando
meu pau ia bem no fundão ele soltava um gemido meio abafado, mas não
parava de rebolar. Pedi que ele ficasse de quatro na cama e voltei a
socar fundo. Segurei-o pela cintura bem firmemente e passei a
sussurrar em seu ouvido:
De hoje em diante você vai ser a minha mulherzinha, você quer ser?
Eu quero ser a sua biscate e quero que você me foda todos os dias!
Acelerei ainda mais e senti que o cu dele começou a morder o meu pau,
levei a mão até a jeba dele e senti que ele estava gozando sem nem
tocar em seu caralho. Ele pediu:
Soca mais fundo pra eu gozar ainda mais gostoso;
Ele gozou tanto e seu cu piscou tanto no meu pau que senti que minha
porra estava vindo, avisei a ele e ele me pediu:
Goza na minha cara, meu macho!
Tirei o pau arranquei a camisinha, enquanto ele se virava pra mim.
Parti para uma punheta bem forte e logo o primeiro jorro voou na cara
dele. O segundo e o terceiro deixaram a cara dele lavada. Quando a
última gota saiu ele começou a lamber a porra que conseguia pegar com
a língua. Sorrindo me dizia:
Sempre quis saber o gosto que tinha a porra, e a sua é deliciosa. Vou
querer sempre o seu leitinho!
Limpei o rosto dele com a toalha e depois fiz ele deixar minha verga
limpinha e lustrosa. Deitei por cima dele e nos beijamos pela primeira
vez. Descansamos como dois namorados e depois fomos tomar banho
juntos. No banheiro fiz ele me chupar, mas quis voltar pra cama para
voltar a fode-lo. Repeti algumas posições, mas ele quis experimentar
outras que imaginara. Acabamos dormindo abraçados e completamente
extenuados. Acordei umas 8h da manhã, olhei para aquele bundão e não
agüentei. Vesti uma camisinha e meti a rola nele deitado de ladinho.
Ele acordou e sorriu. Eu disse:
Bom dia!
Bom mesmo, principalmente por ser acordo com sua rola dentro do meu cu!
A partir desse dia Pedro passou a ser meu amante. Como trabalhamos
juntos ficamos ainda mais íntimos. As vezes no banheiro da empresa
faço ele pagar uma boquete pra mim e ele sempre muito dócil acaba
fazendo. Acabamos descobrindo um hotelzinho no centro de Fortaleza,
que é muito bom. Todas as semanas vamos até lá, as vezes até duas
vezes na semana. O rapaz que trabalha na recepcionista até já nos
conhece. Cada dia que passa estamos mais apaixonados um pelo outro,
mas sabemos de nossas responsabilidade de não deixamos transparecer
nada para nossas esposas, filhos, para nossos amigos e principalmente
na empresa. Por mim vou ficar comendo aquele bundão pelo resto da
minha vida.

Não tem puta vai o amigo mesmo!

abril 6, 2008

Quem nunca foi ao puteiro?
Atire a primeira pedra
Quando fiz 18 anos a primeira coisa que quis fazer Fo ir ao puteiro, eu sempre conversava com meu amigo baianinho a respeito dessas coisas.
Uma vez meu pai deu uma festa pra comemorar o aniversario de minha mãe, nesta ocasião eu já tava com meus 17 pra 18 anos e envolvido com uma turma de maconheiros que deixava meus pais de cabelos em pé, sempre reclamavam das más amizades que eu trazia pra casa, uma destas más companhias era baianinho, um sujeito gozador, boa vida que só queria curtir a juventude de preferência gozando.
Meus amigos não podiam participar da festa, então decidi que não ficaria ali e mesmo a contragosto de meus pais sai com minha galera pra curtir a night paulistana, fomos a uma raive em Guarulhos, na volta, de tão bêbados que estávamos não acertamos mais o caminho de volta, então uma divergência separou o grupo, eu e baianinho tomamos um rumo enquanto a galera foi em outra direção, pra nosso desespero, ou sorte, nos perdemos cada vez mais, foi ai que avistamos um puteiro destes de beira de rodovia e decidimos recarregar as baterias, mas já tava fechando e só tinha uma puta no local, insistimos pra que ela aceitasse meter com nós dois mas ela não quis nem saber.
Ao sairmos, avistamos a rodovia Fernao Dias e fomos até La, atravessamos a passarela pro outro lado que indicava uma placa sentido são Paulo, como estávamos loucos pra mijar, aproveitamos o deserto do local e mijamos de cima da passarela nos carros que passavam em baixo, sempre fui louco pra pegar um pau na mão quando via um e tratei logo de incitar baianinho a me deixar segurar o dele, naquela típica brincadeira de bebum: “me deixa dar a balançadinha pra você” e já fui logo pegando de surpresa, só deu tempo dele falar: se “ficar duro você vai ter que chupar”
Éramos muito íntimos, mas nunca tínhamos feito nada parecido, aquilo mexeu com meus brios e La estava eu com o pau na boca antes mesmo de endurecer, a chupeta tava tão gostosa (modéstia a parte é minha especialidade) que baianinho urrava de prazer mesmo se declarando homem, ele dizia:
-Seu viado filho da puta, eu devia te encher de porrada pra vc aprender a ser homem, sua sorte é que nunca recebi uma chupeta tão gostosa, ah! chupa tudo vai minha putinha .
Eu obedecia e fazia ainda melhor, chupava os ovos a cabeça o umbigo alisava a bunda dele até que ele sem anunciar nada me deu um banho de porra. Acabamos de atravessar a passarela e ao chegar do outro lado só havia mato e um enorme pedra pintada de branco com uma propaganda de político no topo, pulamos a cerca que rodeava a pedra e fomos até o pé da pedra, quando rodeamos o lado que dava pra rodovia, havia uma cavidade na rocha, o local era bem escondido, da rodovia ninguém via por causa dos matos altos, da passarela por causa da própria rocha e da rua onde dava a passarela por causa que a rocha encobria a cavidade, como já tava perto de amanhecer, baianinho queria descansar ali mesmo e depois ir pra casa quando o dia clarear, ficamos ali mas meu instinto animal gritava dentro de mim, então sem cerimônia perguntei pro meu amigo se ele já tinha metido com outro homem antes
Ele disse que não era como eu, mas se eu tava a fim de dar a bunda ele na condição de meu amigo comeria sem problema, afinal tava doido mesmo pra comer uma putinha naquele dia.
Já colei nele e acariciando seu pau dei-lhe um beijo, ele meio sem jeito retribuiu com um delicioso abraço e nos entregamos um ao outro, aos poucos nos tornamos parceiros também para o sexo até que estávamos completamente nus ele, sem camisinha nem nada, me instigou pra caramba e disse que me daria uma aula de como se come um cuzinho gostoso, eu concordei em ser aluno daquele cara que outrora me ensinara também a fumar maconha, ou seja, todos os prazeres da minha vida aprendi com o baianihno
Baianinho me colocou de quatro em cima das nossas roupas, me pediu pra arrebitar bem a bunda e relaxar, pois eu não podia ficar nervoso se não ia doer, eu obedecia só que não conseguia relaxar, eu já tinha metido com outros caras antes e muito, mas era a primeira vez que eu ia dar o cu. Ele introduziu um dedinho no meu cu e fazendo movimentos circulares foi me deixando super a vontade, sempre falando comigo que era pra parar se doesse, ele enfiou outro dedo e fazia movimentos como que estivesse passando o dedo nas paredes do meu cu por dentro, aquilo me levava á loucura, de tanto tesão, meu pau já jogava gozo pra fora só no dedo do baianinho, ele forçava e os dedos deslizavam macio pra dentro e pra fora, ele então insistiu em por o terceiro dedo, eu não agüentei e pedi pra ele por o pau de uma vez pq aquilo era uma tortura pra mim, ele se posicionou atrás de mim arrebitou mais minha bunda e suavemente meteu o pau de forma que eu só senti alguma coisa quando as bolas dele bateram nas minhas nádegas, naquela posição, por ele ser mais baixo que eu estava muito dificultoso a penetração então ele me pôs deitado abriu minhas pernas e ajeitando o cacete na porta do meu cuzinho que agora pertencia a ele, socou com toda volúpia pra dentro de mim, pude sentir a cabeça tocar o fundo do meu reto, ele metia gostosamente e como eu já havia passado por uma experiência muito deliciosa com um caso meu chamado Marcelo, eu apertava o cu bem na ponta do pau dele como o Marcelo fazia comigo, baianinho fazia muitas caras demonstrando prazer e sempre sussurrava ao meu ouvido:” já que não tem puta vai amigo mesmo”
Naquela madrugada eu dei pro baianinho não só meu cu dei meu coração também, nunca pensei que pudesse me apaixonar por outro cara, apesar da minha pequena falha no caráter, sempre gostei de namorar mulheres, mas baianinho me fez sentir algo que nenhuma mulher faria, gozei feito bicho sem por a mão no pau, descobri o quanto e bom gozar dando o cu logo na primeira vez, deste dia em diante eu sempre pedia favores pro meu baiano e pagava com o rabo até que mataram ele numa dessas emboscadas que os traficantes fazem pra pegar maconheiro que não paga.
Nunca mais experimentei uma piroca tão gostosa quanto a do baianinho, nem a forma que ele fazia até hoje ninguém conseguiu chegar perto.

Meu melhor amigo, minha primeira vez

abril 6, 2008

Certo dia eu e meu amigo voltávamos de uma festa, ele ia dormir lá em casa, eu adorava quando isso acontecia. Chegando em casa fomos direto para o quarto, estavamos muito cansados pois já era 3 da manhã e tanhamos dançado a noite inteira. Coloquei minha cueca samba-canção, pois só dormia com ela e sem camiseta. Eu sou loiro de olhos azuis, branquinho, de bundinha arrebitada, e meio musculoso pois já faço academia a alguns anos (tenho 15 anos).
Meu amigo estava sem pijama, ofereci um dos meus, mas ele não quis pois gostava de dormir só de cueca, então tudo bem, ele tirou a roupa, e quando vi aquele volume, quase delirei. Ele era moreno, olhos e cabelo castanho claro, meio musculoso, tinha começado a malhar há uns 2 meses comigo na academia, era meu melhor amigo e tinha 15 anos mas faltavam dois dias para completar 16. Fomos dormir, lá pelas 4 da manhã acordei, não conseguia dormir, ele estava na cama que se puxa debaixo da minha, já estava sem lençol (estava calor começamos a dormir com lençol mas rolavamos tanto por causa do calor que acabávamos jogando eles no chão).
Estava como se deitado de barriga para cima, estava louco para colocar minha mão naquele volume, mas como? Resolvi aventurar, então resolvi passar a mão de leve só para sentir, se ele acordasse de leve tiraria a mão na mesma hora e fingiría que estava dormindo e que não sabia o que estava acontecendo. Fui eu passar a mão de leve! Nossa que delícia! Parecia ser tão grande que não cabia na minha mão inteira (e olha que minha mão é grande pois jogo basquete na escola). Passei muito a mão, até que uma hora deixei minha mão pesar e ela foi direto nas bolas. Ele mexeu, e eu puxei minha mão para debaixo do travesseiro rapidamente.
Mas logo abri os olhos para conferir se estava tudo bem. Começei a passar de novo e quando olhei ele estáva com o olho aberto e gostando, puxei minha mão assustado, e ele bem baixinho falou que eu podia continuar, que ele sempre esperou por este momento. Eu respondi que estava envergonhado e que não voltaria a acontecer, mas ele falou que olhou diferente para mim e que eu estava em todos os seu sonhos eróticos e que sempre batia uma para mim.
Assustado respondi que isso acontecia comigo também. Ele falou que sempre quis chegar em mim mas tinha medo de minha reação, e que já que tinha rolado isso, porque não tentamos algo? Respondi que tinha medo, mas topei. Devagar eu coloquei a mão na cueca dele, alisei e o pau dele começou a ficar duro novamente, passei a mão para dentro da cueca tendo um contato maior, nessa altura ele já fazia o mesmo comigo.
-Já fez isso com alguém ?
-Não.
De repente beijei-o, demoramos, depois largamos um do outro, ele abaixou e começou a chupar meu pau, depois viramos nun maravilhoso e inesquecível 69, ele antes de gozar tirou o pau da minha boca e falou que estava quase gozando e queria fazer isso dentro de outro lugar. Falei para ele que queria dar para ele. Ele tirou uma camisinha da carteira e colocou no seu pau, virei e fiquei de 4 para ele e ele me pegou por trás me fazendo extremecer de tesão, aí lambeu meu cuzinho virgem me fazendo delirar de tesão e implorar para ele enfiar aquele pau maravilhoso em mim e começou a fazer isso, meu, quando ele enfiou a cabeça doeu um pouco mas depois num movimento de vai e vem comecei a sentir um tesão indescritível aí rebolava de tesão naquela vara enterrada em meu cuzinho apertado que pulsava de tesão.
Então ele quis mudar de posição me virando de frente e me pegando de frango assado enquanto me beijava, já não sabia mais o que acontecia pois me perdi de tesão e ele queria me comer em várias posições e assim ele fez com maestria mesmo sendo inexperiente como eu, ele estava prestes a gozar e começou a aumentar as estocadas até que gozou num delírio, segurei meu gozo pois tbm queria comer aquele cuzinho lindo.
Peguei uma camisinha nova e fiz da mesma maneira que ele começando a lamber aquele buraquinho virgem também levando ele a gemer dizendo que nunca tinha sentido sensação tão gostosa, começei a enfiar a ponta de minha lingua na entradinha daquele buraquinho apertadissimo e ele não aguentado mais me implorou para que enfiasse meu cacete nele bem devagarinho pois ele queria sentir minha virilidade e tesão por ele, então tentei enfiar meu pau naquele cuzinho sedento mas não entrava, numa olhada em volta vi tudo de creme de aveia em cima da comoda e pensei em usa-la e lambusei meu cacete com o creme então comecei de novo a enfiar e aí ele começou a entrar bem gostoso…
Quase gozei de tanto tesão sentindo aqueles musculos contraídos, então parei um pouco para não gozar e para deixar ele se acostumar com meu pau dentro de seu cu virgem, e ele estava gostando e pediu para eu enfiar tudo pois queria que eu fosse o macho dele por inteiro, quando ouvi isso fiquei maluco e agarrando a cintura dele fui enfiando devagar a princípio e quando tinha entrado tudo ele começou a rebolar no meu cacete e aí não aguentei e comecei aumentar as estocas fazendo minhas bolas baterem na bunda dele, ele gemia e dizia que soubesse que fosse tão gostoso já teria me dado a mais tempo, eu já não aguentava mais e ia acabar gozando naqueles instantes então retirei meu pau e virei ele de frente e enfiei de novo agora de frango assado pois queria meter e gozar enquanto beijava aquele tesão, e numa contraida que ele deu no cuzinho dele não aguentei e lasquei-lhe um beijo enquanto gozava como nunca gozei antes, me senti nas nuvens e ele também.
Depois ficamos um em cima do outro fazendo carinhos e nos beijando. Cansados prometemos fazer de novo, jogamos as camisinha fora (pela janela) para ninguém perceber, voltamos para a cama de cada um, alisei a cueca dele de novo antes de dormir e disse que queria experimentar mais fantasias depois, ele topou e sugeriu mantermos um relacionamento.
Topei na mesma hora. Voltamos a dormir só que antes demos um beijo e prometemos não deixar ninguém saber do que havia se passado ali.

O amigo bombeiro do meu irmão

abril 6, 2008

Meu irmão é bombeiro militar e tem vários amigos lá do quartel dele que sempre vem aqui em casa.
Teve um sábado que ele apareceu com dois amigos fardados lá em casa, um eu já conhecia e outro me chamou atenção por ser bonito, mais ou menos com um 1,70 de altura e uma bunda linda e na frente um volume considerável. Ele me deu uma encarada, meu irmão me apresentou, ele falou o nome dele que é Rodrigo e disse que não sabia que meu irmão tinha tantos irmãos, pois somos 4 homens.
Eu falei para ele almoçar e ficar a vontade, mais ele não tirava os olhos de mim e isso mexeu comigo. Meu irmão ficou conversando com meus primos e ele ficou um pouco só, eu fui conversar com ele, ele me perguntou onde era o banheiro, eu falei “vem comigo!”.
Chegando ao banheiro eu abri e disse para ficar a vontade, ele entrou e deixou a porta meia aberta e deu para eu ver ele mijando, não sei se foi de propósito, mais eu vi, e era um pau grande pois mole devia ter uns 14cm e ele ficou olhando para mim.
Voltamos e ficamos batendo maior papo, ele perguntou se eu tinha namorada e falei que no momento eu estava só. E eu perguntei se ele tinha, ele falou que não mas que estava procurando. Eu disse:      – Espero que você ache logo      – Acho que eu já achei! – Disse ele
– É mesmo? E ela também quer?
– Eu vou perguntar agora, posso?
-Claro!
E sem mais nem menos ele me perguntou se eu queria namorar com ele, pois ele tinha me visto e ficou doido por mim, e que ele se sentia atraído por mim, que a vontade dele era me dar uns beijos.
Eu fiquei sem ação, pois ninguém da minha família sabe que eu sinto atração por homens e agora tinha um amigo do meu irmão falando que estava apaixonado por mim.
Eu falei:
– Olha cara eu não sei, isso nunca me aconteceu.
Ele falou que com ele também não, mas que ele estava afim de mim e que inclusive ele já estava de pau duro só de estar perto de mim. Eu falei que ia ver, pois pra mim tinha sido surpresa, claro tive que fazer um teatro. Lá por volta de 19 horas, meus primos já tinham ido embora e ele falou que tinha que ir, me chamou para sair com ele no dia seguinte, eu falei tudo bem. Ele me deu o endereço dele e o telefone e marcou de me encontrar no barzinho que fica no Parque da cidade em Brasília, onde moramos. No dia seguinte eu não via a hora de sair e me encontrar com o meu bombeiro. Quando cheguei lá ele já estava, e como estava lindo, de calça jeans e camisa gola pollo. Eu falei com ele, e ele me perguntou se eu queria beber alguma coisa. Falei que queria uma cerveja. Ele pediu duas e falou vamos andar um pouco, eu doido para agarrar ele!
Saímos andando e chegamos numas árvores e demos um abraço e um beijo. Fomos em direção a um banco próximo ao laguinho que tem lá e sentamos, ele falava que estava muito contente por eu estar ali com ele. Eu falei que tudo aquilo era novo para mim, e que eu topava namorar com ele mais meu irmão não podia saber. Ele falou, não tudo bem eu também não quero que ninguém saiba. Eu comecei falar de mim e ele dele. Gente ele é um gato, tem uma boca muito gostosa, as pernas grossas, peito peludo igual o meu, um sorriso lindo, tem 21 anos. Ficamos ali um bom tempo e começou a escurecer, eu fui e dei um beijo nele e ele me agarrou, fomos para debaixo de uma arvore e lá demos um sarro maravilhoso, ficamos lá até as 20 horas e ele me convidou para ir para casa dele, pois a irmã dela estava viajando com o marido dela e ele estava só em casa. Fomos, eu liguei para minha mãe e falei que ia dormir na casa de um colega meu. Chegando lá fomos direto para seu quarto. Ele tirou minha roupa eu já estava de pau duraço (18cm) e em seguida ele tirou sua roupa ficou só de cuecas, começamos um demorado beijo e quando vi tinha tirado a cueca dele e libertado aquele caralhão, que agora tinha uns 21cm, eu fui abocanhando e fazendo força para engoli tudo ele gemia, e eu ficava mais excitado. Fui… deitei por cima dele e ficamos sarrando, rola com rola que delícia. Falei me come, ele levantou colocou uma camisinha, passou cuspe no meu cu, me deu uma linguada maravilhosa, meu cu piscava a cada línguada e foi metendo devagar, eu estava tremendo de medo, pois a rola dele era grande, mais ele foi maravilhoso, meteu devagar e sempre me beijando e falando que me amava.
Com o tempo eu fui gostando e já não sentia dor, rebolava naquela rola gostosa e pedia que ele me metesse aquela mangueira toda, e ele empurrou e eu senti o saco dele batendo na minha bunda, eu “me” abria mais para dar prazer para o meu bombeiro. Trocamos de posição eu sentei em cima, e ficava subindo e descendo naquela rola dura, meu pau de tanto tesão pingava, ele gemia gostoso e falou que ia gozar eu falei “pode gozar meu macho”. Seu pau latejava, era a porra vindo ele gozava e gritava ai, que delícia cara, ai, e eu só cavalgando e gozando junto com ele. Depois os dois mortos de cansados, fomos tomar um banho e lá rolou altos beijos, o pau dele estava com a cabeça vermelha e logo estava dura de novo e eu virei e ele meteu, agora já entrava mais fácil… Ele me comia em pé e eu abaixava e subia, gozamos mais uma vez e ele dizia que me amava e que morria de medo de me perder. Perguntei se ele já tinha transado com outros, ele falou que transa não, pois eu fui o primeiro, e que o único envolvimento que ele teve com outro homem foi com um amigo há muito tempo ainda na época de escola e que só ficou numa punheta e o cara chupou o pau dele, mais que comigo era diferente, pois eu era maravilhoso, falei que nós iamos ter que disfarçar para que minha família e a dele não desconfiasse.
Naquela noite dormimos só umas duas horas, porque a maior parte nós estava-mos era transando, tanto que de manhã, eu ainda estava com o pau dele por cima de mim. Depois desse dia transamos várias vezes e onde eu ia sempre levava ele e tenho umas amigas que ficam dando em cima dele, mas nós disfarçamos, eu fiquei doido de ciúme e quando é em cima de mim que alguém dar, ele fica com mais ciúme do que eu dele. Hoje está mais difícil porque a irmã dele com o marido voltou, mais ele está comprando um apartamento para ele e logo vamos ter nosso canto.


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