O Marido da minha tia

chupacueca@hotmail.com

Minha vida sexual começou quando eu ainda era adolescente.
Eu era um jovem muito ingênuo, meio CDF e medroso, fazia de tudo pra não arrumar encrenca com ninguém.

Não sabia nada de sexo.
Até tive umas namoradinhas na escola, mas ficava só em inocentes beijinhos.
Até que, certa vez, passei umas férias na casa do meu tio, no interior de São Paulo.
A casa do meu tio era grande, tinha muitos quartos. Mesmo assim, na época, havia muita gente na casa, a maioria, mulher.

De homem, na casa, naquela época, só havia eu, meu tio e um irmão da mulher do meu tio, um rapaz chamado Gerson.
Gerson era bem alto, tinha uns 1,90, forte, branco, seus olhos e cabelos eram bem pretos, e ele andava sempre com cabelo bem curtos, quase raspados.
Ele era um rapaz novo, tinha seus vinte e poucos anos, mas já era casado, e tinha uma filha recém-nascida.

Pelo que me lembro, sua esposa estava com espécie de crise pós-parto. E queria dormir somente com a filha no quarto.
Como todos os quartos estavam ocupados por mulheres, minha tia (esposa do meu tio), me perguntou se eu me incomodaria em dividir o quarto com o Gerson.
Sempre dividi as camas com meus primos e outros amigos naquela casa. Como nunca aconteceu nada, não tinha como eu imaginar coisas, não vi nada demais na situação… Topei numa boa, embora nunca tivesse trocado uma palavra com o tal Gerson. No máximo trocamos alguns cumprimentos com a cabeça…

Logo no primeiro dia, depois de muito passear pela cidade do interior, cheguei em casa cansado e fui dormir. Gerson não estava no quarto.
Tinha saído com os amigos.
No meio da noite, ouço ele abrir a porta do quarto. Neste momento eu desperto, mas permaneço com os olhos fechados e imóvel, fingindo que estou dormindo.

Eu dormia vestindo somente um shorts, sem camiseta. Estava calor, e eu estava coberto somente por um lençol.
Gerson arranca a roupa de qualquer jeito e a joga no chão.
Pelo barulho e pelos tropeços, deduzi que ele estava meio bêbado.

Em pé, provavelmente após me ver na cama, ele faz um barulho com a língua como quem diz: “Puta merda! Tem gente na cama onde eu estava dormindo sozinho!” Depois, ele deita na cama, e vira de costas para mim. Por cima do lençol.
Deixei ele e a frescura dele pra lá e acabei pegando no sono novamente.

Permaneci deitado de lado, de costas para o Gerson. Acordei sentindo seus dedos grandes e fortes acariciando de leve minhas costas. Percebi que o lençol já não cobria mais meu corpo.
E que o abajur estava aceso.
Senti um arrepio na espinha.

Pensei em me virar e brigar com ele: “O que pensa que está fazendo?” – eu falaria.
Mas embora nunca tivesse me passado pela cabeça em estar com outro homem, eu estava gostando de ser acariciado daquela forma, com aquela ternura. Era estranho, diferente, mas era excitante. Permaneci mudo, imóvel e de olhos fechados.

Ele ficou longos minutos naquele movimento.
Aos poucos seus dedos foram subindo pelas minhas costas e ele começou a passar a ponta dos dedos sobre meu pescoço.
Vendo que eu não reagia, resolveu aproximar mais seu corpo do meu.

Sentia através do calor do seu corpo que ele se aproximava de mim.
Senti um bafo quente aquecer minha nuca. No ar, um forte odor de cerveja. Ele ainda devia estar meio bêbado.

Continuava a passar o dedo sobre meu pescoço. Eu arrepiava.
Pelo cuidado e pela demora, parecia que não queria me acordar. Ele avançava bem devagar, querendo descobrir até onde podia chegar.

E eu não reagi.

E eu queria ver até onde ele iria. Como eu estava curtindo, passaria o resto da vida fingindo que estava dormindo.
Ele pôs a mão sobre minha cintura e parecia tentar me virar, bem lentamente, para expor melhor minha bunda para olhá-la sob a luz do abajur. Eu virei de bruços, virando o rosto de lado, e deixando minha bunda para cima. Eu sabia o que poderia acontecer.
E estava dando sinal verde.

Gerson não falou nada.
Percebeu que eu estava acordado, mas que ainda fingia estar dormindo somente para que ele não parasse…

Ele deslizou suas duas mãos por sobre as minhas coxas, passou-as sobre a minha bunda, e com as mãos debaixo dos meus shorts, foi descendo pelas laterais. Afastou do meu corpo o elástico que fixava a bermuda na cintura, e desceu o shorts até meus pés.

Sentou-se ao meu lado, e passou a acariciar minha bunda com suas grandes mãos.
Suavemente, seus dedos exploravam minhas nádegas. Ele acariciava e parecia se deleitar.
Ouvi um ou outro gemido. Mas não tive coragem de olhar para ele.
Provavelmente ele estava se masturbando.

De vez em quando, passava de leve seu indicador no meu cuzinho.
Era quando ele gemia mais alto.

Logo depois, seus dedo começou a ficar somente por ali: Levava a mão à boca e depois espalhava a saliva no meu cuzinho. De vez em quando ele parava, e eu sentia ele se aproximar do meu rosto para ver minha reação…
Eu tentava ficar inalterado, mas tudo aquilo era muito gostoso.

De repente, ele pára e se levanta.
Ouço ele ir até a porta do quarto e trancá-la.

Em seguida ouço ele tirar sua cueca samba-canção e subir em pé em cima da cama.
Ele se ajoelha sobre mim e eu sinto seu saco peludo encostando nas minhas coxas. Percebo que ele está se posicionando para encaixar seu pinto na entrada da minha bunda. Não olho em nenhum momento para ele, continuo a fingir que durmo.
Sinto uma coisa quente, pulsante e molhada encostar na carne da minha bunda.
Aquele troço quente e gostoso é esfregado no caminho do cofrinho.

Ele sobre e desce com o pau sobre meu rego, cuspindo várias vezes na mão e no pau, espalhando a saliva.
Até que ele encaixa a ponta do seu pau na portinha do meu cuzinho, ficando alguns segundo parado ali.
Logo depois ele força um pouco e a cabeça se encaixa.

Até ali, como a sensação era boa e diferente, permaneci imóvel, apenas meu pau estava duríssimo sobre o colchão…
Mas quando ele força mais um pouco, parece que uma faca corta meu cu.
Eu afasto minha bunda, quase pulo de tanta dor.

Gerson se levanta e sai da cama. Mas não se afasta.
Eu deito de lado…

Abro os olhos, me viro pra ele, mas não falo nada.
Vejo ele ali, parado. Na minha frente, com cara de assustado, enorme, forte e de pau duro.

Sem abrir a boca, fecho os olhos.
De lado, ergo um pouco a minha perna, deixando minha bunda bem exposta para ele. Deixando ele consciente de que, se quisesse, poderia terminar o serviço.

Até aquele dia, nunca havia feito sexo na vida, gostava de mulheres e na minha cabeça, tinha certeza que casaria e teria filhos. Assim como também tinha plena consciência de que Gerson era casado, tinha sua pequena filha e indiretamente, era da minha família.
Mas nenhuma moral ou razão me impedia de fazer aquilo. O prazer físico e psicológico daquele ato proibido deixava a situação mais excitante, impossível de ser evitada…

Gerson subiu novamente na cama e deitou-se ao meu lado.
Não falou nada.
Passou a mão no meu reguinho novamente, espalhando novamente a saliva e reforçou a lubrificação cuspindo mais, e desta vez, ele enfiava o dedo indicador, tentando lacear um pouco as paredes do meu reto.

Novamente, encaixou o pau na portinha do meu cu e voltou a forçar sua entrada.
Ele forçava e chegava o rosto perto da minha cara, para ver minha reação. Eu ficava de olhos fechados. Somente sentindo aquele monstro tentando me invadir.

Até que, depois de mais alguns movimentos de vai e vem, sinto algo me invadindo, uma dor horrível, uma sensação inédita, um estranho prazer, e uma vontade alucinante de ir ao banheiro.
Eu abro os olhos e vejo aquele homem enorme atolado dentro de mim. Sinto seu saco batendo na minha bunda. Vejo suas pernas molhadas de suor batendo nas minhas e vejo seu enorme e forte pé encostar nos meus calcanhares… É uma sensação indescritível de dor e prazer.

Ele me segura pelos ombros e me aperta contra seu corpo.
Seu pau parece cada vez maior dentro de mim.
Sinto algo saindo do meu cu, mas o pau dele ainda está enfiado e se mexendo dentro de mim…
Ele aperta bem meu corpo e depois, me solta. Pára de se mexer.

Ele puxa seu pau de dentro de mim. Quando sai a cabeça, a dor é grande.

Sinto meu rabo todo molhado e com algo escorrendo.
Fiquei assustado.

Sinto uma cólica tremenda, e corro pro banheiro do quarto, que felizmente, é uma suíte.
De dentro de mim sai muita gosma, durante um bom tempo, fico expelindo a porra de dentro de mim.
Era muita.

Ele entra no banheiro, dá uma lavada no pinto com água e sabão.
Em seguida se aproxima de mim, sério. Acende um cigarro.
Dá uns tapinhas no meu ombro, e diz: “Valeu, meu chapa! Tava precisando!”.

Depois, volta para o quarto, veste sua cueca samba canção, e se deita novamente como se não tivesse acontecido nada. Dorme.
O dia já estava clareando.

Voltei para a cama, eu precisava dormir um pouco também…
Gerson ficou de costas o resto do tempo. Como se eu não estivesse ali.

No outro dia, não tive como esquecer a trepada daquela noite, meu cu ardia e latejava durante todo o dia, e tive que ir várias vezes ao banheiro por culpa daquela gozada dele.
Gerson não passou a me tratar melhor, nem pior, por causa daquela noite.
Parecia que não tinha acontecido nada. Ele era só atenção para sua mulher e filha.
Mas as férias estavam somente começando…


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