Fui Confessar e Comi o Padre como Penitência

outubro 18, 2011

Depois de ler tantos relatos sobre experiências sexuais, resolvi que era hora de começar a contar as minhas. Como meu pseudônimo já diz, não sou mais um garoto mas também não aparento a idade que tenho. Idade, experiência e história, muitas historias. Mas vamos ao que interessa.

Como todo garoto na idade de começar a pensar e conhecer sexo, rolava muita sacanagem entre a molecada da rua onde eu morava, no início era só um ficar segurando o cacete do outro, tentar bater uma punhetinha que ainda estávamos aprendendo, ficar roçando o pau um no outro, e depois de algum tempo começamos a encochar uns aos outros, mas meter mesmo acabou não sendo com outro moleque.

Essas seções de sacanagem rolavam quase todos os dias da semana e no sábado, por sermos jovens com formação religiosa, íamos a igreja confessar as coisas erradas que tínhamos feito na semana.

Havia um padre, bem novo ainda, recém ordenado, que quando ouvia essas confissões, eu sentia que ele ficava meio inquieto, e dizia que embora aquilo fosse pecado não era dos mais graves e que era comum na minha idade, afinal ele próprio já tinha passado por situações parecidas. Como eu percebia sua inquietação, quando ia me confessar com ele acabava inventando algo mais das artes sexuais da semana e ele ficava mais inquieto, e como as confissões iam ficando mais quentes ele disse que, para que pudesse entender melhor o que acontecia e como durante o horário de confissão havia sempre muita gente pra ele atender, sugeriu que no final daquela tarde, por volta das 7 horas, eu fosse até a casa paroquial, onde ele morava com outro padre que estava em viagem naquele final de semana, para que eu pudesse fazer uma confissão mais completa. Achei meio estranho mas padre é padre, certo.

Fiquei um pouco curioso e ancioso com a penitencia que ele poderia me dar quando contasse minhas travessuras e pensei até em não ir, mas quando faltavam uns dez minutos pra hora marcada, eu já de banho tomado fui até a casa do padre, mas não podia imaginar o que me aguardava.

Chegando a casa paroquial ele me recebeu com um sorriso, de banho tomado e com um leve perfume e a túnica que os padres usam. Pediu que eu me sentasse num sofá na sala, trancou a porta e disse que iria pegar um refresco para tomarmos. Sentou-se ao meu lado e disse

- muito bem meu filho, aqui nesta casa é como se estivéssemos no confessionário, e tudo que for dito aqui ficará sempre somente entre o padre e você. Pode contar seus pecados

Meio sem graça comecei a relatar as traquinagens de todo moleque, e depois das coisas banais ele perguntou sobre os pecados sexuais. Fiquei meio constrangido afinal estávamos cara a cara mas comecei a contar.

- sabe seu padre, esta semana eu e o Carlinhos estávamos brincando de bola e resolvemos apostar quem era melhor, e quem fizesse um gol primeiro poderia pedir qualquer coisa pro outro. Eu fiz um gol primeiro e pedi para ele pegar no meu pinto.

O padre ficou meio inquieto, me olhou e disse

- pegar no pinto como, não estou entendendo direito. Era só pegar e pronto ou tinha que fazer mais alguma coisa
- era pra pegar e ficar alisando – eu disse – até que eu mandasse parar
- ainda não estou entendendo. Pra entender melhor e ver se o pecado é grave, vamos fazer de conta que eu sou o Carlinhos, está bom, afinal estamos na casa paroquial e isso vai ficar só entre a gente.

Fiquei ainda mais confuso mas obedeci e disse

- Carlinhos você perdeu então pega no meu pinto

O padre olhou nos meus olhos e disse

- é assim que devo segurar ? e pegou no meu pau por cima da minha calça. 

Na mesma hora que ele pegou e começou a mexer, meu pau deu sinal de vida e começou a ficar duro Fiquei com medo da bronca mas o padre disse

- Não precisa ficar assustado, isso é normal, e para a calça não machucar seu pinto vamos tirar ela pra continuar.

Ele tirou minhas calças olhando em meus olhos, voltou a pegar por cima da cueca e perguntou 

- Nossa, que pinto grande. O Carlinhos tirou a cueca também ?
- Sim – eu disse , e a essa altura o medo já dava lugar ao tesão

Ele tirou minha cueca, e meu pau que naquela época já tinha uns 18 cm e uma grossura considerável, ficou ali apontando pra cima. Ele pegou novamente e começou a me punhetar de uma forma que nenhum moleque antes tinha feito.

- Foi só isso que o Carlinhos fez – perguntou
- Não – eu disse já entendendo qual era a do padre viado – mandei ele acariciar e chupar

Era tudo que o padreco queria ouvir. Ele pediu que eu tirasse minha camiseta e reiniciou uma punheta deliciosa. Ele subia e descia a mão em volta do meu caralho duro como aço e com a outra mão acariciava meu saco, tocando uma bolinha de cada vez e com todo cuidado pra aumentar meu prazer.

- Que pau lindo que você tem meu filho. Dá vontade de engolir ele
- Ele esta ai pra você fazer o que quiser. Nunca ninguém me punhetou como você esta fazendo
- Então você vai ver o que mais vou fazer com ele – disse sorrindo

Meu pau já babava como se eu tivesse gozado. O padre viado abaixou a cabeça e começou a engolir meu caralho. Ele punhetava meu pau com a boca e a mão e ao mesmo tempo tocava no meu saco. Foi me chupando e me puchando do sofá até que estivéssemos deitados no tapete do chão, ai falou no meu ouvido. 

- Quero que você tire a minha batina pra ver como estou por baixo

Tirei a batina dele sem que ele parasse de me punhetar ou chupar e por baixo dela ele não vestia nada. Ele já havia premeditado tudo

Voltou a chupar e punhetar e pediu pra que eu pegasse na sua bunda. Fiquei alisando aquele rabo enquanto ele me engolia e percebeu que eu estava prestes a gozar. Disse que queria tomar meu leitinho. Aumentou as chupadas e caricias no meu saco até que não agüentei e gemendo de prazer gozei rios de porra com jatos fortes em sua garganta. Ele também gemia e rebolava o rabo enquanto eu passava a mão nele. Continuou me chupando até enxugar a ultima gota e não deixou que me caralho ficasse mole. Fui ficando com tesão novamente e minha mão começou a se aproximar do cuzinho do padreco. Eu passava o dedo no seu anelzinho e ele gemia e apertava meu pau. Quanto mais eu acariciava seu anelzinho mais ele gemia. Comecei a forçar meu dedo no seu rabo e ele foi rebolando e gemendo, mostrando o que estava querendo. Ele pediu que eu abrisse a gaveta da mesinha que estava ao nosso lado e pegasse um creme. O KY estava ali esperando pra ser usado. Lambuzei meu dedo e fui enfiando no seu cuzinho. Ele gemia e me chupava. Forcei um segundo dedo e ele gemeu e rebolou ainda mais. Jä não agüentando mais eu disse que queria comer ele, mas que nunca tinha comido ninguem e ele precisava me ensinar. Os olhos dele brilharam por saber que aquela seria minha primeira metida. Pegou o KY, lambusou meu caralho que já babava novamente e se posicionou de quatro na minha frente. Fiquei de joelho por traz dele que pegou meu cacete e direcionou pra portinha de seu cu. Pediu que eu empurrasse meu pau no seu cu devagar porque fazia tempo que ele não dava. Fui colocando a cabecinha e o viadinho gemia e rebolava. A cabeça passou e com um grito ele pediu que eu parasse um pouco. Eu queria meter de uma vez e não estava ouvindo mais nada. A sensação de estar comendo um cuzinho era maravilhosa e eu não ouvi nada. Ele tirou a mão do meu pau pra se ageitar melhor e não pensei duas vezes. Enterrei todo meu cacete de uma vez naquele cu gostoso. Ele gritou, me chingou, tentou ir para a frente mas eu estava tomado e sem saber de onde tirei a força segurei ele pela cintura com meu caralho enterrado.

- Não era rola que você queria seu padreco viado, pois agora ele está enterrado no seu cu pra você ver o que é bom. Pode gritar egemer como uma putinha que não largo você nem seu cuzinho gostoso.

Aquelas palavras tiveram um efeito especial nele que parou de tentar sair e começou a rebolar no meu caralho e gemer de prazer. Comecei um vai e vem gostoso e a cada estocada ele gemia, rebolava e dizia – Vem meu filho, como o cu desse viadinho, hoje e quando você quiser. Me fode gostoso. Mete gostoso nesse rabo.

Eu aumentei as estocadas e comecei a sentir o cuzinho dele a piscar. Acelerei o vai e vem e num urro ele disse que estava gozando sem nem tocar no pau dele. Quando ele disse isso meu tesão foi a mil e gozei novamente, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ele se apertau mais em mim até sentir a última esguichada no seu rabo. Tirou meu pau do seu cu e lambeu ele até que não sobrasse nehuma gotinha de porra pra escorrer. Ele ainda tremia de tesão e disse que a partir daquele dia eu tinha que me confessar diariamente com ele. E foi o que fiz. Confessei em todas as posições que pode existir, e até levei o Carlinhos verdadeiro pra confessar junto, mas isso é uma outra confissão…

24 cm de Puro tesão

julho 14, 2011

meio vazio ainda fui direto para uma piscina q so tinha um garoto lah ele devia ter uns 19 anos corpo delineado e saradinho muito gostoso mesmo dei o 1° mergulho e depois sentei na berada da piscina e ele veio e me comprimentou pergunto meu nome e eu respondi depois idade depois perguntei o nome dele era Estevam conversamos um bom tempo.

Fiquei reparando aquele corpo lindo enquanto podia perceber q ele tbm estava admirando minhas pernas pois tenho um bumbum de 115 cm e pernas de uns 90 cm e são lindas ate meus tios e parentes cobiçam são pernas e bunda q qualquer mulher queria .

E o papo vai papo vem ele me disse q tinha se mudado a minha cidade faz pouco tempo e com isso não conhecia quase nada por aqui eu disse q poderia mostrar varias coisas a ele e ele disse quero ver tudinho q puder (jogando uma indireta mesmo)e eu respondi com outra eu acho q pode ver tudo q quiser , ele respirou bem fundo notei quando ele tinha sentado ao meu lado q seu mastro estava levantando e foi quando ele entro na piscina e fico me olhando por alguns segundo fixamente nos meus olhos .

Eu comecei a exitar tbm e entrei na piscina ele sugeriu uma corrida a nado e eu aceitei e nos competimos e no fim ele chego primeiro quando ia chegando ele pegou em minha bunda e depois q levantei ele pediu desculpas eu disse não tem problema e ele disse não tem não ? e meteu a Mao na minha bunda (por debaixo d’água) a piscina deveria ter 1.50 de profundidade e é água natural então e meio escura ninguém veria e estava vazio o clube .

A coisa começou a esquentar então decidi parar pois meus pais estavam ali perto depois q consegui q meu mastro descesse sai da piscina e fui ao banheiro para q ele fosse atraz , não deu outra quando estava lah ele veio por traz e me puxou e disse aqui não tem ninguém q possa me impedir não so vc e claro então eu disse então ta totalmente desimpedido ele me beijou e eu senti aquela língua gostosa explorando cada lugarzinho da minha boca e fiquei imaginando ele com ela em outro lugar …

Depois disso fiquei meio com medo de q chegasse alguém ali então pedi meu pai para buscar uma coisa em casa q era perto do clube peguei o carro e fomos pra minha casa(eu tenho 17 anos e não tenho carteira mesmo askopsakaposksopsakosapko)chegando lah ele disse então aqui podemos neh ?

Levei ele ao meu quarto e ficamos lah nos beijaando ele vorazmente explorando cada parte do meu corpo com a língua e depois me jogou na cama e tiro seu short q usava e vi aquele lindo mastro por baixo da sunga tinha exatamente 24 cm ele tinha um bem grandinho e grosso então ele disse cai de boca , eu fui com tudo naquele caralho enorme e gostoso ele jah estava delirando de prazer e gemia. Me viro de 4 na cama e disse vo te fuder devagarzinho pq keru sentir a cabeça do meu pau deslizando no seu cuzinho viu meu gatinho? Eu disse vai então meu macho, quando disse isso ele disse pra chama lo de machão gostoso então eu disse e ele colocou bem lentamente no meu cuzinho apertadinho aquilo e doeu um pouco porem não e todo dia q vc tem um trenzao daqueles não e ?

Então aproveitei aquilo ali e deixei q ele fizesse tudo q queria , me colocou de frango assado e ele olhou pra baixo vendo aquela coisa gotosa entrando devagarzinho e foi então q ele disse agora vo estocar com força viu meu amor eu disse pode ir e foi quando ele começou a acelerar o ritmo e indo bem funbdo eu sentia aquela tora entrando e saindo de mim e sentia um prazer extremo com aquilo soutei um gemido sem querer e ele viu q eu estava amando aquilo ali e ele começou a gemer tbm então foi quando eu percebi q ele estava prestes a gozar foi então q ele enfiou tudim no meu cuzinhu e jogou um jato forte e quente no meu cuzinho e depois mesmo depois de gozar ele continunou entao eu disse nossa meu machão ta forte ein ele disse isso so foi 1 me colocou de 4 denovo e deu um tapa na minha bunda e disse com um cuzinho gostoso desse eu keru no mínimo 4 entao eu disse ele e todinho seu .

Ele estocava em mim com uma certa força q eu sentia entrando lah no fundo e quase batendo no meu intestino aquyilo ali estava me dando tanto prazer q gozei sem colocar a Mao em meu caralho e ele disse nossa amor ta gozando joga esse leitinho em mim joga eu fiz oq ele pediu então ele lambeu cada gota daquilo ali e depois deitou se na cama e eu subi encima e começeira a cavalgar nele e ele disse rebola pra mim vai e eu rebolava naquele carahlho gostoso e ele gemia foi quando ele disse q iria gozar denovo

Depois ele disse q keria no banheiro porem não sabia q tinha uma banheira nele quando entrou q viu me jogou na banheira seca mesmo e começou a me comer de 4 ali e ele enfiava forme e gritava isso meu gatim me faz sentir esse corpinho todinho na minha Mao vai e ele pediu vai ligando a banheira ai vai enquanto to te fundendo amor então liguei e a agua morna ia subino e ele sento na banheira e me fez sentar nele e então e rebolava no pau dele e ele delirava então ele disse q eu seria o garoto dele o tempo todo .

Depois disso ele gozou a 3° vez em mim dentro de 3 horas diretas de sexo e eu jah não estava mais agüentando a água estava fria porem ele estava quente então saímos da banheira enchugamos e voutamos ao clube chegando lah meu pai estava preocupado disse q encontrei uns amigos na rua e parei para conversa .

Voltei a piscina e conversando com ele novamente fui almoçar com ele no bar do clube depois do almoço eu me deitei embaixo de uma arvore afastada e ele sentou do meu lado e começo a dizer q jah estava louko para poder penetrar aquele corpinho denovo eu disse então eu vou tirar um cochilo aqui depois podemos ir a um lugar q conheço por aqui , 40 minutos depois ele volta e fomos para uma floresta ali perto ele me colocou em uma arvore de 4 enquanto isso ele jah estava uma rocha então já meteu bem fundo logo e estocava em mim e enfiava tudim em mim terminamos e depois ele me disse iria-me kerer todo dia eu disse então terá .

Depois voltamos e ele me disse no caminho q estava no segundo ano ainda pois estava fora do Brasil e não tinha terminado , então eu disse tbm estou no segundo ano e ele disse qual seu colégio e eu respondi a ele e disse minha sala e então depois disse fui embora trocamos telefones MSN e Orkut e então ele me ligou tarde depois conversamos por um tempão e ele ainda ouviu minha mãe brigando comigu q tinha tomado banho e não tinha esvaziado a banheira.

Celebridade da Bola bate um bolão

março 20, 2011

Sou radialista em Goiânia e como todo profissional da área, temos livre acesso á cinemas, clubes e festas. Tenho 32 anos, faço o tipo nem feio nem bonito. Por isso compenso a ausência de adjetivos me vestindo bem, e usando perfumes marcantes. O resultado é sempre satisfatório, por isso tenho muitos amigos, e gatas desesperadas querendo dar a bucetinha para mim.

Quero deixar claro aqui que não sou gay, e nem por isso preconceituoso, tenho mente aberta, mas o que vou relatar aqui me deixou em dúvida sobre muitas coisas.

Era sexta feira e um dos clubes mais badalados da cidade estava promovendo uma super festa. Cheia de novidades, bebidas exóticas, dançarinas de pole dance, gogoboys e show de drags. O nome da festa era: Sem Preconceitos – Essa Noite Vale

Tudo. Pelo título e a variedade de atrações percebi logo que a noite seria muito louca.
Cheguei as 23:15 e observei que tinha pouca gente. Umas pessoas extremamente interessantes e comunicativas. Fui me enturmando e lá pras 2 da madruga a festa tava bombando. Já havia beijado várias garotas, e feito muitos amigos. Eu havia decidido que naquela noite beijaria todas e não ficaria com nenhuma.

No auto da minha bebedeira e incentivado pelos novos amigos, acabei subindo num palco reservado para os mais atiradinhos darem seu showzinho particular e fiz uma dança bem provocante, usando como apoio o cano da poledance(não me lembro o nome desse troço). Não sei se era pra me zuar, mas todos começaram a bater palmas no ritmo da música me incentivando a dançar. Larguei a barra e tirei a camisa e joguei no meio do povo. Sou malhadinho por natureza, juro que nunca fiz musculação ou coisa parecida.

Algumas mulheres subiam no palco e me davam bebida, e eu louco que estava bebia enquanto dançava. Acho que isso fez minha cabeça rodar um pouco. Foi então que acabei minha apresentação agradecendo os aplausos.

Quando desci um cara tipo segurança veio até mim e pegou no meu braço e cochichou algo no meu ouvido, mas não entendo direito, e imaginando que seria expulso segui o rapaz obedientemente. Qual não foi minha surpresa quando me levaram para um camarote extra vip, e fui apresentado a um sujeito que me parecia conhecido,mas a cachaça na minha cabeça não me ajudava a lembrar quem era. O cara até que era bonito, alto, corpão e uns olhos que só não eram mais bonitos do que seu sorriso largo e conquistador. Elogiou minha dança, e me chamou para irmos num lugar mais sossegado. Não sei porque aceitei sem maldade alguma. Só achei meio estranho quando o motorista dele nos deixou num hotel muito chique aqui da cidade, que só conhecia por ouvir falar. Fomos para a suite dele. Nos serviu uma bebida que aceitei prontamente. Era whisky, e pelo gosto era coisa boa mesmo.

Meu novo amigo ligou o som e uma música forte e vibrante invadiu o ar. Ele então olhou para mim e pediu: Por favor! Dança pra mim ver. Você é muito bom, e de onde estava mal conseguia ver. Eu devia estar muito bêbado mesmo, porque comecei a dançar, tirei a camisa e joguei para ele. O sujeito pegou minha camisa e a cheirou. Eu ri e continuei a dançar. O rapaz estava sentado numa poltrona de pernas e boca abertas olhando para mim. Fui até ele e pedi dançando que ele desabotoasse minha calça. Na verdade eu queria humilhá-lo com essa ação…Pra minha surpresa ele não se sentiu ofendido e tirou meu cinto. E qual não foi minha surpresa quando vi meu pênis ser tirado para fora da calça e ser sugado com força. Essa atitude me deixou meio tonto. Tentei recuar, mas não tinha jeito, eu estava muito bem seguro. Foi então que segurei sua cabeça e comecei a socar meu pênis já duro na boca dele com força. Meu amigo tentava falar algo, mas meu pau era grande e preenchia todo os cantos de sua boca. Durante uns 10 minutos tive meu pau chupado como um picole de creme, e finalmente gozei feito um cavalo no cio…Nem cheguei a ver meu esperma, pois ele foi forazmente devorado. Caí numa poltrona ao lado exauto e já quase curado da bebedeira. Foi como se todo ácool que ingeri durante a festa tivesse sido sugado junto com minha porra.

Foi aí que olhei bem para aquele rosto, e um clarão me veio a mente e falei: _Ei cara você não é o…Psiu! Interrompeu-me o famoso jogador de futebol, e completou: _Sem nomes e nem profissões por favor! E veio cheio de paixão e me beijou a boca, ainda com o gosto do meu esperma.

O resto de noite foi maravilhoso. O cara era um cavalão. Chupava bem demais, além de dar o cúzinho como uma puta no cio. Cuzinho esse que comi umas três vezes. Só não comi mais pq o filho da mãe adorava mamar meu cacete. Até para me acordar já quase meio dia foi com um maravilhoso boquete. Trocamos msn, nos abraçamos, e ele prometei que sempre que vier a Goiânia a gente vai ficar junto. Na verdade ele até hoje não voltou, más já mandou grana várias vezes para mim passar minhas férias e alguns fins de semana com ele no Rio de Janeiro.

Combinamos que tanto ele quanto eu não podemos nos expor para o mundo. Mas debaixo de um quieto, nos consideramos namorados. Super abraço e até mais!

Meu amigo policial

janeiro 21, 2011

Olá pessoal! Vou contar aqui uma história de muita amizade, que se transformou em tesão…

Conheci o Toninho há nove anos, quando ainda éramos adolescentes. Ele tinha 16 e eu 15 anos. Estudávamos na mesma escola e morávamos perto um do outro. Rapidamente, nos tornamos grandes amigos. Fazíamos tudo juntos.

E assim foi o primeiro ano do ensino médio. Mas quando veio o segundo ano, ele precisou mudar de turno por causa do trabalho. Acabamos nos afastando um pouco, mas tentávamos nos falar sempre que era possível. E assim foi até terminarmos o ensino médio.

Eu comecei a fazer minha faculdade de administração. Ele optou pelo trabalho. Vez ou outra nos víamos, mas não com muita frequência. Toninho era um jovem bonito. Magrinho, mas bonito, muito bonito. Sempre notei isso.

Mas achava estranho porque ele nunca aparecia com namoradas. Eu sempre namorei. Em 2007, Toninho resolveu prestar um concurso para a Polícia Militar aqui de Goiás. Mas ele teria que sair de nossa cidade, Goiânia, e ir para Luziânia, pertinho de Brasília.

No dia da viagem, ele esteve em minha casa para se despedir. Peguei o carro e o deixei na rodoviária. Ele terminou o curso de soldado e foi trabalhar numa cidade um pouco mais distante. E ainda assim, nossa amizade continuou. Nos falávamos pouco, mas não nos esquecíamos.

Depois de uns dois anos com ele morando longe, Toninho conseguiu uma transferência para Goiânia. Ele continuava sem namorada. Dizia que só queria namorar quando tivesse condições financeiras. Mas ora, um jovem policial bonito de 24 anos sem namorada e sem sexo??? Eu estranhava, mas deixava pra lá…

Quando ele retornou pra nossa cidade, nosso contato aumentou de novo. Nos víamos sempre, íamos ao shopping pra bater papo… Nossa amizade voltara a ser o que era.

Certo dia, estávamos conversando sobre atividades físicas. Veio a ideia de fazermos natação juntos. Topei na hora. Procuramos uma escola de natação e, na semana seguinte, começamos a atividade. Fizemos a primeira aula.

Apesar de muito amigos, nunca tínhamos nos visto com roupas de banho ou mesmo nús… Notei que ele me olhou de forma diferente quando tiramos as bermudas e ficamos somente com o calção de banho.

Não dei muita atenção àquilo e fizemos a aula. Terminada a atividade, fomos para o vestiário tomar banho. Fazíamos a aula cedinho por causa de nossos horários de trabalho e estávamos só nós dois no vestiário. Os chuveiros não tinham divisórias.

À medida em que fui tirando minha sunga, ele foi me acompanhando com os olhos. Confesso que fiquei incomodado, mas não dei bola. Ele tirou a roupa dele. Nem reparei.

Mas, quando começamos o banho, ele no chuveiro ao lado, percebi que seu pau começava a ficar duro. Ele tentou disfarçar, mas foi inútil. Toninho tinha um pinto de tamanho normal, com a cabeça rosada. Em dois minutos, seu pau estava duro como pedra.

Aquilo me excitou. Fiquei de pau duro também. Mas terminanos o banho e vestimos nossas roupas. Estávamos no meu carro. Aquele homem de 25 anos estava ao meu lado, com um tremendo volume na bermuda. Os dois estavam calados.

Nenhuma palavra. Chegando na minha casa, não havia ninguém… Nunca tinha tido aquela vontade, mas me entreguei ao desejo.

Como fazia calor, disse a ele que iria tomar outro banho. Ele perguntou se também poderia tomar mais um. Eu disse que sim. Para minha surpresa, fomos os dois para o banheiro. O box daqui de casa é apertado.

Quando tiramos as roupas, os paus estavam em ponto de guerra. Ele se virou dentro do box e meu pau roçou sua bunda. Ali, nos esquecemos de nossa amizade e nos tornamos amantes.

Nos beijamos loucamente e fomos para a sala depois do banho. Toninho começou a me chupar. Que sensação deliciosa daquele homem policial me chupando. Parecia que saber fazer aquilo muito bem.

Nem minha namorada chupava daquele jeito. Retribuí. Ele gemia de prazer e de tesão. Quando terminei o serviço, ele me pediu para comê-lo.

Peguei uma camisinha e salivei em seu cuzinho, ainda virgem. Tenho um pau de 17 cm e bem grossinho. Quando coloquei a cabeça, ele gritou de dor. Disse pra ele ficar calmo que ele iria gostar.

Fui colocando aos poucos até enterrar minha pica naquela bunda magrinha, mas gostosa. Ele foi gostando daquilo, e começou a rebolar. Já tava dando como uma cadela.

Eu bombava com força e rapidez. Os gemidos de Toninho me excitavam e me faziam estocar com ainda mais força.

Comi meu amigo policial em todas as posições. Ele tava dando de pau duro. Isso me deixava louco. Depois, ao mesmo tempo que o comia, batia uma punheta pra ele.

Fomos ficando loucos. O tesão nos incendiava. Nossos corpos estavam suados e excitados. O tesão tomava conta e gozamos juntos. Deitamo-nos exaustos e depois tomamos mais um banho.

Ele foi para casa e teríamos outra aula de natação dentro de dois dias. O que aconteceu, eu conto depois…

Se você gostou, me adicione. Sou ativo e tenho 25 anos. keroteen2009@hotmail.com

Meu charme bissexual conquistou meu amigo hétero Part. 1

dezembro 27, 2010

Tenho 24 anos, sou paulistano legítimo, trabalho numa loja de shopping aqui da zona sul. A história que vou contar acabou de acontecer, ainda ontem/hoje, o rapaz acabou de sair daqui de casa. Para quem não sabe, loja de shopping tem uma concentração gigantesca de não-heterossexuais! É incrível, eu nunca pensei que fosse tanto, mas, trabalhando numa loja grande, lá com seus setenta funcionários, metade dos homens é assumidamente gay, metade das mulheres é pelo menos bi, e os que sobram não dá pra confiar 100% que sejam héteros mesmo…

Bem, eu cheguei lá e, sentindo o ambiente, logo no primeiro dia de trampo já revelei a quem quis saber que eu sou bi, fico com garotas, fico com garotos, mas a verdade é que prefiro garotos. O problema é que tem muita gente interessante naquela loja, mas os que mais me interessam pertencem a metade não-gay da loja, aí complica… Só que, como eu disse, não dá pra confiar 100% na heterossexualidade deles, e ontem/hoje eu provei isso…

Eis que tem um cara lá na loja, do time dos héteros, que me interessa sexualmente. Já fomos a baladas com o pessoal e ele sempre se destaca, pois dança loucamente, sem medo de ser feliz, sem vergonha e sem censura, em movimentos que ele chama de “dança do acasalamento”. É verdade que a galera ri, eu rio junto, mas eu nunca parei de pensar em como seria protagonizar essa “dança do acasalamento” com ele, na minha cama… “A dança é a manifestação vertical de um desejo horizontal”, alguém me disse uma vez, e isso é a verdade mais pura.

Eis que ontem, sábado, a galera saiu pra tomar umas brejas no boteco que tem perto da loja, e eu decidi sair com eles, antes de ir à Bubu, que é uma balada muito agradável daqui da cidade. Esse rapaz, o Diéferson (que nomezinho podre… tem pai que merece ser fuzilado…), estava no grupo. Aqui faço um parêntese a respeito de nosso relacionamento: somos amigos dentro e fora da loja; já saímos juntos várias vezes; já pagamos mico juntos; eu já confessionei a ele sentimentos platônicos que eu tive por garotos e garotas da loja; ele já me confessionou que estava aborrecido por conta da pressão de um dos gays da loja pra cima dele – pq ele é liberal e leva na boa, mas não é gay, “eu gosto é de buceta!”, e essas coisas. Eu já até, inclusive, contei a ele que, não fosse o fato dele fumar, e muito, eu pegaria ele. Falei de boa, na zoeira do momento, ele retrucou falando “é por essas e outras que eu fumo mesmo!”, rimos e desencanamos.

Só que ontem as coisas foram um pouco diferentes… Na rodinha de cerveja no boteco, eu tava ficando com uma menina da loja, ela tava afim de mim e eu tô solteiro mesmo, beijar não pega nada, né? É bom, faz bem, não devemos satisfação a ninguém… Só que o botequinho fecha cedo e logo fomos todos forçados a ir procurar outro lugar, acabamos indo parar numa baladinha perto da minha casa. Depois das cervejas do boteco, da vodka que dividimos na balada e de mais algumas rodadas de cerveja, pode-se dizer que o pessoal estava LEVEMENTE bêbado. Eu tenho bastante controle, gosto de ficar sóbrio porque me divirto vendo os bêbados e os seus micos; mas o Jeff já não tem tanto controle assim. Eis que eu tava sentado a um sofá com a garota do meu lado, meus braços ao redor do ombro dela, mãos dadas, e ele se sentou ao nosso lado. Sentou-se primeiro ao meu lado, me deixou no meio e meio que deitou no sofá, quase em coma alcoólico e ainda bebendo! Com a mão que me restou, quase como quem não quer nada, eu comecei a alisar os cabelos negros dele – ele tem cabelo muito bom, liso, bem preto, meio crescido, farto – acho que a melhor descrição física dele poderia ser um Kaká mais jovem. Ele tem o porte semelhante ao do Kaká, mesma cor de pele, de olhos, mesmo cabelo, mas ao menos é ateu, com a graça de Deus! E convenhamos que, apesar da Renascer, o Kaká é um espécime muito interessante, certo? Pois bem, agora ficou claro porque o Jeff tanto me interessa! Eu também não sou de se jogar fora, com meus cabelos loiros compridos, branquinho, olhos verdes, uma delicadeza masculina intencional, saboroso ao paladar de ambos os sexos… Talvez por isso eu tivesse uma morena de olhos verdes à minha direita e um Kaká à minha esquerda, ambos ganhando meus carinhos…

Pouco depois o Jeff foi ao banheiro e, ao voltar, acabou sentando-se ao lado da Cris, a morena com quem eu tava ficando. Eis que, quando eu olho, a mão dela que não estava por entre a minha estava alisando o cabelo dele e a mão dele estava na coxa dela! FDP, tanta mulher e ele quer logo a minha? Aí eu decidi alimentar minhas perversões e, aproveitando o braço ao redor da Cris, cheguei novamente aos cabelos e rosto dele e arrisquei uma alisadinha. Ele deixou. Aí fiquei alisando o rostinho e os cabelos dele, ele alisando a coxa da Cris, a Cris de mão esquerda dada comigo e mão direita no cabelo dele… E ficamos assim por um tempo, até que ela se levantou para ir ao banheiro e nós dois restamos. Eu olhei pra ele e perguntei qual era a dele, se engraçando com a mina que tava comigo, e perguntei se ele tava afim de um ménage. Eu falei brincando, mas o moleque disse sim! Falou que por ele, tava dentro, que topava. E eu pensando “É, colega, tu bebe e se entrega… Topar sexo a três com outro macho envolvido não é atitude muito hétero, não… E a mina nem é lá tudo isso… Essa goiaba tá bichada…”

Só que nossos perversos planos de ménage foram por água abaixo quando a Cris meio de súbito disse que tava indo pra casa, que trabalharia hoje na loja e precisava dormir logo pra acordar decente – já era por volta de cinco da manhã, eu e o Jeff estamos de folga hoje, domingo. Nos beijamos mais um tempinho, depois ela deu um beijo apenas no rosto dele, e se foi. Vale ressaltar que tínhamos ido em grupo de vinte ou mais pessoas, dos quais uns quinze já tinham se despedido e partido, mas uns dois ou três estavam sumidos. Sem a Cris e com o Jeff lá, quase dando PT no sofá, praticamente em coma alcoólico, eu falei a ele que tava afim de ir embora. Ele falou pra eu ficar mais um pouco, pra gente esperar ou tentar encontrar outro amigo nosso mais chegado, que tinha desaparecido meia hora antes. Eu falei que não, apertei a mão dele e me levantei pra ir embora. Já do lado de fora da balada ele chegou meio apressado, dizendo que, como ficou sozinho, decidiu ir embora também, não sem antes fumar um cigarro. Eu, como moro do lado de onde a gente tava, ia a pé, mas ele ainda ia pegar trem e nem tinha clareado o dia, ele tava com preguiça de ir embora.

E foi aí que tudo aconteceu…

Porque o puto virou e me disse: “Cara, eu não to afim de ir embora… Eu tô afim de estourar alguém hoje…”

“Estourar” alguém! Não é o máximo? Enfim, tudo a respeito dele exala sexo: a dança, o corpo, os cabelos e pérolas como dizer que tava afim de “estourar” alguém… Confesso que na hora fiquei de pinto duro, só de pensar em ser estourado por ele… Aproveitando todas as circunstâncias favoráveis: estarmos do lado da minha casa, ele estar bêbado e acessível, eu já ter passado a mão pelo cabelo dele a noite toda; eu decidi arriscar e disse a ele que eu até topava, mas como ele já tinha me dito que gostava de buceta e de gordinhas, eu não tinha nenhuma dessas… virtudes… a oferecer.

E não é que ele aceitou?

Soltando o típico “não tem tu vai tu mesmo”, ele disse que naquela altura do campeonato até o Breno já tava começando a ficar interessante (o Breno é uma bichona louca, é barrigudo, está ficando careca, é falso e convencido, parece aquela drag do BBB passado). Eu ri do comentário, peguei ele pela mão e disse que queria fazer a dança do acasalamento com ele até estourar. Ele entendeu a mensagem e começou com a dancinha sem vergonha dele, me encoxando ali na calçada. Eu já fui me empinando todo pra sentir o volume rígido dentro da calça dele e tocamos a correr rumo a minha casa, pq eu tava louco de tesão e ele também. Dois quarteirões depois nós chegamos e o puto tava tão afim de meter que me prensou contra meu portão e ficou se roçando em mim, e eu morrendo de vergonha, porque a rua tem um vigia e só Deus sabe se ele tava por perto ou não.

Entramos e, frente a porta da sala, eu “acidentalmente” deixei cair a chave, só para ficar de quatro e pegá-la; ele entendeu a mensagem e me pegou por trás de uma forma que quase me fez virar os olhos ali mesmo, ainda com calça e tudo. Olha… que tesão! Aquele dançarino maluco e meio bêbado já tava mesmo quase me fazendo explodir de excitação. Quando chegamos ao meu quarto, metade da roupa já tinha ido, ele subiu na minha cama, ficou de pé, baixou cinto, calça e cueca e achou espaço na minha boca para se satisfazer. E eu chupei com tanta vontade que fiz o maior esforço da minha vida pra dar prazer, engolir tudo e sentir meu nariz se afundar nos pêlos pubianos dele. Alto e pézudo, ele só poderia ser pintudo! Mas além de comprido, o pau dele era grosso, era pau de homem, pau de metedor, pau de comedor de buceta mesmo! Quando, hoje, ao término da experiência, ele virou e me disse que eu era uma exceção e a primeira vez dele com um cara, eu acreditei, porque eu já transei com muito gay pra saber a diferença, mas foi minha primeira vez com um “hétero”.

Ele achava espaço na minha boca e alisava meus cabelos, depois me puxava pra frente pelos cabelos e se enterrava em mim, e eu abocanhava como eu podia, e envolvia as pernas peludas dele com os braços, depois apertava bem forte a bunda dele, subia as mãos pelo abdômen bem definido (ele faz academia desde o começo do ano) e sem pêlos e apertava seus braços bem fortes, seu bíceps firme porém macio. Eu tava louco de prazer, meu pau tava explodindo na calça, eu tava maluco de vontade de dar logo pra ele, mas o controle era todo dele e foi só quando ele quis me foder que ele tirou o pau encharcado da minha garganta, pulou da cama, me livrou das minhas calças e me colocou de quatro, bem aberto, a espera dele. Nessa hora a razão falou mais alto que o tesão e eu senti receio dele se empolgar e me penetrar de uma só vez. Deixei fazerem isso só uma vez, para nunca mais… Por isso me pronunciei e disse que, se ele fizesse gostoso e começasse com calma, depois ele podia fazer o que quisesse, por quanto tempo quisesse, porque eu era só dele.

Cheio de tesão, eu senti o pau molhado encostar no meu cu, bem exposto pra ele, bem lisinho, loirinho, cheio de tesão. Ele cuspiu no meu rabo e pincelou o buraco com a vara diversas vezes, as vezes parecia que ia meter, eu chegava até a gelar, arrepiado pelo medo do estrago que ele iria fazer em mim, mas ele só enfiava um nadinha a cada vez, e o cu foi se relaxando e ficando bem molhado, ao ponto do cuspe pingar. Nesse vai e vem ele ficou por um tempinho que não deve ter durado um minuto, mas que pareceu levar horas, até que eu senti a intenção de entrar finalmente, e foi na hora certa, porque eu já tava ficando louco de vontade de ser preenchido. Ele enfiou a cabeça inteira e tirou. Veio uma dor aguda bem familiar, perdurou por uns dez segundos e foi sumindo, desapareceu totalmente. Quando ela sumiu, eu dei a ele carta branca, sinal verde, e ele me penetrou. Dessa vez foi a cabeça inteira e não parou, continuou entrando, e eu sentia escorregar, mais fundo, mais fundo, chegou à próstata, fez meu pau latejar e então eu senti o corpo inteiro dele se colar ao meu, os pêlos dele na minha bunda e ele me puxando, me fazendo ficar de pé com ele inteirinho atolado em mim. Quando fiquei de pé pareceu que o pau entrou mais, e eu gemi. Foi a hora que ele começou a bombar, e eu tava louco de tesão, minha próstata sendo massageada, meu pau lacrimejando de prazer, e o maluco bombando ainda de mansinho, me segurando pela cintura e entrando em mim completamente, com aquele caralho curvado pra cima que Deus lhe deu.

O bom de ficar de pé era que eu sentia o corpo dele suar contra as minhas costas, e a mão dele me percorrendo o abdômen, meus cabelos no seu ombro e especialmente aquela boca safada dele na minha orelha, falando putaria nos meus ouvidos. Eu pedia por mais, mais força, mais fundo, mais rápido, me estoura, me enche, me fode, me arregaça, ah, ahh, porra! Aí ele ativou o modo motherfucker master lá dele, me colocou de quatro e fez de mim o que eu sempre sonhei: usou meu cu como se fosse a mão dele numa punheta. Ele metia tão rápido e fundo que eu não conseguia conter os gemidos e estremecia inteiro, usado como a uma boneca inflável, quase desmaiando de prazer, me sentindo a ponto de estourar a qualquer segundo. Eu cheguei até a pensar que morrer naquele instante seria a melhor morte que qualquer um poderia querer, porque ali por um segundo eu vi Deus, vi Buda, vi o céu, saí do meu corpo e soube o que era a plenitude. Por alguma razão me lembrei de Emma Bovary e de tudo o que a literatura fala sobre o êxtase, e por um átimo eu compreendi tudo isso.

Só que a bem de verdade era demais, era muito pra mim. Eu não queria falar, não queria desapontá-lo, mas eu tava quase sendo destruído mesmo, só Deus sabe o que teria acontecido se ele tivesse continuado por mais muito tempo. Eu já não sentia minhas pernas, já nem gemia mais, já nem sabia quem eu era ou onde estava, quando soube que eu precisava fazer alguma coisa, precisá-la pará-lo, mas sem perder o clímax. Foi quando eu disse a única coisa que me veio à mente: goza! Desde então, como a um mantra, eu repetia isso. Goza! Goza, porra! Goza dentro de mim! Me enche de porra! Acaba comigo, caralho! Goza! E, incentivado pelos meus apelos quase desesperados, o cara conseguiu me foder ainda mais forte, até que, quando uma lágrima escorreu involuntariamente pelos meus olhos, ele soltou um gemido gutural e penetrou até o talo dentro de mim, se mantendo lá dentro e produzindo mais gemidos, me puxando pra junto dele como se a vida dele dependesse disso, e eu soube que ele estava me inundando por dentro, e me coloquei de pé junto dele, e gemi junto com ele, e fui esmagado com muita força por ele, que pela primeira vez virou meu rosto para o dele e me lascou um beijo cheio de língua que quase me sufoca, me afoga entre saliva e sussurros reprimidos, tudo isso atolado no mais profundo âmago do meu corpo.

E então ele e eu, agarrados, tombamos sobre a minha cama. Caí de frente e ele caiu dentro de mim, tão acoplados que parecíamos cachorros no cio após a cruza. Eu abri bem, afastei ao máximo as minhas pernas doloridas e quis que ele inteirinho entrasse em mim e me explodisse de dentro pra fora; ele tentou se enterrar ainda mais em mim, e gerou uma dorzinha tão gostosa que me fez rebolar no pau dele. E então ele soltou um longo suspiro e me desejou boa-noite, e se deixou pender sobre mim, dentro de mim. Eu percebi que ele não tinha brincado e que a gente ia mesmo dormir daquele jeito, por isso tratei de puxar o cobertor pra cima da gente, me ajeitar com conforto e me preparar para dormir um sono sem sonhos, um sonho cheio de sêmen do Jeff viajando dentro de mim, prova de que, ao menos na madrugada de ontem pra hoje, aquele macho fantástico foi inteirinho meu, me levou ao delírio e me fez literalmente chorar de tanto dar, dar até dizer chega…

É tudo muito recente pra eu contar como foi que as coisas ficaram depois disso, mas ao menos ele não foi hipócrita de dizer que estava bêbado, que não se lembra de nada ou que não gostou. É verdade que eu queria poder dizer que hoje ao acordarmos fomos tomar um banho, ele já sóbrio, e ele me fodeu novamente, durante o banho, mas não aconteceu isso, infelizmente… Talvez num futuro próximo, quando ele não estiver numa terrível ressaca, isso possa acontecer. Até lá eu sigo descomprometido, sofrendo com minhas paixões platônicas e compensando-as com fodas homéricas.

Quem quiser bater um papo comigo, meu msn é vin.21@hotmail.com

Transei com meu estagiário e gostei muito

dezembro 27, 2010

Esse relato aconteceu no mês de fevereiro deste ano. Me chamo Marcus, tenho 24 anos e sou analista de planejamento de uma grande empresa aqui no Rio de Janeiro. No início do ano fui promovido a analista e como ganharia novas funções, precisava de alguém para me ajudar e solicitei a admissão de um estágiário. Solicitação aceita pela diretoria, fomos ao processo seletivo. O RH selecionou 5 rapazes e após o bate papo inicial eliminou 2 deles, ficando 3 para que eu escolhesse o que iria trabalhar comigo. Após analisar o currículo e confesso que analisei quem era o mais gostoso, resolvi ficar com o Vinícius. Carioca, 18 anos, estudante de administração e que demonstrou ter interesse em aprender e se capacitar para o mercado de trabalho, além de ser muito gostoso.

Aqui no trabalho ninguém sabe da minha opção por homens. Sempre preferi não demonstrar pois num mundo tão preconceituoso como o que nós temos, isso poderia me atrapalhar profissionalmente. Logo que voltei de férias no fim de janeiro, ele já havia passado pelos treinamentos e integrações e já conhecia bem a empresa. Sendo assim, iniciamos o trabalho. Passei para ele o que eu esperava dele, quais eram os objetivos do departamento e disse que o que precisasse ele poderia contar comigo, pois antes de ser chefe, eu era um amigo.

Os dias se passaram e durante o carnaval, tivemos expediente normal, pois tinhamos um grande projeto para apresentar. Eu queria ver até onde poderia contar com o Vinícius. Ele topou numa boa, estava bastante focado no projeto e não tinha ora pra sair do trabalho. Ele disse que seus pais haviam viajado e que ele estava sozinho em casa, sem ter que dar satisfação a ninguém e por isso não tinha pressa de sair do trabalho.

Após terminarmos o dia, como já era tarde e ele mora em niterói, perguntei se ele não queria dormir lá em casa, pois no dia seguinte precisariamos estar bem cedo no trabalho. Ele topou e como tivemos um dia estressante, sugeri que fossemos tomar umas cervejas pra esfriar a mente.

Saimos do trabalho e fomos para um bar, tomamos várias cervejas e ele ainda misturou com caipirinha, resultado, estava doidão. Saimos do bar eram umas 23:00h. Entramos no carro e fomos para casa. Chegando lá, entramos e falei pra ele tomar uma ducha, ele entrou no banheiro, mas deixou a porta entre aberta. Ao passar pelo corredor, vi aquele corpo nu, se ensaboando e pra minha surpresa, a sua piroca estava dura e ele ensaboava e passava a mão por ela, alisava, tocava uma punheta bem devagarzinho. Sai antes que ele percebesse, pois não sabia qual seria a sua reação. Aquilo me acendeu. Da sala perguntei se ele queria ajuda no banho, falei num tom de zoação e ele respondeu quero sim pra minha surpresa. Cheguei na porta e em tom de zoação de novo perguntei: Quem que eu ensaboe suas costas? E ele respondeu, não… Só queria que me desse uma toalha. Aquele corpo era perfeito, mas naquele momento pensei comigo, ele não quer nada a´lém de uma toalha… Ele saiu do banho e eu fui tomar o meu. Não conseguia parar de pensar naquela rola maravilhosa. Fazia muito calor naquele dia e como só tem ar-condicionado no meu quarto, perguntei se ele esquentava de dormir comigo na mesma cama. Ele meio encabulado, respondeu que sim, mas que só tinha um problema, ele só dormia pelado e eu respondi, eu também… Deitamos e fomos para debaixo do cobertor. Ele começa a puxar assunto, me perguntando o que eu to achando do trabalho dele, etc.. Eu disse que estava trabalhando bem e que se continuasse assim poderia ser promovido ao término do estágio. Após batermos papo, fomos dormir. Meu pau latejava de tesão, mas queria mesmo era a piroca dele. No meio da noite percebi que ele se mexia de um lado para o outro e me viro de costas para ele. Passados uns 2 minutos, sinto ele virar para o meu lado parecendo que iria dormir de conchinha comigo, finjo que não estou sentindo nada e deixo para ver até onde ele vai. Sinto sua piroca dura encostar na minha bunda e seu peito encostar nas minhas costas, seu braço me abraço e me aperta e sua outra mão ele procura minha rola e quando acha começa a acariciá-la, rapidamente ela fica dura eu finjo que acabara de acordar e olho para ele que olhando nos meus olhos me diz: "Você é muito gostoso". Me viro para ele e começo a beijar aquela boca maravilhosa. Um beijo de lingua estalado, gostoso. Nossas mãos começam e tocar nosso corpo, começo a punhetá-lo e logo depois a chupá-lo, fazemos um 69 espetacular e ao mesmo tempo em que chupamos, enfiamos o dedo no cuzinho do outro. Que sensação maravilhosa. Ele pede pra mim parar pois queria me foder e depois ser fodido. Me viro de 4 para ele que faminto vem e encaixa seua rola na entradinha e força. Sua pica tem 19 cm e não é tão grossa, mas ele me fodia de uma maneira forte. Parecia um cachorro louco no cio. Me bombava e eu não aguentava de tanto prazer. Antes dele gozar ele sai e manda que eu deite na cama, ele lambuza minha piroca e senta com vontade. Cavalga feito uma piranha. Rebola, senta, quica… Antes de eu gozar ele sai e voltamos ao 69. Chupamos até gozarmos, um encharcando a boca do outro. Estavamos exaustos. Tomamos um banho, trocamos mais uns sarros e voltamos a dormir. Quando acordamos, antes de ir para o trabalho, advinha qual foi o café da manhã? Leitinho quente… Depois do leite fomos para o trabalho terminar nosso projeto. Como só tinha nós dois na empresa, durante os intervalos rolaram mais umas aventuras, mas isso conto depois.

Se gostou desse relato, entre em contato: markus.vinicius0101@gmail.com

Iniciando o Gostosinho Maravilhoso

dezembro 6, 2010

Essa foi uma história real e deliciosa.

Meu nome é Cacá, tenho 19 anos, carioca, moro no Rio. Sou alto, 1,85m, malho há um tempo, o efeito já se nota, hehe… Sou considerado bonito por muitas e muitos, modéstia a parte. Sou Bi, mas é segredo mortal, hehe! Tenho namorada que nem sonha.

Bom, aconteceu comigo nas férias de Julho. Eu tenho uma tia que tem uma casa em búzios… Sempre vamos pra lá e minha prima, filha dela, sempre leva amigas e amigos. Tem um amigo dela que é especial… Ele é moreno, pratica natação desde pequeno, então tem um corpo muito gostoso: ombro largo, peito definido, barriga seca e perna grossa. Um Deus! Mas só tem 18 aninhos… hehe.

Sempre olhei pra ele com olhos sedentos, mas claro, nunca dei pinta. Finjo ser o machão zoador.

Sempre notei que, ao contrário dos outros garotos, ele é mais tímido com as garotas. Não chega muito nelas… Fica só conversando e tal. Uma noite, em búzios, saímos todos e eu resolvi que ia tirar isso a limpo! Fui já pilhando ele para beber, e fui bebendo junto. A noite passou, os outros garotos iam brincando e chegando em mulheres, e ele nada! Tive uma idéia. Me separei do grupo e fui até um grupo de meninas de 18 anos e comecei a falar sobre ele. Quando mostrei, elas logo se interessaram (claro). Eu chamei ele e começamos os dois a conversar com elas. Conversa vai, conversa vem, nosso grupo já tinha sumido, ficamos só nós dois e duas meninas. Fomos para um pier, e lá começamos a brincar mais. Ele todo tímido, mas eu ia o atiçando. Pouco tempo já estava eu pegando a menina e ele a outra, num ritmo bem gostoso. De sacanagem, eu puxei a menina dele e tentei beijá-la, ela relutou, mas logo deixou. Ele ficou olhando rindo, e eu beijando as duas na frente dele. Vi que ele ficou excitado. Aí, peguei a nuca dele, e levei a boca dele até a da garota que estava comigo. E depois até a dele. Fiquei fazendo os 3 se beijarem e ele ficou maluco. Eu pegava elas tb, e ele tb. Nao tentei um beijo nele… Ainda!

Como eu era responsavel pelo grupo, tive que levar todos pra casa cedo. Deixamos as meninas la, reunimos o grupo e voltamos para casa, combinando nao contar pra ninguem.

Chegamos em casa, todos se divertindo, e eu fiquei de olho nele. Sempre que ele me olhava, eu dava um sorriso safado, e ele ria, sem graça. Eu tinha conseguido o que queria: quebrei a timidez dele. Ficando mais tarde, aos poucos todos foram indo dormir. No fim, ficamos eu, ele, e uma menina chata amiga da minha prima. Finalmente, ela nao aguentou e dormiu. Era minha chance. Levei ele pro jardim e ficamos bebendo os dois e conversando sobre as meninas que pegamos juntos no pier.

No meio da conversa, comecei a falar de sexo. Que queria muito comer as duas, e que se ele quisesse eu deixava ele comer junto. Rimos muito. Até que ele me contou uma segredo: Ele era virgem!!! Pronto! Achei minha deixa. Dei uma zoada nele e disse que isso tinha que acabar! Ele perguntou como. Eu disse pra ele que assim que chegassemos no Rio, ele levar ele num puteiro! Ele se amarrou. Então, resolvi arriscar: perguntei se ele já tinha visto uma camisinha, pq ele ia precisar de uma. Ele disse que ja, mas nunca provou.

Logo falei: "vem aqui no meu quarto, vou te mostrar". Ele riu e achou que era brincadeira, mas eu levantei e fui. Surpresa: ele veio junto. Fomos em silencio pro quarto onde eu estava, que era nos fundos, o de empregada. Peguei na minha mala duas camisinha. Joguei uma pra ele. Disse que ia ensinar ele a botar direitinho. Ele tremia de nervosismo.

Eu tirei a camisa, sentei na cama. Abri a calça, abaixei a cueca. Não consegui esconder: meu pau ja era uma pedra! Comecei a acariciar meu pau olhando pra ele e rindo. Ele sério e tremulo, olhava atencioso! Abri a camisinha e fui botando, bem devagar. Aquilo tava uma delicia! Quando terminei, ele se ligou que quase babava e se recompos, riu sem graça. "Entendeu?", eu perguntei. Ele disse que sim.

Não pude fazer outra coisa senão falar pra ele tentar. Ele ficou sem graça. Eu mandei ele relaxar. Ele levantou, tirou a camisa (que peitoral gostoso!) sentou, abaixou a bermuda e acariciou o pau por cima da cueca, mas nem precisava: já tava bem duro. Não era grandão, mas era um volume bem gostoso, tipico da idade. Quando ele tirou a cueca, aquela pica pulou pra fora, muito linda, perfeita. Me segurei pra não voar nela. Ele começou a botar, sem jeito nenhum. Teve dificuldade de botar no começo, mas quando entrou na cabeça, ele foi indo. No meio, ele travou, de tanto tremer. Tomei coragem e sentei do lado dele, sem cueca mesmo, hehe.

"Não, é assim ó". Fiz o que achei que eu nao ia ter coragem de fazer: botei a mão na pica dele e comecei a botar a camisinha. Ele tomou um susto, mas eu agi naturalmente e isso o acalmou. Demorei seculos! hahaha E quando terminei, nao aguentei… Continuei acariciando ele. Ele simplesmete fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás. Tudo que eu queria. Cotinuei acariciando, e comecei a punhetá-lo. Ele gemia tanto! Nunca tinham tocado nele antes. Sentei mais perto dele, sem tirar a mão de seu pau. Ele abriu os olhos, me olhou bem profundamente. Nao aguentei e toquei meus lábios nos dele. Mordi seu lábio inferior e puxei. "Bom né?" perguntei pra ele. Ele só fez sim com a cabeça.

Ele disse que queria ter me beijado no pier. E ai eu fui a loucura. Comecei a beija-lo e punheta-lo mais forte. Nos beijamos uns 3 minutos. Fui descendo com a minha lingua por aquele corpinho muito gostoso. Ele encostou as costas na parede e ficou gemendo. Cheguei na virilha dele, ele deu um gemido mais alto, que me preocupou. Mas continuei. Lambi seu saco, e, quando passei a lingua em sua pica (que estava explodindo) ele não aguentou. Soltou um urro de prazer e gozou dentro da camisinha.

Fiquei punhetando até ele gozar tudo, e olha que foi bastante! hahaha

Quando ele voltou em si… Olhou pra mim, sorriu e disse: "pqp, o que a gente ta fazendo" e riu de novo, como que nao acreditava. Eu respondi que a gente tava fazendo o que tem de mais gostoso. Ele me deu um selinho, levantou. Fiquei puto, nao queria parar ali.

Ele perguntou o que fazia com a camisinha gozada. Eu disse pra ele nao tirar ali, soh no banheiro. Ele vestiu-se. Eu falei "e eu? num ganho nada não?". Ele, que já não estava mais tão timido, sorriu e disse: "hoje não, isso é muito novo pra mim! Amanhã vamo na praia de tarde?". Respondi que sim. Ele pediu pra ninguem saber. Claro, afinal eu tinha namorada tb ne? Sorrimos um pro outro, ele foi embora.

Fiquei la, de pau duro… No final o malandro foi ele! hahahah Nao tiva outra opcao senao bater uma punheta pensando nele.

E minha misssao estava cumprida… Ou melhor, parte dela.

No dia seguinte fomos na praia, e no Rio… Fizemos algumas besteiras muito gostosas (lembra da puta? hehe)

Enfim… Já falei demais! Eu volto aqui pra contar as outras coisas que fizemos!

Pulei alguns detalhes da historia pq nao ia caber aqui… se quiser saber mais, me manda email!

cacafrietz@hotmail.com

Até logo!

Caca

O Rapaz do Ar Condicionado

novembro 10, 2010

Moro no interior do Mato Grosso, tenho 40 anos e trabalho numa emissora de rádio onde sou locutor. Não sou pintoso, mas por ser solteiro aos 40 anos sei que as pessoas comentam. Mas não dou importância e dou uma de machão, elogio mulher, coço o saco e pego na bunda dos colegas (brincadeira hetera), chego a fazer pressão e falo que um cu é prato fino. Perco o amigo mas não deixo escapar um olhinho de porco. Ou seja, faço tudo que a galera do ambiente de rádio faz, menos é claro ficar de caso com ouvinte.

Dia desses uma forte chuva com raios e trovões queimou todos os ares condicionados da rádio, e por isso foram comprados novos e contratado um rapaz para instalar o equipamento. Até aí tudo normal, mesmo pq por causa do ar antigo que não valia nada e vivia dando problemas, vira e mexe vinha um técnico. Vou te falar uma coisa, ou o dono da empresa é viado, ou é a mulher dele que escolhe os funcionários. Cada homem gostoso, com cara de safado e com jeito taradão que só de olhar a gente se apaixonava.

Desta vez o rapaz não era tão assanhado, muito pelo contrário, era caladão. Seu corpo bem trabalhado sem exagero, pele morena, cueca azul em uma bunda deliciosa, que sempre que o rapaz subia a escada ficava a mostra, e eu claro atendendo os ouvintes, anunciando músicas e com o olhão no cofrinho do rapaz. Algumas vezes ele me observou olhando para a bunda dele. Aí subia a calça pra cima discretamente.

As vezes o rapaz olhava bem fundo nos meus olhos e eu correspondia. Tudo em completo silêncio. Quando infelizmente o trabalho terminou, ele recolheu seu material, e fez questão de ir no estúdio onde eu estava e se despediu de mim com olhar triste. Me despedi dele com um sorriso de orelha a orelha, agradeci e desejei um bom dia para ele.

Apesar de tudo não tive esperanças de vê-lo novamente, afinal ele não era o único a passar ali, fazer seu trabalho e sumir. Qual não foi minha surpresa quando o cara ligou no sábado e se identificou como o cara do Ar Condicionado. Puxei papo, elogiei o serviço. Ele pediu uma música, ofereceu para a família e especialmente para mim. Me disse que tinha me achado super legal e gostaria muito de ser meu amigo, se eu quisesse é claro. Respondi que claro que eu queria, que era muito solitário, e que as vezes não tinha amigo nem para ir ao cinema, o que não deixa de ser verdade, pois a galera gosta de companhia para encher o rabo de cachaça, ou alguma suruba e isso não é minha praia. Marcamos logo um cinema para aquele dia mesmo as 17 horas.

Em casa tomei um banho daqueles, me arrumei todo peguei o buzão e fui pro shopping. Como trabalho em rádio não pago para entrar em cinema e nem em shows. Meu novo amigo havia avisado que iria de moto. Cheguei e fui pra praça de alimentação tomar um chope escuro. Não demorou muito e ele chegou, todo arrumado e nesta hora notei que aquele cara era muito mais bonito que eu imaginava. Entramos depois de tomarmos alguns chopes. Sentados lado a lado num momento de descontração ele pegou minha mão, e foi tão natural que continuamos conversando de mãos dadas.

Na saída do cinema andamos pelo shopping rindo e vendo vitrines. Foi quando o Gabriel (esse era seu nome) falou que queria me curtir mais e melhor, e se eu topava ir com ele para um lugar mais reservado. Vacilei, e ele notou meu receio. Então falou que não tinha nada demais, e que era muito reservado e não comentava nunca sua vida com ninguém. Foi então que aceitei e fomos para o motel.

Chegando lá era tanta loucura que quase não esperamos para entrar no quarto, era beijos, mão boba pra tudo que era lado, mordidas no pescoço, gemidos. No quarto ele fez questão de tirar minha roupa de chupar cada detalhe do meu corpo. Até meu pau recebeu uma chupada de primeira. Com tanta dedicação é claro que retribui dando um banho de língua naquele homem delicioso. Fui posto de quatro, e tive meu ânus chupada bem no fundo, ganhei mordidas na bunda, no pescoço, na boca… Meu corpo tremia inteiro. Não aguentando mais empinei meu rabo e esperei ser penetrado por aquele pau moreno e cabeçudo, com grandes bolas e pelos cuidadosamente aparados.

Meu amante tava tão nervoso como eu. Colocou a camisinha, passou lubrificante e ajeitou a cabeça na portinha do meu cu, que piscava de excitação. Eu gemia baixinho. Meu novo amante começo a chupar minha orelha com a chapeleta pressionado meu rabo. Nossos corpos tremiam tanto que parecíamos estar em convulsão. Foi quando perdendo o controle fui penetrado de uma vez só… Soltei um grito abafado pelos travesseiros enquanto apertava a cabeceira da cama. Levei a mão para trás para controlar seus movimentos mas em vão. Ele socava com força, e eu desesperado com tanta dor. Tentei fechar as pernas para bloquear suas estocadas, mas suas pernas haviam prendido as minhas. O cara urrava feito um louco e socava fundo. Meus olhos ardiam, e não demorou para eu começar a chorar e implorar para ele parar. Era muita violência. O homem parecia um cavalo bravo em cima de mim. Tentei tirar meu corpo debaixo dela, e já estava na berada da cama quase caindo para o chão quando ele deu um urro bestial e encheu a camisinha de esperma. A danada não aguentando tanta porra arrebentou e me inundou o cu… Empurrei o cara de lado corri para o banheiro, procurei uma porta para trancar mas não tinha. Eu parecia um bicho assustado com o rabo pingando esperma. Sentei no vaso e comecei a chorar baixinho. O cara se aproximou e me senti ameaçado de novo. Tentei escapar, ele me abraçou e me pediu calma. Falou que estava muito tempo sozinho, que tava feliz demais por estar comigo e que tinha perdido a cabeça.

Que se eu não quisesse mas nada com ele, ele entenderia.

Depois que me acalmei tomei um banho, vesti minha roupa e pedi para ir embora. Ele tentou argumentar e eu falei: Você não queria gozar? Gozou! Agora me deixa ir embora por favor! Ele foi ao banheiro tomou banho, vestiu a roupa e me levou pra casa, onde desci da moto em silêncio e nem disse Adeus. Não sei se você leitor me entende, o negócio que eu me sentia usado, fui tratado como uma puta e sem meu consentimento. Achei que o cara ia ser legal e o sujeito me curou feito uma vaca.

Passei o sábado de cama tomando suco de beterraba que é cicatrizante, além de passar uma pomada no rabo que ardia feito pimenta. Eu me sentia um idiota, só queria esquecer aquilo, embora meu cu dolorido me lembrasse disso o tempo todo.

Na segunda feira era umas 9 horas da manhã quando chegou na rádio uma caixa de bombons, um urso de pelúcia lindo e um cartão pedindo desculpas, um número de celular e pedindo uma nova chance. A mulherada da rádio ficou super curiosas, e os homens também. Falei que devia ser alguma ouvindo doida e não deixei que vissem o cartão.

No sábado seguinte liguei e dei ao rapaz uma nova chance. Fomos direto para o motel, onde para me compensar ele virou sua deliciosa bundinha para mim e falou que ele era todinho meu. Pensei em me vingar e estragar o cu do cara, mas mudei de ideia e tratei ele como uma fêmea: Chupei seus peitos, enfiei minha língua na sua boca, falei sacanagem na sua orelha, apertei a cabeça do seu pau, chupei seu saco, dedei seu cu e só meti, quando ele pediu entre gemidos para sentir meu pau no rabo.

Penetrei meu moreno com calma, e quando notava que ele estava sentindo muita dor eu parava um pouco e deixava ele acostumar. Meti tão gostoso que o filho da puta gozou junto comigo sem nem encostar no pau…

Nos tornamos mantes fixos. Mas desde o início fui super sincero e falei que tinha um casado na minha vida, que vira e mexe eu ficava com ele, e por ser apaixonado e um caso de longa data dificilmente eu largaria um pelo outro. Mesmo assim ele aceitou o desafio e tenta ser muito mais gostoso que o outro, e assim já tem quase um mês…

* Mais relatos verídicos no blog http://www.dubabdonews.wordpress.com

Macho Topa-Tudo

outubro 31, 2010

Conheci o Fábio numa mesa de bar após um jogo de futebol. O cara é enorme, alto, forte, sarado…quando ele me cumprimentou me assustei com o tamanho da mão, enorme…mesmo sendo um homem casado, sempre fui de tirar brincadeira com tudo,e não deixei passar…segurei na mão dele e disse, caralho com uma mão dessas nem é preciso de pinto. O Fábio mais sacana ainda disse, pois é, mas o grande mesmo é o tal do pinto…e deu uma risadona.

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem o Fábio acabou vindo sentar ao meu lado, pois alguns caras já tinha ido embora. Ao se sentar ele disse, aqui fica melhor para você confirmar o tamanho do danado. Fiz que não entendi…e volta e meia o Fábio pegava na minha coxa com aquela mãozona…eu estava somente de shorts sem camisa…aquilo foi mexendo comigo.

Num dado momento o Fábio, chegou muito próximo do meu pau…alias ele chegou a tocar no meu pau, de leve. O bicho deu sinal de vida. O papo descontraído, e o cara cada vez mais pegajoso. Até que ele posou a mão na minha coxa e não tirou mais…o meu pau foi crescendo, e começou a aparecer o volume no shorts. Fiquei muito sem jeito…e pior de tudo, com vontade de ir ao banheiro, mas como sair com o pau duro dali.

O filho da puta do Fábio percebeu…e ai foi se aproximando mais, até tocar o meu pau. Fiquei incomodado, e resolvi levantar para mijar…lógico que com a desculpa de que não aguentava mais…pois estava de pau duro, com a loiraça na nossa frente. Os caras tiraram um maior sarro, mas me sai bem.

Nisso, o Fábio se levantou também e disse que iria ao banheiro…putz, como agir nessa hora, nunca havia sido cantado pro outro cara. No banheiro, não tinha reservado, só um mijador coletivo…quando tirei meu paau pra fora…o Fábio disse…é da pro gasto cara…fiquei sem ação, e ele então tirou o dele pra fora, também duraço e disse…e ai é grande ou não é? O meu tem seus 16cm mas o do cara, parecia ter o dobro do meu…grosso, cumprido, cabeçudo…enorme.

Sai do banheiro o mais rapido….e na mesa o cara sentou ao meu lado e continuou com a mão. Quase indo embora o Fábio me pediu uma carona…não sei dizer não, mas achava que tinha me fodido.

Dentro do carro, o Fábio disse e ai cara afim de uma foda? Caralho, imaginei é assim na lata…logo fui dizendo, cara desculpa mas não curto isso não. O Fábio deu uma risadona e disse, tranquilo cara, é que tenho uma mina que ta me esperando e ela curte de 2 e acho que ela vai topar dar o cu pra você, pois seu pau é bem legal, e do tamanho certo. Quando ele me mostrou a foto da mulher, fiquei ligadão, era linda…falei pra ele, quero pagar pra ver. Então vamos lá.

Ao chegar na casa da mulher, era uma mulher além de linda, aparentemente muito rica…uma mansão. Descemos, e o cara já foi logo agarrando a mulher….tirando a roupa….e ficaram pelad=os na minha frente…e eu sem saber o que fazer.

Enfim nossa transa rolou, e ela me aguentou legal! Num dado momento, eu estava comendo ela, e ela chupando o Fábio…cara ela quase engolia tudo. Mas, reparando bem notei que ela lambia o cu do cara, que se controcia…e não se contentando, ela meteu o dedo…e chupava oa mesmo tempo.

Terminamos e fomos embora…já estava tarde, e minha esposa devia estar um fera. NO caminho não me contive e perguntei pra ele…cara impressão minha ou a dona tava fazendo fio terra em você. O Fábio deu a tipica risadona e disse, hoje foi só dedo, mas ás vezes tem coisa a mais. Perguntei que coisa a mais e ele disse, só vendo.

Deixei na casa dele, e ao descer ele disse…se quiser saber o que é algo a mais é só me ligar que te mostro.

Passou 3 dias e na segunda feira não aguentei e ligeui pro Fábio….que me atendou com a tipica risadona…e já foi falando, ta curiso neh safado…passa aqui no meu trabalho as 17 horas que te mostro.

Cara não aguentei e curioso que só fui…ao entrar na sala dele, ele ja veio me abraçando, e foi direto no meu pau que já estava duro de curiosidade e tesão, e disse eita tu ta preparado heim?

Ele então pediu para eu sentar, emf rente a uma tv…trancou a porta e ligou o video…era ele trepando com dona…mas tinha mais 2 caras juntos…no rala e rola…um dos caras, pegou o Fábio de jeito e socou a rola nele.

Fiquei sem ação…tremia de nervosismo…e o Fábio então disse, e aí…o que achou? Disse que legal…que ele era corajoso. O Fábio me olhou e disse…pena que seu pau é pequeno pra mim…senão te daria agora. Fiquei surpreso, decepcionado e nervoso…minha cabeça não sabia se aquilo era bom ou ruim.

Amizade na Medida Certa

outubro 20, 2010

Bom pessoal, esta é a história da minha primeira vez. Foi bem amador mas até hoje sou fissurado o que aprendi aquele dia: Penetração.

Essa história é real!

Eu era morador de uma pequena cidade no interior da região norte do RS, quase na divisa com SC. Na época, eu com 12 ou 13 anos, vivia a intensidade da “primeira gozada”. Época essa que adolescentes – ou pré-adolescentes como está na moda – descobrem o sexo.

Pois bem, moramos em uma casa em uma vila distante alguns quilômetros da cidade. Telefone era artigo de luxo. Internet? Que é isso? Restava aos meninos jogar futebol, andar de bicicleta, jogar pega-pega, esconde-esconde… Algo que era bastante mais saudável que hoje em dia. Todos meus amigos gozavam de uma aparência saudável. Bronzeados, sem barriga e de certa forma, fortes. Eu me incluo aí. Saúde não faltava. Não necessariamente bonitos, mas de fato, muito robustos. Eu tinha cerca de 1,60m, 50kg, magro, branco bronzeado do verão sem camisa, olhos e cabelo castanho e curto. Bonito!

Volta e meia nossas brincadeiras – ainda inocentes – ocorriam longe dos olhos de nossos pais dada a total falta de banditismo da região. Somente as meninas não participavam dessas incursões que, não raro, acabavam em lavouras de soja/trigo ou numa cachoeira próxima à vila que morávamos. Os motivos eram óbvios: “não é coisa de menina”.

Na idade em que estava, com o furor sexual, punheta começou a ser coisa farta. Só imaginando coisas. Mas tudo isso em casa, ou muito escondido. Sozinho.

Podem imaginar vocês o quanto fiquei surpreso quando, em uma de nossas incursões à cachoeira, um dos guris, coisa de dois anos mais velho, começou bater punheta na frente de todos, rindo copiosamente, sentado em uma das pedras? Não contente, ele chamou um menino, de uns 10 anos, e lançou um “leandrinho, bate aqui pra mim vai!”. O guri não foi, claro. Haviam outros guris mais velhos junto e eu só assisti o que se passava. Outros dois dos mais velhos avançaram por sobre o mais novo onde ele, na ânsia, tentava fugir. Sem sucesso. Tiraram o calção dele dentro d’água deixando-o nu. Os dois mais velhos estavam também de calção e estavam com seus “enormes” paus duros. Acabei descobrindo depois que não eram muito grandes – com a experiência – mas como eram mais velhos que eu, pareciam gigantes.

No fim das contas, tudo não passou de muitos gritos do Leandrinho e risadas de todos os outros, pois o pequeno não cooperou em nada.

Cessaram também as punhetas. No entanto, algo despertou em mim. A safadeza oculta até então. Centenas de punhetas foram batidas lembrando da situação. Mais ainda do guri sentado na pedra, rindo com a mão no pau batendo uma e chamando o outro, daquela forma safada que a gente só sabe fazer quando esta com “tesão mesmo”.

Aquele guri não tinha nada de especial… mas me deixou louco pela força e a certeza com que ele disse as palavras. O “bate aqui pra mim vai!” ficou rodeando minha cabeça.

Tudo foi tomando conta do meu pensamento. Fiquei meio que alucinado. Excitado ao ponto de outros meninos, em minha cabeça, irem tomando o lugar do outro, sentado à pedra na beira da cachoeira…

Eu era bastante amigo do Rogério, que era bem mais velho que eu. Tinha cerca de 17 anos. Ele era o personagem principal nos meus devaneios por ser um “homem e tanto”. Bem bronzeado, tinha braços fortes, costas fortes, barriga tanquinho, mas com a cintura fina e uns pernões! Não bastasse isso, ele era mais alto que eu, tinha um sorrisão em parte destacado pela cabeça pequena e olhos verdes escuros.

Eu não saia mais de perto dele. Ele virou meu “ídolo”! Eu queria imitar tudo o que ele fazia ter aqueles brações e fazer sucesso com as meninas como eu achava que ele fazia. Bem, certo dia, do nada, me dei por conta que tudo aquilo deveria ser por que eu queria transar com ele! E resolvi tentar!

Mas pensava “como vai ser isso?”, “ele vai me rasgar”, “e a dor?”, “e se ele contar pra alguém?”. O interessante é que eu só tinha uma certeza que era a de que se eu “me oferecesse” ele não negaria. Tudo isso me perturbou uma semana até que tudo o que pensava antes foi substituído por um “DANE-SE!”.

O plano era o seguinte:

Ele sempre passava em frente minha casa logo depois de meio dia quando ele acompanhava seu irmão mais novo até a escola. Em seguida retornava. Esperei ele e seu irmão passar, quando ele voltou, fui até o portão. Sabia que ele chegaria conversar, afinal, éramos amigos.

Ele chegou e fui direto ao que tinha planejado para não perder a coragem:

Eu: “Cara, que tu vai fazer hoje à tarde?”;

Ele: “Nada, nada nos planos e tu?”;

Eu: “Bah… precisava duma ajuda sua então… mas é segredo… só tu pode me ajudar…”;

Ele: “Claro manda aí!”;

 

Eu não poderia dizer pra ele sob pena de deixar ele muito surpreso e assusta-lo.

 

Eu: “Não, agora não posso falar nada aqui… depois… daqui meia hora mais ou menos tu vai fazer o que vou te dizer pode ser?”;

Ele: “Missão impossível é? Claro! É comigo!”;

Eu: “Então tu vai passar aqui em frente de casa. Eu vou estar aqui fora. Daí, vamos lá na casa abandonada da Dona Cecília. Tu vai pela rua e eu aqui pelos fundos. Ninguém pode ver a gente junto. Segredo ok? Cuida pra ninguém te ver pulando o portão lá. Tem pouco movimento agora”;

Ele: “Ok, vou lá e faço o que? Bato palmas?”;

Eu: “Vai até os fundos da casa. Eu vou estar lá.”;

 

Esta casa fazia divisa com a minha, nos fundos, e era separada apenas por uma cerca de arame farpado. Fácil de pular. Minha mãe estaria dormindo e meu pai já não estaria mais em casa. Na casa havia uma janela nos fundos, a qual eu havia arrombado. Coisa de criança curiosa. Não havia nada na pequena casa.

Ele topou, saiu… e em coisa de 20 min ele passou em frente minha casa. Gostei de ver que ele estava adiantado… Concluí que ele também estaria curioso, o que era bom, imaginei. Acenei um discreto Ok ele assentiu, e me dirigi ais fundos. Fui correndo. Queria chegar antes. Cheguei. Abri a janela e dirigi-me á parte da casa que teria vista para a rua por algumas frestas. Alguns instantes depois vi a figura atlética dele caminhando e discretamente olhando pra trás e pros lados… Mais discreto ainda foi a corridinha que ele deu, pôs a mão no tijolo do portão e lançou as duas pernas por sobre o portão. Ele estava no perímetro com uma facilidade incrível! Seria ele um bandido? Rsrsrs.

Chegou, foi aos fundos. Eu havia deixado a janela entreaberta. Vi ele acocorado ao lado dela fazendo um “psssiu, pssssiu! Rápido!”. Abri a janela e ele entrou com a mesma desenvoltura com que pulou o portão.

Ele: “Tah e agora?”;

Eu: “Senta aí.”;

 

Sentou.

 

Eu: “Cara, tu sabe alguma coisa da Lu? Com quem ela ta? To apaixonado por ela…”;

Ele: “Mentira né que tu me chamou aqui pra essa conversinha? Por que segredo com isso? Ta quente aqui tira tua camisa e estende ela do avesso aí no chão”;

O porque dele me mandar fazer aquilo não entendi… Mas fiz… Ele também tirou a dele… Olhei pro corpão dele… Ele me alcançou a camisa dele e disse que era pra fazer o mesmo com ela… estender virada do avesso ao lado da minha. Num momento de silêncio, dei-me conta de como era quente mesmo! Ele levantou, passou uma réstea de sol no peito dele e vi como ele estava soando no meio do peito onde tinha alguns pequenos cabelos dourados.

Foi quando ele me estendeu a mão e disse pra mim levantar. O fiz. Aí ele pensou um pouco… passou a mão na testa e no cabelo pra tirar o suor e me disse que estava nervoso.

Eu: “Porque tu ta nervoso Rogério?”;

Ele: “Não sei… tu é meu amigo… não deveria fazer  isso contigo…”;

Aí eu avacalhei com tudo. Entendi inconscientemente que ele estava nervoso, pois, afinal, não poderia comer o cu de seu amigo… Ele deve ter me sacado ou quem sabe já havia passado por isso antes com outros guris. Afinal, porque seu amigo te chama, pedindo segredo, pra ninguém ver, para ir a uma casa abandonada na primeira hora da tarde? Inconscientemente ele sabia que eu queria dar abunda pra ele. E eu soube que ele queria me comer.

Eu: “Cara, é tudo o que eu quero de ti agora. Seguimos sendo amigos. Eu nunca fiz isso e tu tem que ser o primeiro.”;

Ele riu… Olhou pro alto… Arrumou a cueca próxima às bolas por cima do calção preto num indício de que algo se moveu ali dentro… Chacoalhou a cabeça como um “não”.

Em seguida, levou a outra mão para minha cintura e, sem olhar pra minha cara, me aproximou com aqueles braços fortes encostando nossos corpos suados. Depois me pegou mais forte colocando sua cabeça junto à minha como que se ele quisesse ver minha bunda por cima do ombro. A mão saiu do pau e veio junto da minha cintura também. Ele me abraçou tão forte que estalou minhas costas. Senti o pauzão duro dele encostar na minha coxa… Abracei ele também e, com as palmas da mão aberta, esfreguei as costas lisinhas e suadas dele. Naquele momento me apaixonei por homem suado!

Ele me soltou e disse pra deitar de bruços por sobre as camisas no chão! Eu, finalmente, entendi o porquê de tirar as camisas e por no chão do lado avesso pra não sujar muito do lado certo quando a gente transasse ali encima… Óbvio…

Quando deitei ele ficou de joelho entre minhas pernas abertas. Não tiramos os calções. Ele, com ambas as mãos baixou meu calção até liberar caminho, logo em seguida deve ter tirado o pau dele pra fora também pois eu não vi. Tinha em mente que seria dolorido e era melhor não ver.

Tudo isso em silêncio. Ouvi ele cuspindo… Não entendi por que… Logo depois ele afastou minhas nádegas… Bem afastado, ouvi ele cuspir de novo e senti a baba no meu rabo. Me virei possesso de raiva com ele! Afinal havia cuspido em mim!

Ele: “Pssssiu! É só pra entrar mais fácil animal! Deita aí!”

Nessa hora vi o pau preto dele. Reto, grande e bem grosso com um cabeção pontudo. Ele estava todo babado também. Ele fez de novo a cena do cuspe na cabeça do pau pra me mostrar como era. Envergonhado e com um pouco de nojo me deitei novamente. Sem mais tapar os olhos. Agora queria saber de tudo. Ouvia ele batendo um pouco de punheta para lambuzar bastante o “equipamento” que, na minha medida da época era muito gigante. Hoje, calculo que tinha uns 18cm bem grosso. Para uma primeira vez, foi gigante mesmo!

Ele ficou na posição clássica “papai-papai” com as duas mãos próximo à meu ombro. Ele tentava achar meu buraco sem usar a mão tentando mostrar alguma habilidade ou experiência que eu não queria saber com quem ele tinha adquirido. Fato é que o pau dele era bem duro. Sendo assim, ele consegue maior controle com o quadril.

Ele então conseguiu chegar com o cacete bem na pontinha de minha preciosa joia virgem. Eu lancei um “Devagar meu, por favor!” implorando pela piedade dele. Ele me devolveu um bem tenso “não vai doer muito, te acalma”. Eu me preparei para levar uma espadada no coração. Mas estava disposto à isso. A dor era parte do que me fazia sentir todo aquele tesão. Quando ele forçou a entrada eu acho que eu rezava o pai nosso de tão tenso!

Mas, inacreditavelmente, aquela cabeçorra passou facilmente me deixando muito surpreso e soltando um “Ah” de alívio. Ele perguntou se doía, eu, precavido, soltei um “não muito”. Ele balançou o corpo e meu coração balançou junto. Que sensação de orgulho que me deu ao pensar que aquele cabeção todo estava já dentro de mim. Eu ri. Ele também.

No que ele foi pondo para dentro de mim, com muito jeito, eu não sentia dor. Apenas uma forte pressão que claramente não vinha da bunda. Era mais embaixo, quase nas bolas. Eu estava alucinado novamente. Quando enfim o cacetão dele chegou “no talo”, ele me abraçou por trás com força e largou todo o peso dele sobre mim. Relaxando.. Me senti, ali, completamente dominado e indefeso. Mas estava protegido pelo meu lindo e forte – e era mesmo – comedor. Ele me disse quase sem ar de tanto tesão que eu era apertadinho, e que estava quente ali fora mas o meu cu era mais ainda e que ele iria viciar naquilo. Eu estava mole de tesão. Tinha dado o rabo a primeira vez pro cara que era a inspiração das minhas punhetas. Não estava doendo. E ele, abraçadinho em mim, dizendo que ia viciar em mim. Nossa!

Apertadinho daquele jeito, ele deu uma forçada a mais e, aí sim, dei um salto tamanha a dor repentina que senti. Ele me segurou me sujeitando a ficar embaixo dele. Mas eu pedi para tirar que estava doendo. Ele tirou. Me pediu desculpa, dizendo que não faria mais. Eu reclamei um pouco, eu estava todo dolorido, com uma sensação diferente…ele veio pro meu lado com aquele pauzão virado pra mim… me abraçou e disse “que quando a dor passar, vamos de novo” devagarinho.

Eu estava bravo com ele. Tenho pouca paciência. Mas ele era o meu ídolo enfim. Dessa vez faríamos “de quatro” segundo ele. Fiquei como ele mandou. Mais alguns cuspes os quais eu já estava achando excitante, e lá veio ele. Dessa vez ele usou as mãos e apontou o pau pro meu cu, pois era tão duro que só apontava pro céu. Pronto, cabeça pra dentro. Com a mesma dificuldade de antes, demorou um pouco pra enterrar todo aquele naco. Pau no fundo, dessa vez a estratégia dele foi outra. Começou a bombar bem devagar. E eu ali, curtindo um monte. Ele parecia ansioso. Começou a bombar pouco mais forte e me disse que ele iria “acabar” em mim. “Tu deixa?”.

Eu não sabia do que se tratava o termo “acabar” até que ele me disse que era quando “saia o leite”. “Tu fica com meu leite dentro?” perguntou ele. Eu perguntei das consequências e, com uma cabeça que não conhecia DST assim como a minha, disse-me que “podia ficar um pouco molhado só”.

Disse pra ele então que ele podia “acabar” dentro de mim. E ainda fiz uma ressalva: “rápido que preciso voltar pra casa antes da mãe acordar!”. Ele atendeu meu pedido. Começou a bombar rápido e eu comecei a me torcer de dor. Eu comecei a ficar todo ardido. Tentei segurar ele, mas em vão. Ele era muito mais forte e estava ficando possuído de tesão. A dor, apesar de existente, era menor do que eu tinha imaginado. Então resolvi aguentar.

Num momento, ele pegou na minha nuca, colocou o cotovelo no meio das minhas costas forçando pra baixo, com o quadril me empurrou pra frente e me fez deitar na marra. Fiquei de perna bem aberta e flexionada, naquele chão sujo, com um moreno de 1,75m, uns 70kg, forte, suado pingando encima de mim, com meu calção arriado quase rasgando, sendo fodido com força. Não aguentei a pressão toda e lancei um “aiaiai” quase chorando.

Acho que foi o clímax pra ele o meu sussurro de “aiaiai”, pois ele suspirou fundo, deu cinco estocadas mais fortes e barulhentas – que me doeram na alma, lembro até hoje do barulho que fizeram – senti o leite dele coçando dentro de mim. Ele, mais aliviado, soltou de novo o peso dele sobre mim. Estava encharcado, e eu sentia o cheiro forte de macho, porra e sexo que vinha dele. Quando ele se moveu um pouco sobre mim, o calor do corpo dele parecia fogo, me fez gozar forte também mesmo sem tocar no meu pau… Molhei toda minha cuequinha branca e a camisa dele que estava embaixo da gente.

Mais adiante, ele se levantou perguntou se eu estava bem, me ajudou a levantar. Eu fiquei com as pernas meio errante, ele riu de mim. Eu estava fodido…

Mas em seguida ele me ajudou a arrumar a cueca no lugar, pois estava toda torcida em meu corpo assim como o pobre do calção que até frouxou o elástico! Juntou a camisa dele do chão. Ele já tinha visto que estava molhada e, com a parte seca passou no meu rosto, braços e peito. Juntou a minha, sacudiu a poeira, eu pus ela. Aí, era hora de ir embora. Ele observou bem pros lados de fora se não havia ninguém, eu não conseguia falar muita coisa. Estava atordoado. Tudo o que ele mandava eu fazia.

Ele abriu a janela bem devagar, pulou pra fora e me ajudou também. Por fim, me estendeu a mão num cumprimento. Acho que me recuperei naquele momento do atordoamento e selei o cumprimento com um tapa e apertei forte como sempre faço. Disse pra ele que estava ouvindo bola batendo no campo de futebol ali perto e convidei ele pra ir lá. Ele me olhou, riu e disse “Esse é meu amigo! Eu estava preocupado já! contigo! Assim que tem que ser! Gostei de ver! Segredo né!”.

Ele: “Vamos lá bater na bola dos outros por que as minha eu já bati que chega aqui contigo hoje! Eu vou num time e tu no outro ok? Ó, cuidado ao pular a cerca ali, teu calção esta frouxo! Vai lá que eu vou pela rua!”

E assim foi minha primeira vez. Eu era bem burro no assunto!

Eu achei que o Rogério era burro também mas ele não era nada burro não. Me deu as dicas certinho. Só não teve aquele romantismo todo que eu vejo nos demais contos. O meu foi bem amador!

No fim do jogo ele me disse que queria me ver no ouro dia. E nos vemos muitas outras vezes ainda!

Mas eu transei muito com ele daquele jeito. Sem oral e sem beijar na boca. E não sentia falta disso afinal não conhecia o assunto à sério. Fiquei todo ardido daquela primeira vez. Mas depois fui acostumando e acabou.

Paramos de transar quando ele teve de ir embora da vila onde morávamos. Perdi o contato com ele. Deve estar fazendo a felicidade de outros amigos dele por aí! Pena…

 

Valeu pessoal!


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